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domingo, 19 de agosto de 2012

ACABOU O FIM DE SEMANA. E AGORA?

Todo o trabalho é vazio a não ser que haja amor.
-- Khalil Gibran --


Todos nós passamos, em média, entre 65% e 70% do tempo no trabalho. Porém, quando falamos em qualidade de vida muitas vezes desconsideramos o expediente diário. Dedicamos tempo a melhorar a alimentação, fazer exercícios físicos ou beber os recomendáveis 2 litros de água diária, mas esquecemos do ambiente de trabalho.
Qualidade de vida começa no trabalho! Se você fizer o que lhe dá prazer - seja colaborando em uma empresa ou trabalhando por conta própria –, se valores da companhia forem compatíveis aos seus, se o ambiente for agradável, onde exista mais camaradagem do que competição e a liderança for inspiradora, você terá tudo para se sentir realizado.

sábado, 17 de março de 2012

ÁGUAS DE MARÇO

"É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho...
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração"
- Tom Jobim -



As águas de março chegaram. Chuvas, enchentes, perdas pessoais (e profissionais para muitos empreendedores), saneamento... Eis que o tema a respeito do abastecimento de água nos municípios brasileiros novamente bate à porta!
Sinceramente, não consigo ver sentido no fato de vivermos em um dos países com maiores recursos hídricos do planeta, mas não conseguirmos oferecer qualidade de vida relacionada à água para a população. Mais do isso: que tenhamos constantes problemas com enchentes, estrutura e aparente “estresse hídrico” por conta da alta densidade populacional, da falta de saneamento básico e de cuidado com a preservação vegetal que garante a água das nascentes, mananciais e das torneiras das nossas casas...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

TRABALHO EM CASA


Nos últimos anos, a evolução da tecnologia da informação e a adoção de novas formas de trabalho estão revolucionando o relacionamento entre empresas e trabalhadores. Criação de novos modelos de negócios, formatos diferentes de prestação de serviço, esgotamento das vias públicas de transporte, valorização da qualidade de vida...
Muitos trabalhos que antes dependiam da presença de funcionários no ambiente corporativo hoje se abstraem disso, graças, principalmente, ao uso da internet e outras tecnologias da informação, como celulares. Entretanto, mantém-se a relação baseada em direitos trabalhistas consagrados. Há, portanto, um contrassenso instalado em plena era do conhecimento.
Uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro passado trouxe a questão do trabalho à distância para o centro do debate sobre os direitos trabalhistas e sobre a possibilidade de ampliação do conceito de teletrabalho ou home office para diferentes setores da economia.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

EQUILÍBRIO E DISCIPLINA

Enquanto a maioria dos profissionais almeja o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, a pressão para se fazer cada vez mais em menos tempo consome diariamente nossas agendas. Ficamos atordoados com o acúmulo de tarefas e muitas vezes, a frustração acompanha o alcance (suado) dos resultados esperados.
Pior do que o cansaço físico, a conseqüência dessa árdua jornada envolve também a falta de eficácia nas atividades profissionais, problemas familiares e psicológicos e até mesmo a perda da saúde. No lugar de ascensão na carreira e melhor qualidade de vida, vamos imergindo numa rotina que nos tira o eixo e nos faz perder o controle sobre a própria vida.
Driblar essa situação não é fácil. Afinal, a maioria das pessoas mal percebe o quão imersas estão na rotina e sentem-se sem um instante sequer para planejar e organizar suas prioridades, sejam elas profissionais ou pessoais. 
Quem em seu ambiente de trabalho já não teve a sensação de viver apagando incêndios causados por problemas que não param de aparecer? 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

ERA DAS GRANDES RESPONSABILIDADES

Por Ignacy Sachs*

Manter a qualidade de vida para mais de 9 bilhões de habitantes vai exigir da humanidade uma visão mais pragmática de suas responsabilidades diante do planeta.

