segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

QUAL É O PROBLEMA?

Ainda ouço muitas pessoas discutindo sobre a liberação ou não dos acessos às redes sociais nas empresas. 
Muitos amigos sabem da minha opinião (e paixão) sobre o assunto e por isso, um deles me encaminhou um texto do Ricardo Jordão por e-mail que faço questão de compartilhar com vocês, leitores do Lounge Empreendedor.


POR QUE OS DIRETORES DA SUA EMPRESA NÃO PODEM TER ACESSO A INTERNET
"O segredo da felicidade é a liberdade. O segredo da liberdade é coragem. Você tem coragem?"

Apesar de 99% dos seus clientes estarem nas redes sociais; apesar de 100% dos seus fornecedores estarem na web, apesar de 93% de todas as compras B2B começarem na internet; apesar das redes sociais serem a ferramenta de marketing mais barata e mais eficaz do momento, apesar das redes sociais serem a melhor maneira de transformar todos os seus funcionários em vendedores; 80% das empresas brasileiras continuam proibindo que os seus funcionários acessem as redes sociais durante o horário de trabalho.
A desculpa é sempre a mesma, o livre acesso as redes sociais tornam o funcionário improdutivo.
Besteira!
Eu tenho livre acesso as redes sociais e não sou um cara improdutivo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fazer marketing da minha empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para atrair clientes para os meus clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para buscar informações que me ajudam a atingir os meus objetivos.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fidelizar os clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para prospectar clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para encontrar grandes pessoas.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para liderar as pessoas que trabalham comigo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para reduzir os custos da empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso quando eu acredito que é a melhor hora de usá-las.
Qual é a diferença entre os seus funcionários e eu?
Por que eu sou capaz de usar as redes sociais de maneira produtiva e os seus funcionários não?
O problema não são as redes sociais.
O problema é a falta de objetivos, metas, indices de performance, projetos, novidades, enfim, direção na sua empresa!
Eu tenho objetivos, metas, prazos e coisas para fazer todos os dias. Eu não tenho tempo para perder nas redes sociais com bobeira, besteira, piadas, mulher pelada ou whatever.
Quando eu entro nas redes sociais, eu entro com um objetivo a ser realizado. Ser apresentado para um determinado executivo, promover um determinado evento dentro de um grupo de discussão, ajudar um determinado gerente a descobrir respostas sobre como aumentar as vendas da sua empresa, descobrir insights sobre geração de demanda para ajudar um cliente a desovar determinado produto que está parado há meses no estoque etc etc etc.
As redes sociais, por incrível que pareça, são uma ferramenta incrivelmente objetivas. Se você tiver um pergunta, você encontra a resposta; se você souber o que você esta procurando, você encontra.
Eu acredito que VOCÊ deveria tirar o SEU acesso as redes sociais, ou talvez cortar o acesso dos diretores da sua empresa. Talvez o livre acesso às redes sociais por parte dessa turma esteja impedindo a direção da empresa de usar o tempo que vocês tem para criar os planos e objetivos necessários para transformar a produtividade dos seus funcionários.
É isso ai, tira as redes sociais dos diretores! Eles estão vagabundando na web quando deveriam ter criado planos objetivos para a empresa.
Enquanto você fica ai pensando se libera a “orkut” para os funcionários, a fila anda.
Nesse momento 1.045 profissionais brasileiros da indústria de tecnologia estão conectados e trocando idéias e insights na rede social Zomo, criado pela IT Midia; 10.753 empresários e funcionários de pequenas e medias empresas estão participando de mais de 50 grupos de discussão diferentes na rede social criada pela Revista Exame Pequenas Empresas para os seus assinantes; 3.578 profissionais de recursos humanos estão bombando de trocar idéias no grupo “Gestão de Recursos Humanos” na Linkedin brasileira.
Enquanto você proibi os seus funcionários de participar da conversa, a turma está toda animada no baile conversando entre si, construindo credibilidade, reputação, e novos relacionamentos.
2011 é o primeiro ano da segunda década do Século 21. Você vai continuar insistindo em querer viver em 1982?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E você?

