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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FALSIDADE NO TEATRO EMPRESARIAL


O ambiente que o teatro pode proporcionar é mágico. É fascinante a cumplicidade que se estabelece entre artistas e público, a possibilidade do ator ser quem quiser, quando quiser, onde quiser e a liberdade do espectador para analisar, criticar, se emocionar e ultimamente, interagir e se pronunciar. 
Para o teatro não existem temas impossíveis. A arte de representar dá vida a todas as possibilidades e a imaginação é sem limite. Através de mecanismos de linguagem influente e com alto poder de síntese, a representação proporciona múltiplos e diversificados impactos em diversos públicos. Tenho certeza que você já "se viu" em algum personagem ou situação representados no teatro.
Pois é... Pense, agora, na rotina de trabalho da sua empresa...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O QUE INCOMODA VOCÊ?

Sempre que começamos a trabalhar em uma empresa nova achamos que ela é a melhor empresa do mundo. Chegamos motivados, repletos de expectativas positivas e com o desejo de contribuir rapidamente com os resultados do negócio.
Entretanto, logo percebemos que trabalhar em um ambiente corporativo nem sempre é divertido - e mais: nenhuma empresa é perfeita. A empresa perfeita depende de quem trabalha nela e isso inclui você! Se você faz parte do time de uma empresa e ela deixou de ser perfeita para você, reveja seus próprios conceitos, comportamentos e atitudes. Talvez o problema não esteja na empresa.
Há vários aspectos do dia a dia que acabam incomodando as pessoas de maneira diferente. Os motivos de estresse no local de trabalho costumam variar bastante de funcionário para funcionário, de empresa e também de país. Mas o fato é que não estamos em casa!
Uma pesquisa feita pelo LinkedIn, rede social para contatos profissionais com mais de 120 milhões de membros em todo o mundo e mais de 4 milhões no Brasil, revelou os fatores que mais irritam os profissionais em seus ambientes de trabalho.

