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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

SEGURA COMEÇOU O SOCIAL GOOD BRASIL

Social Good Brasil 
-- Conectados Transformamos --


Para quem acompanha o Lounge Empreendedor, não é segredo a minha admiração pelo diretor de marketing da IBM Brasil, Mauro Segura. Adoro o blog A Quinta Onda, adoro a forma como ele encara o “pseudo” poder das mídias sociais e o real poder da comunicação colaborativa e da transformação do mundo dos negócios.
Pois, então... Foi com ele que o ciclo de palestras do Social Good Brasil começou na noite do dia 06 de novembro em Florianópolis.
Que vivemos a era da tecnologia pervasiva tenho certeza que ninguém mais duvida. Talvez nem todos saibam o que pervasiva vem a ser, mas fica mais simples se eu disser que significa que estamos o tempo inteiro conectados, que vivemos com algum aparelho que nos liga à internet na mão, seja no show, no trabalho, no banheiro ou na própria palestra. Vivemos o tempo da computação social.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É SÓ O COMEÇO!



Estar no lugar certo na hora certa. É exatamente asssim que me sinto quando o assunto é Social Good Brasil.
O seminário começou ontem com o maior espírito colaborativo com a dupla Fernanda Bornhausen Sá e Lúcia Dellagnelo, contando como idealizaram o Social Good e o ciclo de palestras no Brasil. A emoção estava presente não apenas na fala, mas em grande parte das pessoas que sentiam ali uma excelente perspectiva de atuar como atores de vanguarda a respeito de uma proposta de inovação social.
Como a Fernanda, acredito que cada um dos presentes na grande plateia do #SocialGood BR, “acreditamos que a tecnologia é um meio poderoso para transformar a sociedade e impulsionar uma mudança social positiva. Conhecemos pessoas e organizações incríveis que também acreditam nisso e estão fazendo acontecer”. A tecnologia é um meio para um fim maior. A rede é feita de pessoas e são elas que estão transformando a sociedade a cada minuto com microações que juntas podem se tornar grandiosas. Se alguém ainda duvida, certamente ficará para trás. Temos que perder o medo das tecnologias e do poder distribuído para, generosamente compartilhar nossos saberes e recursos (como isso faz sentido pra mim!)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É AMANHÃ!

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é conseqüência
-- Albert Einstein --


Amanhã começa o Social Good Brasil. O primeiro dia do seminário apresentará a discussão “um novo mundo, novas tecnologias e formas de impacto social”. Com a abertura às 19h, a programação integra o painel com a presença de Simon Mainwairing, consultor de empresas como Google, General Motors e Gucci e autor do livro “We First”, indicado como “Best Marketing Book de 2011” pela strategy+business, “Top 5 Marketing Book de 2011” pela 800-CEO-Read e “Top 10 Business Book of 2011” pela Amazon; e Mauro Segura, autor do blog “A Quinta Onda” e diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil. Os convidados irão debater sobre o comportamento e comunicação na era da sociedade digital. Não posso dizer que é o meu painel mais esperado, mas ouvir Mauro Segura é sempre um prazer pra mim. Uma vez, conversando com uma amiga, eu disse que se pudesse escolher ser liderada por alguém por um mês para sentir a experiência, esse “alguém” seria o Mauro. Acho o cara genial, sem ser “boring” ou “estrela” demais! Sem contar que eu teria uma experiência e tanto na IBM Brasil :-)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL


Imagem de Luciano Martins - Embaixador do Social Good Brasil

E, de repente, a vida da gente vem e nos faz uma surpresa... Há alguns meses, participei – encantada, confesso – do Festival de Idéias promovido pela Fundação Telefônica e  Instituto C&A. Achei tudo muito bem organizado, adorei conversar com os empreendedores, com os jovens inovadores e com os amigos que encontrei naquele dia.
Saí de lá repleta de boas idéais para transformar meu próprio ambiente de trabalho (Opa! Seria essa também a intenção do encontro?!?) e com a cabeça fervendo pelas oportunidades de negócios vislumbradas ali.
Sim... o mundo está repleto de oportunidades basta abrir a mente e não apenas os olhos!
E então, depois de meses em uma busca incessante por algo que trouxesse um bom tema para retomada ao Lounge Empreendedor, recebi um delicioso convite da querida Samantha Shiraishi (@samegui) para levar o blog para a cobertura do Social Good Brasil que acontecerá de 06 a 8 de novembro em Floripa.
Se você ainda não sabe o que é o Social Good Brasil é um movimento que acredita no poder do uso das tecnologias, das novas mídias e do pensamento inovador para unir as pessoas na solução de problemas sociais. E na verdade, esse é um programa de todos nós!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

