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segunda-feira, 25 de março de 2013

PUBLICIDADE

Um investimento que vale a pena!


Se eu perguntar para você qual é o nome da cerveja que “desce redondo” ou da empresa de beleza que deseja “bem estar bem” tenho certeza que rapidamente você me daria as respostas. Agora se eu perguntar de que forma você se relaciona com o seu mercado consumidor, talvez nessa hora você comece a gaguejar e me responda que essa não é uma questão que passe pela sua cabeça.
Aliás, não é pouco comum receber perguntas no Lounge Empreendedor de empresários querendo saber se eles mesmos podem elaborar a propaganda de suas empresas. Na verdade esse é um dos erros mais comuns da pequena empresa. O barato, muitas vezes, sai caro. O ideal é estar sempre assessorado por profissionais especializados no setor de publicidade. Devemos desmistificar a publicidade como algo restrito apenas às grandes empresas. Nada além do bom senso é necessário para perceber que 99,2% das empresas do Brasil não podem ficar alheias à publicidade e que ignorar um mercado dessa dimensão beira o incompreensível.

domingo, 24 de março de 2013

MANUTENÇÃO DOS CLIENTES


Manter os clientes hoje em dia é bem mais lucrativo do que procurar por novos. Veja alguns conselhos compilados da Harvard Business Review para você garantir a manutenção de seus clientes. 

1. Nenhum negócio pode se dar ao luxo de perder clientes - mesmo porque ganhar um novo freguês fica cinco vezes mais caro que manter um antigo.

2. Defeito zero é uma meta inatingível nas empresas que prestam serviços, mesmo nas de primeira linha. O melhor sistema de reserva de passagens aéreas do mundo não pode prever quando um aeroporto vai fechar por problemas de nevoeiro.

sábado, 16 de março de 2013

NOVOS FILHOS DE FRANCISCO



Imersa entre acusações de padres e bispos por abusos sexuais, suspeitas sobre desvios de recursos no Banco do Vaticano e sinalizando grandes divergências internas, a Igreja Católica parou o mundo na última quarta-feira, 13 de março de 2013.
Embora para os leigos seja difícil compreender o que se passa no Vaticano e se busque explicar um conclave com base na ótica da política secular, a renúncia do agora papa emérito Bento XVI e a eleição do papa Francisco mostrou uma Igreja que, além do serviço religioso, tem um papel muito importante na linha da ética internacional e da construção de uma sociedade mais justa e solidária. Habemus Papam ressoou pela face de todo o planeta Terra como uma mensagem de esperança e alegria.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

PERMITA-SE ENLOUQUECER

"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço" (Saint-Exupéry)



"Você enlouqueceu? Vai trocar sua vida executiva pelas incertezas de um novo negócio?" - posso apostar que ao decidir iniciar um negócio próprio grande parte dos empreendedores ouviram perguntas como essas. Sanidade realmente não deve ser a principal característica do comportamento empreendedor.
Muitos negócios começam de uma "loucura" quando sem dinheiro, conhecimento de mercado ou experiência algum sonhador tem uma visão e acredita que ela um dia será um sucesso. Loucura, nesse caso, é uma virtude!

sábado, 16 de junho de 2012

HIGHLANDERS

“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma.
Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”
-- Friedrich Nietzsche --


Nos filmes de cinema sobre o personagem Highlander, um guerreiro escocês que se tornou imortal no iniciodo século XVI, o protagonista Connor MacLeod atravessa as eras combatendo o mal e fazendo justiça sem sentir a passagem do tempo. O herói não envelhece nunca, seu corpo simplesmente não degenera. A única forma de morrer é ser decapitado por um inimigo.
Diante desse enredo fictício, o senso comum nos leva a pensar que um exercito de Highlanders seria praticamente imbatível diante de uma armada equivalente de mortais e que tê-los por perto seria o equivalente a certeza eterna de que o bem sempre pode vencer o mal. Será?

quinta-feira, 22 de março de 2012

DEMITA COM RESPONSABILIDADE

 

NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO


Avaliações de desempenho, redução de custos, reinvenção, reestruturação, mudança organizacional, fusão e aquisição, privatização... Seja por causa da globalização, da crise ou do “bom humor do chefe”, processos como esses têm sido cada vez mais comuns no mundo corporativo e uma de suas consequências diretas implicam em um único caminho: demissão -  o processo mais temido de líderes e liderados.
Como a proposta do Lounge Empreendedor é auxiliar empreendedores e líderes na tarefa diária da gestão de suas organizações decidi abordar um lado dessa moeda... Ser demitido não é legal, mas por experiência própria, garanto que demitir também não é uma tarefa fácil. O único jeito é se preparar e encarar o momento com responsabilidade e da forma mais humana possível.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PERSPECTIVAS 2012


