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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MAIS QUE SEGUIDORES

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa.
Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada."
-- Philip Kotler --


Sempre que alguém me pergunta sobre a forma que as pequenas empresas devem reconhecer e priorizar a utilização das redes sociais em suas estratégias de marketing penso não ter certeza do quanto elas entendem o poder da relação que as redes sociais promovem entre empresa e consumidor, ou se ainda estão intrigadas, confusas ou, simplesmente com medo das redes. Imaginar o poder das redes sociais é uma coisa, mas abraçá-las e usá-la a seu favor na sua empresa é outra completamente diferente.
Uma pesquisa da consultoria Maksen mostra que entrevistados no Rio de Janeiro e São Paulo veem mais riscos que benefícios nos sites, além de corporações não contarem com equipes para gestão dos perfis. Quatro a cada dez empresários brasileiros não acreditam que a presença nas redes sociais agrega valor ao negócio e 40% dos entrevistados afirmaram ver mais riscos que benefícios nas redes.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A VOZ DO CONSUMIDOR

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser,
mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Voltaire

Usar as mídias sociais como canal para soltar o verbo contra as empresas já não é mais novidade. Uma legião de consumidores já percebeu o poder da internet e provavelmente, metade de todo conteúdo produzido em canais como Twitter e Facebook são reclamações contra falhas em produtos e serviços prestados pelas mais diversas marcas. E tudo isso é feito na esperança de que elas escutem as queixas e resolvam esses "pepinos".
Pensando nisso, três amigos da cidade de Bauru, no interior de São Paulo, decidiram dar uma força a esse tipo de reclamação. Ricardo Falasca (@ricardofalasca) Maurício Fodra (@fodra) e Fernando Cordeiro (@nandocordeiro) lançaram neste ano o #FezFail, site que compila todas essas reivindicações no mesmo lugar. A página mostra as empresas que mais foram vinculadas à hashtag #fail - que significa "fracasso". Entretanto, a página que chama mesmo a atenção é de #CagadasEmTempoReal diretamente do Twitter. Além do acompanhamento da hastag, todas as semanas, o #FezFail gera um gráfico mostrando quais são as empresas mais (mal) faladas.

sábado, 25 de junho de 2011

REDES SOCIAIS: UMA NOVA FERRAMENTA AO MARKETING DAS PEQUENAS EMPRESAS

Na última terça-feira, realizei uma palestra na Distrital de Santo Amaro da Associação Comercial de São Paulo a pedido do SEBRAE-SP. Sabe aquelas noites muito especiais em que parece que você está cercado de novos amigos que compartilham aprendizado e desejam crescer juntos?
Pois é. A noite foi exatamente assim. Ficamos juntos bem mais tempo do que o esperado (agradeço mais uma vez aos que estiveram por lá) e a conversa rendeu várias reflexões posteriores. 
Falar sobre redes sociais como nova ferramenta de marketing para os pequenos negócios é sempre muito gostoso. Cada vez que tenho essa chance, aprendo mais um pouco e percebo o quanto essa nova (nem tão nova assim) modalidade de relacionamento digital ainda é desconhecida para tanta gente.
O tema deve ir além do discurso sobre a inserção das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas, mas sim falar sobre o relacionamento entre as PESSOAS.  Afinal, uma poderosa conversação global começou. Através da internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como um resultado direto, mercados estão ficando mais espertos — e mais espertos que a maioria das empresas.” (The Cluetrain Manifesto)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UM NOVO RG