COPA DO MUNDO E AS PEQUENAS EMPRESAS

A mil dias do início da Copa de 2014, o Sebrae fortalece sua ação junto as pequenas empresas e promove uma série de eventos com empresários nas 12 cidades-sede para divulgar os números locais de um levantamento da Fundação Getulio Vargas sobre 456 oportunidades de negócios que surgirão com o mundial.  Cerca de 6,8 mil empresários já participaram dos seminários em todo o Brasil.
Em 2014, São Paulo será muito mais do que a capital do turismo de negócios no Brasil. A cidade deve receber, segundo o Ministério do Turismo, cerca de 258 mil turistas estrangeiros e aproximadamente 1,2 milhão de visitantes de todo o país. Estima-se que cerca de 300 mil micro e pequenas empresas paulistas, de todos os setores, terão chances de crescimento econômico com a chegada do mundial de futebol.
O Mapa de Oportunidades de Negócios para Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede é um levantamento inédito e pode abrir os olhos daqueles que ainda sonham em iniciar um negócio próprio ou incrementar o seu negócio atual em decorrência da Copa do Mundo de 2014 (antes, durante e após os jogos do mundial). O setor de comércio concentra 51% das possíveis oportunidades, seguido pelo de serviços (30%) e indústria (19%).

quinta-feira, 21 de julho de 2011

BELEZA, UM RENTÁVEL NEGÓCIO

"A beleza é uma carta aberta de recomendação."
(Arthur Schopenhauer)


Não há dúvidas sobre o quanto é bom ter 50 anos e aparentar apenas 40. (Confesso que já me contento em aparentar uns 5 anos a menos que os meus atuais 3.5).
Mulheres possuem inúmeras armas para retardar a chegada dos indesejáveis sinais da idade e homens, a menos que desejem, já não precisam fazer valer a máxima da hereditariedade e circular em sociedade com fios de cabelos a menos.
Gorduras localizadas continuam sendo aniquiladas com a ginástica, mas também já podem ser combatidas com tratamentos estéticos cada vez mais eficientes, potencializados, é óbvio, por cosméticos avançados e igualmente funcionais, sem a necessidade do suor e do desgaste da malhação.
Eis o mercado da beleza e suas inúmeras possibilidades... Um mercado que faz girar a engrenagem da economia mundial e que tem movimentando bilhões de dólares por ano.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

FRANCHISING EMPRESARIAL: COMO ESCOLHER SUA FRANQUIA


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Quando o assunto é iniciar um novo negócio, muitos empreendedores buscam franquias como uma opção de maior segurança e retorno garantido. Entretanto, antes de seguir adiante nesta escolha, é fundamental que o empreendedor tenha uma visão geral dos aspectos que envolvem o negócio e a marca para tomar as decisões corretas e evitar futuras decepções.
Franquia ou franchising empresarial é o sistema pelo qual o franqueador cede a um terceiro, o franqueado, o direito de uso da marca e de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de seus produtos ou serviços. Eventualmente, o franqueador também cede ao franqueado o direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou de sistemas corporativos de gestão.
Mas por onde começar sua caça à informação?

terça-feira, 29 de março de 2011

COPA DO MUNDO PARA AS EMPRESAS


Uma entrevista coletiva realizada no Rio de Janeiro nesta terça-feira (29) revelou que a Copa do Mundo pode elevar a fatia percentual de contribuição das pequenas empresas no PIB Brasileiro. Existem 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas em quatro setores da economia.

