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quinta-feira, 21 de março de 2013

COMUNICAÇÃO INTERNA


Você cuida do que acontece na sua empresa?


A comunicação interna é o ponto de partida para o alinhamento do discurso de qualquer empresa e também para que a comunicação externa tenha mais eficácia. Ter uma equipe de trabalho atuando em sintonia com os objetivos e metas da empresa é o desejo de todo empreendedor que espera ver suas mensagens ecoarem com coerência entre os valores, a visão e a missão da própria empresa.
Para que seja eficaz, o sistema de comunicação deve ser simples (não simplista), estruturado, dinâmico e capaz de disseminar o fluxo de informações que a empresa tenha interesse em compartilhar e que o colaborador precisa saber. Isso exige do empreendedor cuidados de avaliação prévia de conteúdo, identificação de fontes e sistematização do processo. Sim! Comunicação dá trabalho e precisa de planejamento. Não adianta "sair fazendo". 
Já se sabe que, quando as empresas não formalizam seu processo de comunicação interna, ficam reféns dos impactos negativos que uma rede de comunicação informal - a rádio-peão ou corredor, você conhece?!? - pode provocar na cultura organizacional. Fruto do próprio relacionamento entre as pessoas, a "rádio-peão" acaba desagregando equipes e até mesmo comprometendo a obtenção dos resultados esperados. 
Por isso, é preciso estimular um ambiente de confiança e aprendizado entre as pessoas, esclarecer os objetivos e até criar manuais de procedimento de cada tarefa ou processo. Afinal, as informações que circulam nas empresas só têm valor quando se transformam em conhecimento compartilhado por todos, criando um ciclo virtuoso de valor que permita redesenhar modelos e quando necessária, uma tomada rápida de decisão. 
As inovações tecnológicas, as novas relações com os consumidores, a abertura de mercado, exigem um olhar voltado para dentro, que destaque os diferenciais competitivos próprios de cada empresa. Você certamente tem os seus! Abra os olhos, os ouvidos e faça da comunicação uma aliada à sua estratégia de negócios. 

(Texto publicado na Revista Ponto A - Jornal MogiNews)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

JOGANDO COM O FUTURO



Em tempos de preparação do país para megaeventos esportivos e de transformações importantes no cenário político, planejar o futuro pode ser um exercício estratégico estimulante e, ao mesmo tempo, tranquilizador.
Entender os possíveis cenários em que as empresas irão atuar ou aonde sua própria vida irá se desenvolver permite analisar o longo prazo neste mundo onde reina a incerteza. Tal como em sua origem teatral, os cenários ajudam a reconhecer o ambiente e adaptar-se às mudanças que ocorrem no ambiente, definindo os caminhos alternativos da evolução e permitindo escolher as manobras apropriadas para cada um deles.
O planejamento de cenários implica escolher, hoje, dentre várias opções, com total compreensão dos possíveis resultados no futuro. Você pode estar pensando: “Seria uma consulta cartomante para as empresas?” NÃO.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

QUAL É O TAMANHO DA SUA CAMISA?

As equipes brilhantes são formadas por pessoas especiais que, em geral, se irritam umas com as outras. Mas, com a ajuda “espiritual” de um líder “iluminado”, encontram a forma de serem elas mesmas e ao mesmo tempo consagrarem-se como equipe.
-- Tom Peters --


Sempre que me deparo com gestores preocupados com o rótulo "funcionário", “colaborador” ou “empregado” no trato com seus liderados me questiono qual seria efetivamente a causa desse dilema. O que uma simples questão semântica realmente significaria na prática? Haveria junto a ela uma nova estratégia acompanhada de uma nova prática de gestão de recursos humanos?
A troca entre as palavras empregado, funcionário ou colaborador não é apenas uma questão de escolha. Trata-se de algo mais sério e que afeta diversos interesses e relações da empresa com seus prestadores de serviço.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