O Twitter ganhou mais uma seguidora: Isabella, filha do jogador de futebol Kaká. Caçula “do meia” do Real Madri e de Carol Celico, a criança veio ao mundo à menos de um mês (23 de abril), em São Paulo, e já nas primeiras horas de vida ganhou seu próprio endereço no microblog, @IsabellaCLeite, fazendo companhia ao irmão mais velho de 3 anos, Luca (@LucaCLeite), e a Lorenzo Gabriel, de dois meses, filho da ex-Mick Jagger Luciana Gimenez.
Pelo visto, foi-se o tempo em que um nascimento ficava restrito a lembrancinhas e álbuns, com direito a fotos do primeiro banho. Hoje, bebê que é bebê já tem  domínio virtual. Não estou dizendo que seja obrigatório ter perfil no Twitter, no Facebook, no Orkut, no MySpace, no TYMR ou no LinkedIn. Mas, temos de admitir que o mundo virtual ganhou novos contornos.
Ter apenas uma conta de e-mail tornou-se obsoleto para quem deseja ficar por dentro de tudo – incluindo conteúdo sobre empresas, produtos, serviços, programação cultural, oportunidades de trabalho, aprimoramento profissional ou apenas sobre o "casamento do príncipe William".
Apesar de alguns acharem que é melhor não entregar-se à tecnologia do compartilhamento de informações, sobretudo em redes de relacionamento, alegado ausência de privacidade, há os que dominam bem o assunto e utilizam as ferramentas virtuais para promover-se, fazer novos contatos, incrementar a carteira de clientes e, sobretudo, provar que acompanha o “andar da carruagem”. É possível viver a contemporaneidade sem prejuízos, sem tirar vantagem e sem ferir ninguém.
As empresas que trabalham com produtos voltados ao público feminino são um bom exemplo disso. Um estudo recente divulgado pela agência internacional eCMetrics aponta que as mullheres são as que mais produzem conteúdo em redes sociais, com predominância da faixa etária dos 18 aos 24 anos e por isso, investir nessa ferramenta de marketing e comunicação com a "mulherada" pode ser o diferencial para negócios com produtos para esse nicho.
O estudo aponta também que 62% dos consumidores on-line têm perfil em alguma rede social, o que, de certa forma, justifica o significativo crescimento de corporações especializadas em E-commerce (venda pela Internet) e a ampla comercialização de espaços publicitários na rede mundial de computadores.
Este cenário, que contempla o desenvolvimento cibernético e que seduz até mesmo recém-nascidos, demonstra que estamos entrando “pra” valer na era da transformação da informação. Ela atribui importância a uma nova espécie de RG ao cidadão, a uma nova forma de consolidar uma identidade e de permitir o nosso acesso a um mundo repleto de oportunidades. Pense nisso!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS E NEGÓCIOS



Com a quebra de barreiras físicas que a internet promoveu globalmente, ficou muito mais fácil e rápido obter acesso à informação. Na rede, clientes conectados ganharam mais poder de barganha e agora tomam decisões que incidem na reputação dos fornecedores, influenciando e sendo influenciados por outras pessoas que trafegam no meio online.
Depois de participar de eventos como a “Campus Party” e o “Social Media Week” em São Paulo, tenho refletido muito sobre quais seriam as melhores práticas nessa área com relação às pequenas empresas. Afinal, se o assunto é negócio, não dá para termos uma visão utópica sobre ferramentas, plataformas e sistemas.
As palavras de ordem nesses eventos são: engajamento, marketing de experiências, disposição para ouvir, estratégias orientadas a partir do comportamento dos usuários, não ser superficial, ter o que dizer, relacionamento, etc.
Perfeito e suficiente se você for uma pessoa física querendo mergulhar nesse mundo. Entretanto, no caso das empresas, não basta. Seja online ou offline, o segredo do sucesso de uma empresa está naquilo que ela tem a oferecer ao seu cliente.
Sua empresa não terá seguidores no Twitter ou fãs no Facebook porque você construiu um bonito perfil. Seus clientes estarão ao seu lado apenas se você tiver bons produtos ou serviços a lhes oferecer. Simples assim.
Veja o caso da Apple: mesmo com uma mínima presença nas redes sociais, ela sempre é citada como referencial em produtos e estratégias de negócio. Se me perguntarem por que, a resposta que me vem à cabeça é: “em função dos produtos que oferecem”.
Por isso, se o jardim da sua casa ainda não estiver com flores, não abra o quintal para receber visitas. Traduzindo: não adianta se lançar no mundo digital apenas para aproveitar o modismo.
Lembre-se que você pode não ter a estrutura necessária para suprir as demandas ou que o target do seu negócio pode nem estar conectado à internet, mas sim passeando pelas ruas. Uma ação em rede não surtirá nenhum efeito e a causa não serão as ferramentas, mas a estratégia escolhida por você.
Isso não quer dizer que eu seja contra as mídias sociais, apenas acredito que o lucro de uma empresa não se dá em função delas, mas sim pela preocupação em oferecer bons produtos e um bom atendimento ao seu cliente. Esteja ele onde estiver.
E se você, empresário que acompanha o Lounge Empreendedor, acredita que é a hora de aproveitar esse momento, tenha clareza do objetivo que deseja atingir. Pode ser melhorar a reputação do negócio, ampliar o mix de marketing, inovar, reduzir custos na aquisição de novos clientes, melhorar o relacionamento, etc.
Só a clareza do objetivo poderá garantir a efetividade de sua entrada nesse mundo. Chegar a 1 milhão de seguidores pode torná-lo popular, mas não garantirá a conversão dos resultados do uso das mídias sociais em valor ao seu negócio.