Chegamos a fevereiro! Assim como em 2011, o tempo parece voar numa velocidade bem maior do que nossas ações conseguem acompanhar. Poucas são as empresas que estão esperando o carnaval passar para começar a buscar oportunidades e resultados. Afinal, se tempo é mesmo dinheiro é imperioso que você se empenhe na melhoria e otimização de todos os âmbitos de seu negócio.
Olhar para trás é importantíssimo. Refletir sobre o que passou, sobre tudo o que você conquistou, venceu, brindou é essencial. Igualmente é preciso aprender com os erros, derrotas e tristezas para seguir adiante evitando os mesmos caminhos.
Mas agora: chega! Lá se foi o primeiro mês de um novo ano... 
Livre-se da estranha mania de debater e vivenciar aquilo que já passou. Parece um pouco óbvio, mas se já passou não há nada que você possa fazer. Com um ano inteiro pela frente, compreenda a leveza que é deixar tudo para trás e recomeçar cheio de novas perspectivas e desafios.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

GESTÃO ESTRATÉGICA PARA A SUSTENTABILIDADE


O que a Vale do Rio Doce, a PROMON, a Caixa Economica Federal e a sua pequena empresa podem ter em comum?!?
Muito simples: a certeza de que nenhuma empresa é uma organização isolada e que os aspectos da responsabilidade social empresarial e da sustentabilidade necessitam ser urgentemente incorporados em suas estratégias de negócio.
Várias vezes já escrevi no Lounge Empreendedor sobre a construção de uma nova economia  (olha só o link para alguns destes posts). Pequenos negócios podem (e devem) gerar lucro, mas também podem contribuir para um mundo mais verde, includente e responsável. A vivência genuína daquilo que chamamos de "desenvolvimento sustentável" requer uma nova cultura que inclua a ética no centro das relações e a incorporação das práticas de sustentabilidade na gestão dos negócios.
Pode parecer complicado, mas não é.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A REGRA É CLARA: FAIR PLAY

Em tempos de preparação para a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, a questão da honestidade e ética na preparação dos campeonatos tem sido pauta desde os mais sofisticados encontros de gestores até conversas entre amigos no elevador ou na mesa de bar.
É claro que além da transparência esperada na preparação da estrutura, o esporte traz para as empresas inúmeras analogias: bater recordes, compor times de trabalho, ter jogo de cintura, jogar limpo (ou sujo) nos processos. 
Associar sua empresa a atividades esportivas pode melhorar o comprometimento da equipe, rejuvenescer a marca, aumentar as vendas e/ou ampliar a força da sua imagem. Especialistas afirmam que se o conceito de “fair play” for aplicado no ambiente de trabalho, sua empresa só tem a ganhar.

sábado, 30 de julho de 2011

SEIKETSU

"Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo, e fazer bem-feito.”
(Pitágoras)


Talvez você nem imagine o que o título deste post queira dizer, mas a palavra provém do conceito de “5S”, uma metodologia de gestão da qualidade importada do Japão do pós-guerra que aborda cinco palavras iniciadas pela letra S: Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke. Traduzi-las para uma única palavra, em português, seria praticamente impossível, já que o idioma japonês se expressa através de idéias e conceitos generalizados. Várias sugestões foram feitas e hoje, várias palavras são utilizadas para representar cada S no Brasil.
O que acho mais interessante é que, em nossas terras, decidiu-se também pela inclusão da expressão “Senso de” na frente das cinco palavras escolhidas. Tudo bem que "senso" começa com S e que, por isso, independente da tradução, mantem-se a marca consagrada do nome do programa. Mas, na verdade, senso traduz muito bem a idéia de atitude e de pré-disposição que qualquer programa de qualidade se propõe. Afinal, não dá para pensar em boas práticas sem pensar também em comportamentos apropriados, em disciplina, persistência e utilização.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

