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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

DIREITOS HUMANOS

Incentivar o empresariado brasileiro sobre boas práticas que promovam os direitos humanos no meio corporativo é algo que pode parecer distante do universo da estratégia, mas que não pode ficar de lado quando pensamos nos impactos das empresas e na promoção de sua responsabilidade social, tanto na gestão dos negócios quanto no controle de sua cadeia de valor.
Embora no Brasil, os direitos humanos costumam estar associados à violência contra presos, contra mulheres e crianças; o assunto é uma questão de mercado, e de mercado de trabalho. Enquanto o Estado tem o dever de proteger os direitos humanos de seus cidadãos; a empresa tem o dever de respeitá-los, independentemente da realidade política, tributária e fiscal na qual esteja inserida. Não há justificativa para que as empresas aceitem trabalho escravo ou infantil. Não há razões para não promover a equidade de gênero e raça bem como a admissão de pessoas com deficiência.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL



NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

 O novo ambiente de negócios mostra que a evolução das necessidades dos clientes tem mudado ao longo dos anos. Graças a economia globalizada, os consumidores estão mais bem informados e mais fiéis às marcas e organizações que lhes dêem razões para confiar.
A revolução tecnológica eliminou distâncias e multiplicou a troca de informações via televisão, jornais, rádio, telefone e internet. A revolução educacional diminui os índices internacionais de analfabetismo, levou um crescente número de pessoas à escola e gerou em toda a população um desejo cada vez maior de informações. Por conseqüência, uma revolução cívica, representada por milhões de pessoas organizadas em todo o mundo, reunidas em associações e organizações não-governamentais (ONG), defendem seus direitos e seus interesses: como a promoção social e a proteção ambiental.

sexta-feira, 11 de março de 2011

HUMOR EMPRESARIAL


Proatividade, comprometimento, criatividade e trabalho em equipe são algumas palavras-chave presentes em qualquer conversa sobre competências necessárias ao ambiente corporativo. Mas esteja você onde estiver na hierarquia de uma empresa, desenvolva outro comportamento indispensável que permitirá não apenas o seu sucesso, mas sua saúde física e mental: o bom humor.
Infelizmente, ainda acompanho casos de muitas empresas que acreditam que manter a equipe estressada e sob pressão torna-a mais produtivo. A curto prazo, isto pode ser aparentemente verdadeiro. As pessoas correm contra o tempo, vivem em função de tarefas urgentes e deixam de lado quaisquer outros aspectos de sua vida. Entretanto, a longo prazo estas políticas podem se voltar contra a produtividade e contra os resultados que sua empresa necessita atingir.
Trabalhadores submetidos a ambientes estressantes e chefias desagradáveis tendem, com o passar do tempo, a associar trabalho com desprazer e sofrimento. Acordam todos os dias se perguntando: “por que tenho que ir até lá?” e culpam a empresa pelo prejuízo em suas próprias vidas. Por mais que se sintam engajados com a missão da empresa, perdem o senso de pertencimento ao time e não conseguem mais enxergar na empresa um ambiente propício ao seu desenvolvimento.
O estresse, equivocadamente considerado benéfico, passa a ser o fator multiplicador de inúmeros problemas, entre eles dos casos de absenteísmo justificados por gripes freqüentes, dores pelo corpo ou, de forma mais grave, por depressão e pânico.
Bons profissionais têm deixado seus empregos em busca de outras colocações, procurando por maior qualidade de vida e não apenas por melhores salários. Não adianta ter boas políticas, regras e recursos se a empresa não souber cuidar das pessoas.
O mau humor empresarial pode causar sérios prejuízos por conta do absenteísmo e da elevada rotatividade. Se a sua empresa se preocupa com os resultados, a equação é muito simples: em ambiente ruim acumulam-se prejuízos de ordem financeira e produtiva.
Por isso, seja qual for o ramo do seu negócio, saiba que cara fechada, respostas atravessadas, silêncios sorumbáticos, isolamento, só lhe trarão mais dor de cabeça e limitarão suas chances de sucesso. Lembre-se que tudo fica pior quando você responde às situações com mau humor.
Se é impossível eliminar os problemas da vida, dentro ou fora das paredes e divisórias do escritório, se há trânsito, se a falta de tempo para a família incomoda ou o orçamento está apertado ter que enfrentar um ambiente em que não há a menor descontração ou as pessoas vivem reclamando não é o sonho de nenhum bom funcionário.
Se as pessoas realmente passam a maior parte de seus dias em seu ambiente de trabalho, não seria melhor que este ambiente fosse fraterno, estimulante, agradável e divertido?
Bom humor estimula a criatividade, a cooperação e diminui a ansiedade. Através dele, as pessoas se libertam de seus medos e conseguem vislumbrar saídas para questões complicadas sendo mais eficientes na execução de suas tarefas. Em situação de conflito, tensão e constrangimento o bom humor pode ajudar a persuadir ou convencer as pessoas. Sem falar nas vantagens cientificamente comprovadas, já que o bom humor aumenta a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, estimulando maior fluência de idéias e decisões mais criativas para encarar os desafios diários.
Claro que bom senso também é fundamental. Não precisa fazer piada de tudo ou não levar as coisas à sério. Bom humor no trabalho deve um meio de fortalecer as relações e eliminar os sentimentos como raiva e temor que afloram em empresas dominadas pela “política do estresse”.
Se eu fosse você experimentaria essa nova forma de fazer gestão e de viver positivamente.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
12 de março de 2011 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PONTO COMERCIAL