Publicado no Caderno Opinião - Mogi News
12 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

UM MERCADO EM REDE



Tenho pensado muito em como compartilhar no Lounge Empreendedor todos os dias vividos na Campus Party 2011 durante a última semana. Ontem resumi no meu perfil no twitter a sensação pós-#cpbr4: "Fichas caindo... Idéias pipocando... Oportunidades se revelando... #cpbr4 dando frutos."
Entretanto, hoje pela manhã, @samegui me surpreendeu com uma pergunta:
Vale a pena você deixar sua opinião também.
Essa foi a minha resposta:

Sam
Essa é uma discussão que realmente não pode (e não deve) terminar no último dia da Campus Party e nem nossos blogs.
O evento serve para revermos velhos conceitos, abrir os olhos daqueles que vêem o universo geek como um “mundo a parte” e repercutir a necessidade de novos modelos de negócio para essa turma que sai do bando da escola com o desejo de trabalhar sem necessidade ter emprego.
Vivemos um novo momento para o empreendedorismo. E não existe uma receita de bolo que sirva para todo mundo.
Ter ou não ter investidor? Eis a questão muito discutida durante a Campus Party 2011.
Essa escolha dependerá do modelo e da maturidade da proposta de negócio.
Concordo com a Maria Carolina (@mariacarol da @kingolabs) sobre a dependência de sócios, mas existem possibilidades de contrato que podem alavancar uma idéia sem a dependência societária. Fica claro que viveremos uma bolha de possíveis investidores em start-ups (quem visitou o espaço #campuseirosempreendem ou #campuseirosinovam percebeu isso) e que aproveitar essa onda dependerá de preparo de quem quer marcar uma nova era de negócios.
Minha certeza é que empreender será sempre um ato de fé! E para o empreendedor digital que deseja estar na vanguarda, uma fé muitas vezes solitária.
Conversei com muita gente com boas idéias durante a Campus Party, mas boas idéias não significam bons negócios. É preciso focar no cliente, no diferencial que será oferecido, na utilidade, na escalabilidade... Enfim, é preciso planejar, SIM! Sem o rebuscamento e sem a confusão dos planos de negócio tradicionais, mas com algum conhecimento que reduza o risco e favoreça o sucesso do negócio.
Na “solidão empreendedora digital” encontrar o bom senso entre o fazer e o planejar é o desafio! É mais ou menos como transpor o caos aparente de 6.000 pessoas na escuridão para o sucesso que foi a Campus Party 2011.
Que venha a quinta edição. Eu estarei lá, com certeza!
Beijo
Ana Maria Coelho
@anamariacoelho

E para você, leitor do Lounge Empreendedor, quais são as chances de aproveitar esse mercado em rede?

