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sábado, 2 de fevereiro de 2013

O PAÍS DA CLASSE MÉDIA

"Só um economista imagina que um problema de economia é estritamente econômico."
-- Celso Furtado --


Nas últimas semanas me atrevi a revisar algumas obras de Celso Furtado. Talvez por minha paixão pela Economia Criativa, talvez pela necessidade de manter a mente ativa ou então, simplesmente saudade de boas obras intelectuais. O mais interessante é perceber o quanto tudo parece tão atual. Enquanto falamos na superação do subdesenvolvimento e na construção de um país de classe média, Celso Furtado rejeita a visão que sempre imperou em relação as teorias do desenvolvimento de que a força expansiva do desenvolvimento é dada pela canalização da capacidade da criação tecnológica como caminho para o processo de acumulação. Uau! Isso tudo em semana de Campus Party Brasil. Quando um bando de nerds se une e acredita que juntos poderão salvar o país de todas as suas misérias.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É SÓ O COMEÇO!



Estar no lugar certo na hora certa. É exatamente asssim que me sinto quando o assunto é Social Good Brasil.
O seminário começou ontem com o maior espírito colaborativo com a dupla Fernanda Bornhausen Sá e Lúcia Dellagnelo, contando como idealizaram o Social Good e o ciclo de palestras no Brasil. A emoção estava presente não apenas na fala, mas em grande parte das pessoas que sentiam ali uma excelente perspectiva de atuar como atores de vanguarda a respeito de uma proposta de inovação social.
Como a Fernanda, acredito que cada um dos presentes na grande plateia do #SocialGood BR, “acreditamos que a tecnologia é um meio poderoso para transformar a sociedade e impulsionar uma mudança social positiva. Conhecemos pessoas e organizações incríveis que também acreditam nisso e estão fazendo acontecer”. A tecnologia é um meio para um fim maior. A rede é feita de pessoas e são elas que estão transformando a sociedade a cada minuto com microações que juntas podem se tornar grandiosas. Se alguém ainda duvida, certamente ficará para trás. Temos que perder o medo das tecnologias e do poder distribuído para, generosamente compartilhar nossos saberes e recursos (como isso faz sentido pra mim!)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É AMANHÃ!

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é conseqüência
-- Albert Einstein --


Amanhã começa o Social Good Brasil. O primeiro dia do seminário apresentará a discussão “um novo mundo, novas tecnologias e formas de impacto social”. Com a abertura às 19h, a programação integra o painel com a presença de Simon Mainwairing, consultor de empresas como Google, General Motors e Gucci e autor do livro “We First”, indicado como “Best Marketing Book de 2011” pela strategy+business, “Top 5 Marketing Book de 2011” pela 800-CEO-Read e “Top 10 Business Book of 2011” pela Amazon; e Mauro Segura, autor do blog “A Quinta Onda” e diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil. Os convidados irão debater sobre o comportamento e comunicação na era da sociedade digital. Não posso dizer que é o meu painel mais esperado, mas ouvir Mauro Segura é sempre um prazer pra mim. Uma vez, conversando com uma amiga, eu disse que se pudesse escolher ser liderada por alguém por um mês para sentir a experiência, esse “alguém” seria o Mauro. Acho o cara genial, sem ser “boring” ou “estrela” demais! Sem contar que eu teria uma experiência e tanto na IBM Brasil :-)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL


Imagem de Luciano Martins - Embaixador do Social Good Brasil

E, de repente, a vida da gente vem e nos faz uma surpresa... Há alguns meses, participei – encantada, confesso – do Festival de Idéias promovido pela Fundação Telefônica e  Instituto C&A. Achei tudo muito bem organizado, adorei conversar com os empreendedores, com os jovens inovadores e com os amigos que encontrei naquele dia.
Saí de lá repleta de boas idéais para transformar meu próprio ambiente de trabalho (Opa! Seria essa também a intenção do encontro?!?) e com a cabeça fervendo pelas oportunidades de negócios vislumbradas ali.
Sim... o mundo está repleto de oportunidades basta abrir a mente e não apenas os olhos!
E então, depois de meses em uma busca incessante por algo que trouxesse um bom tema para retomada ao Lounge Empreendedor, recebi um delicioso convite da querida Samantha Shiraishi (@samegui) para levar o blog para a cobertura do Social Good Brasil que acontecerá de 06 a 8 de novembro em Floripa.
Se você ainda não sabe o que é o Social Good Brasil é um movimento que acredita no poder do uso das tecnologias, das novas mídias e do pensamento inovador para unir as pessoas na solução de problemas sociais. E na verdade, esse é um programa de todos nós!

