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sábado, 3 de novembro de 2012

MUITO PRAZER

"A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido.
Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz."
-- Sigmund Freud --


Como é bom estar de volta! Por mais que o corpo grite por um período de descanso, a mente nos direciona para aquilo que nos dá prazer e, sinceramente, adoro estar com vocês todos os sábados para colocar a “Boca no Trombone”.
Furacão Sandy nos EUA, ampliação do período de votação da CPI do Cachoeira em Brasília, pacificação em São Paulo e eu aqui de volta falando em prazer. Sim! Prefiro voltar falando em prazer; aquela sensação de bem-estar que vem como resposta do nosso organismo ou da mente indicando um momento em que fazemos algo benéfico à nossa saúde.
O prazer pode ser atingido de várias maneiras, como praticando exercícios físicos, comendo, tendo relações sexuais, escutando música, lendo, conversando, trabalhando, etc. E, por incrível que pareça, nem sempre ele precisa estar relacionado à demonstração de alegria. Quer ver?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

GOSTARIA DE SABER ANTES DE NASCER

Na última semana, recebi um e-mail de um leitor do jornal Diário de Mogi elogiando os textos da série "Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo" e trazendo um reflexão deliciosa atribuída a Nélio da Silva.
O texto fala sobre as principais coisas que as pessoas poderiam saber antes de serem jogadas tão repentinamente nesse mundo. É claro que a vida perderia parte da sua graça se todas as lições estivessem em um manual de sobrevivência, mas achei o texto bem gostoso e concordo com grande parte das "coisas" que eu gostaria de nascer sabendo...

sábado, 30 de abril de 2011

ENCERRANDO CICLOS


Hoje, concluímos um ciclo. Fim de mais uma semana. Encerramento de mais um mês.
Talvez por ter comemorado aniversário na última quarta-feira, 27 de abril, tenho pensado bastante sobre a vida e seus ciclos de evolução. Algumas vezes, ciclos não tão visíveis - e esperados - como o final da semana, mas períodos que se encerram; seja porque não fazem mais sentido em nossas vidas ou porque sempre tiveram um “prazo de validade” determinado e apenas não havíamos tomado ciência dele.
Acabou a faculdade? Perdeu o emprego? Terminou o namoro?
Talvez nem você mesmo entenda a razão do término de algumas coisas que pareciam tão sólidas e importantes em sua vida. Entretanto, se perder muito tempo buscando entendê-las, pode deixar de viver novas (e boas) oportunidades.
Não dá pra ficar esperando que entendam seu amor, reconheçam seu trabalho e esforço ou que lhe devolvam algo que ficou no passado.
Faça novas escolhas com olhos no futuro. Há que saber dizer basta! Há que se ter coragem!
Na vida, nada é estanque e a mudança pode ser muito melhor do que a sua própria situação anterior. Quando uma situação começa a se tornar estressante, chegou o momento final de um ciclo. O que não significa que terminou o tempo daquela situação. Parece confuso? Pois, se os ciclos terminassem com o tempo de todas as coisas, não poderíamos dar continuidade às nossas missões e sonhos.
Talvez você não precise romper todos os laços em sua vida, mas precisa saber que chegou o momento de mudar, de transformar a si mesmo.
A pergunta é: o que estou fazendo com esta situação agora?
Se a resposta é positiva, mesmo com situações de conflito existindo, continue. Agora, se a resposta é negativa, o caminho não pode ser outro se não a mudança!
Ciclos são assim. Algo a se perceber, muito mais do que se questionar.
Você pode começar um novo namoro, um novo curso ou encontrar um novo emprego. Ou pode criar novas situações e desafios no caminho em que já está. Aliás, sua pequena empresa também!
Perceba quais são os seus limites e como seus ciclos de vida se conduzem. Exercite seu autoconhecimento com muito jogo de cintura e desapego. Esqueça os “porquês” sobre o passado e pense nos “comos” para o futuro. Evite as paranóias e insônias de uma vida sem coragem de abandonar as perguntas para respostas que nunca virão.
Apenas encerre os ciclos! Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.”
(Texto com alguns autores mencionados: Sonia Hurtado, Fernando Pessoa ou Paulo Coelho).

