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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A REGRA É CLARA: FAIR PLAY

Em tempos de preparação para a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, a questão da honestidade e ética na preparação dos campeonatos tem sido pauta desde os mais sofisticados encontros de gestores até conversas entre amigos no elevador ou na mesa de bar.
É claro que além da transparência esperada na preparação da estrutura, o esporte traz para as empresas inúmeras analogias: bater recordes, compor times de trabalho, ter jogo de cintura, jogar limpo (ou sujo) nos processos. 
Associar sua empresa a atividades esportivas pode melhorar o comprometimento da equipe, rejuvenescer a marca, aumentar as vendas e/ou ampliar a força da sua imagem. Especialistas afirmam que se o conceito de “fair play” for aplicado no ambiente de trabalho, sua empresa só tem a ganhar.

sexta-feira, 26 de março de 2010

INSUSTENTABILIDADE


Em uma semana em que comemoramos o Dia Mundial da Água e em que aconteceu o 1° Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios, sinto-me impulsionada a escrever sobre sustentabilidade.
Sustentabilidade que no mundo dos negócios possui diferentes dimensões: social na busca por equidade na distribuição de renda para os habitantes de uma região; ambiental no que se refere à utilização dos recursos naturais que são renováveis e na limitação do uso dos recursos não renováveis; econômica na busca por redução dos custos de produção e custos sociais e ambientais; espacial quando se busca um equilíbrio entre a população rural e urbana; e até cultural, pensando na garantia da continuidade das tradições e pluralidade dos povos.
Entretanto, os princípios e práticas do desenvolvimento sustentável, muitas vezes são vistos como conflitantes, pois se as empresas buscam resultados financeiros, aumento de fatias de mercado e, principalmente, sobrevivência e manutenção de sua competitividade, como poderiam também se preocupar com questões de um mundo tão distante de seus balancetes?
Hoje, por pressões sociais ou por restrições impostas pelos grandes varejistas ou pelas normas de exportação, as empresas têm sido forçadas a buscar formas de reduzir seu impacto ambiental e a melhorar sua imagem frente a seus consumidores. O custo ambiental e os problemas sociais que, durante séculos, não foram considerados encargos das empresas por serem tratados como responsabilidade pública, hoje são parte da preocupação de muitos empresários. Afinal, para um futuro sustentável não podemos tornar responsável um único setor. Dependeremos de uma ação responsável e ética de governos, empresas e cidadãos.
Governos deverão assumir seu papel como guardiães do bem comum definindo marcos regulatórios e políticas públicas que privilegiem a sustentabilidade. Empresas, detentoras do poder de transformação e agentes econômicas por excelência, necessitarão minimizar os impactos negativos de suas atividades sobre a natureza e sobre as pessoas, assumir a liderança das transformações necessárias no modelo social e atuar em parceria em prol da reversão da insustentabilidade, reduzindo riscos e maximizando resultados. O tratamento das questões ambientais e sociais como estratégicas pode trazer às empresas benefícios na identificação de novas oportunidades de negócios e a utilização de sua performance ambiental pode ser fonte de vantagem competitiva, auxiliando a empresa a adquirir uma postura mais pró-ativa.
A nós, cidadãos, caberá o dever ético de assumir o papel de agentes transformadores assegurando a longevidade de negócios que gerem trabalho, renda e contribuam para o bem-estar da sociedade. Isto implica em consumir produtos que não causem impactos sociais ou ambientais e, indo além, que contribuam para a recuperação de áreas degradadas ou para a melhoria do desenvolvimento sustentável de uma região.
O fato é que aquilo que vinha sendo feito até agora em termos de sustentabilidade não é mais suficiente. Não é o bastante que marcas façam campanhas ou ações que tenham a sustentabilidade como mote, mas não como valor.
É necessária uma mudança geral!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
26 de março de 2010