terça-feira, 24 de julho de 2012

NERDS, GEEKS E VOCÊ

"O ser humano tem muito mais desejos que necessidades."
-- Goethe --


O objeto de consumo mais desejado por nerds, geeks e amantes de novas tecnologias pesa menos de 700 gramas, tem apenas meia polegada de espessura e uma série de oportunidades para novos mercados. Os tablets definitivamente invadiram nossas casas e apontam para uma tendência cada vez mais forte: a convergência de mídias.
A possibilidade de ter nas mãos, em um único equipamento, as funcionalidades de produtos como notebook, smartphones, leitores de livros, televisão e rádio é um grande trunfo. De um lado, o usuário pode acessar jornais, revistas, visualizar vídeos, jogar games e ainda navegar na internet. Do outro lado desta pequena tela multitouch estão empresas e produtores de conteúdo para essa nova plataforma com uma infinidade de possibilidades e desafios.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

INTERNET E NEGÓCIOS

"Se a Internet não for vista agora como uma oportunidade para novos negócios,
será vista em breve como uma ameaça."
-- Tony Blair, Primeiro Ministro Inglês
em conversa com empresários britânicos em 13/09/1999 --


Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender a novos consumidores conectados. Sem contar a quantidade de vezes em que ouvimos sobre a transversalidade das ações de tecnologia da informação (TI) nos negócios tradicionais, na criação de novos modelos de negócios e sobre como essas inovações mudam o jeito de empreender brasileiro.
Mas, nem tudo são flores, como diz o dito popular. O discurso da força das ferramentas de TI pode nos levar a acreditar que nesse contexto todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Entretanto, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Se isso acontece em São Paulo, a "Las Vegas" brasileira dos negócios, imagine a realidade pelo resto do país - a grande maioria deles ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ADOLESCENTES VERSUS OBSOLECENTES


Por Luiz Algarra*

Nós nos esforçamos, por tantos anos, para manter nosso foco, que agora estamos estranhando o modo multitarefa como nossos jovens vivem e, já começamos a falar em mal funcionamento das novas gerações.
Durante um tempo, as pessoas mais velhas se referiram à informática (lembram desse termo?) como algo importante que merecia ser aprendido. Hoje, apontam para os jovens e dizem que há algo errado numa geração sem foco, dominada pela tecnologia digital, com um enorme déficit de atenção e pouca profundidade temática. Nossos filhos não estão se encaixando em nossas projeções e por isso estamos pensando que pode haver algo de errado com eles.
Creio que estamos chegando a um ponto importante da história do uso da tecnologia, no qual os jovens conectados passam a disputar mercado com seus preceptores e por isso passam a ser repelidos com uma série de rótulos. Por que o abismo tecnorrelacional entre as gerações vem se acentuando? Porque, para muitos de nós com mais de quarenta anos, a intensidade e variedade dos objetos de linguagem já atingem uma velocidade quase insuportável.

