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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

CARREIRA E EMPREGO

"Há sempre um momento no tempo em que uma porta se abre e deixa entrar o futuro."
Graham Green

Saber o momento certo para mudar de emprego não é fácil. É preciso ver além do salário e dos benefícios oferecidos e ter certeza do caminho que se pretende seguir em longo prazo. Quais são as suas metas? De que forma você pretende se engajar na sua profissão?
A verdade é que uma grande parcela dos jovens que chegam ao mercado de trabalho não faz distinção entre emprego e carreira. Muitos chegam às empresas planejando ficar apenas alguns meses no cargo. Outros não conseguem visualizar as etapas necessárias para transformar a oportunidade do emprego em um importante passo à carreira. A busca por resultados imediatos e, normalmente por aumento de salário, pode encerrar ciclos profissionais prematuramente.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FEEDBACK


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Feedback é um termo da eletrônica que significa retroalimentação. No processo de desenvolvimento de pessoas e aprimoramento de competências interpessoais, feedback é um processo de ajuda mútua para mudança ou reforço de determinados comportamentos.
Podendo se valer de diferentes fontes, o feedback tem sido um dos mecanismos centrais para o gerenciamento de desempenho de equipes dando ferramentas aos líderes para orientar, motivar ou evitar passos pouco efetivos de seus liderados.
Seria ingenuidade acreditar que feedback é sempre bom de oferecer e receber, que é uma prática fácil e natural ou algo que qualquer pessoa consegue fazer. Praticá-lo requer dedicação, observação e muita reciprocidade entre quem oferece e quem recebe.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

INCLUSÃO PARA MULHERES


O governo lançou, na última quinta-feira (11), o programa Mulheres Mil, que pretende formar e inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho até 2014. O programa faz parte do Plano Brasil sem Miséria e está inserido no conjunto de prioridades das políticas públicas do governo federal, especialmente nos eixos de promoção da eqüidade, igualdade entre sexos, combate à violência contra mulher e acesso à educação.
A idéia do programa consiste em oferecer acesso à educação profissional a mulheres em situação de vulnerabilidade social, como mães solteiras ou chefes de família que não tiveram oportunidade de estudar e nem de serem inseridas no mercado formal. O programa é executado em parceria entre os ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e as secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.
O Mulheres Mil foi implantado como projeto piloto em 2007, em parceria com universidades canadenses. Por intermédio de 13 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, o projeto atendeu mil mulheres em 13 estados do Norte e Nordeste. Agora, será efetivado em todo o País e, ainda neste ano, 100 campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica deverão beneficiar 10 mil mulheres com a aplicação do programa.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

CHEGOU A SUA VEZ? PREPARE-SE!