ANA MARIA MAGNI COELHO
Caderno Opinião - MogiNews
30 de abril de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SER FELIZ OU TER RAZÃO

Texto extraído da Revista Vida Simples

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".
E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".

MORAL DA HISTÓRIA

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?" Pense nisso e seja feliz.

E eu ainda acrescentaria:

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam"

domingo, 30 de janeiro de 2011

NÃO ECONOMIZE A VIDA



Mesmo com o caos causado pelas chuvas nesse início de ano, janeiro de 2011 começou repleto de boas surpresas para mim, entre elas a experiência de me assumir geek em essência e viver momentos surpreendentes na minha primeira Campus Party Brasil.
Durante uma semana mergulhei no maior encontro tecnológico do mundo!
A Campus Party é uma enorme reunião entre mais de 6.000 campuseiros apaixonados por tecnologia e apaixonados por todas as possibilidades de disseminação de conhecimentos em rede. Durante seis dias tendências foram lançadas, conteúdos foram produzidos, negócios foram fechados e o melhor da web brasileira apareceu aos olhos de quem estivesse disposto a enxergar.
Quem fechou os olhos perdeu boas chances de conviver e aprender as melhores práticas de um mundo cada vez mais globalizado, conectado e veloz.
Não dá mais para economizar a vida para amanhã! As chances podem não se repetir.
Por isso, equilibrar as oportunidades e  (re)conectar valores que qualifiquem minha vida como meio de ser (e de fazer) feliz e de contribuir para a criação de um mundo melhor tem sido minha busca e o critério para muitas das minhas escolhas.
Precisamos emergir daquilo que Giorgio Agamben, filosofo italiano, chama da vida nua. Uma vida que nos reduz à posição irracional de convivência indiferenciada. Uma vida altamente artificial em que as estruturas de poder geram as formas e os padrões de qualidade da vida para todos aqueles se submetem à sua ordem. Uma vida de propaganda de margarina, mas sem sentido real.
Entretanto, mesmo funcionando como um álibi perfeito para quem deseja simplesmente deixar a vida acontecer e suprimir experiências sem culpa,  há uma imensa ambiguidade na vida nua. Ao entranhar-se nela, o ser humano arruina suas próprias chances de gozar uma vida qualificada que, na minha opinião, é a única vida que vale a pena ser vivida.
Quando decidi passar 6 dias na Campus Party, essa era a minha escolha: viver a vida à minha maneira, sem ninguém monitorando o tempo que passo no Twitter, convivendo com amigos que no dia-a-dia ficam distantes de mim e aprendendo, aprendendo e aprendendo.
A escolha em estar ali era apenas minha. Os compromissos e as metas  podiam esperar. E eu poderia viver além da imagem do meu avatar.
Entender o caminho dessas escolhas e o que faz sentido para você é a melhor maneira de se libertar e não se escravizar pela tecnologia e mobilidade tão presentes nos espaços da Campus Party.
A vida não precisa ser tão veloz quanto as informações que transitam pelas redes, mas ela pode ter a urgência que você quiser. Afinal, não há nada mais urgente do que encontrar aquilo que pode ser uma vida prazerosa pra você e conquistar sua própria vida qualificada.
Sob esse espírito de urgência pessoal, aceitei o convite de @samegui e @lidifaria para um seqüestro em plena Campus Party Brasil.
Mesmo com a tarde repleta de palestras interessantes, empreendedores lotando o estande do SEBRAE e colegas que ficaram sem explicação sobre minha ausência, me permiti uma tarde de vida boa ao lado de @maxreinert, @ladyrasta e Yara Baumgart (@vidaboayb).
Vida Boa é um conceito de empreendimento onde o cliente determina suas próprias experiências. Mais do que massagens, boa música ou boa comida, nesse espaço você pode desfrutar aquilo que lhe é essencial.
Essencial por levá-lo de volta à sua própria essência.
A marca Brasil está presente nas paredes, nos tecidos, na decoração, no sorriso de toda a equipe... O carinho acolhe o cliente desde sua chegada e nem mesmo a chuva ofusca a bela vista da sacada das salas de massagem.
Quer responder seus e-mails? Ok. No espaço Vida Boa, você tem acesso wireless e equipamentos à disposição. Quer ler um livro? Almoçar?  Ouvir boa música? Receber parceiros para uma reunião? Ok. Você pode também.
O poder de decidir o que é importante cabe apenas ao cliente.
Minha experiência em vivenciar uma tarde no Vida Boa foi além do relaxamento proposto no sequestro; me fez repensar sobre as prioridades e sobre a velocidade da minha vida.
Sem dúvida, ela passa rápido e com ela passam também as boas chances de sermos aquilo que sempre sonhamos ser. Cuide do seu corpo, da sua mente, das suas energias da forma como fizer sentido a você.
Se vivemos mesmo a Era do Conhecimento e da Generosidade, como tanto se repetiu na Campus Party 2011, conhecer-se é melhor saída para uma vida qualificada. (veja o vídeo)
 Já dizia Vinicius de Moraes "... a coisa mais divina que há no mundo é viver cada segundo como nunca mais..."
A vida pode ser muito boa. Basta você querer!