domingo, 9 de outubro de 2011

DE SÓCRATES A STEVE JOBS

“A vida sem reflexão não merece ser vivida”
Sócrates
Se existiu alguma herança que Sócrates deixou para a humanidade, foi a chance de sempre nos questionarmos sobre nossas "verdades". Ainda na Grécia Antiga, por exemplo, esse grande homem deixou sua marca mostrando que a única coisa que sabia era que nada podia saber e estimulava todas as pessoas a se questionarem sobre a incompletude de seus saberes. A ferramenta que Sócrates utilizava era simples, porém muito poderosa: a pergunta.
Questionar-se. Quebrar paradigmas engessados. Construir utopias. Deixar de lado ideais preconcebidos. Buscar o novo. Esquecer crenças mobilizadoras. Inovar. Na era do conhecimento, do compartilhamento e da sociedade em rede, o ser humano continua sua busca irrefreável pelo controle da adversidade, pela busca de garantias e de respostas completas para apaziguar sua angústia frente ao inusitado.
Inusitado que na última quarta feira nos surpreendeu com a despedida de Steve Jobs não apenas da Apple, mas do mundo. Mesmo sem ser uma MacFag (para quem não sabe o que a palavra significa, quer dizer que nunca fui uma aficionada pelos produtos desenvolvidos pela empresa de tecnologia mais valiosa do mundo), sou uma das milhões de pessoas gratas a Steve por sua contribuição a esse mundo novo. Um mundo aparentemente caótico, mas inegavelmente mais criativo e solidário, onde podemos trabalhar, criar, desenhar, ler, pensar e viver em alta conectividade e velocidade.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

TOUCH WOOD: UM CELULAR DE MADEIRA


Adoro aquelas dicas que me inspiram a encarar o dia de forma diferente... Graças a uma mensagem no mural do Alessandro Paes dos Reis no Facebook tomei conhecimento de um vídeo delicioso da campanha de lançamento do aparelho Touch Wood SH-08C fabricado pela Sharp em parceria com empresa japonesa, NTT DoCoMo.
Confesso que desconhecia o (fantástico) comercial como também desconhecia a proposta do celular  Touch Wood, cujo case – politicamente correto – é feito de madeira.
Sim! Um celular feito de madeira...
Imagino que nesse momento, muitos podem se questionar: "- Opa, então a Sharp está desmatando florestas para fabricar celulares?!?" Não!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CLOUD COMPUTING


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Segundo dados divulgados recentemente pelo Gartner, a computação em nuvem, ou cloud computing, mantém-se como prioridade entre os principais CIOs (Chief Information Officers) mundiais. E entre as pequenas e médias companhias, o cenário não é diferente.
De acordo com análise realizada pela empresa, as PMEs respondem até o momento, por 18% do total de investimento feito em Cloud Computing. "A desconfiança está reduzindo e as empresas têm buscado informação. Prova disso é que não são mais só profissionais de TI que nos procuram, mas outros que querem agregar valor a seus serviços", destaca o diretor da M3Corp, Antonio Mocelim.
Para o executivo, a expectativa é que este cenário conquiste cada vez mais adeptos. "Todos já sabem da vantagem de redução de custo, oferecida pela Computação em Nuvem. O que muitos devem enxergar também é o baixo valor em relação ao investimento e rápido retorno, fundamentais para o fluxo de caixa de qualquer empresa". Os negócios de pequeno e médio porte podem reduzir drasticamente os custos de TI ao investir na computação em nuvem. "Pequenas e médias investem em média 30% de seu orçamento para este serviço. Antes do Cloud Computing, era necessário um investimento de pelo menos 60%, além de perderem a flexibilidade", compara Mocelim.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

LEI DO BEM



Se você tem uma pequena empresa e pensa em inovação, em algum momento,  já deve ter ouvido sobre os incentivos da Lei n.º 11.196, de 21 de novembro de 2005, não é mesmo?
Essa legislação, mais popularmente conhecida como Lei do Bem reflete a necessidade de o Brasil contar com dispositivos legais eficientes que contribuam para o delineamento de um cenário favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico do País, bem como ao incentivo à inovação nas empresas.
Mas afinal o que é Inovação? De acordo com os termos da Lei, Inovação Tecnológica refere-se a “concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado.”
Difícil de entender? Nem tanto. 

terça-feira, 7 de junho de 2011

SEMINÁRIO NACIONAL DE PARQUES TECNOLÓGICOS


Comunidade acadêmica, empresarial e gestores envolvidos em atividades nas áreas de inovação têm até o dia 29 de julho para participarem da chamada de trabalhos 2011 da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Trata-se da seleção de artigos técnico-científicos na área de empreendedorismo inovador que serão apresentados no 21º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e 19º Workshop Anprotec.
Sob o tema “Nova Competitividade dos Territórios’, o seminário será realizado de 24 a 28 de outubro em Porto Alegre.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DIRETO DE PORTUGAL

Se você é do tipo que ainda se diverte com piadinhas sobre portugueses, deveria ler com atenção essa matéria. Não apresento nenhuma receita de pãozinho do seu Manuel da Padaria, mas sim boas idéias de tecnologia utilizando uma rede social exclusiva para centros comercias integrando comunicação, marketing e monitoramento de clientes. Trata-se da Wi-Social.