Rio de Janeiro - Quem tem conhecimento vai para frente e fará belos gols. Segundo o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, essa é uma das principais constatações do ‘Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede’, divulgado pela instituição nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro. De acordo com Barretto, tornar as pequenas empresas mais competitivas para aproveitar as 448 oportunidades de negócios identificadas pelo mapeamento será o grande legado da instituição.
O estudo identificou oportunidades na construção civil, turismo, tecnologia da informação e produção associada ao turismo. Ainda no primeiro semestre de 2011, serão mapeados mais cinco setores: agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços. Clique aqui para ler o estudo completo.
“O grande ganho será ver em 2014 as pequenas empresas mais preparadas, com melhores índices de competitividade, inovadoras e sustentáveis, superando os 20% que hoje o segmento representa no Produto Interno Brasileiro (PIB)”, afirma. Para acelerar esse processo de inteligência competitiva nas empresas, a partir de maio, o Sebrae dará início a um ciclo de encontros de negócios nas 12 cidades-sede, sendo um por cada localidade, a começar pelo Rio de Janeiro e Natal.
Nesses encontros, serão trabalhadas as atividades priorizadas pelos estados que irão sediar o evento esportivo, com a participação de empresários (fornecedores e compradores de produtos e serviços), associações de classe, bancos de financiamento e outras entidades. “Trabalhar o encadeamento produtivo será o principal foco do Sebrae. Isso gera oportunidades e negócios. Vamos realizar grandes seminários e rodadas de negócios. Não adianta o Sebrae reunir essas informações e não dialogar nas pontas ”, diz Barretto.
O mapeamento é uma das ações previstas no Programa Sebrae na Copa de 2014. Os recursos previstos pela instituição - cerca de R$ 80 milhões - serão aplicados em programas de consultoria, inovação e acesso a mercados, como o Sebrae Mais, Sebraetec, Agentes Locais de Inovação (ALI) e Centrais de Negócios. Para atender à demanda, novas soluções também poderão ser criadas.
As 448 oportunidades de negócios foram extraídas de uma lista de atividades nas quais essas empresas podem empreender com grande chance de sucesso. Esses segmentos incluem as compras governamentais (com as garantias previstas na Lei Geral da Micro e Pequenas Empresas) e os negócios diretamente com o mercado – que representam a maior parte das oportunidades.
Sobre esse aspecto, o presidente do Sebrae citou o Projeto de Lei Complementar 591/10, em tramitação na Câmara dos Deputados. Entre as alterações previstas no PLP está o aumento do limite da receita bruta anual das microempresas para inclusão no Simples Nacional de R$ 240 mil para R$ 360 mil, das pequenas empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões e do Empreendedor Individual, de R$ 36 mil para R$ 48 mil. Leia mais sobre o PLP 591/10 aqui.


Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851/ 3243-7852/ 8118-9821
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
twitter.com/sebrae
facebook.com/Sebrae

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

UM MERCADO EM REDE



Tenho pensado muito em como compartilhar no Lounge Empreendedor todos os dias vividos na Campus Party 2011 durante a última semana. Ontem resumi no meu perfil no twitter a sensação pós-#cpbr4: "Fichas caindo... Idéias pipocando... Oportunidades se revelando... #cpbr4 dando frutos."
Entretanto, hoje pela manhã, @samegui me surpreendeu com uma pergunta:
Vale a pena você deixar sua opinião também.
Essa foi a minha resposta:

Sam
Essa é uma discussão que realmente não pode (e não deve) terminar no último dia da Campus Party e nem nossos blogs.
O evento serve para revermos velhos conceitos, abrir os olhos daqueles que vêem o universo geek como um “mundo a parte” e repercutir a necessidade de novos modelos de negócio para essa turma que sai do bando da escola com o desejo de trabalhar sem necessidade ter emprego.
Vivemos um novo momento para o empreendedorismo. E não existe uma receita de bolo que sirva para todo mundo.
Ter ou não ter investidor? Eis a questão muito discutida durante a Campus Party 2011.
Essa escolha dependerá do modelo e da maturidade da proposta de negócio.
Concordo com a Maria Carolina (@mariacarol da @kingolabs) sobre a dependência de sócios, mas existem possibilidades de contrato que podem alavancar uma idéia sem a dependência societária. Fica claro que viveremos uma bolha de possíveis investidores em start-ups (quem visitou o espaço #campuseirosempreendem ou #campuseirosinovam percebeu isso) e que aproveitar essa onda dependerá de preparo de quem quer marcar uma nova era de negócios.
Minha certeza é que empreender será sempre um ato de fé! E para o empreendedor digital que deseja estar na vanguarda, uma fé muitas vezes solitária.
Conversei com muita gente com boas idéias durante a Campus Party, mas boas idéias não significam bons negócios. É preciso focar no cliente, no diferencial que será oferecido, na utilidade, na escalabilidade... Enfim, é preciso planejar, SIM! Sem o rebuscamento e sem a confusão dos planos de negócio tradicionais, mas com algum conhecimento que reduza o risco e favoreça o sucesso do negócio.
Na “solidão empreendedora digital” encontrar o bom senso entre o fazer e o planejar é o desafio! É mais ou menos como transpor o caos aparente de 6.000 pessoas na escuridão para o sucesso que foi a Campus Party 2011.
Que venha a quinta edição. Eu estarei lá, com certeza!
Beijo
Ana Maria Coelho
@anamariacoelho