EMPRESA DE PROPÓSITO

"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."
-- Confúcio --


Nunca houve tanto investimento, expectativa e possibilidades em torno Brasil. Nos últimos anos, ganhamos atenção, admiração e confiança. Mas será que as empresas estão aproveitando esse momento? Conseguiremos não desperdiçar a conjuntura num momento em que os especialistas costumam chamar de "janela de oportunidades"?
Tudo dependerá da forma como os líderes empresariais conduzirem suas empresas e equipes. O sucesso de uma empresa é decorrente do engajamento de seus funcionários e da clareza de propósito de sua liderança. Pode-se argumentar que funcionários desejam apenas seus empregos e que clientes esperam apenas bons acordos comerciais, mas a verdade não é essa.
Cada vez mais, as pessoas querem sentir que suas vidas vão além de um contracheque polpudo ou um cupom de desconto. Elas querem viver e experimentar seus próprios valores em busca de algo maior. Muitas empresas já se deram conta desse fenômeno e deixaram de vender apenas as características e funcionalidades de seus produtos, para vender o propósito de existirem: "bem viver bem", "prazer em servir", "dedicação total a você" ou "vem ser feliz".

sábado, 5 de maio de 2012

RAZÃO DE EXISTIR

"Um negócio que só cria dinheiro é um negócio pobre"
-- Henry Ford --


Ganhar dinheiro não deveria ser o principal motivo para alguém iniciar uma empresa. Calma! Não estou defendendo que empreendedores não devam pensar no lucro de seus negócios, mas sim que identifiquem um propósito que diga qual é a diferença que sua empresa fará para o mundo.
Ter um propósito (ou uma clara proposta de valor, como alguns preferem) é a razão de ser de seu negócio e o que lhe dará a direção para tudo o que fizer, propor e oferecer ao mercado. Vai além do “simples” objetivo de fazer dinheiro. E garanto: no final das contas, pode resultar em ganhos que ultrapassam tudo o que um empreendedor possa capitalizar se quiser oferecer apenas mais do mesmo daquilo que o mercado que já conhece.
Um modelo de negócios que se proponha em gerar valor para o mundo aumenta o seu próprio valor no mercado. Pense em quantas empresas você conhece que fortaleceram suas marcas a partir da realização de objetivos ambiciosos que atendiam não apenas o desejo de enriquecer seus líderes, mas em oferecer valor ao cliente.

segunda-feira, 26 de março de 2012

A VEZ DO TALENTO

"Vocação é diferente de talento.
Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é,
pode-se ser chamado e não saber como ir."
- Clarice Lispector -

* Por Samantha Dutra

Esta é a hora e a vez dos talentos. Em um momento em que as empresas brasileiras buscam expandir e consolidar suas operações e atender consumidores cada vez mais exigentes, atuar em um ambiente econômico pontuado por incertezas e atingir alta performance passa por estratégias em que as pessoas estão no centro das ações.
A afirmação não é à toa. Em abril deste ano, os 704 executivos globais que participaram do "The Conference Board CEO Challenge", um dos principais fóruns de discussão de executivos do mundo, confirmaram que o desenvolvimento do capital humano está entre as principais preocupações de suas administrações. Esse dado reforça a necessidade das empresas em repensar a forma de gerir seus talentos e, principalmente, se diferenciar da concorrência.
Destacar-se na multidão é uma parte importante para o sucesso estratégico do RH e, por extensão, da empresa. Sustentar este objetivo compreende múltiplas frentes; em essência, é necessário que o resultado final passe pelo entendimento das pessoas daquilo que é implementado, pela aderência aos propósitos da organização e, o mais difícil: ser um programa realmente único.

sábado, 24 de março de 2012

DECISÕES E ESCOLHAS

de.ci.dir v.t.d. 1. Determinar, resolver 2. Solucionar
3. Dar decisão 4.Tomar deliberação 5. Resolver-se
es.co.lher v.t.d. 1. Ter como preferência; preferir 2. Fazer seleção de
3. Optar entre duas ou mais pessoas ou coisas 4. Eleger; nomear



A vida é como uma estrada. Há estradas longas e curtas; retas e curvas; planícies e planaltos. Há estradas que conduzem a felicidade, a fama e a fortuna, mas também existem aquelas cujo destino é o isolamento, a decepção e a pobreza, seja moral ou financeira.
Tal como em qualquer estrada, os caminhos que adotamos dependem de nossas decisões e escolhas. Sim! Decisões e escolhas são coisas diferentes e, por mais sutil que possa parecer, devemos ter consciência desta desigualdade para evitar frustrações e angústias no futuro.
Decisões são mais abrangentes. Escolhas mais específicas. E eu aprendi isso na última semana depois de uma conversa virtual com o Dr. Flavio Gikovate pelo twitter.
Decidimos por trabalhar ou não, por casar ou não, ter filhos ou não. 
Escolhemos aquilo que deriva de nossas decisões: decido casar e escolho quem será o parceiro; decido trabalhar e escolho entre essa ou aquela profissão; decido ter filhos e escolho entre naturais ou adotivos; decido empreender e escolho o segmento do negócio.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