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!



ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

sábado, 12 de dezembro de 2009

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

O mundo digital está repleto de comunidades para os mais diversos fins – troca de informações, diversão, propaganda política e por que não, para a realização de negócios.
Trata-se de um mundo absolutamente novo para muitas pequenas empresas, mas também um mundo muito atraente para a conexão com clientes que provavelmente você não conheceria se não fosse pela web.
A diversidade de plataformas disponíveis para relacionamento: twitter, facebook, linkedin ou orkut mostra a rapidez com que sua prática vem sendo apropriada. Você não conhece nenhuma dessas redes? Então, precisa urgentemente conversar com seus filhos, sobrinhos e principalmente, com seus clientes.
Com milhares de usuários, as redes sociais estão se convertendo em um grande motor de arranque para empresas que desejam acessar rapidamente consumidores com interesse em adquirir seus produtos ou simplesmente para conhecer o que o cliente espera e como quer comprar.
Usadas a princípio para o lazer, hoje elas servem de interface para conversas entre empresários e fornecedores, parceiros ou clientes e justamente por isso, foram reconhecidas como um grande e eficaz instrumento de comunicação. Imaginem que segundo um estudo da Nielsen - 66,8% dos internautas no mundo passam seu tempo na internet em redes sociais contra 65,1% que ficam à frente do e-mail.
Mas para trocar o e-mail e passar a aproveitar o potencial das redes, é necessário entender uma importante lição: esse é um canal de mão-dupla onde você irá “falar”, mas deve estar disposto também a “ouvir”. Se tratar o cliente virtual com descaso, passará a impressão de uma empresa desorganizada e desinteressada.
O fundamento principal das redes sociais é o relacionamento! Por isso, não utilize-a apenas para fazer propaganda. O empresário que decidir entrar nesse mundo tem que estar disposto a interagir e a criar sua imagem virtual que depois de construída, se não for devidamente cuidada, pode prejudicar também a imagem real e física da sua empresa.
Por isso, é preciso cautela e treinamento para fazer bom uso dessas ferramentas, alinhando expectativas e usando linguagem apropriada.
Quando estiver na rede, torne-se efetivamente relevante! Pequenas e grandes empresas têm o mesmo tamanho nas redes sociais. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande, basta ser relevante. Tenha conteúdo, divulgue idéias e opiniões e ofereça qualidade. Dessa forma, as pessoas procurarão saber mais sobre o seu negócio e você, além de um porta-cartão lotado, terá também seguidores dispostos a saber mais sobre suas propostas.
Conecte-se e boa sorte!
Ana Maria Magni Coelho
Publicado na página Opinião - MogiNews
12 de dezembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