Tudo indica que antes da Rio+20, programada para meados de 2012, a Comissão Estratigráfica Internacional vai oficialmente proclamar que, desde o início da revolução industrial, no século XVII, entramos numa nova era geológica – o antropoceno –, caracterizada por um forte impacto das atividades humanas sobre o porvir da Nave Espacial Terra. Não que sejamos “mestres da natureza”, como o pensava Descartes. O recente tsunami que assolou as costas do Japão, nos arredores de Fukushima, nos lembrou a nossa impotência diante de eventos naturais deste porte: três enormes ondas de quase 40 metros de altura avançando a 300 quilômetros por hora e entrando dez quilômetros no interior das terras, destruindo portos, aldeias, derrubando casas, carregando barcos e carros, danificando uma central nuclear, acabando com a safra de arroz dessa importante província agrícola do Japão e com 80 mil empregos.
Necessitamos de uma postura proativa, avaliando com realismo a nossa capacidade de atuar, valendo-nos da qualidade única da espécie humana representada pela nossa capacidade de imaginar o futuro.

domingo, 16 de outubro de 2011

HORÁRIO DE VERÃO


Começou à meia-noite de hoje a maior temporada de horário de verão desde 1985, com previsão de 133 dias. Durante esse período, os relógios devem ser adiantados em 1 hora em 10 Estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal.
Neste ano, o período será longo porque, quando há coincidência entre o dia previsto para o término do horário de verão e o domingo de carnaval, o encerramento deve ser no fim de semana seguinte. No caso, dia 26 de fevereiro de 2012. O objetivo é evitar que, no meio da folia, a população se esqueça de ajustar os relógios e aí, já viu... Imagine a bagunça!
O horário de verão foi cogitado pela primeira vez em 1784, por Benjamin Franklin, um dos homens mais influentes da história política e científica dos Estados Unidos. Partindo da observação de que, durante parte do ano, nos meses de verão, o sol nascia antes que a maioria das pessoas se levantasse, ele concluiu que, se os relógios fossem adiantados, a luz do dia poderia ser mais bem aproveitada.

sábado, 20 de agosto de 2011

CIDADES SUSTENTÁVEIS

No Brasil, mais de 75% da população vive em áreas urbanas e esse percentual deve atingir 85% nos próximos vinte anos. Não há como negar que, justamente por isso, as cidades têm assumido um papel decisivo na busca pela sustentabilidade. Afinal, o crescimento urbano gera uma imediata (e imensa) demanda por serviços e produtos que muitas vezes, são atendidos sem nenhuma forma de planejamento.
Entretanto, crescimento descontrolado, degradação ambiental, aumento dos problemas sociais são fatores que merecem atenção não apenas dos gestores públicos, mas de toda a sociedade. Terceirizar o problema ao poder público é simples, pois assim podemos culpar alguém por aquilo que não somos capazes de mudar.
Em um regime democrático, a solução de problemas sociais, ambientais ou econômicos passa pela mente (e pelas mãos) de todos nós. Ou a gente participa, ou participa! Reclamar não resolve nada.

sábado, 30 de julho de 2011

SEIKETSU

"Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo, e fazer bem-feito.”
(Pitágoras)


Talvez você nem imagine o que o título deste post queira dizer, mas a palavra provém do conceito de “5S”, uma metodologia de gestão da qualidade importada do Japão do pós-guerra que aborda cinco palavras iniciadas pela letra S: Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke. Traduzi-las para uma única palavra, em português, seria praticamente impossível, já que o idioma japonês se expressa através de idéias e conceitos generalizados. Várias sugestões foram feitas e hoje, várias palavras são utilizadas para representar cada S no Brasil.
O que acho mais interessante é que, em nossas terras, decidiu-se também pela inclusão da expressão “Senso de” na frente das cinco palavras escolhidas. Tudo bem que "senso" começa com S e que, por isso, independente da tradução, mantem-se a marca consagrada do nome do programa. Mas, na verdade, senso traduz muito bem a idéia de atitude e de pré-disposição que qualquer programa de qualidade se propõe. Afinal, não dá para pensar em boas práticas sem pensar também em comportamentos apropriados, em disciplina, persistência e utilização.