Todo ser humano idealiza um futuro brilhante, entretanto poucos profissionais realmente planejam de forma racional uma mudança de emprego, uma transição de carreira ou o início de uma vida empreendedora.
Planejar esse momento é crucial, afinal mudar dá trabalho. E se não der, fique atento, pois se você deseja sair de um patamar que já conhece para uma aposta em uma situação ainda desconhecida, não será fácil, mas também não será impossível.
Mergulhar de cabeça no que parece ser uma grande oportunidade sem cumprir etapas importantes do planejamento pode gerar insatisfação, perda de tempo, de dinheiro e desgastes desnecessários.
Para não errar nas escolhas quando novas oportunidades surgirem, é preciso ter clareza sobre sua situação atual e sobre as variáveis que servirão de base comparativa para uma tomada de decisão consciente. Você precisa dedicar tempo e disciplina para si e não deixar que problemas atuais e pontuais influenciem sua análise. Lembre-se que problemas sempre farão parte de qualquer emprego, carreira ou negócio e que nada é só problema e nada é só solução o tempo todo.
É você que escolhe para qual lado pretende levar sua vida. Se viver mergulhado nas atividades e rotinas que cegam para o que é efetivamente um problema e para o que pode vir a ser uma solução, você não conseguirá perceber as oportunidades que podem emergir nesse mesmo mar.
Não deixe a maré conduzir você. As grandes ondas devem ser surfadas de acordo com o estágio de desenvolvimento do atleta e se você ainda não estiver pronto, não adianta querer “se jogar no mar” ou será atirado contra as pedras.
Para não se machucar no que parece ser a onda rumo ao seu futuro brilhante, entenda seu estágio profissional. O que te leva a querer mudar agora? Seu emprego atual lhe traz satisfação? Está infeliz com o trabalho ou são as relações estabelecidas entre os pares, superiores ou subordinados que lhe incomodam? Seus valores pessoais colidem com os valores corporativos? Existem perspectivas para o que você deseja atingir? Sua família está pagando um preço alto pela sua demanda profissional? O mercado está disposto a pagar pelo o que você tem a oferecer ou você está apenas realizando um sonho?
Profissionais em transição devem ter a maturidade para declinar ou não de um processo em função das suas próprias constatações. Não basta “querer sair” de onde você está, mas entender os porquês de “querer ir para o novo lugar”.
E caso você constate que não tem condições de mudar agora e fique com a sensação de que está perdendo a oportunidade dos seus sonhos, não se lamente! Continue a fazer o que precisa ser feito, dedique mais tempo ao seu planejamento de carreira, prepare suas finanças, sua família e sua vida! As oportunidades se repetem para aqueles que sabem onde querem chegar e usam o que têm para buscar aquilo que lhes falta.

ANA MARIA MAGNI COELHO
O Diário Empresarial - Mogi das Cruzes
28 de maio de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER?



Que tal falarmos um pouco sobre carreira? Você tem pensado sobre a sua empregabilidade nos dias atuais? Como tem conduzido sua carreira e as competências necessárias ao seu desenvolvimento?
Carreira é o caminho que você deseja percorrer em sua trajetória profissional e envolve o conjunto de atitudes, comportamentos e atividades que você executa e que resultam em sua experiência. Resumindo: sua carreira é o seu próprio patrimônio e deve ser administrada com competência e cuidado, pois são as suas escolhas que levarão você ao sucesso ou não.
No início do século passado, a carreira de uma pessoa dependia apenas da empresa e das promoções que ela lhe proporcionaria. Emprego era uma concessão dada aos trabalhadores e cabia às empresas determinar seus caminhos. Com o passar do tempo, as empresas conheceram os sindicatos, reguladores da concessão de empregos e de seus benefícios, mas a condução das carreiras dos empregados ainda ficava a cargo das próprias empresas e de suas políticas de promoção vertical.
Hoje com a competição global, o emprego não é mais da empresa e nem do trabalhador. O emprego passou a ser do cliente! Se o cliente não comprar seu produto ou seu serviço, não haverá emprego. Por isso, mais importante do que se preocupar com o seu emprego, gaste energia melhorando sua empregabilidade. Assuma comportamentos empreendedores que lhe permitam falar, inclusive em “trabalhabilidade”, pois logo não importará mais ter a carteira assinada, mas sim ter a capacidade de gerar trabalho e renda.
Desenvolva a possibilidade de acumular e manter atualizadas suas competencias, sua rede de relacionamentos e seus conhecimentos de forma a assumir o arbítrio sobre suas decisões e seus projetos de carreira. Assuma o leme de sua embarcação.
Mais do que um emprego, as pessoas procuram ter prazer naquilo que fazem, querem se orgulhar da missão de sua organização e da condução de sua liderança e buscam um maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Entenda e se prepare para as novas relações de trabalho começam a se desenhar: contratações por projetos, interinidade de cargos, trabalho temporário, terceirizado, em casa... Nesse novo contexto, quem é você?
Um profissional padrão ou um profissional que pode agregar valor à sua organização? Qual é o seu diferencial?
O advento das competências no contexto organizacional traz uma nova moeda de extremo valor quando pensamos em empregabilidade. Ter a capacidade de promover soluções inéditas para problemas tradicionais, se auto conhecer, identificar suas aptidões e características de personalidade são dados importantes para o desempenho de sua carreira de forma competente e produtiva.
Cuidar da sua imagem e manter bons contatos com pessoas que podem ajudá-lo a atingir seus objetivos também auxiliam um bom plano de carreira, afinal uma rede de relacionamento consistente é a forma mais fácil e rápida de alavancar sua vida profissional.
Lembre-se que na era da empregabilidade, fazer carreira não é mais, simplesmente, crescer hierarquicamente em uma empresa. Fazer carreira é acumular competências perceptíveis que possibilitem experiências múltiplas e horizontais e abram as portas de um mercado inesgotável de possibilidades.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Diário Empresarial - Diário de Mogi
19 de março de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