SUCESSÃO EMPRESARIAL


Não faltam bons exemplos de grandes empresários no mundo. Bill Gates e Steve Jobs são apenas alguns deles. No Brasil, não podemos nos esquecer de Eike Batista, Ivan Zurita e Luiza Helena Trajano, nomes que vale a pena “jogar” no Google para ver o que aparece. E biografias empresariais inspiradoras também têm Mogi das Cruzes como endereço, como as de Julio Simões e Henrique Borenstein, só para citar alguns.
Além de terem o sucesso como ponto em comum, estes executivos carregam a responsabilidade de estarem à frente de empresas concebidas em meio a sonhos pessoais, que nasceram de forma despretensiosa, mas que se tornaram grandes impérios; daqueles que, certamente, resistirão ao tempo e que vão necessitar de líderes igualmente grandiosos para que a continuidade seja possível.
Falo de corporações que têm características bem particulares de condução e que giram em torno de seu fundador e de suas expectativas, vivências e feeling. Empresas em que “criador e criatura” se confundem, o que torna ainda mais complicado pensar num substituto para estas lideranças carismáticas e protagonistas de impressionantes trajetórias de empreendedorismo.

terça-feira, 3 de maio de 2011

O MUNDO MUDA


Não é de hoje que defendo a idéia da inovação e da mudança como fator de competitividade para os pequenos negócios. Já diz o ditado que quem fica parado é poste, certo?
E empresa “poste” tem pouquíssimo espaço no mercado atual.
Com o acirramento da concorrência, a ausência de barreiras de entrada para vários segmentos, a elevação do nível de exigência dos clientes e a presença de concorrentes de qualquer lugar do mundo, ficar parado é um perigo enorme.
Ainda que você esteja faturando bem e pense que tudo está indo muito bem com um “funcionamento em perfeito funcionamento”, não se sinta tentado a invocar o "status quo". Ficar parado no mundo de hoje é praticamente andar para trás.
É preciso rever modelos, pensar em novos caminhos, assumir aquilo que nem você sabe que não sabe.


Por isso, trouxe a nova campanha do Itaú para o Lounge Empreendedor. Com o mote “O mundo muda e as empresas precisam fazer cada vez mais”, o banco está lançando uma nova campanha específica para sua carteira de empresarial. Eu achei as propagandas bem legais, com linguagem dinâmica e super apropriada ao universo das pequenas empresas.
Não é de hoje que empreendedores de pequenos negócios acreditam que precisam resolver sozinhos todos os problemas do negócio, desde o “cafezinho para o cliente”, compras, vendas, marketing, produção, finanças, pessoas... Ufa! Pequeno empresário não precisa ser super herói.
Que tal parar de abraçar o mundo e cuidar das decisões que realmente precisem de você?
Concentre-se naquilo que é importante. Descubra o que seu cliente mais valoriza. Conquiste sua confiança. Comunique-se positivamente. Promova seu negócio. Experimente, tente...


Acredito que nosso país vive um importante momento para o fortalecimento das pequenas empresas. Talvez seja também o momento para você profissionalizar vários aspectos da gestão do seu próprio negócio.
Vá além dos clientes, concorrentes e forncedores. Conheça as facilidades e oportunidades de um bom relacionamento com os bancos. Lembra do post sobre crédito?!?
Não adianta correr para o gerente do seu banco apenas nos momentos em que sua empresa já está com a corda no pescoço.
Estabeleça vínculos. Aproveite as oportunidades. Muitos bancos contam com especialistas que podem orientar as finanças da empresa e a utilização correta do seu capital. Lembre-se que o mundo muda e você precisa estar pronto para ele.

quinta-feira, 17 de março de 2011

COMPETIÇÃO E CONCORRÊNCIA


Nos dias de hoje, no meio empresarial, continuar competindo passou a ser sinônimo de sobrevivência. Não basta apenas se preocupar com os concorrentes atuais, precisamos nos preocupar com os concorrentes que ainda estão por vir, aqueles que nem estão pensando em abrir um negócio ainda. Parece coisa de louco desesperado, mas pense em quantas empresas abrem e fecham num piscar de olhos, olhe em sua volta, puseram de novo para alugar o espaço ao seu lado… Mas como se preparar para competir? Não basta ser o melhor onde todos são melhores, tem que se diferenciar dos outros. Mas como? Separo em 05 situações, para as quais se deve dar muita importância, são elas:

1 – Motivação do empreendedor

Nos atendimentos que presto, sempre comento um ditado japonês que diz: “Se você não mudou nos últimos seis meses, não foi porque a forma que você está fazendo está certa, mas, provavelmente, porque você a está fazendo errado”, ou seja, o mundo é dinâmico, não dá para ficar parado, em time ganhando ainda é preciso mudar para continuar ganhando. Reforço a idéia de que os empreendedores devem ter hoje, o mesmo entusiasmo, pelos produtos e serviços, de quando iniciaram seu empreendimento. Não podem cair na rotina, devem sempre estar dispostos a mudar algo em seus produtos e serviços, revigorando diariamente seu entusiasmo pelo que fazem.
Quando se cai na rotina, fazendo da mesma forma, vendendo do mesmo jeito, passamos a acreditar que utilizamos todos os argumentos possíveis. Estes argumentos viram frases frias e decoradas, saem sem pensar e as vendas começam a cair sem parar. Uma das maneiras de se diferenciar da concorrência é ser diferente, e não cair nessa rotina. Dedique mais tempo para estudar e conhecer novamente sua empresa, produtos e serviços. Descubra uma nova aplicação, abordagem, solução ou uso. Procure por qualquer coisa que, direta ou indiretamente, possa lhe dar novo entusiasmo pelo que você comercializa.
Quando você acredita no que você faz, demonstra e convence seus clientes de que seu argumento, seu produto ou serviço é melhor que de seus concorrentes. Pois, a maioria dos clientes espera que você seja o primeiro a acreditar no que você faz. Depois é só verificar no final do mês seu desempenho, que com certeza irá mudar, e para melhor.

2 – Produto ou serviço com qualidade

Costumo dizer também, que existem duas visões da qualidade, isto é, a visão de quem faz – a empresa – e a visão de quem compra – o cliente. Na visão deste, seu produto ou serviço deve se destacar pelo preço, gosto pessoal, disponibilidade, variedade, forma do atendimento, utilização, aplicação, praticidade, versatilidade, etc. Na visão do empreendedor, na forma como o produto ou serviço é preparado, fabricado, embalado, manuseado, armazenado e entregue ao cliente, etc. Note que são duas visões diferentes e, que se o empreendedor apenas se basear em sua visão, (visão clássica da qualidade) não conseguirá cativar ou satisfazer o cliente, pois é ele quem compra.

3 – Valor de seu produto ou serviço

Outra forma de se diferenciar, e aumentar as chances de ganhar da concorrência, é entender que preço de venda não é o empreendedor quem faz, mas o mercado. A fórmula clássica: Preço de Venda = “Custos” + Lucro, não é mais válida. Atualmente aplica-se: Lucro = “Preço” de Venda – Custos. Ou seja, o preço que você vende seu produto é o valor que o cliente atribui a este, portando, a única forma de se tirar um resultado positivo (Lucro) é olhar com mais detalhes a composição do Custo do produto ou serviço, melhorando a produtividade, reduzindo gastos supérfluos, etc.

4 – Informação e divulgação

Se for para competir, que vença o melhor… Mas como? Primeiro não subjugue nenhum concorrente seu, seja ele representativo ou não. Descubra tudo que puder sobre os produtos e serviços que seus concorrentes oferecem, a maneira que eles os divulgam e os apresentam ao mercado. Saiba como é a política comercial das empresas, quais os níveis de preços, os segmentos em que mais atuam e, principalmente, quem são seus clientes. Estruture-se para divulgar e apresentar seus produtos e serviços de forma que tanto seus clientes novos, quanto os atuais conheçam seus pontos fortes (valores). Faça deste procedimento uma rotina (hábito), pois seus clientes não irão gravar os valores de seus produtos e serviços se você falar-lhes somente uma única vez.

5 – Conheça seus clientes

Para poder satisfazer seu cliente é preciso conhecê-lo. Identifique suas preferências, hábitos e necessidades. Esforce-se para estabelecer um relacionamento mais firme, solicite mais pedidos, deixe claro seu compromisso de atendê-los cada vez melhor.
Para finalizar, lembre-se sempre que devemos ser éticos na competição, pois nossos concorrentes poderão usar as mesmas armas que nós estamos usando.