E para você, leitor do Lounge Empreendedor, quais são as chances de aproveitar esse mercado em rede?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

MAIS QUE PRODUTO


Ninguém vende produtos. Calma! Não enlouqueci quando decidi escrever a coluna dessa semana.
Por mais tangíveis que sejam as roupas, panelas ou equipamentos, empreendedores vendem a satisfação da expectativa que o cliente tem em vestir-se bem, fazer uma boa refeição à sua família ou assistir um bom filme na televisão. Longe de ser tangível, essa satisfação é extremamente particular e requer muita credibilidade para ser transmitida e incorporada às suas vendas.
Bom atendimento, qualidade do produto, suporte e assistência técnica podem ser determinantes para definir a idéia de excelência na mente do seu cliente.
Ser excelente é ser tão bom quanto você possa ser e melhor do que o seu cliente espera de você. Significa estabelecer novos referenciais de desempenho e inventar seu próprio futuro em vez de apenas tentar predizê-lo.
A razão de qualquer negócio é a realização dos desejos de seus clientes, inclusive seus clientes internos. Por isso, busque fazê-los prosperar, satisfaça plenamente suas expectativas e crie um ambiente de trabalho onde os funcionários possam contribuir, desenvolver-se, crescer e ser justamente recompensados pela contribuição ao rendimento de seu negócio.
Se um empreendedor falhar em um dos três elementos, comprometerá sua competitividade ou não sobreviverá. Produtos são facilmente substituídos, serviços não.
Não há lugar para a acomodação. A busca constante da inovação e da diferenciação garante um sucesso de vendas mais perene.
Os grandes desafios para a diferenciação dos serviços estão na compreensão total do cliente e de suas necessidades, inclusive aquelas não verbalizadas quando ele parece simplesmente escolher uma nova blusa para o final de semana.
Construa um relacionamento ativo com sua carteira de clientes: saiba seu nome, sua cor preferida e o tamanho de suas roupas. Mantenha um banco de informações atualizado a seu respeito e utilize-o. Lembre-se que dados inseridos em planilhas do computador só serão úteis quando consolidarem novas vendas.
Alem disso, transforme seu cliente em seu parceiro e ofereça experiências em que ele possa interagir com sua equipe de vendas, dar opinião e decidir sobre algumas questões do seu negócio.
Finalmente, torne o cliente a causa número um de sua venda. Desde o funcionário menos graduado até o presidente da empresa devem sentir a importância de sua função para o sucesso da realização do cliente.
Forneça informações, não minta e quando os problemas aparecerem busquem soluções conjuntas. Qualquer atividade empreendedora só crescerá se tiver como base seus clientes. Afinal, não há negócio sem cliente!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
05 de agosto de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

FÉRIAS, PARA QUÊ?

Hoje começam as férias escolares de julho!

Enquanto alguns se desesperam sobre o que fazer com os seus filhos durante esses dias; outros aproveitam a ocasião para empreender alguma oportunidade que o inverno traga consigo: seja de descanso ou de exploração negócios sazonais.

Na verdade, a cada dia que passa, percebemos que as fronteiras entre o que é trabalho, lazer e prazer praticamente não existem mais. Quando Domenico de Masi fala em Ócio Criativo, ele não se limita aos eventuais benefícios do tempo livre: ele se refere ao trabalho, aprendizado e prazer se misturando cada vez mais, resultando em idéias e ações criativas. Por isso, que tal pensar em um período de férias produtivo?

Incrementar sua loja com artigos de inverno, servir um cardápio diferenciado ou capacitar a linha de frente do seu atendimento podem ser ótimas estratégias para aproveitar as férias para aumentar o seu faturamento.

Além disso, é possível pensar em alternativas de negócios com tempo certo para terminar: oficinas de contar histórias, de pintura ou de culinária para as crianças são nichos interessantes e para os quais muitos empreendedores já têm despertado. Outros têm desenvolvido pequenos circuitos turísticos aproveitando o potencial do inverno para toda a família.

Seja qual for a sua escolha, você pode utilizar o espaço de seu próprio negócio ou identificar mecanismos de locação ou terceirização de parte de sua idéia, principalmente se for uma nova experiência.

Negócios sazonais podem permitir que empreendedores descubram novos comportamentos e que exercitem todas as fases de um empreendimento num curto período de tempo. Ao mesmo tempo, novos nichos de negócios podem ser consolidados nas empresas com maior tempo de atividade.