domingo, 30 de janeiro de 2011

NÃO ECONOMIZE A VIDA



Mesmo com o caos causado pelas chuvas nesse início de ano, janeiro de 2011 começou repleto de boas surpresas para mim, entre elas a experiência de me assumir geek em essência e viver momentos surpreendentes na minha primeira Campus Party Brasil.
Durante uma semana mergulhei no maior encontro tecnológico do mundo!
A Campus Party é uma enorme reunião entre mais de 6.000 campuseiros apaixonados por tecnologia e apaixonados por todas as possibilidades de disseminação de conhecimentos em rede. Durante seis dias tendências foram lançadas, conteúdos foram produzidos, negócios foram fechados e o melhor da web brasileira apareceu aos olhos de quem estivesse disposto a enxergar.
Quem fechou os olhos perdeu boas chances de conviver e aprender as melhores práticas de um mundo cada vez mais globalizado, conectado e veloz.
Não dá mais para economizar a vida para amanhã! As chances podem não se repetir.
Por isso, equilibrar as oportunidades e  (re)conectar valores que qualifiquem minha vida como meio de ser (e de fazer) feliz e de contribuir para a criação de um mundo melhor tem sido minha busca e o critério para muitas das minhas escolhas.
Precisamos emergir daquilo que Giorgio Agamben, filosofo italiano, chama da vida nua. Uma vida que nos reduz à posição irracional de convivência indiferenciada. Uma vida altamente artificial em que as estruturas de poder geram as formas e os padrões de qualidade da vida para todos aqueles se submetem à sua ordem. Uma vida de propaganda de margarina, mas sem sentido real.
Entretanto, mesmo funcionando como um álibi perfeito para quem deseja simplesmente deixar a vida acontecer e suprimir experiências sem culpa,  há uma imensa ambiguidade na vida nua. Ao entranhar-se nela, o ser humano arruina suas próprias chances de gozar uma vida qualificada que, na minha opinião, é a única vida que vale a pena ser vivida.
Quando decidi passar 6 dias na Campus Party, essa era a minha escolha: viver a vida à minha maneira, sem ninguém monitorando o tempo que passo no Twitter, convivendo com amigos que no dia-a-dia ficam distantes de mim e aprendendo, aprendendo e aprendendo.
A escolha em estar ali era apenas minha. Os compromissos e as metas  podiam esperar. E eu poderia viver além da imagem do meu avatar.
Entender o caminho dessas escolhas e o que faz sentido para você é a melhor maneira de se libertar e não se escravizar pela tecnologia e mobilidade tão presentes nos espaços da Campus Party.
A vida não precisa ser tão veloz quanto as informações que transitam pelas redes, mas ela pode ter a urgência que você quiser. Afinal, não há nada mais urgente do que encontrar aquilo que pode ser uma vida prazerosa pra você e conquistar sua própria vida qualificada.
Sob esse espírito de urgência pessoal, aceitei o convite de @samegui e @lidifaria para um seqüestro em plena Campus Party Brasil.
Mesmo com a tarde repleta de palestras interessantes, empreendedores lotando o estande do SEBRAE e colegas que ficaram sem explicação sobre minha ausência, me permiti uma tarde de vida boa ao lado de @maxreinert, @ladyrasta e Yara Baumgart (@vidaboayb).
Vida Boa é um conceito de empreendimento onde o cliente determina suas próprias experiências. Mais do que massagens, boa música ou boa comida, nesse espaço você pode desfrutar aquilo que lhe é essencial.
Essencial por levá-lo de volta à sua própria essência.
A marca Brasil está presente nas paredes, nos tecidos, na decoração, no sorriso de toda a equipe... O carinho acolhe o cliente desde sua chegada e nem mesmo a chuva ofusca a bela vista da sacada das salas de massagem.
Quer responder seus e-mails? Ok. No espaço Vida Boa, você tem acesso wireless e equipamentos à disposição. Quer ler um livro? Almoçar?  Ouvir boa música? Receber parceiros para uma reunião? Ok. Você pode também.
O poder de decidir o que é importante cabe apenas ao cliente.
Minha experiência em vivenciar uma tarde no Vida Boa foi além do relaxamento proposto no sequestro; me fez repensar sobre as prioridades e sobre a velocidade da minha vida.
Sem dúvida, ela passa rápido e com ela passam também as boas chances de sermos aquilo que sempre sonhamos ser. Cuide do seu corpo, da sua mente, das suas energias da forma como fizer sentido a você.
Se vivemos mesmo a Era do Conhecimento e da Generosidade, como tanto se repetiu na Campus Party 2011, conhecer-se é melhor saída para uma vida qualificada. (veja o vídeo)
 Já dizia Vinicius de Moraes "... a coisa mais divina que há no mundo é viver cada segundo como nunca mais..."
A vida pode ser muito boa. Basta você querer!