sábado, 2 de abril de 2011

CONSCIENTIZAÇÃO PELO AUTISMO

Em crianças, o autismo é mais comum do que AIDS, diabetes e câncer juntos. Estima-se que 70 milhões de pessoas tenham autismo no mundo, sendo que só em nosso país, os números chegam a quase 2 milhões de brasileiros acometidos pela sindrome.
Mesmo assim o autismo é pouco conhecido no Brasil e suas percepções são altamente estigmatizadas. É preciso acabar com os mitos. Um dos mitos comuns sobre o autismo é de que pessoas autistas vivem em seu mundo próprio, interagindo apenas com o ambiente que criam; isto não é verdade. Se, por exemplo, uma criança autista fica isolada em seu canto observando as outras crianças brincarem, não é porque ela necessariamente está desinteressada nessas brincadeiras ou porque vive em seu mundo. Pode ser que essa criança simplesmente tenha dificuldade de iniciar, manter e terminar adequadamente uma conversa.
Outro mito comum é de que quando se fala em uma pessoa autista geralmente se pensa em uma pessoa retardada ou que sabe poucas palavras. Problemas na inteligência geral ou no desenvolvimento de linguagem podem acontecer, mas não são sempre presentes. Como falar em déficit intelectual em pessoas que muitas vezes nunca tiveram oportunidades de interagir com outras pessoas ou com o ambiente? Na verdade, alguns indivíduos com autismo possuem, inclusive, inteligência acima da média.
Por isso, que tal buscarmos mais informação e menos preconceito para entender o autismo?
O autismo é uma perturbação global do desenvolvimento que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade. É caracterizado por um retrocesso das relações interpessoais e por diversas alterações da linguagem e dos movimentos. Tais sintomas são reconhecidos principalmente entre os 6 e os 36 meses de idade e as causas ainda são desconhecidas, embora muitos já garantam sua associação a fatores genéticos e problemas pré, peri ou pós-parto.
Os graus variam do Autismo Clássico, mais grave, à Sindrome de Asperger que é menos acentuada abrangendo desde uma criança muda, retardada e agressiva à “gênios"”como Mozart que tinha todas as características de Asperger.
Geralmente, as crianças possuem aspectos saudáveis, mas os processos sintomáticos envolvem a perda do contato emocional e interpessoal chegando a causar problemas de sociabilidade, isolamente intenso e agressividade. Algumas crianças não respondem as carícias, palavras nem às atenções dos adultos. Outras são capazes de repetir propagandas de TV, partes de músicas ou de programas, mas isso não significa um ato de comunicação eficiente.
Uma vez que sabemos que a maior dificuldade do autismo é a comunicação é preciso orientar professores e educadores para que utilizem uma comunicação aumentada e alternativa bem como ambientes estruturados para o bom desempenho do autista em sala de aula e conseqüente inclusão no mercado de trabalho.
Em uma sociedade produtiva como a nossa, o trabalho ocupa um lugar central em nossas vidas assim como ocupará nas vidas dos portadores de necessidades especiais, sejam elas decorrentes do autismo ou de qualquer outra enfermidade.
Foi a obrigação de cumprir a Lei de Cotas que determinou para a maioria das empresas o início da convivência com pessoas com deficiência em sua estrutura organizacional. Entretanto, mais do que garantir o acesso, é preciso que as empresas passem a cuidar do sucesso do novo funcionário envolvendo diferentes atores e situações sociais nessa inclusão.
Todo processo empresarial que envolve mudanças de comportamentos e de valores, traz questionamentos, inseguranças e eventualmente rejeição. As empresas precisam preparar o ambiente e as pessoas para uma visão mais objetiva e equilibrada da inclusão.
Dentro do espectro autista, que se divide em graus mais ou menos severos, as oportunidades devem se associar aos estágios do comprometimento cognitivo do funcionário. Adultos com autismo continuarão a precisar de encorajamento e apoio moral em sua luta para uma vida independente. Costumam apresentar enorme afinidade para atividades individuais e concretas. Aliás, quanto mais concreto e repetitivo for o trabalho, tanto melhor!
Por contarem com um pensamento estritamente visual (visualização vívida), um alto poder de concentração e uma ótima memória, os autistas podem fazer do computador seu "ganha-pão" e se utilizam da Internet para travar relações com o que lhes é mais apavorante: o mundo externo.
Não há dúvidas de que  autistas têm uma nova possibilidade de mudar seu destino de abandono e não-aproveitamento de suas capacidades especiais. Basta que famílias, escolas e empresas se preparem para recebê-los respeitando suas competências e possibilidades. Essa é a essência maior do respeito à diversidade, afinal somos todos diferentes, certo?
Pessoas não são seus próprios diagnósticos.
Pessoas são seres humanos e apesar das dificuldades, podemos aprender com elas todas as possibilidade e variáveis para uma só palavra: AMOR.
Seja você também uma voz para o autismo e para uma inclusão que aconteça além das cotas.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

APROVEITE OS CONFLITOS

Passamos nossas vidas enfrentando conflitos. De brigas no jardim da infância por causa de um brinquedo até discussões sobre as roupas que nossos filhos querem usar ou o sabor da pizza que escolhemos para o jantar.
Conflito é o processo que se inicia no momento em que percebemos que alguma decisão afetou ou está prestes a afetar negativamente algo que damos importância. E quanto mais importância dermos a esse fato, mais intenso será o conflito.
No trabalho, colegas briguentos, clientes irritados ou chefes que dão broncas sem sentido são o suficiente para nos convencer que temos que aprender a enfrentar conflitos. Qual é a maneira mais correta?
Quando permitimos que os conflitos eclodam de forma negativa, eles podem minimizar a produtividade e prejudicar os relacionamentos das equipes. Contudo, em uma visão mais ampla, conflitos têm muitas funções positivas, pois podem ajudar a resolver problemas de uma forma mais criativa e a pesar nossas próprias convicções e argumentos. Conflitos resolvidos de forma positiva previnem a estagnação decorrente do equilíbrio constante da concordância, estimulam o interesse e a curiosidade pelo desafio, descobrem problemas e demandas à sua resolução.
Seja qual for o tipo de conflito em que nos envolvemos (metas, julgamentos ou normas) tendemos a reagir de maneira igual: assumindo uma posição que defina o nosso território e valide nossas convicções até que possamos entender e cooperar com o outro.
Se você deseja encontrar um caminho para administrar a situação e trazer resultados positivos, busque o caminho da colaboração. De nada adianta evitar ou acomodar as situações conflitantes como se elas não existissem. É preciso o interesse genuíno em atender aos anseios de todos os envolvidos, principalmente quando quisermos melhorar um relacionamento, quando os resultados forem muito comprometedores ou quando se deseja encontrar um consenso.
Para isso, escute ativamente todas as versões que envolvam o conflito, faça perguntas que revelem seu interesse e disposição em resolver a situação, expresse suas próprias preocupações, mas procure afastar seus próprios sentimentos sobre a situação. Fica mais fácil se você depositar toda sua atenção no presente e nos fatos, sem julgar ou tentar adivinhar os motivos da outra parte.
E, se você está administrando essa situação, lembre-se de assumir a responsabilidade pelo seu próprio papel no conflito e utilize a cooperação, a transparência e a assertividade como ingredientes indispensáveis.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
29 de julho de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