Seja qual for o seu caso, não esqueça a importância do planejamento. Identifique sua vocação e seu interesse pessoal no negócio. Investigue o potencial de consumo de sua nova idéia, pois se não houver clientes prontos a consumir seu produto/serviço, não valerá a pena lançá-lo no mercado. Defina a necessidade de pessoas, faça previsões de venda e de custos operacionais, identifique fornecedores e reflita sobre o quanto você está disposto a trabalhar, afinal enquanto muitos estarão desfrutando o frio do inverno para descansar, você vai suar a camisa, aproveitando a ocasião para aquecer o faturamento de seu negócio.

Sucesso e boas férias!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
01 de julho de 2010

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CINCO COISAS SOBRE EMPREENDEDORISMO QUE NENHUMA ESCOLA DE NEGÓCIOS ENSINA


Como a maioria de vocês sabe, sou uma "twitteira" assídua... Além de escrever muito, costumo abrir quase todos os links que recebo das pessoas que acompanho quando os temas envolvem gestão do conhecimento, liderança, gestão empresarial, empreendedorismo ou inovação.
E hoje descobri esse texto que simplesmente A-D-O-R-E-I e que adoraria ter escrito. Tem tudo a ver com as discussões que venho empreendendo na região sobre uma nova proposta de educação desde o ensino fundamental. A autoria é do Ricardo Jordão fundador da BIZREVOLUTION, escritor, blogueiro, agitador, consultor de marketing e vendas especialista em virar a mesa.... Um cara que QUEBRA TUDO e com quem vivo aprendo virtualmente.
Se você está nas redes sociais, acompanhe também twitter.com/bizrevolution e visite com tempo o site: http://www.bizrevolution.com.br
Mas vamos ao texto com a devida autorização para ser publicado no Lounge:

5 coisas sobre empreendedorismo que nenhuma escola de negócios ensina.

"Eu estudei na escola de propaganda e marketing mais desejada do Brasil: a ESPM. Nos meus quatro anos de ESPM eu nunca fui apresentado a uma matéria chamada EMPREENDEDORISMO. Eu nunca fui apresentado a nenhum tipo de aula sobre como abrir uma agência de propaganda, uma consultoria de marketing ou qualquer coisa do tipo.
Fora as aulas, as palestras esporádicas que a faculdade oferecia aos alunos eram sempre com alguma figura famosa da propaganda brasileira mostrando o seu rolo de comerciais premiados em Cannes. 9,5 em cada 10 amigos que estudaram comigo queriam trabalhar em grandes empresas e grandes agências. O sonho do ESPMer nos anos 90 era virar estagiário do Julio Ribeiro da Talent, mesmo que fosse para trabalhar de graça.
Eu estudei na ESPM no início dos anos noventa, e posso garantir a vocês que nada mudou em 15 anos. Tudo continua igual. A única diferença é que a molecada hoje quer trabalhar na África ou Agência Click.
Eu acredito que as escolas de negócios deveriam ensinar, incentivar, promover e evangelizar o EMPREENDEDORISMO como caminho para os seus alunos serem bem sucedidos na vida.
Mesmo porque a Agência Click tem meia dúzia de vagas de estágio, e a faculdade tem 600 alunos.

Mas o quê exatamente as escolas de negócios deveriam ensinar sobre empreendedorismo?

1. Lidar com as pessoas. No final de uma faculdade de administração de quatro anos, os jovens passam seis meses fazendo um trabalho de conclusão de curso pasteurizado prá daná. A molecada segue o template que o professor recomenda: "fazer um documento completo com visão, missão valores, metas, números, swot, balanced scorecard, análise competitiva, tecnologia, estratégia, balancete etc".
A faculdade ensina que o jovem tem que ter um plano bem feito e bem estruturado para a empresa acontecer, e depois, basta implementá-lo para a coisa toda acontecer. Ledo engano. A escola esquece de ensinar que existe o componente pessoas nas empresas, e que esse recurso pode acabar com o super bem estruturado plano de papel.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Aprender a lidar com seres humanos", onde a molecada será submetida a exercícios de campo onde terão que aprender a influenciar e engajar pessoas de diferentes formações e posições.