TEMPO É MAIS DO QUE DINHEIRO



Chegamos a fevereiro! Assim como em 2011, o tempo parece voar numa velocidade bem maior do que nossas ações conseguem acompanhar. Poucas são as empresas que estão esperando o carnaval passar para começar a buscar oportunidades e resultados. Afinal, se tempo é mesmo dinheiro é imperioso que você se empenhe na melhoria e otimização de todos os âmbitos de seu negócio.
Olhar para trás é importantíssimo. Refletir sobre o que passou, sobre tudo o que você conquistou, venceu, brindou é essencial. Igualmente é preciso aprender com os erros, derrotas e tristezas para seguir adiante evitando os mesmos caminhos.
Mas agora: chega! Lá se foi o primeiro mês de um novo ano...
Livre-se da estranha mania de debater e vivenciar aquilo que já passou. Parece um pouco óbvio, mas se já passou não há nada que você possa fazer. Com um ano inteiro pela frente, compreenda a leveza que é deixar tudo para trás e recomeçar cheio de novas perspectivas e desafios.

sábado, 12 de novembro de 2011

EM QUE DEVEMOS ACREDITAR?


Sempre que ouço as pessoas utilizando o dicionário empresarial para resolver os desafios de suas vidas me pergunto: “será que tudo aquilo que se aplica às empresas pode ser automaticamente aproveitado em nossas vidas?”
Há pouco mais de 5 anos, o conceito de planejamento estratégico trouxe as palavras cenário e tendência para o centro das reflexões e decisões empresariais. Entretanto, será que toda tendência merece ser seguida sem o questionamento de outros possíveis caminhos e estratégias? Será que o cenário construído por analistas e consultores contempla todas as possibilidades?
São tantos "serás" que me sinto numa música da Legião Urbana. “Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer?”

sábado, 29 de outubro de 2011

ALÉM DA BOA INTENÇÃO

“As empresas são agentes sociais no processo de desenvolvimento, cuja dimensão não se restringe apenas a uma determinada sociedade, cidade ou país, mas envolve o modo como se organizam e principalmente atuam, por meio de atividades essenciais”. A frase, de autoria de Herbert de Souza demonstra com clareza a responsabilidade das empresas – ouso dizer, de toda a comunidade – no combate às desigualdades e no melhor aproveitamento do potencial humano em prol do desenvolvimento do nosso país.
Estar presente nos bastidores do 14ª edição do Teleton, transmitido pelo SBT na sexta (21/10) e sábado (22/10), me deu a clara dimensão da forma como isso pode acontecer. A maratona beneficente em prol da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) arrecadou R$ 26.802.633,00 graças a ampla participação de empresas - de vários portes e segmentos -, artistas, atletas, sociedade civil e, inclusive, talvez, com sua. Com isso, duas novas unidades da instituição serão construídas: uma em Campina Grande (PB) e outra em Vitória (ES). A AACD erguerá as novas sedes e o governo ficará responsável por sua manutenção.
Betinho ficaria orgulhoso ao acompanhar tamanha integração.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

INTERNACIONALIZAR PARA CRESCER


Ontem divulguei no Lounge Empreendedor a pesquisa realizada pelo Sebrae sobre a quantidade de empregos gerados nas pequenas empresas no mês de setembro. É bom quando pesquisas podem comprovar aquilo que defendemos e acreditamos.
Pois bem... Hoje é dia de falarmos sobre exportação.
Desde que bem planejada, a internacionalização dos negócios pode fazer parte da estratégia de crescimento de muitas empresas brasileiras de pequeno porte. E aquelas que se preparam para isso, já têm acompanhado bons resultados relacionados a essa modalidade de comercialização.
Vejamos primeiro os números...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