Por Júlio Tadeu Alencar
Consultor do SEBRAE-SP

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ACELERADORA 2011



Se você tem uma startup com uma proposta inovadora e está à procura de um modelo escalável e repetível, mas ainda precisa de apoio em gestão, estratégia, marketing, tecnologia, finanças, jurídico ou no modelo de negócios, inscreva-se na chamada de 2011 da Aceleradora.
Além de receber mentoring por 6 meses e melhorar MUITO sua startup, você imediatamente tem acesso ao networking da Aceleradora no Brasil e no mundo (incluindo investidores e empreendedores experientes), melhores práticas, aprendizado e pode usar tudo isso no tempo certo em favor do seu projeto.
Em troca desse processo de capacitação do empreendedor e melhoria no projeto, a Aceleradora passa a ser um co-fundador com direito a 5% da sua empresa - com a possibilidade de extensão desse percentual caso você tenha potencial para um aporte financeiro. Mesmo assim, você não tem nada a perder - não é preciso formalizar nada nem assinar nenhum contrato para se inscrever na chamada de projetos.
Para saber mais sobre a Aceleradora,
- acesse a página em http://aceleradora.net/
- entre em contato via twitter http://twitter.com/aceleradora
- ou via Facebook em http://fb.me/Aceleradora

Não perca essa oportunidade! Veja o Spreadsheets 

Fim das inscrições: 4/Mar/2011

sábado, 11 de dezembro de 2010

PAPELZINHO

Foto externa da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes
A eleição da mesa diretiva da Câmara de Vereadores de Mogi das Cruzes foi decidida no “papelzinho”. O empate de 8 a 8 entre os votos dos 16 representantes legislativos é um convite a reflexão sobre burocracia, liderança e gestão.
Fique claro que não pretendo discutir o resultado da eleição da Casa de Leis mogiana nem as escolhas político-partidárias de cada vereador. O foco está no processo que traz como saldo “vencedores e vencidos” e no regimento interno que leva a política legislativa pelo caminho da simplicidade e da sorte.
Uma eleição que produza vencedores e vencidos – nenhuma novidade e nem exclusividade do mundo político – resulta em idéias vitoriosas ou idéias moribundas. Aos primeiros, fica o sentimento de triunfo e alívio. Aos segundos, a decepção. E, aos demais, a ansiedade pelos dias que virão. Afinal, quais serão os novos objetivos e estratégias?
A nova governança chega repleta de vontade num imenso reservatório de idéias, algumas pouco práticas, outras repletas de nobres propósitos, mas todas invariavelmente custosas de serem implementadas em função do sentimento de derrota dos vencidos.
A democracia por meio do voto obrigatório pode até funcionar quando falamos em grandes amostras. Contudo, para uma gestão eficiente de pequenos grupos, a melhor alternativa é a busca pelo consenso. Não significa buscar unanimidade, mas sim dar a todos a responsabilidade pelo êxito do grupo e pela busca conjunta de soluções de forma aberta e transparente.
Consenso é um duro aprendizado de respeito não apenas à hierarquia e às normas, mas principalmente à opinião do outro. Quando as pessoas se sentem ouvidas e respeitadas, elas se integram e se comprometem com os resultados do grupo. Ao líder caberá foco e gestão para monitoramento das propostas e dos resultados.
Conduzir grupos em que o princípio do consenso não funcione significa produzir idéias fracas e interesses unicamente pessoais.
Mudar não é simples, mas aquilo que parece um pouco mais complicado e trabalhoso pode trazer conseqüências muito mais apaziguadoras do que o sentimento de conquista (ou de perda) gerado por um “papelzinho”.
Tenho certeza que muitos destes pensamentos já estão integrados a prática de uma nova maioria que parece reunir condições para realizar uma administração bem sucedida.
A burocracia dos regimentos internos deve ser respeitada, mas não pode ser eternizada. Se uma norma maltrata em demasia os princípios básicos da democracia e liderança, ela precisa ser revista.
Sob uma perspectiva individual, o mundo sempre estará repleto de contradições teóricas, desajustes práticos e comportamentos irracionais. Ainda assim, é preferível buscar o consenso a conviver com a falsa segurança dos regimes fechados, fadados mais cedo ou mais tarde ao fracasso de sua gestão.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
11 de dezembro de 2010 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

EU, HEIN...