2. Ética. A molecada sai da escola sabendo o que são os 4Ps do marketing, mas em nenhum momento são forçadas a refletir sobre as premissas que devem levar em conta ao escolher fornecedores para um determinado produto, formatar políticas de preços para diferentes tipos de clientes, e tratar as pessoas.
A faculdade "ensina" o jovem a desejar crescer na vida, mas não fala nada sobre como crescer fazendo o bem para os outros e para si mesmo. Crescer por crescer é a filosofia da célula do câncer!
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Ganha Ganha Ganha", onde a molecada é obrigada a participar de jogos, simulações e interações sobre a aplicação de diferentes éticas no mundo dos negócios.

3. Ter uma Vida. A grande maioria das pessoas que resolvem se tornar empreendedoras o fazem pensando que poderão levar a vida como bem entender. Infelizmente, 99% vai perceber logo no início que o negócio nunca fecha, e que o empreendedor nunca pode realmente abandonar a empresa na mão dos funcionários.
É incrivelmente difícil você levar uma vida balanceada quando você é dono do seu próprio negócio. Realmente difícil. Mas é possível. Eu conheço gente que consegue, e por isso acredito que é possível.
Família, filhos, estudos, viagens, saúde, exercício para o corpo, exercício para o o espírito são visões da vida que de alguma maneira precisam andar em conjunto com a empresa. É difícil, mas é possível.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Vida Empreendedora" para ensinar os jovens a lidar com as diferentes cobranças que a vida terá sobre quem é empreendedor.

4. Risco. A verdade é que a grande maioria das pessoas entra em uma faculdade na esperança de sair de lá com seguro de vida que lhe garanta emprego, bons salários, mulheres bonitas e status. A grande realidade é que nada é certo, principalmente quando o assunto é empreender.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada "Tudo ou nada" onde a molecada é levada por exercícios que as expõe ao risco de ter tudo ou nada, falar em público, fazer besteira, resiliência e muito mais.

5. Quando investir, e quando não investir. Empreendedor é tudo maluco. O cara visualiza uma idéia e sai fazendo as coisas sem qualquer estudo ou preparo.
O Empreendedor é movido pela paixão, o quê é bem legal, mas, o cara se intrubica como ninguém. Nem tudo é convergente, nem tudo é compatível, nem tudo é necessário. Não é porque você vende cartucho de impressão que você deve vender impressoras.
SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS. Criar uma matéria chamada "Conquistar 50 territórios ou 3 continentes a sua escolha" onde o jovem será levado a aprender a como manter territórios enquanto avança mundo afora."

Obrigada, Ricardo... Espero que novo empreendedores possam ler esses conselhos e que as universidades "acordem" para esse novo modelo de educação.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

BELEZA E SUSTENTABILIDADE


Como criar oportunidades de crescimento sustentável? Garantir um crescimento sustentado de longo prazo é o sonho de qualquer empresa e qualquer economia, mas este é um sonho que não está ao alcance de qualquer um.
Um dos mais importantes atributos que o empreendedor deve ter para isso é a capacidade de interpretar os sinais de avanço da sociedade e buscar formas de antecipar o que está por vir, modelando seu empreendimento para enfrentar novos momentos, exemplo disso é a expansão do segmento de moda, beleza e estética.
Com a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho, o pano de fundo das mudanças nos hábitos de compra de produtos de beleza e higiene começa a se solidificar. Com duas e até três jornadas de trabalho, as trabalhadoras começaram a optar por produtos práticos e acessíveis para todas as classes. E mais: vaidade deixou de ser uma exclusividade das mulheres. Os homens também aderiram aos cremes anti-rugas, massagens e drenagens para modelar o corpo.
O setor de estética praticamente não tomou conhecimento da crise econômica. Clínicas de estética, academias, lojas e indústria de cosméticos, perfumaria e o segmento de venda porta a porta aumentam o faturamento, enquanto embelezam a clientela. E com um público claramente definido e portas abertas no mercado, as oportunidades vão crescendo. E imaginem: com a chegada do Verão, os gastos irão se elevar ainda mais, o faturamento vai engordar e mais empregos serão gerados.
Agregar valor em um segmento muitas vezes tão luxuoso e competitivo pode ser o seu diferencial. Um conceito de negócio que pode render às empresas de beleza e estética é difundir o “ser saudável além da aparência”! E isso envolve a saúde do seu próprio negócio de beleza.
Que tal pensar em práticas de gestão ambiental e social? Pensar processos de melhoria contínua não se enquadra apenas para as indústrias. Seu pequeno salão de beleza, sua clínica de estética ou sua perfumaria pode reduzir o uso dos recursos naturais como água e energia, pode optar por fontes alternativas, pode prevenir a poluição visual, do ar, do solo e reduzir a emissão de sons. Além disso, se você pensar na redução de insumos e na diminuição dos resíduos descartados, seu resultado será no faturamento e no bolso. E como conseqüência, ainda irá reduzir os riscos aos seres humanos e ao ambiente natural. Isso sim é beleza!

