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sábado, 12 de janeiro de 2013

PROMESSAS DE 2013

A solução para os problemas imaginários, portanto, não é fazer pouco deles, mas buscar suas reais dimensões para que não nos atormente nos momentos em que mais precisamos de paz.
-- Roberto Shinyashiki --
 


Começo de ano é assim: lá vem a lista dos desejos e metas para o ano que vai começar. Emagrecer, parar de fumar, ir para a academia, trocar de emprego, mas uma das prioridades é equilibrar a vida pessoal com a profissional. 
Nos perguntamos se estamos no caminho certo o tempo todo. Se estamos fazendo o que deveríamos e se estamos mesmo nos aproximando de onde queremos estar. A vida acaba sendo um processo cíclico de avaliação e correção de rumo. E se você deixar esse processo de lado pode ficar perdido e também perder muita coisa preciosa no caminho.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

INTERNET NO TRABALHO

Em tempo de profissionais cada vez mais conectados e bem informados, saber como utilizar a rede mundial de computadores sem abusos é uma tarefa das mais complicadas. São inúmeras as questões acerca da produtividade e do uso na internet no ambiente de trabalho. 
Uma pesquisa recém divulgada pela Trabalhando.com Brasil com 478 profissionais de todo o Brasil comprova algo que muitos gestores ainda duvidam: o uso da internet no ambiente de trabalho para fins pessoais pode aumentar a produtividade do trabalhador.
Sim! Pessoal e profissional podem caminhar juntos também na internet.
Quando a empresa mostra se preocupar com o que seus colaboradores precisam, eles se sentem valorizados e motivados e por isso, sua produtividade pode até aumentar. Estudiosos da Universidade de Melbourne, na Austrália foram os precursores nessa avaliação. Na ocasião, eles constataram que o uso da internet no ambiente profissional como forma de entretenimento ou descompressão foi capaz de aumentar em até 10% o nível de concentração e a produtividade dos trabalhadores.