O ENEM é uma vergonha nacional. Fernando Haddad, ministro da Educação, é de uma incompetência que chega a assustar qualquer especialista em gestão.
A aplicação do exame em 2010 demonstrou a falta de capacidade dos seus organizadores e se pudesse pensar em uma única nota para todo o processo, certamente seria zero.  Todo mundo de recuperação!
Ao contrário do que alguns possam imaginar, não sou contra o ENEM. É importante que o Ministério da Educação possua mecanismos de avaliação e controle daquilo que acontece nas salas de aula. Entretanto, defender uma prova única para todos os concluintes do ensino médio em um país com as dimensões continentais como o Brasil e com um sistema educacional repleto de falhas e diferenças como o nosso soa como absoluta utopia.
Minha primeira reação à falácia sobre os erros ocorridos no ENEM foi frustração. Pensei no meu filho, prestes a ingressar no ensino médio, e nos meninos e meninas que trocam as baladas pelos simulados e plantões.
A aprovação do exame e a nota obtida servem como porta de acesso às universidades e ao sonho de uma vida melhor.
Mas para muitos a porta está se fechando...


Enquanto a UNE comemora a decisão do Tribunal Federal da 5ª Região em derrubar a liminar que proibia o exame e o ministro mantém sua posição de que os erros estiveram dentro da “taxa de tolerância”, ouço comentários de adolescentes que acreditam cada vez menos no processo.
Se “sonhar não custa nada”, os erros do ENEM podem custar anos de dedicação e um saldo muito negativo na credibilidade educacional do nosso país.
Se o MEC não consegue admitir seus próprios erros e o governo acoberta aquilo que não consegue explicar, seria a Nação uma máquina de mentiras?
Não podemos pactuar com uma educação cujas bases estejam em ameaças ou mentiras. Uma educação que jogue para baixo do tapete os cacos de um vaso que se quebrou... São dois anos consecutivos de demonstração de fragilidade e problemas por parte do MEC.
Muito pior do que constatar o erro é não aproveitar o momento para aprender e reinventar-se. O ENEM precisa de uma proposta inovadora que rompa com o ensino conteudista e com um processo seletivo ultrapassado.
Já o Brasil precisa de pessoas que enxerguem o processo educacional como um meio de desenvolver as suas próprias competências bem como as competências essenciais ao desenvolvimento de nossa Nação.
Não falta inteligência ao brasileiro. Falta, sim, competência para fazer gestão.
Gestão moderna significa ter atitude positiva e corajosa para entender e ajudar a corrigir os erros dos que trabalham à sua volta. O dever da perfeição é apenas uma herança totalitária e positivista que impede a criatividade e a inovação.
Errou? Apague e faça de novo.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
13 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ECONOMIA EM DESENVOLVIMENTO

O Brasil é um país de muitas caras. Temos uma para a economia, outra para a saúde, outra para a política, lazer, segurança, etc...  Entre todas essas faces, temos avançado em aspectos aparentemente importantes ao nosso crescimento econômico. “Aparentemente” porque ainda seguimos indicadores que nos prendem a velhos paradigmas de desenvolvimento.
Em vários índices, o Brasil tem demonstrado desempenho superior a anos anteriores. Entretanto, como dizia minha avó, “prudência e canja de galinha não faz mal a ninguém”.
Informações contidas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) retratam a trajetória de revalorização do trabalho, o salário registra crescimento real de 18,25% em sete anos e subimos quatro pontos na média geral do IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU que mede a qualidade de vida das populações.
Contudo, será que todos esses índices têm garantido uma melhora efetiva na vida de cada cidadão e, mais, de todos os cidadãos?
A escolha de indicadores depende dos objetivos de sua avaliação, bem como dos aspectos metodológicos, éticos e operacionais da questão em estudo. O próprio IDH é uma ilusão. Não serve para indicar o desenvolvimento de um país, pois leva em consideração variáveis isoladas de uma Nação: educação, longevidade e renda.
De forma isolada, nossa colocação em educação é de envergonhar. Temos a mesma média do Zimbábue, o país com o pior desempenho do mundo. Condições de transporte, higiene, moradia e alimentação expressam, juntos, a longevidade de um povo? Aumentar a renda significa tê-la distribuída igualmente em um país com a nossa diversidade?
Por isso, resgato o velho ditado da vovó para analisar qualquer indicador brasileiro de desenvolvimento. Não há quem negue que tivemos um considerável crescimento econômico nos últimos anos. Aumentamos a capacidade produtiva da economia, a produção de bens e serviços e conseqüentemente, acompanhamos a evolução do Produto Interno Bruto - PIB.
Países como a Índia e a China, graças à globalização da economia, conheceram também um forte período de crescimento econômico nos últimos anos, elevando-os à categoria de países emergentes junto ao Brasil e a Rússia. Por outro lado, ao olharmos esses mesmos países, percebemos que o crescimento trouxe a seu cargo profundas desigualdades e dificuldades no acesso à habitação, educação, justiça, saúde, ou seja, precárias condições de vida na generalidade e quase nenhuma garantia e respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais dos cidadãos.
Chegamos ao desafio brasileiro: é preciso alinhar as transformações da nossa estrutura econômica à melhoria da qualidade de vida da população. Um real desenvolvimento social deve combinar crescimento econômico e distribuição de renda. É um conceito mais qualitativo cujos índices devem considerar o bem-estar econômico e social (pobreza, desemprego, violência, condições de saúde, alimentação, transporte, educação, higiene e moradia) fomentando iniciativas empreendedoras e o progresso do ambiente empresarial.
Por esta ordem de pensamento, desenvolvimento deve ser o “fim” e crescimento econômico um “meio” para atingí-lo, cabendo aos governantes de cada país fortalecer esta ligação através de uma gestão sustentável que incida harmoniosamente na qualidade e na quantidade do crescimento do país.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial - Diário de Mogi
11 de novembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA

Com a globalização e o acelerado nível de geração de informações, as empresas estão sendo obrigadas a repensar seus modelos básicos de gestão na busca de maior competitividade. Não dá mais para cuidar apenas da porta pra dentro. É preciso olhar também o que acontece da porta pra fora!
Por isso, dados e informações precisam estar organizados de forma prática e acessível para auxiliar qualquer um dentro da empresa a tomar uma decisão no momento mais apropriado.
Já parou para pensar na quantidade de informações disponíveis hoje a cada integrante da sua equipe?
É preciso um mecanismo de classificação do que é realmente importante para o desenvolvimento do seu negócio. Um processo capaz de monitorar tecnologias, legislação, concorrência, tendências, nichos de mercado, dentre outros temas de seu setor ou território.
Parece impossível para uma pequena empresa, mas não desanime.
Se na sua empresa os indicadores do dia‐a‐dia prevalecem sobre os de longo prazo, em breve perceberá que resultados consistentes precisam considerar o cenário global e os impactos da concorrência.
Processos de geração de conhecimento e análise de cenário possuem um enfoque e impacto diferentes dos processos tradicionais de negócio. Todos devem estar preparados quanto às mudanças culturais e estruturais para que as atividades a serem desenvolvidas não sejam mal-interpretadas, nem interrompidas. Só assim será possível lidar com a complexidade e os sinais da ambiência interna e externa.
Entretanto, existem algumas características comuns às pequenas empresas que podem atrapalhar: incipiente cultura de inovação; pouca percepção de que as mudanças que ocorrem no ambiente externo são relevantes; reconhecimento limitado do valor da informação estratégica; planejamento orientado para o curto prazo; falta de cultura associativa; comunicação e colaboração insuficientes entre as áreas da empresa.
Colocar um espelho sobre sua gestão e reconhecer o seu próprio momento é fundamental para entender como utilizar a inteligência competitiva da melhor forma.
Com o advento da internet, numerosas fontes de informações são colocadas à disposição das empresas, facilitando a pesquisa e disseminação do conhecimento. Por isso, cuidado para não cair no conto de que apenas tecnologia de informação garante um bom processo. O que vale é o conjunto compreendido pela tecnologia de informação, pelos sistemas de inteligência, pelos procedimentos e, principalmente, pelas pessoas.
Empresas são sistemas complexos e por isso, ter o máximo conhecimento possível sobre si, sobre quem a cerca física e logicamente e aplicá-lo convenientemente é a melhor forma de enfrentar os desafios do novo milênio. A questão será: partir na frente e garantir vantagem ou esperar e levar poeira dos concorrentes.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
16 de setembro de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM


A sociedade passa por um momento onde uma das poucas certezas é que as mudanças são cada vez mais freqüentes e inevitáveis, e as empresas, por direta conseqüência, precisam acompanhar essas mudanças para sobreviver.
Apesar da significativa redução nos custos de operações propiciada por novas tecnologias, não é possível substituir com a mesma eficiência o atendimento e relacionamento humano. Soma-se a isso uma conjuntura econômica estável, mas ainda com escassos recursos para investimentos, e temos como resultado uma significativa necessidade das empresas em buscar pessoas com atributos pessoais que aumentem sua capacidade em aprender melhor e mais rápido que seus concorrentes.
Cresce, portanto, a preocupação com desenvolvimento de métodos de intervenção que contribuam para a geração, difusão e sistematização de competências.
Vale destacar que competência não se verifica apenas no âmbito dos conhecimentos e habilidades, mas principalmente na mobilização destes recursos em prol da obtenção de uma meta. Trata-se muito mais da atitude de utilizar seu repertório pessoal para gerar benefícios ao negócio em situações de desafio. Ser competente é conhecer, saber fazer e querer fazer!
Para o sucesso das empresas é preciso entender que as competências individuais de seus colaboradores serão a base de seu próprio aprendizado.
Peter Senge
Segundo Peter Senge, um dos principais teóricos sobre o tema, existem cinco elementos primordiais que constituem o aprendizado nas organizações.
Seja qual for o tamanho da sua empresa, os caminhos da mudança passam necessariamente pelo fortalecimento das capacidades pessoais de seus colaboradores (Domínio Pessoal) e pela avaliação e melhoria contínua dos processos, dos métodos e da forma de pensar o ambiente da empresa como um todo (Modelos Mentais).
Engajamento da equipe em relação ao futuro com diretrizes e objetivos claros sobre onde se pretende chegar (Visão Compartilhada) e fazê-la perceber que a inteligência e capacidade do grupo pode ser maior que a soma de seus próprios talentos individuais (Aprendizagem Coletiva) fecham a equação para a criação do Pensamento Sistêmico.
Em vez de se verem como algo separado do mundo, as pessoas se percebem conectada a ele. No lugar de considerar os problemas como causados por algo ou alguém “lá fora”, enxergam como suas próprias ações criam os problemas que enfrentam. Essa é a compreensão mais sutil das organizações que aprendem.
Mais do que uma bonita expressão, atingir a maturidade do pensamento sistêmico e da aprendizagem coletiva requer que as pessoas percebem em si próprias a capacidade de moldar o futuro.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
26 de agosto de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

APROVEITE OS CONFLITOS

Passamos nossas vidas enfrentando conflitos. De brigas no jardim da infância por causa de um brinquedo até discussões sobre as roupas que nossos filhos querem usar ou o sabor da pizza que escolhemos para o jantar.
Conflito é o processo que se inicia no momento em que percebemos que alguma decisão afetou ou está prestes a afetar negativamente algo que damos importância. E quanto mais importância dermos a esse fato, mais intenso será o conflito.
No trabalho, colegas briguentos, clientes irritados ou chefes que dão broncas sem sentido são o suficiente para nos convencer que temos que aprender a enfrentar conflitos. Qual é a maneira mais correta?
Quando permitimos que os conflitos eclodam de forma negativa, eles podem minimizar a produtividade e prejudicar os relacionamentos das equipes. Contudo, em uma visão mais ampla, conflitos têm muitas funções positivas, pois podem ajudar a resolver problemas de uma forma mais criativa e a pesar nossas próprias convicções e argumentos. Conflitos resolvidos de forma positiva previnem a estagnação decorrente do equilíbrio constante da concordância, estimulam o interesse e a curiosidade pelo desafio, descobrem problemas e demandas à sua resolução.
Seja qual for o tipo de conflito em que nos envolvemos (metas, julgamentos ou normas) tendemos a reagir de maneira igual: assumindo uma posição que defina o nosso território e valide nossas convicções até que possamos entender e cooperar com o outro.
Se você deseja encontrar um caminho para administrar a situação e trazer resultados positivos, busque o caminho da colaboração. De nada adianta evitar ou acomodar as situações conflitantes como se elas não existissem. É preciso o interesse genuíno em atender aos anseios de todos os envolvidos, principalmente quando quisermos melhorar um relacionamento, quando os resultados forem muito comprometedores ou quando se deseja encontrar um consenso.
Para isso, escute ativamente todas as versões que envolvam o conflito, faça perguntas que revelem seu interesse e disposição em resolver a situação, expresse suas próprias preocupações, mas procure afastar seus próprios sentimentos sobre a situação. Fica mais fácil se você depositar toda sua atenção no presente e nos fatos, sem julgar ou tentar adivinhar os motivos da outra parte.
E, se você está administrando essa situação, lembre-se de assumir a responsabilidade pelo seu próprio papel no conflito e utilize a cooperação, a transparência e a assertividade como ingredientes indispensáveis.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
29 de julho de 2010
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