PERMITA-SE UMA VIDA BOA

Já dizia Caetano Veloso: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
Descobrir quem somos efetivamente e aquilo que tem significado real à nossa essência talvez seja nossa principal missão em um processo cada vez mais avassalador de aceitação social.
Hoje, ser alguém é respeitar bulas reducionistas de experiências humanas, seguir padrões determinados por terceiros e cumprir muito mais responsabilidades do que prazeres.
O desnorteado progresso da tecnologia e da globalização dos mais variados ramos das atividades humanas nos leva a nos sentir mais um estrangeiro num país de muitos.
Ninguém se entende, mas todos buscam um idioma comum. Ninguém mais quer saber da dor inerente a ser o que se é.
Pasteurizam-se as experiências e as necessidades e todos vivem a dor de ser o que não são.
A mídia não pára de gritar, o tempo todo, no ouvido de todo mundo, que o legal é seguir um padrão: dormir e acordar cedo, não comer carne vermelha, não beber (ou beber um cálice de vinho todos os dias?), não usar medicamentos (ou tomar uma aspirina por dia?), malhar todos os dias 20 minutos (ou 1 hora completa, 3 vezes por semana?).
Livros, revistas ou qualquer amigo mais próximo podem lhe vender “pílulas de felicidade” em troca da “tão desejada” qualidade de vida.
Mas será que você já parou para pensar no que é a sua vida? Conseguiria qualificá-la naquilo que tenha significado para você em vez de enquadrá-la em algum padrão sem sentido determinado por alguém?
Tomemos a mim como exemplo: Por que não posso viver conectada o tempo todo, se isso for vida boa para mim? Por que eu deveria pesar 60 quilos, se meu padrão corporal jamais me permitiria tal “sonho”? Por que dormir 8 horas por dia, se ao dormir 6 horas meu corpo já se sente pronto a um novo dia?
Padrões pré-estabelecidos de qualidade de vida, aos poucos, vão transformando a população em uma massa homogênea, passiva e disciplinada para seguir uma vida sem sentido. Não é a toa que os consultórios psiquiátricos enchem-se se pessoas deprimidas...
Pessoas que poderiam ser felizes transformam-se em simples corpos viventes sem a menor chance de conciliar suas responsabilidades com seus desejos reais. Em detrimento de uma vida qualificada, seguem regras para uma qualidade de vida que atenda a família, ao chefe, ao vizinho, às estratégias empresariais, ao poder não legitimado ou ao medo de não atenderem aos padrões convencionados como corretos.
Por isso, faço um convite a você, leitor do Lounge Empreendedor: assuma o controle sobre sua própria vida. Desconecte-se dos padrões e pense naquilo que é vida boa pra você. Permita-se viver aquilo que é importante pra você.
Garanto que valerá a pena!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Após sequestro para uma tarde de @vidaboayb