sábado, 28 de maio de 2011

EPIDEMIA WORKAHOLIC

Se não pisarmos no freio no mundo corporativo, vamos morrer cedo! É fato, notório e bem sombrio. Isso é o que afirma a matéria principal da revista Você S/A deste mês (maio/2011) e também o que tenho refletido demais nessa primeira semana de uma licença médica que me afastou do trabalho em função de uma lombalgia e problemas no ciático. 
O texto da revista Você S/A não tem outro objetivo senão colocar um certo medo em executivos que estão se acorrentando (às vezes, sem perceber) aos seus computadores, idéias, dinheiro, blackberrys e ao clube do uísque – durante uma boa reunião de negócios, é claro. 
Sendo consciente ou não, o fato é que qualquer escolha gera conseqüências. Uma delas é a sensação de que hoje o mundo gira muito mais rápido que antigamente. 
Por mais que façamos várias coisas durante o dia e até de noite, vamos dormir (quando sobra tempo) com um sentimento estranho, que grita aos nossos ouvidos que não fizemos nada, que o tempo não rendeu e que amanhã será pior.
Afinal, somam-se às tarefas de ontem, as responsabilidades de hoje e haverá acúmulo de trabalho, de obrigações e, sobretudo, de cobranças – inclusive, as próprias, que entopem artérias tão bem quanto um bom pedaço de bacon. Os americanos criaram uma expressão para definir essa sensação angustiante: FOMO – um acrônimo de Fear Of Missing Out. Traduzindo: o medo de perder algo importante.
Tudo bem que, às vezes, é bacana esticar um pouco mais no trabalho, para ver, finalmente, aquele projeto pronto (não é preciso esperar pelo amanhã, não é?) É bacana, esporadicamente, levar alguma coisinha do escritório para casa para melhor refletir, esboçar, ou finalizar. Assim como é ótimo, de vez em quando, pegar aquele domingão de sol para colocar fim num trabalho que está há meses morando em cima da mesa de seu home office.
Às vezes, às vezes, às vezes, que fique claro!
Quando o quebra-galho vira rotina, quando o provisório vira permanente a vaca vai para o brejo. Não há sono de oito horas, banho quente, floral e chá de sete ervas que dê jeito em sua cabeça e você não consegue se desligar. A mente não consegue mais se organizar por horários, pois todas as horas são para o trabalho. O lazer, a ginástica diária, aquela ida ao salão de cabeleireiros e até mesmo os momentos fúteis em frente à TV dão lugar, apenas, à profissão. 
E essa neurose (ih, olha eu escrevendo novamente sobre neurose!) não tem ligação íntima com competência, é bom lembrar.
Dá para ser competente e comprometido sem ter de ficar conectado 24 horas por dia, pensar em trabalho nos momentos de folga e cancelar compromissos familiares ou com amigos para arrumar o armário do escritório!
Para não enlouquecer, sugiro que defina prioridades, de acordo com o momento de sua carreira. É sadio, também, selecionar fontes de informação relevantes. Você não precisa ler todos os e-mails minuto a minuto, atualizar o Facebook a cada uma hora ou ficar preocupado com o Twitter. Essas ferramentas surgiram para facilitar a comunicação e o acesso à informação; não para ser fonte de preocupação. Aprenda, ainda, a não se comparar a todo instante. A angústia que isso causa é fatal. 
É claro que não estou escrevendo esse post com a idéia de dar lição de moral em ninguém, afinal se a matéria me chamou tanto a atenção é porque obviamente me identifiquei imediatamente com o seu título. Aliás, entre os meus amigos mais próximos poucos são aqueles que vivam situações diferentes das descritas no parágrafo anterior.
Ou pior, poucos são os que não se identificam com as frases da matéria:
"Trabalho 60 horas por semana" (a equação é simples: ou trabalham 12 horas por 5 dias ou deixam o final de semana ao esquecimento)
"Estou 24 horas plugado no meu smartphone" (e até durmo com ele na minha cama)
"Não basta ser competente, preciso ser eficaz e inovador" (isso me lembrou o ambiente psicótico da Superinteressante)
"Vivo em fadiga permanente" (até o corpo te mandar parar, né???)
Segundo o médico Gilberto Ururahy, diretor do laboratório carioca de diagnósticos Med-Rio, 50 mil check-ups de gestores brasileiros foram alvo de análise criteriosa em 2010. Do total, 70% convivem com altos níveis de estresse, 50% são obesos e sujeitos a doenças cardíacas e diabetes, e 8% sofrem de depressão, ou seja, o atual estilo de vida do trabalhador brasileiro, do estagiário ao presidente da companhia, está doente.
Por isso, equilibre o desejo em ascender profissionalmente com a necessidade de viver. Entenda os limites entre trabalhar duro e alimentar o workaholic que existe em você.


E por falar em alimentar: elimine aquele pacote de biscoito recheado esfarelando em cima de seu teclado. Não faça de seus horários de almoço mais um momento da empresa. Estabeleça um horário regrado para colocar no prato grãos, proteína magra e muito verde, entre legumes e verduras com direito à mastigação eficiente e demorada. E água, muita água. A má alimentação vem sendo desculpa certeira dos que têm uma jornada de trabalho pesada. Mas isso também é uma questão de escolha!
Então, nesse momento, você já deve estar louco pra me perguntar: “O que fazer, Ana?”
Ora, passar a gostar da sua própria vida pode ser um grande incentivo para querer melhorar certas coisinhas.
Há hora para tudo, para trabalhar e para descansar. Defina horários para ser o melhor profissional e não cumpra esse papel nos momentos reservados para os parentes ou para o seu edredom, pantufa e roupão. Estabelecer limites para ligações também é uma boa. Após um determinado horário, inclusive, não atenda ao celular, ao telefone fixo e ao skype. Sossego é a palavra de ordem! E ser for alguém importante? Imagino que não há nada e nem ninguém mais importante que VOCÊ! 

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
28 de maio de 2011 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

PSICOPATAS NO TRABALHO



Participo regularmente do programa Radar Noticioso da minha amiga Marilei Schiavi na Rádio Metropolitana AM 1070 em Mogi das Cruzes. Os encontros acontecem sempre às terças feiras e me dão a chance de falar sobre educação, empreendedorismo, comportamento humano, sustentabilidade e redes sociais. Temas que me sinto bem à vontade e que normalmente me fazem também aprender bastante.
Renata Plaza Teixeira
Há algumas semanas, um encontro que contou com a presença da psicóloga Renata Plaza Teixeira me despertou para estudos sobre novos comportamentos que hoje encontramos nas empresas, clubes, escolas e até entre nossos melhores amigos.
“Saímos de uma geração de neuróticos para uma geração de psicopatas!”, foi o que Renata nos ensinou.
Bullying, assédio moral, regras violadas de acordo com a conveniência, distorções da realidade... As conseqüências estão aí!