COLOQUE SUA EMPRESA EM UMA REDE SOCIAL


Fazer network deveria ser parte da descrição de perfil de qualquer espaço ocupacional das carreiras contemporâneas. Os melhores negócios são aqueles que vêm por indicação e certamente, indicação vem de algum tipo de network em nossas vidas.
O mundo real está cheio de oportunidades para você fazer network, isso é assunto de mercado há algumas décadas e na verdade, esse tipo de relacionamento é tão antigo quanto a história da humanidade. Desde o início da civilização, as redes de relacionamento e as conexões entre as pessoas foram responsáveis pelas grandes conquistas e principais objetivos sociais, econômicos, políticos e, porque não, de negócios.
Hoje, qualquer espaço é propício a criação de um novo relacionamento: desde a reunião de condomínio do seu prédio, passando pelos treinamentos que você participa até reuniões internas na empresa.
Entretanto não podemos ignorar as novas tecnologias. Não basta trocar um cartão, devemos estar atentos as novidades no mercado, e neste caso, tirar proveito da internet é uma boa maneira, mas exige cautela e estudo. Não podemos “cair de pára-quedas”, mas chega um momento que apenas acompanhar de longe também é pouco, afinal essa pode ser a sua nova estratégia de negócio. As redes sociais ganharam o mundo.
Atualmente, empresas e organizações reconhecem nas redes sociais um grande e eficaz instrumento de comunicação. Usadas a princípio para o lazer, as redes servem de interface para conversas entre empresários e fornecedores, parceiros e clientes
Freqüentadas por dois terços da população global da internet, as redes sociais tornaram-se mais populares que o e-mail, segundo um estudo da Nielsen - 66,8% dos internautas no mundo passam seu tempo na Internet em redes sociais contra 65,1% que ficam à frente do e-mail.
Se sua empresa ainda não desenvolveu uma estratégia para divulgação do seu negócio através das redes é melhor começar logo. Quanto mais conexões seu negócio conseguir desenvolver, maiores serão as chances de aparecerem novas oportunidades. Seja para divulgar um novo produto, uma demanda, uma necessidade de parceria, ou manter seu cliente antenado às mudanças.
Mas para que isso aconteça não basta apenas se cadastrar no Orkut, twitter ou criar um blog, afinal de que adianta criar uma comunidade se ninguém participa?
O acompanhamento de sua assinatura é de vital importância para manutenção da imagem da empresa junto aos clientes e possíveis clientes. Uma vez criada uma identidade digital, o vínculo que ela cria com a identidade "física" é enorme. Se tratar o cliente virtual com descaso e sem atenção, com certeza passará a impressão de uma empresa desorganizada e desinteressada nos seus processos. Não cuidar da imagem virtual, depois de construída, é prejudicar também a imagem real e física da sua empresa.
Além de disponibilidade para quando chegarem novas mensagens que exijam sua resposta é importante que você consiga trazer para seu lado pessoas importantes, com uma boa rede de contatos, que possam lhe ajudar a multiplicar sua mensagem para outras redes. Desta maneira, isso vai ampliar a visibilidade de suas comunicações.
Para isso, como em qualquer outra fase de planejamento do seu plano de marketing é importante que você defina bem o perfil de público que você deseja manter contato em sua rede. Não adianta ter mil seguidores, se eles não puderem ajudá-lo a transformar isso em negócios para sua empresa.
Segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte nos EUA, 30% dos executivos americanos considera as redes sociais parte de sua estratégia de negócio, e hoje, 11% das empresas da pesquisa já patrocinam grupos no facebook. Outra pesquisa informa que o Brasil está entre os cinco países que mais acessam o twitter. Por isso, se você demorar mais alguns meses para começar a trabalhar sua estratégia em redes sociais já estará atrasado.
E lembre-se: cada rede tem seu valor e utilidade. Toda empresa deve olhar para elas com carinho, com atenção e com visão futurista e empreendedora, pois certamente há muita informação que pode incrementar o seu negócio e muitas oportunidades a serem aproveitadas.
Talvez alguns profissionais de grandes empresas possam se dar ao luxo de dizer que "não precisam de network". Agora, quem trabalha em pequenas empresas não pode se dar ao luxo de esperar os clientes baterem na sua porta.
Nas redes virtuais, os pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande para vencer, basta ser relevante. A melhor forma de usar as redes sociais em prol do seu negócio é utilizando esses meios para divulgar suas idéias e suas opiniões. Ofereça conteúdo de qualidade e as pessoas procurarão saber mais sobre sua empresa e o seu negócio.
Enfim, seja lá qual for o seu ramo de atividade, você vai encontrar atualmente uma comunidade virtual onde você poderia se plugar e começar a discutir os seus negócios, arrumar novos clientes ou parceiros. E se você não encontrar a comunidade que você gostaria que existisse, CRIE a comunidade você mesmo, e a lidere.
Apenas não fique desconectado. Ter uma boa network hoje vai além de ter um porta-cartão lotado é também ter muitos e fiéis seguidores.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado na Edição n.º 04 da Arena Empresarial
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