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 30 de outubro de 2009 no jornal "O Diário"

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NECESSIDADE ou OPORTUNIDADE?


Meus amigos...
Hoje é um dia muito especial em que passo a colaborar com o jornal O DIÁRIO DE MOGI todas as sextas-feiras... (pena que não está no site, mas juro que é verdade...rs...)
Justamente por isso, passarei a blogar novos conteúdos no mínimo duas vezes por semana para que possamos construir juntos novos conhecimentos em nosso lounge!
Se você quiser dar dicas de assuntos ou quiser mandar as suas dúvidas sobre empreendedorismo, gestão de negócios, inovação ou liderança fique à vontade.
Certamente, irão me ajudar bastante na escolha dos próximos artigos...
Um beijo e espero que gostem do texto de estréia!

NECESSIDADE ou OPORTUNIDADE?

Empreender é uma prática, não é arte ou ciência. É estar à frente de um negócio, fazer mais do que a rotina e gerar riquezas. Para muitos, empreender é a realização de um sonho: o exercício da liberdade e de um propósito de vida. Para outros, fonte de sobrevivência: única alternativa viável, depois de anos de desemprego e relações desgastadas com o mercado de trabalho.
Identificar os motivos que nos levam a assumir novos desafios é fundamental para que o sucesso desse novo caminho dê certo. Seja qual for a sua razão para empreender, compreender o que motiva sua ação rumo a esse novo mundo será determinante para entender o seu próprio comportamento com o mercado. Não espere que os clientes procurem seu negócio para salvar-lhe das dívidas ou porque você não agüentava mais o seu chefe. Clientes querem atender seus próprios sonhos, desejos ou necessidades e o seu produto/serviço deve estar apto a isso.
Por isso, se a sua motivação a empreender estiver mais ligada à sua própria necessidade. Páre!
Analise o mercado, conheça quem serão seus concorrentes, fornecedores e principalmente, se existe alguém disposto a comprar aquilo que você pretende vender. Se você não se sente apto a essa análise sozinho, busque informações e procure especialistas. Um erro básico que muitos cometem é conseguir pessoas que apenas torçam pelo sucesso e não que ajudem a enxergar a realidade como ela é. Lembre-se que abrir um negócio pode não ser a “salvação da lavoura”. Hoje paga-se, aproximadamente, 35% de tudo o que se cria em impostos. Os juros são altíssimos. O país é campeão mundial de causas trabalhistas.
Mas então, empreender é um mau negócio?!? De forma alguma!
Empreender é o caminho da diminuição das diferenças sociais, é a opção para a diminuição do emprego com carteira assinada, é um impulso ao progresso.
Mas é preciso que se avalie oportunidades e que os negócios se iniciem à partir de uma demanda. Resista à tentação do “sair fazendo” e planeje a sua entrada nesse novo mundo. Torne-se um empreendedor por oportunidade, um empreendedor que atende à necessidade do cliente e não apenas a sua necessidade de sobrevivência.
Por mais que você necessite de uma solução para os seus problemas com urgência, procure focar nos objetivos do seu negócio e tenha metas de longo. Observar negócios que estão dando certo, é um excelente jeito de aprender, e uma maneira mais garantida para começar.
E não esqueça de responder uma importante pergunta: Qual a inovação que o seu negócio vai trazer em relação aos seus concorrentes? Talvez a chave para o sucesso esteja aí!

Ana Maria Magni Coelho
Artigo de estréia no Jornal O DIÁRIO DE MOGI
Publicado em 16 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A MARATONA COMEÇOU...


Conforme prometido, no último sábado o artigo publicado no MogiNews foi um compacto de todas as contribuições do meus amigos que através do blog ou por e-mail me encaminharam suas opiniões sobre as olimpíadas 2016.

Sem dúvida alguma, a maratona já começou...