Wi-Social funciona por Wi-Fi e Bluetooth e terá integração com Facebook. Empresa está em negociações com os espaços comerciais.

Está a ser desenvolvida há cerca de dois anos por ex-alunos do Instituto Superior Técnico e tem como principal diferenciador ser uma rede social móvel: isto é, a que só se acede em espaços geográficos definidos, usando a localização física como denominador comum dos utilizadores.
"A Wi-Social vai ter três funcionalidades: rede social, ferramenta de marketing com conteúdos próprios em cada espaço e sistema de monitorização dos clientes", explica ao Jonal i Bruno Capelas, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da rede e da empresa com o mesmo nome que acaba de ser formalizada.
Os ex-alunos estão em negociações para os primeiros lançamentos desta rede: com um centro comercial, um hotel e um pólo tecnológico. Mas as aplicações são virtualmente ilimitadas, basta que se trate de um local público que reúna muita gente, como um pavilhão desportivo, um aeroporto, uma universidade ou uma sala de concertos.
"A mais-valia é que permite a cada pessoa ver quem está naquele local ao mesmo tempo, dá oportunidade de conhecer novas pessoas", adianta Bruno Capelas. Tal como em todas as redes baseadas na localização (como o Foursquare), é assegurado o controlo total das definições de privacidade - quem pode vê-lo, quem pode contactá-lo, etc.
"Todas as mensagens trocadas através da rede são cifradas para não se poderem interceptar", explica.
Além desta componente, que terá integração no Facebook, a Wi-Social oferece aos estabelecimentos um canal único para fazer passar uma mensagem: poderão enviar ofertas exclusivas aos utilizadores relacionadas com os seus hábitos e o ponto da loja onde estão. Poderão também reunir os dados anónimos das localizações e estudar por que razão os clientes se concentram nos corredores cinco e sete, por exemplo. "Há vários serviços que podem ser oferecidos", indica Capelas.
A aplicação, que tem uma interface muito simples, já foi desenvolvida para Symbian (sistema operativo mais usado nos telemóveis), Android e Windows Mobile. Na forja estão as versões para iPhone e Windows Phone 7, mas Bruno Capelas ressalva: "Até o telemóvel mais antigo pode usar a rede, porque funciona também por Bluetooth". Todos os serviços são gratuitos, pelo que basta descarregar a aplicação e fazer o registo.
Quanto ao modelo de negócio, assentará na publicidade. Para os estabelecimentos o investimento será pequeno: basta ligar os pontos de acesso (Wi-Fi e Bluetooth) a uma fonte de energia e lançar conteúdos de marketing. Estes serviços serão criados através de um portal desenvolvido pela empresa de Bruno Capelas para facilitar a tarefa aos "clientes".
Agora, a Wi-Social está à procura de business angels ou private equities que invistam. Segundo Bruno Capelas, todo o investimento até agora foi feito pelos sócios da empresa. Dois deles, incluindo Bruno, são os criadores originais do projecto, que começou por ser a base de uma dissertação de mestrado em Engenharia de Redes e Comunicações.

Fonte: Jornal i

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

TODO PROBLEMA TEM SOLUÇÃO

Para quem ainda duvida, não tenho a menor vergonha em afirmar que o Twitter tem sido a maior fonte de notícias na atualidade.
É claro que nesse espaço tomamos contato apenas com a primeira informação e, se ela for relevante de verdade, cabe a cada um aprofundar os aspectos que mais lhe interessar.
E foi o que eu fiz...
Compartilho com vocês post do Idéias na Laje e texto do portal PtodeContato

TODO PROBLEMA TEM SOLUÇÃO. QUAL É A SUA?