sábado, 29 de janeiro de 2011

VOLTA ÀS AULAS

Entra ano e sai ano, pais e mães vivem uma mesma rotina durante as últimas semanas de janeiro: pesquisa cuidadosa de preços para o material escolar, compra de uniforme, reunião de pais e mestres, correria geral.
Imergida nessa rotina, fui surpreendida com uma novidade: meu filho de cinco anos foi convidado para sua primeira promoção. Sim! Promoção. Assim como nas empresas, ele foi avaliado e classificado como apto para assumir “um novo posto” e ingressar em uma nova etapa.
Mãe vaidosa que sou, me orgulhei pelo convite. Entretanto, por mais preparado que ele esteja a entender, assimilar e conectar-se com todo o universo ao seu redor, optei em dar-lhe o direito de ser criança por mais tempo. Afinal, qual seria o objetivo de antecipar vivências que automaticamente virão com o seu desenvolvimento e privá-lo de momentos que se não forem vividos agora podem nunca mais acontecer?
Educar, sob qualquer condição, exige a visão do ser humano como um sistema complexo. Suas propriedades são conseqüências naturais de elementos que não podem ser vistos isoladamente e envolvem múltiplos agentes e variáveis que interagem entre si e entre o meio em que estão inseridos. Não há um “manual de instruções” que garanta a melhor escolha, mas certamente era preciso analisar mais do que suas lições de casa para decidir se esse seria o momento de encarar a “promoção”.
Busquei me lembrar do processo da formalização do ensino, conversei com amigos, despertei meu lado pedagoga e assumi minha responsabilidade pelo processo de desenvolvimento do meu pequeno.
Hoje, trabalhando mais de 12 horas por dia, seria inconcebível abrir mão da escola para uma boa formação educacional de meus filhos, mas assumir meu papel nessa decisão foi fundamental. Antes da institucionalização das escolas toda a aprendizagem acontecia em casa. Pais ou tutores eram os únicos responsáveis por momentos de ensino e aprendizagem. Com a Revolução Industrial e o crescimento das populações, essa forma de produzir e transmitir conhecimento ficou inviável. Os pais deixaram suas próprias casas e, para sobreviver, tiveram de se ligar às fábricas, não lhes sobrando tempo para ensinar os filhos. Por outro lado, os saberes que as fábricas e a vida urbana passaram a demandar também não poderiam mais ser aprendidos apenas em casa. Crescer passou a ser um processo dialético onde as escolas deveriam ensinar e as famílias, educar.
Mas será que temos feito nosso papel com responsabilidade ou delegamos a aprendizagem para que aconteça apenas na escola? Para ser humano, basta conquistar o saber legitimado por um diploma expedido por uma escola oficial? O que fazer com as crianças que desejam aprender coisas diferentes daquelas prescritas pelos programas escolares? Curtir a pré-escola ou correr para o ensino fundamental? Quantas questões foram motivadas pelo simples convite à promoção do meu filho...
Recordo-me das aulas na faculdade de pedagogia onde estudávamos a importância da educação infantil para bons processos de alfabetização. Você sabia que uma criança com 10 anos que cursou a pré-escola tem um desempenho escolar na média 28%, 30% acima daquela que não teve educação infantil? Privar meu filho desse momento (seja por vaidade, economia ou conveniência) poderia comprometer seu desempenho escolar, sua vida acadêmica ou profissional.
Para entender seu efetivo estágio de desenvolvimento, bem como de qualquer outra criança, era preciso ir além e transcender a avaliação de sua capacidade cognitiva. Trata-se de perceber como elas se relacionam com seus amiguinhos, como desenvolvem sua percepção motora e praxia, sua memória, atenção, crítica, planejamento, comportamento, raciocínio, etc. Além da cognição, existem aspectos como a percepção espacial, corporal, visual e temporal que serão fundamentais para um bom adulto no futuro. Avaliá-las de forma pontual e sob uma mesma técnica não funciona nem mesmo com crianças de uma mesma família. Cada ser humano requer uma atenção própria e também uma maneira de ser educada.
Cumpre-me salientar que não desejo minimizar a importância do processo cognitivo e do aprendizado formal de algumas disciplinas do currículo escolar. Entretanto, é preciso ressaltar também o valor de momentos em que o desenvolvimento acontece no “com-viver” e no “com-partilhar” conteúdos aparentemente “menos importantes”. Aprender a ser é tão importante quanto conhecer a nota de matemática no boletim de final de ano. Não deixe que as cobranças, as notas e os processos tradicionais dos sistemas educacionais matem a sede de curiosidade e a criatividade natural das crianças em seu desenvolvimento. Cada etapa tem que ser respeitada e vivida de forma plena!
Por isso, nessa volta às aulas, eleve seu pensamento para além da rotina. Reflita sobre o que deseja proporcionar a seus filhos em longo prazo e não terceirize sua responsabilidade em oferecer-lhes as oportunidades que puder HOJE. Afinal, para viver o futuro sempre haverá uma chance, mas para reviver o que ficou no passado, não existe nenhuma alternativa.
Se perdi a chance de economizar um ano de mensalidades escolares ao negar a primeira “promoção” do meu pequeno, faço render a esperança de que não haja um dia sequer em sua vida em que ele sinta falta de ter brincado e desfrutado seu talento mais extraordinário: ser criança.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião – MogiNews
29 de janeiro de 2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