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um dos segmentos que mais cresceu no mercado imobiliário é o de compra e venda de estabelecimentos e pontos comerciais, juridicamente denominados fundos de comércio. O fundo de comércio é o conjunto de bens corpóreos (vitrine, máquinas e estoques) ou incorpóreos (ponto, nome, marcas e patentes) que facilitam o exercício da atividade mercantil pelos empreendedores.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post dessa semana irá tratar um pouco mais sobre esse assunto bem como de sua diferenciação sobre o ponto de venda.
Ponto comercial não é apenas o imóvel onde você instala a sua empresa, mas também o nome, o tempo em que é estabelecida no local, a clientela e os fornecedores. Seu valor deve ser calculado de acordo com o faturamento médio mensal do negócio adicionado ao seu patrimônio (equipamentos, marcas, acessórios).

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

INTRA-EMPREENDEDORES

Muito tem se falado em intra-empreendedorismo e nas possibilidades de desenvolvimento das empresas a partir do comportamento de seus próprios colaboradores.
Entretanto, tolos são aqueles que acreditam apenas em boas intenções.
Para que essa nova realidade vire fato, é preciso repensar estruturas e processos.
Muda-se o discurso, mas as regras do jogo ainda são as mesmas: empresas altamente concentradas no peso da hierarquia, nas relações de poder, nas regras e procedimentos, na politicagem, na burocracia e no excesso de controle.
Juntos ou separados, tais elementos podam a liberdade, ousadia, criatividade e, principalmente, a capacidade de contribuição individual e em equipe das pessoas.
Além disso, ajudam a criar uma cultura equivocada de que tudo deve ser controlado, nivelando por baixo todo o potencial das pessoas que constroem a organização.
Se uma empresa ainda vive a departamentalização de seus processos ou disputas que beirem o confronto pessoal, não há espaço para uma organização empreendedora.  Qualquer proposta de melhoria que não seja das posições do topo da pirâmide será de difícil aceite.
O fato é que pouca coisa mudará se não houver participação e iniciativa de toda a empresa. Egoísmo e diferenças precisam ser superados em busca do bem comum e da solução de problemas pertinentes a toda a empresa.
Pensar assim não é utopia, é objetividade. Transformações autênticas se dão horizontalmente, com a mobilização e envolvimento de todos.
Boas idéias podem nascer em qualquer esfera da estrutura organizacional, do estagiário ao diretor-presidente.
Cultivá-las é papel fundamental de cada um de nós!
A maioria das pessoas ainda tem a tendência de esperar, e apenas esperar, que alguma mudança em suas vidas venha de fora, venha de cima, numa espécie de arrebatamento extraterrestre.
Colaboradores empreendedores vêem sua motivação surgir na medida em que suas iniciativas sejam recompensadas com mais responsabilidade, liberdade e reconhecimento.  Não envolve só uma questão de aumento salarial.
Oferecer benefícios coerentes ao intra-empreendedor requer entender as particularidades da motivação de cada um e de suas causas de vínculo aquela empresa ou organização.
Se você quer tirar sua empresa do mundo das boas intenções, abandone o medo e divida o poder com sua equipe. Ofereça liberdade e veja como as pessoas reagem a ela. Os empreendedores farão bom uso desse momento.
Caberá a você reduzir a burocracia e dar-lhes o apoio e os recursos necessários para que os projetos saiam do papel e se tornem realidade. Esse é o caminho para capitalizar resultados positivos e promover uma nova cultura na empresa: empreendedores só podem ser liderados por empreendedores.
Chega de sonhos extraterrestres!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
23 de setembro de 2010


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