CROWDSOURCING


Imagine que sua empresa necessite desenvolver para um novo cliente um projeto específico, que além de boas idéias e dinheiro, vai requerer tempo - algo cada vez mais escasso e, por isso, valorizado no mundo corporativo. Sem poder perder o cliente, mas também sem possuir todas as condições para apresentar uma solução rápida e funcional para quem contratou seus serviços lançando mão apenas de sua equipe, bate o desespero. O que fazer? Como desenvolver um projeto com qualidade e preço justos no tempo esperado?
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, essa pode ser a hora de lançar mão sobre uma nova modalidade de gestão: o crowdsourcing. O nome ainda soa meio estranho por aí, mas, dentro em breve, será tão popular quanto o celular, afinal essa alternativa tem feito a diferença para muitas empresas que atuam na vanguarda da gestão de seus negócios.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

COWORKING



No Brasil, cresce a cada dia o número de empresas compostas por apenas uma pessoa. E não se trata de subemprego ou de quebra-galho; falo de profissionais devidamente habilitados, inegavelmente talentosos e preparados para competir no mercado de trabalho. A maioria, inclusive, reconhecida pela formalidade, com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e carteira de clientes incrementada e respeitada.
Ser sozinho não significa desprestígio, nem tão pouco insucesso. Ser proprietário de uma empresa e o esteio de sua área operacional, numa plataforma interessante que lhe faz chefe e funcionário ao mesmo tempo, é um privilégio para poucos e bons. E isso também não tem nada a ver com falta de comprometimento e horário, pois é necessário ter disciplina, honrar com reuniões e projetos, para que o negócio dê certo, seja funcional e lucrativo.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EMPRESAS AVANÇADAS


Sensibilizar donos e gestores de Micro e Pequenas Empresas (MPEs) sobre a importância de construir estratégias que dêem direção, foco e agilidade aos negócios, pela análise dos pontos fortes e fracos das empresas e das oportunidades no mercado em que estão inseridas.. Com esse objetivo, o Sebrae-SP realiza em 5 de abril, às 18h30, no escritório Alto Tietê, a palestra Estratégias Empresariais. A ação integra o Programa Empresas Avançadas, que será apresentado aos empreendedores da região.
Durante a palestra, que é gratuita, um consultor apresentará aos participantes um vídeo sobre o programa e dará noções sobre porque é necessário definir estratégias nas organizações e como identificar novas alternativas de negócio.
A gerente do escritório Alto Tietê do Sebrae-SP, Ana Maria Magni Coelho, explica que o público-alvo do programa são as empresas formais, com dois anos de existência ou mais, que já passaram pela fase inicial de entrada no mercado, amadureceram e agora buscam formas de continuar se expandindo, mas de modo planejado. “Nossa idéia é desenvolver o pensamento estratégico e a prática do estabelecimento de estratégias nas pequenas empresas. Muitos empresários pensam que isto só é importante para grandes empresas. Uma boa tomada de decisão é fruto de reflexão, pesquisa e conhecimento do ambiente onde a empresa atua.”
A partir da palestra os interessados poderão se inscrever no curso, que tem duração total de 47 horas, sendo 36 de treinamento presencial, 8 horas de orientação personalizada por empresa (consultoria individual) e 1 consultoria de 1 hora por mês para acompanhamento da implantação das estratégias.

As vagas são limitadas.
Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 570 0800 ou (11) 4722-8244.

Serviço:
Palestra Estratégias Empresariais
Data: 05/04
Horário: 18h30
Local: Escritório Regional Alto Tietê – Sebrae-SP
Endereço: Av. Francisco Ferreira Lopes, 345 – Vila Lavínia – Mogi das Cruzes