FELIZ ANO NOVO FELIZ


SER FELIZ - Fernando Pessoa

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
E você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer “me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece.
Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Feliz Ano Novo Feliz!!!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NECESSIDADE ou OPORTUNIDADE?


Meus amigos...
Hoje é um dia muito especial em que passo a colaborar com o jornal O DIÁRIO DE MOGI todas as sextas-feiras... (pena que não está no site, mas juro que é verdade...rs...)
Justamente por isso, passarei a blogar novos conteúdos no mínimo duas vezes por semana para que possamos construir juntos novos conhecimentos em nosso lounge!
Se você quiser dar dicas de assuntos ou quiser mandar as suas dúvidas sobre empreendedorismo, gestão de negócios, inovação ou liderança fique à vontade.
Certamente, irão me ajudar bastante na escolha dos próximos artigos...
Um beijo e espero que gostem do texto de estréia!

NECESSIDADE ou OPORTUNIDADE?

Empreender é uma prática, não é arte ou ciência. É estar à frente de um negócio, fazer mais do que a rotina e gerar riquezas. Para muitos, empreender é a realização de um sonho: o exercício da liberdade e de um propósito de vida. Para outros, fonte de sobrevivência: única alternativa viável, depois de anos de desemprego e relações desgastadas com o mercado de trabalho.
Identificar os motivos que nos levam a assumir novos desafios é fundamental para que o sucesso desse novo caminho dê certo. Seja qual for a sua razão para empreender, compreender o que motiva sua ação rumo a esse novo mundo será determinante para entender o seu próprio comportamento com o mercado. Não espere que os clientes procurem seu negócio para salvar-lhe das dívidas ou porque você não agüentava mais o seu chefe. Clientes querem atender seus próprios sonhos, desejos ou necessidades e o seu produto/serviço deve estar apto a isso.
Por isso, se a sua motivação a empreender estiver mais ligada à sua própria necessidade. Páre!
Analise o mercado, conheça quem serão seus concorrentes, fornecedores e principalmente, se existe alguém disposto a comprar aquilo que você pretende vender. Se você não se sente apto a essa análise sozinho, busque informações e procure especialistas. Um erro básico que muitos cometem é conseguir pessoas que apenas torçam pelo sucesso e não que ajudem a enxergar a realidade como ela é. Lembre-se que abrir um negócio pode não ser a “salvação da lavoura”. Hoje paga-se, aproximadamente, 35% de tudo o que se cria em impostos. Os juros são altíssimos. O país é campeão mundial de causas trabalhistas.
Mas então, empreender é um mau negócio?!? De forma alguma!
Empreender é o caminho da diminuição das diferenças sociais, é a opção para a diminuição do emprego com carteira assinada, é um impulso ao progresso.
Mas é preciso que se avalie oportunidades e que os negócios se iniciem à partir de uma demanda. Resista à tentação do “sair fazendo” e planeje a sua entrada nesse novo mundo. Torne-se um empreendedor por oportunidade, um empreendedor que atende à necessidade do cliente e não apenas a sua necessidade de sobrevivência.
Por mais que você necessite de uma solução para os seus problemas com urgência, procure focar nos objetivos do seu negócio e tenha metas de longo. Observar negócios que estão dando certo, é um excelente jeito de aprender, e uma maneira mais garantida para começar.
E não esqueça de responder uma importante pergunta: Qual a inovação que o seu negócio vai trazer em relação aos seus concorrentes? Talvez a chave para o sucesso esteja aí!