RESPEITO E GENTILEZA NÃO FAZEM NÃO MAL A NINGUÉM


Educação e respeito são elementos fundamentais para qualquer tipo de relacionamento, mas no ambiente corporativo isso se faz ainda mais necessário para um bom desempenho das pessoas e o sucesso da empresa. Um ambiente saudável e harmonioso é vital para que todos trabalhem com maior entusiasmo e produtividade.
O empresário que ainda não percebeu os efeitos positivos que um bom ambiente de trabalho pode propiciar aos seus negócios deve repensar suas atitudes, pois além de ter a produtividade de sua empresa comprometida, pode correr o risco de responder processo por danos morais e criar um clima organizacional desfavorável em todos os setores.
Colaboradores precisam ser respeitados para que possam trabalhar com dignidade e gerar perspectivas de crescimento para si e para a própria empresa. Se como empresário, você acredita que uma pessoa não serve mais, demita-a. Jamais assuma condutas agressivas, desrespeitosas e antiéticas que exponham qualquer pessoa a situações humilhantes e constrangedoras de forma repetitiva e prolongada, com o intuito de forçá-la a pedir sua demissão ou mesmo criar um pretexto para demiti-la por insubordinação. Isso é assédio moral e pode ser punido por lei!
Atitudes como mandar o empregado calar a boca, isolá-lo do grupo, hostilizá-lo na frente de clientes, menosprezá-lo nas reuniões, ridicularizá-lo perante os colegas, fazer exigências impossíveis, deixá-lo sem trabalho, tirar sua comodidade mudando sua sala ou tirando sua mesa, expô-lo a constrangimento público ou tratá-lo com indiferença simplesmente por não gostar do seu jeito de ser, podem parecer inofensivas num primeiro momento, mas a longo prazo não passam de manobras hostis e degradantes de um líder despreparado.
Nestas condições, o empregado fica ainda mais vulnerável e aumenta o seu receio em perder o emprego, além de ficar totalmente desmotivado para o trabalho e desestabilizado emocional e profissionalmente, perdendo sua auto-estima e sua capacidade técnica em gerar resultados.
Por isso, evite boatos, intimidações, humilhações, descrédito ou isolamento entre sua equipe. Às vezes, o assédio pode vir de um colega e seu papel como líder é identificar e punir o agressor.
Acreditar que a pressão psicológica é a única forma de cumprir a meta do mês ou melhorar a qualidade do serviço prestado é uma conduta condenável e não tem nada ver com motivação. Esta é a concepção de uma liderança arcaica. Muitas grandes corporações já foram punidas por agirem dessa forma, com advertências diretas ao agressor e penalização a própria empresa que se mostra solidária com essa prática.
Investir no capital humano, identificar o potencial de cada colaborador e alinhá-lo as necessidades da sua empresa é um inovador caminho para um ambiente mais saudável e o sucesso de sua empresa.
E caso haja necessidade de conversas sobre situações indesejáveis, seja honesto e faça a abordagem de forma branda e sutil, evitando dissabores entre você e sua equipe. Lembre-se sempre que gentileza gera gentileza e esse é o caminho mais humano para qualquer relação.

Ou será que você pretende motivar sua equipe e aumentar a produtividade como no vídeo?!?


ANA MARIA MAGNI COELHO
Produzido para O Diário Empresarial
14 de maio de 2010
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