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM


A sociedade passa por um momento onde uma das poucas certezas é que as mudanças são cada vez mais freqüentes e inevitáveis, e as empresas, por direta conseqüência, precisam acompanhar essas mudanças para sobreviver.
Apesar da significativa redução nos custos de operações propiciada por novas tecnologias, não é possível substituir com a mesma eficiência o atendimento e relacionamento humano. Soma-se a isso uma conjuntura econômica estável, mas ainda com escassos recursos para investimentos, e temos como resultado uma significativa necessidade das empresas em buscar pessoas com atributos pessoais que aumentem sua capacidade em aprender melhor e mais rápido que seus concorrentes.
Cresce, portanto, a preocupação com desenvolvimento de métodos de intervenção que contribuam para a geração, difusão e sistematização de competências.
Vale destacar que competência não se verifica apenas no âmbito dos conhecimentos e habilidades, mas principalmente na mobilização destes recursos em prol da obtenção de uma meta. Trata-se muito mais da atitude de utilizar seu repertório pessoal para gerar benefícios ao negócio em situações de desafio. Ser competente é conhecer, saber fazer e querer fazer!
Para o sucesso das empresas é preciso entender que as competências individuais de seus colaboradores serão a base de seu próprio aprendizado.
Peter Senge
Segundo Peter Senge, um dos principais teóricos sobre o tema, existem cinco elementos primordiais que constituem o aprendizado nas organizações.
Seja qual for o tamanho da sua empresa, os caminhos da mudança passam necessariamente pelo fortalecimento das capacidades pessoais de seus colaboradores (Domínio Pessoal) e pela avaliação e melhoria contínua dos processos, dos métodos e da forma de pensar o ambiente da empresa como um todo (Modelos Mentais).
Engajamento da equipe em relação ao futuro com diretrizes e objetivos claros sobre onde se pretende chegar (Visão Compartilhada) e fazê-la perceber que a inteligência e capacidade do grupo pode ser maior que a soma de seus próprios talentos individuais (Aprendizagem Coletiva) fecham a equação para a criação do Pensamento Sistêmico.
Em vez de se verem como algo separado do mundo, as pessoas se percebem conectada a ele. No lugar de considerar os problemas como causados por algo ou alguém “lá fora”, enxergam como suas próprias ações criam os problemas que enfrentam. Essa é a compreensão mais sutil das organizações que aprendem.
Mais do que uma bonita expressão, atingir a maturidade do pensamento sistêmico e da aprendizagem coletiva requer que as pessoas percebem em si próprias a capacidade de moldar o futuro.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
26 de agosto de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

GESTÃO DE "QUEM"


Sou entusiasmada pelo tema da gestão e acredito que ainda podemos avançar muito nesse terreno. Por que é preciso melhorar?
Porque antes de pensarmos em estratégias que preconizem o desempenho, resultados de venda ou de marketing é preciso avançar na crença de que empresas são, em primeiro lugar, compostas de pessoas. E de pessoas certas!
É claro que todas as empresas devem definir sua Missão (para que existem), sua Visão (onde desejam chegar) e seus Valores (pilares de atuação), mas terão mais sucesso aquelas que mais depressa se adaptarem, criarem vantagens nas adversidades, pensarem, imaginarem e se diferenciarem através das pessoas.
É tudo uma questão de estratégia! E estratégia envolve ter atitude e saber realizar escolhas.
A pergunta que lhes faço, então, é:

Será que máquinas, processos ou sistemas podem sozinhos definir a melhor estratégia para levar sua empresa ao sucesso?

Certamente, NÃO!
Os resultados de uma empresa dependem eminentemente das pessoas, da sua imaginação, do seu talento, da sua vontade de fazer acontecer aquilo que parece impossível. É o talento que dá a forma de como as coisas acontecem nas empresas, não o material de que as coisas são feitas. Talento vive no “quem” e não no “o que” deve ser feito para o sucesso.
Você saberia me dizer por que razão acabou a Idade da Pedra?
Seguramente não foi por falta de pedra; mas sim porque alguém tomou uma nova atitude a partir de uma idéia ou possibilidade criada para além da pedra, com o ferro ou o bronze.
Demonstra sabedoria maior aquele que pensa que sabe cada vez menos e que, ao perceber que uma "pedra" ou um conceito se eterniza nas empresas, foge da acomodação buscando sempre novas alternativas. Numa sociedade em que a informação é cada vez mais veloz e está amplamente acessível, a perenidade de conceitos sempre deve ser questionada.

Fazer gestão é, portanto, questionar e escolher!