A FIAP e Singularity University se unem em um concurso cultural que irá premiar o melhor projeto empreendedor que use tecnologia para solucionar algum dos grandes desafios do Brasil.
 
O autor do projeto vencedor ganhará uma bolsa de estudos no valor de US$ 30.000,00 para o GSP – Global Studies Program da Singularity University , que acontecerá de Junho a Agosto de 2011 nas instalações da SU na NASA, além de receber apoio financeiro e contar com uma rede de mentores locais e estrangeiros para desenvolver o seu projeto.
 
Consulte o regulamento do concurso e participe! Inscrições até 18 de março de 2011.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O SUCESSO QUE VEM DO SOLO


Na última terça-feira, a equipe do SEBRAE-SP e do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes marcou uma importante fase do agronegócio no Alto Tietê. Ser pioneiro e inovador nos trouxe uma enorme responsabilidade, mas também a imensa satisfação em apresentar resultados tão significativos à cadeia de alimentos metropolitana.
Hoje temos dados consistentes sobre as nossas cadeias produtivas, detalhes precisos de várias propriedades rurais e meios de propor projetos que possam modernizar os sistemas de distribuição e comercialização dos produtos, preparando as cadeias produtivas para disponibilizar produtos diferenciados ao mercado varejista de forma focada, suprindo, de fato, as necessidades do mercado e também as necessidades dos consumidores. Nosso esforço tem a intenção de reduzir o caminho percorrido entre o produtor e o consumidor final, um caminho normalmente longo e cheio de percalços que pode acarretar em perdas e prejuízo.
O mercado interno vem evoluindo e a melhoria da qualidade e as exigências com relação à freqüência, mix, volume, redução de riscos e rastreabilidade serão a tônica do setor futuro. Para isso, precisamos cuidar dos processos de pós colheita, focar na melhoria tecnológica e nas facilidades de logística. Sem esquecer, é claro, das implicações ambientais e de clima.
Ninguém pretende ensinar ao produtor rural aquilo que ele sempre fez tão bem, mas sim aproveitar as informações colhidas nessa etapa para a geração de um novo conhecimento que auxilie na profissionalização de toda a cadeia de alimentos e do empresário rural.
O caminho está desenhado, basta aprimorar o que já é forte, reduzir o impacto de pontos fracos identificados e adaptar o que for preciso. Nosso empresário rural precisa estar pronto para acompanhar todas as etapas do processo desde o plantio até a chegada dos produtos ao consumidor. A rastreabilidade requer a anotação sistematizada de todos os procedimentos, da produção à distribuição localizando a origem, a qualidade e limites máximos de defensivos ou agrotóxicos, mas é importante que fique claro que o processo de pós-colheita envolve algo que fica além da porteira; além das operações de manuseio, embalamento e transporte. Envolve relacionamento! O consumidor deseja conhecer e se relacionar com o seu fornecedor.
A comunicação, a transparência e as parcerias têm sido instrumentos de fortalecimento, conhecimento e profissionalização. Somos, aqui, um exemplo de um programa de união de classes que já começou a mostrar o quanto a organização de um setor pode reverter em melhorias e ganhos efetivos.
Tenho certeza que ações como essa demonstram a intenção de um Brasil mais maduro, economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 15 de agosto de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