Ana Maria Magni Coelho
Artigo de estréia no Jornal O DIÁRIO DE MOGI
Publicado em 16 de outubro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

QUANDO SE VENCE O MEDO


Hoje resolvi compartilhar com vocês mais um texto que não é meu, mas que recebi de um amigo e que certamente assombra a vida de muitos de nós...
Se você é empreendedor, já teve medo de correr riscos maiores do que aqueles que calculou.
Se você é pai, já teve medo de deixar seu filho sair para a primeira excursão com a escola.
Se você é mãe, tem medo todos os dias... tenho certeza disso!
Enfim, se você vive, algum medo assombra seu dia e por vezes, te impede de um passo seguinte.
Mas cuidado... Criamos medos que muitas vezes não são nossos... Criamos medos de fantasmas que nem mesmo existem...

"O MEDO"

Ele era um ladrão profissional. Seu nome inspirava medo. Ele aterrorizou durante 13 anos as diligências de Wells Fargo, rugindo como um furacão e saindo da Sierra Nevada assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco e Nova Iorque seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira. Durante seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligência. E fez tudo isso sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto. Nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou seqüestrou alguém. Ele não precisava fazê-lo. Sua presença era o bastante para paralisar as pessoas.
Black Bart... Um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal.
Ele me faz lembrar outro ladrão que ainda anda por ai...
Você o conhece, mas também nunca viu seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer seu retrato falado. Mas quando ele está por perto, você o sente por causa das batidas do seu coração. Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua.
Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço.
Se você acordou tarde da noite num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou seu sono.
Você o conhece.
Ele é o ladrão que fez as palmas de sua mão suarem quando foi ser entrevistado para um emprego. E foi esse patife que segregou em seu ouvido ao deixar o cemitério: " Você pode ser o próximo!".
Ele é o Black Bart da alma.
Ele não quer o seu dinheiro. Ele não quer seus diamantes. Ele não está querendo seu carro. Ele quer algo muito mais importante. Ele quer a paz do seu espírito - sua alegria.
Seu nome? Medo
Enfrentemos a realidade. Todos nós sentimos medo. Nenhum ser humano está imune a essa emoção, que é uma das mais comuns. Na verdade, trata-se de uma emoção que compartilhamos com muitos membros do reino animal.
Entretanto, sendo diferente dos animais, que aparentemente só sentem medo de ameaças que jamais nos foram feitas, e até mesmo ameaças que nunca existirão. A missão do medo é roubar sua coragem e deixá-lo trêmulo e tímido. Seu "modus operandi" é manipular você com o misterioso, insultar você com o desconhecido.
Medo da morte, medo do fracasso, medo de Deus, medo do amanhã - seu repertório é muito vasto.
Seu objetivo? Criar almas covardes e sem alegria. Ele não quer que você faça a viagem para a montanha. Ele imagina que se puder sacudi-lo bastante, você acaba tirando os olhos das alturas e partindo para uma existência vã, monótona e sem alegria.
Uma lenda da índia conta a história de um rato que tinha pavor de gatos, até que um mágico concordou em transformá-lo em gato. Isso resolveu seu medo... até que ele encontrou um cachorro; então o mágico o transformou num cachorro. O rato-tornado-gato-tornado-cachorro ficou contente, até que encontrou um tigre; assim, mais uma vez, o mágico o transformou naquilo que ele mais temia. Mas, quando o tigre veio se queixar de ter encontrado um caçador, o mágico se recusou a ajudar. " Eu o transformarei num rato novamente, pois apesar de ter o corpo de um tigre ainda tem o coração de rato!".
O medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas, através da história, malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas a oportunidade: sentiram medo.
Meu exemplo pessoal e favorito de vitória sobre o medo é Madre Teresa de Calcutá, a simples freira natural da Iugoslávia, cujo coração foi suficientemente grande para abrigar pessoas de todas as classes, de todos os níveis intelectuais, culturais e religiosos. A vida dela foi uma parábola sobre o domínio do medo. Medo da pobreza, da doença, da ameaça a segurança, de ser mal compreendida.
E você, será que tem um corpo de tigre e ainda tem o coração de um rato? Para qual oportunidade você está dando as costas?
Não faltam oportunidades e desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada.
Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades, ou a alguma outra dentre milhares e milhares? A propósito, lembra-se do Black Bart?
Afinal, ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu, não havia nada a temer. Quando finalmente as autoridades prenderam o ladrão, não encontraram o bandido sanguinário do Death Valley (vale da morte); encontraram um farmacêutico bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que os jornais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade, na realidade, tinha tanto medo de cavalos, que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Boles - o bandido que nunca deu um tiro, porque nem sequer carregava pistola!
Existem "falsos capuzes" no seu mundo???
Desmascare-os
Viva! Sonhe! Planeje! E sobretudo realize.
Quando se vence ao medo começa a sabedoria ...
Bertrand Russell