RATOS OU APRENDIZES?



"Não há saber mais, nem saber menos, há saberes diferentes"
Paulo Freire

 

Tenho freqüentado várias salas de aula em cursos de atualização nos últimos meses, pois a questão do desenvolvimento pessoal e profissional é uma prioridade no estágio atual da minha vida. Justamente por isso, tenho refletido muito sobre o que significa a busca incessante do conhecimento e sobre a forma como alguns facilitadores têm se comportado em sala de aula.
Na verdade, a pergunta que não quer calar é: existe conhecimento melhor ou pior? As pessoas podem ser medidas pela quantidade de diplomas que possui?
Não! Essa é a resposta que hoje tenho certeza ser a correta para as duas questões.
A qualidade de informações que você adquire não pode ser comparada à quantidade de informações de qualquer outra pessoa, pois para que elas passem a se tornar conhecimento, deverão ser praticadas e testadas na sua própria vivência. Só assim, você pode se tornar mais conhecedor e mais competente em qualquer tipo de conceito.
Viver cheio de dados guardados em “drivers” em seu cérebro não serve para nada! O que vale de verdade é saber que o seu conhecimento pode ser aplicado na prática, seja à frente da sua equipe, com sua família ou desenvolvendo-se dentro da empresa para a qual você trabalha. Essa é a verdadeira construção de conhecimento.
Buscar cursos, títulos ou certificações apenas para ter um rótulo mais bonito ou um diploma a mais na sua parede apenas tornará você um “rato de curso”, pois é preciso reflexão e prática para aproveitar os conteúdos. Normalmente, ratos de cursos mal têm tempo de aplicar o conteúdo em seu próprio dia-a-dia e vão se tornando pessoas teóricas e com pouca percepção da forma como a prática é diferente dos bancos dos cursos.
O pior é encontrar esse tipo de pessoa no papel de professor. Como ensinar algo diferente daquilo que se pratica no mercado? Como garantir o respeito dos alunos apenas pelo título que possui? Desconsiderar a experiência dos aprendizes é o maior erro que um educador pode cometer. Uma pessoa irá se sentir muito mais motivada a aprender se sentir que pode aproveitar seu conhecimento para melhorar suas competências e multiplicá-lo para outras esferas de sua atividade.
Por isso, ao escolher um curso de capacitação ou até mesmo de graduação, verifique o perfil dos professores e sua história. Muitos auxiliarão no seu desenvolvimento, outros farão o possível para adestrar você e provar que têm melhores conhecimentos.
Lembre-se que não há conhecimento melhor, mas sim, conhecimento mais praticado e que além de competência; gentileza faz toda a diferença nos dias de hoje. Pratique um jeito diferente de aprender, não escolha pelos títulos acadêmicos, mas sim pela possibilidade de ampliar sua própria percepção do melhor caminho.
Não existe um caminho pronto que sirva para todos!


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 20 de fevereiro de 2010
Caderno Opinião - MogiNews
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