Escolher as pessoas e os caminhos corretos que levem sua empresa ao sucesso. E cuidado, pois nesse caso a ordem dos fatores pode alterar muito o produto: comece por gerir as pessoas!
Auxilie cada um delas a render o máximo de seu próprio potencial. Pessoas precisam de líderes que lhes inspirem confiança, que se comuniquem com abertura e clareza, que tenham objetivos, que saibam corrigir erros e desvios, e que tenham sempre um plano “B” – exeqüível e correto. Líderes prontos a orientar através de feedbacks coerentes, que deleguem e não apenas fiscalizem e que respeitem seus colaboradores pelas responsabilidades que lhes são atribuídas e, conseqüentemente, assumidas.
Se você tem um ou quarenta colaboradores, faça desse seu próprio desafio.
E se quiser dar um passo além, lembre-se de gerir também seu tempo e de “quem” lhe ajuda a conquistar “o que” você deseja para a sua empresa evitando que as coisas urgentes passem à frente das importantes. Pessoas esperam líderes coerentes e com firmeza de propósito para que se sintam seguras a dar vazão aos talentos que possuem.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Caderno Diário Empresarial - O Diário de Mogi
08 de julho de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

QUAL É A RELIGIÃO DA SUA EMPRESA?



"Os Santos não rezavam para Deus por instruções sobre o quê fazer. Os livros sagrados sempre foram muito claros sobre o quê era para ser feito. Mesmo assim, os Santos ajoelhavam todos os dias TODOS OS DIAS das suas vidas para rezar, e apesar das tentações diárias, eles conseguiam encontrar CORAGEM e FORÇA para fazer o quê era certo. O que você acredita não importa tanto quanto a maneira que você acredita e traduz essa crença em ações." Autor Desconhecido.

Querida(o) Amiga(o),

No princípio era o Verbo. Hoje é o Substantivo.

Imagine que todos os Seres Humanos que trabalham na sua empresa foram convocados para entrar um após o outro no confessionário do Big Brother, e responder a seguinte pergunta para o Brasil inteiro: Por que a sua empresa existe?

Qual seria a resposta de cada indivíduo?

Se cada Ser Humano que trabalha na empresa tiver uma resposta diferente para essa pergunta, você tem uma Cultura Corporativa.
Se TODOS os Seres Humanos tiverem a MESMA resposta para essa pergunta, você tem uma RELIGIÃO CORPORATIVA na sua empresa.

A palavra religião vem do latim religare que significa unir coisas para expressar uma mesma idéia. Unir pessoas diferentes que acreditam e agem sob os mesmos princípios. Muito mais do que uma Cultura Corporativa, todas as pessoas que trabalham juntas sob um mesmo teto, precisam de uma RELIGIÃO CORPORATIVA para se sentirem parte de algo muito maior do que elas mesmas e se apaixonarem pelo que fazem.

Enquanto houver uma cultura corporativa na empresa onde você trabalha, a prioridade será sempre o Substantivo.

Só haverá João, Maria, Produto X, Serviço Z, Escritório A, Escritório B, Fábrica C, Fábrica D, Cliente Legal, Cliente Chato. Só haverá pessoas egocêntricas que trabalham sozinhas como se fossem o centro do universo e o propósito de tudo. Desconectadas da visão, missão, valores, crenças e atitudes que poderiam beneficiar todo o grupo.

Enquanto não houver uma RELIGIÃO CORPORATIVA na empresa onde você trabalha, não haverá o Verbo. Não haverá Transformar, Renovar, Ser, Agir, Fazer, Acontecer, Amar, Evoluir, Revolucionar. Não haverá AÇÃO. Não haverá ALIANÇA.

Todos os dias, RELIGIOSAMENTE, em três diferentes horários, mais de vinte profissionais de diferentes departamentos de um grande jornal brasileiro, se reunem para discutir qual será a manchete da primeira página da edição do dia seguinte. Então por que nós não conseguimos nos reunir RELIGIOSAMENTE todos os dias em um mesmo horário para discutir sobre os resultados do dia de ontem?

Todo novo indivíduo contratado por uma das empresas mais admiradas do Brasil, é submetido RELIGIOSAMENTE, a um programa de integração que dura dois dias inteiros a respeito das crenças, atitudes e comportamentos esperados pela empresa. Esse programa de integração não é comandado por aqueles famosos vídeos corporativos com imagens vazias e músicas apoteóticas sobre o crescimento exponencial das vendas. O programa de integração é liderado pelo próprio Presidente e Vice-Presidentes da empresa, e o Indivíduo é proibido de iniciar em suas funções até que ele passe por essa integração. Então por que nós não conseguimos investir, RELIGIOSAMENTE, o nosso precioso tempo na iniciação de todo novo indivíduo que contratamos?