PERMITA-SE UMA VIDA BOA

Já dizia Caetano Veloso: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
Descobrir quem somos efetivamente e aquilo que tem significado real à nossa essência talvez seja nossa principal missão em um processo cada vez mais avassalador de aceitação social.
Hoje, ser alguém é respeitar bulas reducionistas de experiências humanas, seguir padrões determinados por terceiros e cumprir muito mais responsabilidades do que prazeres.
O desnorteado progresso da tecnologia e da globalização dos mais variados ramos das atividades humanas nos leva a nos sentir mais um estrangeiro num país de muitos.
Ninguém se entende, mas todos buscam um idioma comum. Ninguém mais quer saber da dor inerente a ser o que se é.
Pasteurizam-se as experiências e as necessidades e todos vivem a dor de ser o que não são.
A mídia não pára de gritar, o tempo todo, no ouvido de todo mundo, que o legal é seguir um padrão: dormir e acordar cedo, não comer carne vermelha, não beber (ou beber um cálice de vinho todos os dias?), não usar medicamentos (ou tomar uma aspirina por dia?), malhar todos os dias 20 minutos (ou 1 hora completa, 3 vezes por semana?).
Livros, revistas ou qualquer amigo mais próximo podem lhe vender “pílulas de felicidade” em troca da “tão desejada” qualidade de vida.
Mas será que você já parou para pensar no que é a sua vida? Conseguiria qualificá-la naquilo que tenha significado para você em vez de enquadrá-la em algum padrão sem sentido determinado por alguém?
Tomemos a mim como exemplo: Por que não posso viver conectada o tempo todo, se isso for vida boa para mim? Por que eu deveria pesar 60 quilos, se meu padrão corporal jamais me permitiria tal “sonho”? Por que dormir 8 horas por dia, se ao dormir 6 horas meu corpo já se sente pronto a um novo dia?
Padrões pré-estabelecidos de qualidade de vida, aos poucos, vão transformando a população em uma massa homogênea, passiva e disciplinada para seguir uma vida sem sentido. Não é a toa que os consultórios psiquiátricos enchem-se se pessoas deprimidas...
Pessoas que poderiam ser felizes transformam-se em simples corpos viventes sem a menor chance de conciliar suas responsabilidades com seus desejos reais. Em detrimento de uma vida qualificada, seguem regras para uma qualidade de vida que atenda a família, ao chefe, ao vizinho, às estratégias empresariais, ao poder não legitimado ou ao medo de não atenderem aos padrões convencionados como corretos.
Por isso, faço um convite a você, leitor do Lounge Empreendedor: assuma o controle sobre sua própria vida. Desconecte-se dos padrões e pense naquilo que é vida boa pra você. Permita-se viver aquilo que é importante pra você.
Garanto que valerá a pena!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Após sequestro para uma tarde de @vidaboayb