A realização dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, apenas dois anos depois da Copa, trará oportunidades incríveis para o país e junto a elas uma dose imensa de responsabilidade.
Muitas pessoas ainda discutem os prós e contras desse momento sob o argumento da geração de oportunidades versus a corrupção e os problemas sociais do país. Empregos versus a farra com o dinheiro público ou uso demagógico da conquista. O Brasil, potência olímpica futura versus obras que se tornarão elefantes brancos.
Mas teria um evento esportivo a responsabilidade de resolver as mazelas de um país?
Pensar em esporte é pensar em qualidade de vida, desenvolvimento humano, bem-estar do corpo, da mente e, é claro, de famílias, escolas e comunidades.
Se o problema é o medo de que se repitam os erros cometidos nos jogos pan-americanos, que tal começarmos a fiscalizar já? Certamente bilhões de reais atraem os olhos de muita gente e a população deverá controlar mais de perto, exigir transparência e governança, minimizando tanto os desmandos quanto as incompetências.
Temos que aprender com nossos erros e deixar tudo pronto antes do apito inicial. Espero que nossa paixão pelos esportes nos desperte para a cidadania e participação social.
Essa pode ser a chance de o Brasil reverter sua imagem de “país do carnaval e futebol” e ter sua marca respeitada nas questões de política, segurança e economia. Chegou o momento de deixarmos de ser o “país do futuro” para assumirmos um lugar no presente.
Mas para isso é preciso planejamento e monitoramento sistemático de um plano de ação consistente, com objetivos específicos, mensuráveis e atingíveis para que o jogo não seja decidido apenas no quinto set, quando tudo fica mais dramático.
Às micro e pequenas empresas, fica o conselho para buscar informações, avaliar oportunidades que irão surgir com todo o investimento e EMPREENDER e COOPERAR com os benefícios que o futuro pode trazer para desenvolver o turismo brasileiro, para aumentar as divisas do Brasil, para ampliar a economia, para alavancar negócios, para que novas empresas surjam e gerem mais empregos.
Lembre-se também que as recordações que os turistas levam de um país são muitas vezes intangíveis. Um sorriso, um atendimento cordial ou a resolução de uma situação inusitada. Pouco tem se falado sobre a qualidade dos serviços que serão oferecidos, os quais estão em muitos casos, aquém do que se espera nas questões de hospitalidade e receptividade.
Em seis anos, deveremos preparar o país e não apenas o Rio de Janeiro. A largada já foi dada e após os 400 metros com barreiras, espero comemorar a vitória de um Brasil com maior dinamismo econômico, melhor infra-estrutura e, porque não, auto-estima mais elevada.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 10 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

QUAIS SÃO AS OPORTUNIDADES PRA VOCÊ?


Em um mês em que o SEBRAE comemora o mês do empreendedor, o mundo recebe a confirmação do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016!
Muitas pessoas comemoraram durante todo o final de semana, outras verbalizaram os problemas que já conhecemos: “não vai dar certo, vai ser a maior roubalheira, vamos sair dessa sem dinheiro e sem medalhas”.
Confesso que torci muito pelo Rio e que fiquei feliz com o resultado. Afinal, todo país tem problemas e se os nossos estão aí, devemos encará-los de frente. Todo país tem seus defeitos. Se você for a Tóquio, Madrid ou Chicago, verá que lá há tantos defeitos e tanta hipocrisia como no Brasil.
Qualquer evento esportivo não pode ter como intenção a resolução das malezas de um país.
Pensar em esporte é pensar em qualidade de vida, desenvolvimento humano, bem-estar do corpo, da mente e, é claro, de famílias, escolas, comunidades, cidades e até países… mas também significa bilhões de reais que atraem os olhos de muita gente. É um fato!
Se o problema é o medo da corrupção, que tal começarmos a fiscalizar já?!? Grandes eventos trazem grandes responsabilidades e com elas, grande oportunidades. O medo não pode paralisar um povo empreendedor com o nosso!
A realização da Copa em 2014 e das Olimpíadas em 2016, antes de tudo, irá gerar milhares de empregos e trazer muitos benefícios para as cidades envolvidas.
Na próxima semana, quero escrever o artigo sobre o tema e as oportunidades para micro e pequenas empresas.
Que tal me ajudar?!? É o momento de abrir os olhos e trabalhar, avaliar oportunidades que irão surgir com todo o investimento e EMPREENDER e COOPERAR com o que no futuro pode nos beneficiar e trazer melhorias significativas para a cidade do Rio, para desenvolver o turismo brasileiro, para aumentar as divisas do Brasil no mundo globalizado, para ampliar a economia, para empresários alavancarem seus negócios, para que novas empresas surjam, para que mais emprego seja gerado.
Qual é sua opinião sobre o assunto?!?

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