sábado, 26 de setembro de 2009

O DESAFIO DA INCLUSÃO


No último dia 21 de setembro, comemoramos importantes datas: Dia do Radialista, Dia da Árvore e ainda, Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.
Vi muito mais ênfase sendo dada ao dia da árvore do que à questão da deficiência e como indutora dos processos de desenvolvimento e de gestão empresarial, confesso que me incomodo. É claro que me importo com as questões do meio-ambiente ou da sustentabilidade, mas é na prática da diversidade incentivada nas empresas e no pluralismo incorporado ao dia-a-dia das cidades, empresas e famílias que podemos conquistar maior igualdade.
Em sua essência, o termo “deficiência” me incomoda para caracterizar pessoas, pois remete sozinho ao processo de exclusão, ferindo os princípios básicos de cidadania e sobrevivência do ser humano.
Desde 1991, existe uma lei no Brasil (lei federal 8213/91) que obriga as empresas com mais de 100 funcionários a contratarem pessoas portadoras de deficiências, o percentual varia de 2% a 5% do número total de funcionários, mas para a inclusão não basta uma lei.
Seu cumprimento ainda não é uma realidade para a maior parte das empresas, pois além do preconceito, os empregadores queixam-se da falta de mão-de-obra qualificada.
Nas escolas, por mais que se trabalhe a inclusão de deficientes, professores e colegas, por vezes, não compreendem suas limitações ou conscientemente zombam. Poucos completam o 2º grau, o que gera uma dificuldade maior para sua entrada no mercado
Com base no argumento de que o nível educacional da maioria desses profissionais é baixo, as empresas resistem ao cumprimento das normas temendo perder competitividade.
Gestores responsáveis, que conseguem excluir o preconceito e a discriminação e aplicar o bom senso em conjunto com a responsabilidade social, não há deixam passar despercebida que as deficiências em nada (ou quase nada) interferem no desenvolver de muitas atividades.
Na verdade, experiências demonstram que é pura vantagem competitiva a contratação destes profissionais. Com muita dedicação, eles desempenham suas atividades, estão dispostos a cumprir metas, objetivos, ordens e solicitações em geral e o absentismo é quase inexistente. Os esforços destes profissionais refletem no aumento da qualidade e da produtividade e corroboram com o marketing social da empresa.
Enfim, nesse sábado, não poderia deixar de falar no dia que muitos nem perceberam que viveram na semana que se encerra. Os projetos de inclusão social devem criar estratégias que resultem em melhores condições de vida para a população, na igualdade de oportunidades para todos, e na construção de valores éticos desejáveis pela sociedade. Esse é o caminho para uma sociedade mais democrática e inclusiva.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 26 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

ÉTICA EMPRESARIAL


Ética é uma dessas coisas que muitos falam e poucos sabem explicá-la. Grandes pensadores da Grécia – Sócrates, Platão e Aristóteles já salientavam a dificuldade de conduzir reflexões sobre o comportamento e a moral. Então, quem sou eu para em poucas linhas tentar explicá-la?
Espero apenas fazê-lo refletir sobre como o comportamento das pessoas é afetado por condições éticas que influenciam a economia e as relações de poder e o empenho de colaboradores, parceiros e clientes nas empresas.
Imagine a situação de um consultor que recebe uma boa idéia de seu time de trabalho e leva à diretoria. Esta se entusiasma pelo projeto e pergunta de quem foi a idéia. O consultor fala a verdade ou aproveita a oportunidade para se promover?
A inadequação de um comportamento auto-interessado pode ser grave quando dá ênfase a direitos e liberdade que são próprios e desconsideram o outro e suas verdades. É claro, que pessoas são livres para empenhar-se por seus direitos e assim também é a micro e pequena empresa. Contudo, é preciso reconhecer a existência de direitos além dos seus.
Aos poucos, a sociedade selecionará “o joio do trigo” e perceberá as empresas que adotam planos e códigos de ética em seu planejamento estratégico e aquelas que sobrevivem na ética da conveniência. O consumidor, cada vez mais, busca uma corporação ética, pois além de seu direito estar assegurado, estará também garantindo seus sonhos e desejos atendidos.
Destaco que a obrigação ética de uma empresa não pode ser confundida com sua obrigação legal de pagar impostos e salários, pois nem sempre o que é de interesse do Estado é também e igual do social, de seus colaboradores e seus parceiros.
Gerar dividendos, atender acionistas e ser ético pode denotar ambigüidades profundas e alguns problemas complexos que passam desde caráter até vontade. Todos desejam o êxito em seus negócios, mas para isso não é necessário agredir, transgredir e usurpar os outros para alcançar objetivos e ganhar visibilidade.
A ética da sociedade e a ética empresarial são inseparáveis. Algumas vezes indistinguíveis. As preocupações diárias com a eficiência, competitividade e lucratividade, não podem prescindir de um comportamento ético. Dever-se-ia pensar na ética todos os dias, em todas as horas, na hora de eleger, na hora de pagar propina, na hora de jogar um lixo na rua, na hora de escolher seus colaboradores. Empresas devem entender que ética não é qualidade; é obrigação, é a sua reputação no mercado!
Por isso, mesmo que ambíguo ou dualista, acredito que o argumento em favor de aproximar economia à ética não pode depender da facilidade de consegui-lo, deve ser um exercício de todos nós fundamentado no mérito das recompensas futuras.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 19 de setembro de 2009

E para refletir um pouco mais... Um vídeo que fala de nossa confiança sendo colocada à prova... Só de sacanagem, esse é mesmo o meu modo de ser: MAIS HONESTA EU VOU FICAR! Minha esperança é imortal... Se não podemos mudar o começo, está em nossas mãos, mudar o final!

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