domingo, 27 de março de 2011

BERÇO ESPLÊNDIDO

Descrever um estado de alegria não é uma tarefa nada fácil. Ser reconhecida como Mulher de Expressão na última quinta-feira não foi apenas uma festa. O prêmio traz uma imensa responsabilidade por fazer valer essa escolha hoje e no futuro.
Aceitá-lo é legitimar o trabalho que minha equipe desempenha junto aos empreendedores do Alto Tietê e dar à minha família o orgulho em estar ao meu lado em uma noite tão especial depois de tantas outras em que me ausento em prol da paixão pelo trabalho que realizo.
Agradeço a todos aqueles que indicaram meu nome como destaque regional na categoria "Empreendedorismo", ao grupo MogiNews pela valorização das minhas ações e aos leitores do Caderno Opinião e do Lounge Empreendedor que me acompanham todos os sábados e hoje, podem compartilhar comigo essa emoção.
Saibam que "deitar em berço esplêndido" não faz minha cabeça! Não imagino minha vida sem a possibilidade de contribuir com as pessoas. Mais do que ter uma profissão ou um emprego; faço parte de uma causa.
Defender o empreendedorismo, a inovação e o desenvolvimento do capital humano, social e empresarial é defender o futuro dos meus filhos, netos e do meu país.
Talvez por isso, há muito tempo deixei de separar minha vida entre profissional e pessoal. Busco ser uma mulher integral em todos os momentos e lido com minhas atividades sem me culpar em relação ao tempo que dedico a elas.
Tenho imenso prazer em planejar e executar minhas tarefas, buscar soluções a novos desafios, construir novas propostas, ouvir minha equipe desabafar e auxiliar desconhecidos a se tornarem conhecedores de si mesmo.
Por outro lado, também adoro sentar com meus filhos no chão, brincar ou fazer colagens de papel picado até se transformarem em quadros que faço questão de pendurar pelas paredes de casa. Preciso do apoio da minha família, de momentos de lazer, de reflexão, de cuidados com a minha saúde e de bate papo entre amigos.
Não me eximo da necessidade de ser a dona DA casa, mas não tenho a menor vergonha em dizer que não tenho nenhuma aptidão para ser a dona DE casa.
Meu maior orgulho como mãe é olhar para os meninos e vê-los felizes, educados e tão carinhos; como mulher é ter uma relação sólida e cheia de amor com um homem maravilhoso; e como profissional é ver meu trabalho sendo reconhecido por minha equipe, meus clientes, parceiros e por vocês.
Acreditem: o sucesso da vida está no diálogo e no equilíbrio. Você não precisa fazer concessões doloridas demais ou desrespeitar seus próprios limites para chegar onde ousar sonhar.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
26 de março de 2011