Uma ótima história para refletir... não acham?
E um ótimo vídeo para você se inspirar...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MOMENTOS ESPECIAIS


Essa semana o blog me trouxe dois momentos muito especiais... Primeiro um comentário delicioso deixado pelo meu filho de 12 anos em dos textos que produzi. E ontem, recebi por e-mail um poema de um amigo muito querido depois que ele fez uma visita ao Lounge Empreendedor.
É uma pena que o dia-a-dia nos afaste de pessoas que admiramos e respeitamos...
Com a autorização do Claudio, esse meu querido amigo, compartilho o texto dele...

Ana, parabéns pelo seu Blog. Você me inspirou a algo que eu já não fazia há muito tempo: poesia. Aí vai, em homenagem a você , que está traçando seu caminho.
Na realidade, o texto foi inspirado em um filme que vi, onde foram construídas estradas de ferro, por homens que ficaram tempos afastados de seus lares, em virtude do tempo que levavam para construir estas estradas. Assim nasceram várias cidades americanas. Em relação ao sofrimento, ausência, saudades da família, são detalhes que deram um toque de emoção na vida destas pessoas, mesmo que tenha havido sofrimento pela distância. Não quis comparar estes detalhes contigo, apenas a essência de tudo isso: o trabalho, o empenho, a paixão, os objetivos.
Muito obrigado e Sucesso!
“Nos vales, surgiram cidades e em cada cidade, os trilhos foram chegando, trazidos por braços fortes e mãos rudes, mas corações leves. Quanto sofrimento, suor, saudades de casa, da família, dedicados para trazer esperança a muitos. A razão? Traçar o caminho que nos guiará aos nossos objetivos, mesmo que distantes, mas que ficam tão perto quando com eles sonhamos.”
Cláudio Quandt Alves Barrios – 25 de Agosto de 2009

Não podemos, e muito menos devemos, deixar de realizar coisas tão inspiradoras... Traçar caminhos, ter paixão, sonhar... Só assim novas estradas podem ser construídas! Quem irá caminhar e trilhar as estradas de nossos sonhos??? Talvez nunca tenhamos essa certeza, mas certamente, deixamos um legado.

Obrigada, Claudio! Obrigada, filho...
E obrigada a todos vocês que têm acompanhado o blog e me enviado sugestões!!!!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

VIVER DESPENTEADA

Hoje o texto não é meu, mas recebi por e-mail e confesso que A-D-O-R-E-I!
Quero compartilhar com vocês, um jeito especial de viver...


"Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade… O mundo é louco, definitivamente louco…O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto enruga. E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar a pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…
Então, como sempre, quero viver com o cabelo bagunçado… Pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que eu alguns momentos me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora.
Afinal, o aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique…
E talvez até deveria seguir as instruções, mas quando será que vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita… A pessoa mais bonita que posso ser!
O único que realmente importa é que ao me olhar no espelho,veja a mulher que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:
Entregue-se, Coma coisas gostosas, Beije, Abrace, Dance, Apaixone-se, Relaxe, Viaje, Pule, Durma tarde, Acorde cedo, Corra, Voe, Cante, Arrume-se para ficar linda, Arrume-se para ficar confortável, Admire a paisagem, Aproveite, e acima de tudo, DEIXE A VIDA TE DESPENTEAR!!!
O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo..."
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