GOL DA TECNOLOGIA

Essa semana, pudemos acompanhar importantes decisões do futebol: decisões na Copa Libertadores, na Copa do Brasil e a seleção entrando em campo na estréia da Copa das Confederações. Independente do resultado do meu time (sou são-paulina convicta), acredito que a vitória mais importante dessa semana tenha sido a chegada da tecnologia à principal paixão nacional.
O uso da tecnologia a favor do futebol, auxiliando o juiz e os bandeirinhas, é uma questão polêmica que vejo ser discutida há um bom tempo, mas que pode evitar erros e auxiliar sobremaneira decisões dos árbitros. Espero que o exemplo seja seguido por outro time que também torço muito: o time da micro e pequena empresa.
Dizem também que no futebol, o jogo perderia a dinâmica, mas não foi o que aconteceu no terceiro gol que trouxe a vitoria ao nosso time canarinho. Embora a FIFA ainda não valide o novo recurso, se conseguirmos uma sistema confiável, utilizarmos a tecnologia para momentos decisivos, como a linha do gol, e com comunicação imediata o jogo só tem a ganhar!
No universo das pequenas empresas, a inserção da tecnologia ainda é muito aquém do potencial que seus processos produtivos apresentam. Introduzir a inovação no dia-a-dia dos negócios é uma forma de ampliar suas próprias possibilidades e torná-los competitivos para o mercado globalizado.
O juiz com ponto eletrônico pode controlar melhor o jogo e o empreendedor com acesso à tecnologia pode aperfeiçoar o desempenho de sua empresa.
Na verdade, as razões para assumir a tecnologia e a inovação em qualquer jogo são muitas: melhorar os métodos de produção, agregar valor ao resultado, substituir produtos obsoletos e certamente, aumentar a competitividade de forma transparente e responsável.
Mesmo que os recursos tecnológicos ainda não estejam devidamente regulamentados no esporte, tenho a esperança de que o resultado do jogo Brasil X Egito abra os olhos das micro e pequenas empresas. Quando falamos em modernização dos processos de gestão, logo os empresários enxergam investimentos enormes em informatização, controles e automação dos processos, mas na verdade um simples “ponto eletrônico” pode fazer toda a diferença.
Não adianta esperar o tira-teima para reclamar do juiz depois, é preciso assumir que processos de inovação podem transformar o resultado do nosso próprio jogo. Basta que o empreendedor decida qual é o jogo que pretende ganhar.
E você, pretende assumir o jogo da tecnologia ou vai voltar a jogar botão?

ANA MARIA MAGNI COELHO
Junho/2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

QUAL É A SUA?!?

Muitas pessoas vivem se lamentando da falta de contatos, do pouco relacionamento ou do emprego em que estão.
Hoje a interconectividade proporcionada pela internet, está deixando para trás as pessoas que não se envolvem ou não compartilham seus conhecimentos através das inúmeras ferramentas da rede: blogs, wikis, perfis compartilhados, twitter...
Nessa semana, escrevi um pouquinho sobre isso aqui na região e compartilho com vocês.

A QUAL WEB VOCÊ PERTENCE?

A evolução do mundo digital é muito rápida, basta um piscar de olhos para perder uma fração do processo e ter a nítida sensação de que houve uma revolução.
Hoje, você pode perder uma excelente oportunidade de negócio ou a chance de uma nova colocação profissional se ainda não possuir um perfil disponível em sites de relacionamento ou se possuir um blog para compartilhar seu conhecimento e discutir suas percepções sobre o mundo.
Chame como quiser! Pode ser WEB 2.0: a rede social, da colaboração; WEB 3.0: a rede semântica, Web 4.0: a rede móvel, ou se você preferir, WEBFlex – aquela que você a usa como quiser!
Na verdade, vivemos a substituição da Era da Informação pela Era da Participação, feita por pessoas para pessoas. Gente como você.
Acredito que seja uma evolução natural centrada nos usuários que descobriram que o principal elemento da rede não são os criadores dos sites, mas sim os conteúdos ali relacionados e a forma de utilização dos mesmos.
E você, pequeno empresário, deve ficar atento a tudo isso. A informatização já é realidade não apenas para as grandes empresas, mas também para as pequenas. Seguir o caminho do desenvolvimento tecnológico é importante e contribui para o aumento da eficiência e produtividade.
Jean-Paul Sartre dizia que “as pessoas lêem porque um dia desejam escrever"; Sócrates pregava a união dos povos, mobilizando pessoas em prol de uma determinada região; a comunidade científica inteira busca descobrir junta a cura da AIDS...
Essa é a web que eu vivo, a web em que a sabedoria está nas multidões. E você??? Quando vai acordar para ela?

ANA MARIA MAGNI COELHO
23 de maio de 2009



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