sábado, 4 de setembro de 2010

SOBRENOME


Nome, Sobrenome. É assim que qualquer pessoa pode ser identificada em suas comunidades e territórios, sejam países, cidades, clubes ou qualquer outro de sua preferência.
Empresas são também “territórios” sociais. Espaços que passam a oferecer aos seus colaboradores um sobrenome tal qual a primeira comunidade em que o ser humano se insere: a família.
Na medida em que o tempo passa, você deixa de ser apenas você para assumir cada vez mais o sobrenome da sua empresa. “Oi, aqui é a Maria, da empresa ABC”.
O novo sobrenome passa a transcender a questão do emprego e o trabalho assume um significado existencial. Significa integrar-se numa outra família, ter irmãos, sentir orgulho das conquistas comuns e defender essa comunidade.
É como se a perda do sobrenome deixasse o indivíduo a mercê de ser quem efetivamente é.
As escolhas corporativas passam a ser expressões de sua própria personalidade, quando na verdade não passam de armadilhas do papel que você representa. O crescimento profissional, a boa situação financeira e os compromissos sociais aos poucos ocupam o espaço de uma vida pessoal e espiritual equilibrada.
Acreditar apenas em um papel, qualquer que seja, significa mentir a si mesmo. As responsabilidades, sofrimentos e conquistas ligadas a ele são apenas ilusórios.
Responda com sinceridade: você é sua empresa ou sua essência?
Não há problema algum em aceitar o sobrenome de uma empresa que você respeita e admira, mas é importante encontrar o equilíbrio entre ter sucesso e realizar-se pessoalmente. Do contrário, você pode se tornar um executivo subalterno de seu próprio sobrenome.
Busque pontos de convergência entre a necessidade da sua empresa (sucesso profissional) e a sua própria necessidade pessoal (realização). Equilibre as demandas de curto prazo e os objetivos de longo prazo. Estabeleça um balanceamento eficaz entre seus sonhos e suas conquistas.
É preciso abrir mão de pensamentos, emoções e convicções antigas e dar espaço a novas escolhas. A ilusão de uma vida apenas de papéis pode levar a estagnação da alma.
Liberdade significa interpretar intencionalmente qualquer papel sem ser prisioneiro dele. Não significa mentir, mas sim entender que essa é uma opção estratégica. Uma tarefa que não pode ser conduzida sem uma cooperação total e despojada entre profissionais e empresas.
Para as empresas, ter um time qualificado e motivado carregando sua marca com orgulho em seu sobrenome é uma de suas maiores vantagens competitivas.
Para os profissionais, saber quais são as conquistas que efetivamente importam em sua vida é uma forma de entender a força de um sobrenome, mas principalmente a importância da liberdade.
O doce da vida não é apenas viver, mas ousar ser aquilo que você é por dentro.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
04 de setembro de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

TORCIDA PELO TRABALHO


Emprego e renda são algumas das maiores necessidades dos brasileiros nesta década e não é diferente em nossa região. Não é a primeira vez que converso com vocês sobre o assunto, mas a pergunta sobre como proporcionar ações de ocupação econômica permanece sendo o assunto em vários encontros empresariais. A responsabilidade é do governo, das escolas, das empresas?
Não! Sua empregabilidade depende exclusivamente de você, de sua competência profissional, disposição para aprender continuamente e capacidade de empreender.
Empreender não apenas no sentido de ter um negócio próprio, mas também de mover-se no contexto da restruturação e mutação do trabalho, no sentido de empreender a si próprio, na economia e na sociedade em permanente transformação.
É claro que para isso a educação profissional precisa ter um foco mais preciso e mais próximo desse novo mercado de trabalho, desvinculando-a de todo e qualquer viés assistencialista. Cursos ministrados para tirar menores da rua ou ocupar mulheres pobres não promovem sua empregabilidade se não inserirem as pessoas no processo produtivo. É preciso despertar em cada cidadão a importância da utilização adequada dos recursos aprendidos, contextualizando conceitos, aproveitando ao máximo o aprendizado e gerando resultados efetivos na geração de trabalho. A transformação do mercado integra o saber fazer com o querer fazer, tendo sempre como meta a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento das pessoas e das regiões.
Na era do conhecimento e de um mercado cada vez mais exigente, proporcionar o exercício da cidadania é criar um ambiente empreendedor adequado onde o trabalho, e não apenas o emprego, seja o responsável pela geração de renda.
Os negócios feitos em casa, a mão-de-obra ofertada pelas cooperativas e os postos de trabalho virtuais, com flexibilização de horário e local de trabalho são tendências cada vez mais aceitas.
Por isso, é preciso focar ações que permitam o despertar do indivíduo e de seus modelos mentais desde o início de seu processo educacional com atualizações dos conteúdos programáticos, sensibilização e capacitação de professores e profissionais que atuam no segmento educacional, para que possam alertar os alunos e seus pais sobre as novas exigências do mercado de trabalho.
De modo igual, planejamento é indispensável: planejamento da vida da comunidade, das condições de trabalho, da ocupação e utilização do espaço urbano e rural adequando as legislações trabalhista, tributária, societária, civil e comercial às novas formas do exercício profissional.
Por isso, em tempo de Copa do Mundo, minha torcida é pela ampla revisão das condições que garantam um melhor ambiente ao empreendedorismo e a competitividade empresarial.

Ana Maria Magni Coelho
Texto publicado no Caderno Opinião
Mogi News em 12 de junho de 2010
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