Todas as sextas-feiras logo após o almoço, RELIGIOSAMENTE, o Presidente de uma das maiores empresas do mundo, envia uma mensagem via e-mail para todos os seus funcionários, sobre a performance da empresa na semana que passou, as metas alcançadas, a evolução da visão estratégica da empresa, os desafios a cumprir na semana que se aproxima, além de sugestões para o final de semana. Então por que nós não conseguimos, RELIGIOSAMENTE, manter TODAS as pessoas informadas sobre os nossos sonhos, certezas, incertezas e tudo aquilo que um dia foi considerado secreto?

Todos os meses, no quinto dia útil, RELIGIOSAMENTE, uma média empresa de São Paulo reune TODOS os seus duzentos funcionários para um "culto" a relevância, ao esforço e a criatividade durante o mês que passou. Histórias de sucesso e episódios engraçados são relembrados e trechos de filmes de cinema são mostrados para ilustar os valores que o Presidente e seus Diretores exigem que os seus funcionários vivam TODOS OS DIAS. Os Santos da Empresa, aqueles que fizeram acontecer no mês que passou, são homenageados! Então por que nós não conseguimos, RELIGIOSAMENTE, celebrar TODOS OS MESES a vida que nós temos aqui?

A sua empresa NÃO PODE MAIS ser dirigida por uma Cultura Invisível! CHEGA DISSO!!!A sua empresa PRECISA ser liderada por uma RELIGIÃO VISÍVEL!

Enquanto não houver uma Rádio FM (RELIGIÃO CORPORATIVA) na empresa, você estará dando espaço para continuar a existir a famosa Rádio-Peão (cultura corporativa). Você está feliz com isso?

POR QUE A SUA EMPRESA EXISTE?!?!

Eu espero que não seja para vender preços imbatíveis e anos de experiência. O mercado tem bastante espaço para milhares de empresas que vivem sob essa cultura; mas o coração e mente dos clientes e funcionários tem espaço apenas para empresas que vieram para enriquecer o mundo com propósito e paixão.

É preciso AJOELHAR e REZAR TODOS OS DIAS!!! Nada menos que isso interessa.



Texto original do site:
http://www.bizrevolution.com.br/

terça-feira, 30 de março de 2010

ESTRATÉGIA E EXECUÇÃO


Quantas vezes você já participou de alguma reunião em que seriam discutidas as estratégias empresariais para conquistar novos mercados ou para desenvolver novos produtos? E, de todas essas reuniões, em quantas delas todos pareciam concordar com a estratégia, mas depois de um tempo você teve a sensação foi de que nada do combinado aconteceu?
Qual é a resposta para isso? Gestão da execução.
Embora as empresas estejam muito direcionadas a construir estratégias, seu maior problema não são suas metas, mas sim o controle e monitoramento de sua implementação. Nessas famosas reuniões normalmente gasta-se muito tempo discutindo temas de alta abrangência, mas não existe um debate mais profundo sobre os meios de executar as propostas. Poucas pessoas expõem seus receios e muitas deixam o projeto do qual não gostam ou não contribuíram sofrer uma morte bem lenta no decorrer do tempo e esquecem o valor da estratégia.
Se você julga esse comportamento pouco profissional, entenda que na verdade, o problema está na ausência do enfoque nos “comos” a estratégia poderia tornar-se real. Pensar na execução, portanto, é mais do que uma questão tática ou operacional, é tarefa primordial de um bom gestor.
Você jamais conseguirá elaborar uma estratégia adequada se não tiver certeza de que sua empresa tem ou pode conseguir o que é necessário para executá-la, incluindo os recursos certos e as pessoas certas. Se tiver dúvidas sobre a capacidade da sua empresa em executar suas próprias estratégias, repense os modelos que vem sendo propostos, verifique a clareza na definição dos papéis e responsabilidades, incentive a motivação dos seus colaboradores, proponha processos de recompensas e examine as formas em que todos podem trabalhar em torno do objetivo comum.
Qualquer dúvida, em qualquer uma dessas esferas, pode colocar em cheque a proposta de execução de sua estratégia. Afinal, as pessoas imitam seus líderes e se você mesmo resistir ou não acreditar em seu plano de execução, o sucesso do plano ficará prejudicado. Não adianta construir os melhores planos, nem a melhor metodologia, caso seus colaboradores não estejam dispostos a colocá-los em prática. Lembre-se que são pessoas que participam daquelas reuniões de sua empresa. Qual é ao resultado que você quer que elas atinjam? Como sua estratégia não será apenas uma ata ou um bonito mapa na parede?
Empenhe-se na definição de objetivos ou métricas operacionais de curto prazo com indicadores claramente definidos de modo que se relacionem de forma lógica e consistente com seu negócio e com a maneira em que sua empresa planeja concorrer no mercado. Se você não traduzir a estratégia em passos concretos de ação, as grandes idéias serão inúteis e as pessoas não conseguirão se mobilizar em sua realização.
Para uma boa tradução leve em conta as principais variáveis e decisões da empresa; componha um plano conceitual, mas também operacional, que seja lógico e com utilidade, sistêmico e seqüencial; e também que permita a criação de modelos de mudança e adaptação. Um plano dinâmico que permita feedback, acompanhamento, avaliações e replanejamento. Um plano que considere as questões-chave que estão por trás da estratégia e as metas intermediárias para sua consecução. Ter metas de longo prazo é excelente para determinar para onde você pretende levar sua empresa, mas pensar no curto prazo é positivo quando queremos monitorar a execução.
E sem execução, qualquer idéia inovadora se desfaz, o conhecimento não se transforma em aprendizagem, as pessoas não cumprem suas metas e o sonho estratégico acaba ao toque de despertar.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
02 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!



ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

INOVAR É LÓGICO


As várias concepções atuais sobre o empreendedor demonstram o caráter rico e multifacetado desse perfil: alguém que assume riscos em condições de incerteza, o fornecedor de capital financeiro, líder, gestor ou executivo, dono de empresa, entre outros.
Junto à disseminação dessa nova cultura, as crescentes exigências e os inesperados desafios do mundo de negócios mostram a urgência em que se una o raciocínio produtivo e a ação inovadora para que, juntos, resultem em real vantagem competitiva.
Muitas empresas reconhecem que a inovação é um processo fundamental para alcançar ou manter um mercado maior e mais sustentável, mas poucas possuem um processo formal para fomentar a inovação, principalmente as micro e pequenas empresas.
Essa é uma triste realidade: há muito discurso sobre a importância da inovação, mas poucas ações concretas capazes de promovê-la. Não acredito que seja falta de vontade, mas, talvez, falta de conhecimento sobre como identificar, captar e desenvolver os recursos humanos, financeiros e tecnológicos necessários.
Inovação é fruto da criatividade, da disposição em ousar, ou diria, antes, de superar o medo de ousar. É um processo que vai além da inserção de novas tecnologias, mas uma nova forma de fazer gestão que só acontece quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.
Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. “Fazer diferente” pode “fazer a diferença”! E para isso é preciso pensar diferente!
Você acredita que pode melhorar a sua vida? Você é um inovador na gestão? E sua empresa, também está na vanguarda?
Se você respondeu positivamente às questões, perceberá que vive um jeito novo de organizar, liderar, coordenar ou motivar as pessoas. A inovação em princípios e processos de gestão cria vantagens duradouras e provoca deslocamentos radicais na posição de sua empresa e na sua própria posição no mercado de trabalho.
Portanto, saia do modelo em que inovação é apenas para “professores pardais” inseridos em grandes indústrias. INOVAR é pensar o absurdo e transformá-lo em lógico, em algo que agregue valor à sua proposta inicial.
Na construção de uma cultura de inovação, é importante ressaltar que não existe uma fórmula pronta. Processos de inovação são contingenciais e irão variar de acordo com o setor no qual a empresa atua, seu campo de conhecimento, seu tamanho e porte, estratégia organizacional, estágio de amadurecimento e cenários históricos, econômicos, políticos e sociais.
Mantenha-se aberto, procure novos olhares e a percepção ampliada sobre sua vida. Só um raciocínio divergente, um "estar insatisfeito" e um questionamento permanente farão de você um empreendedor inovador.

ANA MARIA MAGNI COELHO
O Diário Empresarial - 15 de janeiro de 2010
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