sexta-feira, 30 de julho de 2010

UMA NOVA POSTURA

Trabalhar é essencial e enobrece o ser humano, mas esquecer a vida por trás da empresa ou escritório é um perigo para a busca da qualidade de vida e dos próprios resultados organizacionais.
Você está completamente satisfeito com a forma como equilibra trabalho e lazer? Gostaria de ter mais tempo para a família e acredita que poderia melhorar a sua qualidade de vida e o desempenho profissional se soubesse balancear os dois fatores? Aliás, você já pensou nisso?
Parece haver três linhas predominantes de pensamento sobre como viver a vida. Uma delas defende o trabalho duro por muitos anos e o acúmulo de recursos financeiros visando um futuro próspero. Outra prioriza curtir o máximo que a vida possa proporcionar e depois viver dos recursos da aposentadoria, ainda que essa não seja lá grande coisa. E uma terceira tenta equilibrar trabalho e lazer durante toda a vida.
Qualquer pessoa precisa do trabalho como meio de sobrevivência, geração de renda ou desenvolvimento intelectual, mas necessita também do apoio da família, de momentos de lazer, de reflexão, de distração mental, cuidados com a saúde e relações pessoais.
Vida profissional e pessoal devem caminhar juntas e o sucesso dependerá do equilíbrio e da estabilidade nessas duas esferas.
A alta competitividade, a busca constante pela excelência e a concorrência cada vez mais acirrada faz com que as pessoas exagerem na carga de trabalho. Muitos nem se dão conta de que trabalham acima dos seus limites. Contudo, é importante saber que o excesso de dedicação apenas à esfera profissional pode diminuir consideravelmente a qualidade e a produtividade do próprio trabalho.
Se você deseja saber se está na hora de rever seu próprio estilo e mudar o ritmo de sua dedicação, tente responder essas questões:
  1. Você começa a trabalhar bem cedo e termina tarde todos os dias?
  2. Você tem tirado, em média, menos de vinte dias de férias nos últimos três anos ou tem o hábito de fracionar e adiar as suas férias?
  3. Você pensa no trabalho quando não está trabalhando?
  4. Sempre que tem oportunidade de freqüentar eventos sociais, costuma falar sobre trabalho?
  5. Costuma se sentir cansado após uma noite de sono?
  6. Domingo à noite você prepara a roupa que vai usar na segunda-feira?
Se a sua resposta for positiva para três ou mais questões é o momento de rever suas prioridades e buscar um maior equilíbrio entre trabalho e lazer.
Essa relação equilibrada fará de você uma pessoa mais feliz e, conseqüentemente, trará melhores resultados para sua empresa que pode passar a trabalhar com indivíduos completos, não somente com partes fracionadas. Entender-se, conhecer-se, exercitar-se em todas as dimensões do seu ser é sua responsabilidade.
Que tal começar agora?
Seja um profissional diferente!


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
31 de julho de 2010

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

NÃO ROUBEM!

Muito provavelmente, vocês devem considerar o título do artigo dessa semana um pouco deselegante, mas recebi um texto sobre o filme O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, que me fez pensar muito sobre o comportamento humano e sobre a forma que gerenciamos nossas empresas.
O mundo está repleto de “ladrões”. Não apenas ladrões do dinheiro das empresas ou do povo, mas também ladrões do nosso tempo, da nossa qualidade de vida e das possibilidades que nos são abertas todos os dias.
Ao ler o livro e depois ver o filme, foi instintivo realizar algumas conexões com a realidade democrática que vivemos e as atitudes, posturas e comportamentos de muitas pessoas que se auto-intitulam pessoas normais e capazes em função da posição, do conhecimento ou daquilo que acham que deixam transparecer.
O caçador de pipas não é uma história de imagem, mas uma história de realidade que deixa marcada inúmeras sensações, algumas agradáveis e muitas tristes. Em minha opinião, a reflexão mais profunda vem de uma conversa entre Baba e seu filho Amir em que ele afirma que existe apenas um pecado no mundo: o do roubo.
Afinal, “quando você deixa de dizer para alguém alguma coisa que você acredita ser verdade, você está 'roubando' o direito dessa pessoa saber o que você sente a seu respeito; quando você mata alguém, você está 'roubando' o direito de outras pessoas conviverem com a pessoa que você matou e quando você 'maltrata' alguém, você está 'roubando' o direito dessa pessoa de ser feliz”
Tais assertivas imediatamente levaram minha mente aos inúmeros ”roubos” da vida empresarial: chegar atrasado a um compromisso “rouba” o tempo das pessoas que chegaram na hora marcada; impor uma tarefa desnecessária a alguém “rouba” o direito ao lazer, ao estudo ou ao desfrute de outros momentos fora da empresa; pensar que alguém não corresponde às suas expectativas e não dizer nada “rouba” a possibilidade de desenvolvimento dessa pessoa; falar a respeito das pessoas e não com as pessoas “rouba” a oportunidade delas saberem a opinião que você tem a seu respeito.
Dessa forma, além de “roubar”, esses comportamentos são os principais geradores de um ambiente desmotivador e desinteressante.
O pior tipo de relacionamento que podemos praticar com as pessoas com quem convivemos é o do silêncio. O silêncio fala por si só. Diz muita coisa, e gera uma relação de paranóia, muita ansiedade e enorme frustração.
Cabe ao líder, dizer de forma explícita, clara e descritiva, como percebe e sente o desempenho e o comportamento das pessoas com quem convive e servir de exemplo na prevenção aos “assaltos” da vida empresarial.
Aproveite o feriado para refletir: será que estou "roubando" de alguém alguma informação ou percepções que podem lhes ser úteis para o seu crescimento pessoal?


Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 31 de outubro de 2009 no MogiNews
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