sábado, 26 de fevereiro de 2011

COMPRAS GOVERNAMENTAIS



Não há quem duvide do potencial do empreendedorismo para geração de empregos, renda, desenvolvimento e justiça socioeconômica. As micro e pequenas empresas (MPEs) brasileiras representam mais de 98% dos estabelecimentos formalmente constituídos, empregam quase 70% do pessoal ocupado e geram 20% do PIB.
Entretanto, sua participação nos processos de compras governamentais é de apenas 15%, índice que poderia ser muito mais relevante caso um ambiente mais favorável aos pequenos negócios fosse consolidado. Burocracia, dificuldade de acesso ao crédito e a novos mercados, legislação e sistema tributários ultrapassados são obstáculos a serem vencidos.
Contudo, governos podem (e devem) fazer uso do seu poder de compra como mecanismo de fortalecimento ao empreendedorismo local. Facilitar o acesso das MPE ao mundo das compras governamentais pode ser a base para a instalação de um ciclo virtuoso na economia.
Parece fácil, mas boa vontade não basta. Os processos de aquisição pública precisam garantir legalidade, isenção, menor preço, qualidade, ampla disputa, transparência, celeridade e participação irrestrita de todos os fornecedores. Tais critérios, contemplados na Lei de Licitações (lei 8.666/93), têm seu mérito administrativo, mas atribuíram formalidades e requisitos que separam as empresas de seus maiores clientes: prefeituras e governos estaduais e/ou federais.
Mesmo aparentemente complicado, a dificuldade pode valer a pena em função do mercado que se abre às MPEs. Com conhecimento e organização, qualquer empresa pode usufruir desse mercado potencial. Na verdade, muitas empresas mal têm consciência de seus direitos.
Você sabia no caso de um empate por preço entre uma pequena e uma grande empresa participante de licitação, será assegurado, como critério de desempate, a preferência de contratação para a pequena empresa quando seu preço for até 10% maior que o preço da grande empresa? Ou que em contratações de até R$ 80 mil e havendo no mínimo três pequenas empresas competindo pela conta, a preferência será dada à elas? E ainda que existe possibilidade de subcontratação nos grandes contratos desde que não exceda a 30% do total licitado?
Para aproveitar essas oportunidades, a empresa precisa estar pronta para um tipo de atendimento em que qualidade e bons critérios de formação de preço serão fatores essenciais para que se candidate com condições de êxito. Precisa, ainda, estar organizada, capacitada e cons¬ciente de seus próprios processos de gestão de forma a oferecer produtos sempre competitivos em escala e preço. Uma vez estruturada corretamente, habilitar-se como fornecedora ao serviço público pode representar um aumento significativo de faturamento.
Para o governo, o fortalecimento do consumo local em seus processos de compra reduz as despesas de custeio administrativo, aumenta as possibilidades de investimento municipal, propicia a geração de renda e emprego e cria vínculos mais fortes e produtivos entre os agentes locais de desenvolvimento (indústrias, comércios, serviços e agricultura).
Aliás, faço o convite para que cada um de nós se inspire nessa idéia. Com ou sem licitação, população, empresas ou administração pública deveriam realizar suas compras com fornecedores locais, aquecendo a economia e contribuindo para a geração de renda, empregos e negócios.
Pense nisso!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
26 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PLANO DE NEGÓCIOS


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Na velocidade com que as coisas acontecem, muitas pessoas tentam me convencer de que o planejamento deixou de ser uma etapa importante na vida empresarial. Sinceramente, ainda não consigo acreditar que qualquer ação tenha chances de dar certo sem um pouco de planejamento.
Se para realizar uma viagem, uma festa ou uma reforma em casa é preciso planejar; como não fazê-lo ao iniciar um novo negócio?
Se a intenção dessa nova empreitada é que tudo dê certo respeitando recursos, prazos e as pessoas envolvidas será preciso retirar as idéias do plano dos sonhos e colocá-las no papel minimizando riscos e analisando todas as variáveis que envolvam suas escolhas. Afinal, por mais poderoso que seja o seu sonho, ele não dará certo apenas porque você deseja.
No universo empreendedor, a “viagem” também precisa de planejamento.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post dessa semana irá orientá-lo sobre o principal mapa para uma boa viagem: o plano de negócios.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

NOVOS NEGÓCIOS



Em 2010, 1.370.464 empresas foram constituídas no país, um crescimento de 101% em relação a 2009, quando 680.881 empreendimentos foram registrados.
Esse aumento expressivo deu-se principalmente por conta do Empreendedor Individual, que só no ano passado registrou 752.628 formalizações, quase 55% do total de novos CNPJs. Os dados fazem parte de relatório estatístico do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O Empreendedor Individual é uma figura jurídica criada para incentivar a formalização de pessoas que trabalham por conta própria, como vendedores de cosméticos e artigos de perfumaria, chaveiros, eletricistas, jardineiros, fotógrafos, entre outras profissões.
Para Luiz Barretto, presidente do Sebrae, o crescimento no número de empreendedores é um sinal de que os brasileiros estão descobrindo aos poucos as vantagens da formalização. “O ambiente econômico dos últimos anos foi fator decisivo para o aumento no número de novas empresas e, juntamente com o expressivo número de empreendedores individuais formalizados, mostra a força dos pequenos negócios na economia nacional”, ressalta.

Até o dia 1º de fevereiro, 891.036 pessoas haviam se cadastrado no programa.

Os estados com maior número de inscrições são:
São Paulo (181.583)
Rio de Janeiro (116.884)
Minas Gerais (85.689)
Bahia (85.152), e;
Rio Grande do Sul (49.758).

Dentre os municípios estão:
São Paulo (SP) - 51.099;
Rio de Janeiro (RJ) - 44.525;
Salvador (BA) - 31.551;
Brasília (DF) - 16.724;
Belo Horizonte (MG) - 16.179;
Fortaleza (CE) - 12.430;
Goiânia (GO) - 10.700;
Curitiba (PR) - 9.869;
Campo Grande (MS) - 9.424;
Recife (PE) - 8.930. 

Total de empresas abertas por região:

O levantamento do MDIC aponta que a região Sudeste foi a que mais constituiu empresas em 2010, 635.494 no total, um aumento de 92% em relação a 2009 (331.452).
Nordeste aparece com 294.599 registros, aumento de 154% (116.128);
Sul com 221.191, 57% a mais que no ano anterior (140.972);
Centro-Oeste com 130.091, 112% superior a 2009 (61.498), e;
Norte com 89.089, incremento de 189% em relação ao mesmo período do ano passado (30.831).

Entre os estados, os que se destacaram no número de constituições em 2010 foram: São Paulo (346.651), Rio de Janeiro (136.922), Minas Gerais (122.878), Bahia (108.487) e Rio Grande do Sul (85.805).

Quer saber mais sobre o assunto e realizar a sua inscrição?!?
Acesse o Portal do Empreendedor ou visite uma agência do SEBRAE em todo o país.



Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - com informações do MDIC
(61) 3243-7851/ 3243-7852/ 8118-9821/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

PARA GANHAR MAIS

Pesquisa realizada pelo IPEA e publicada pela Agência SEBRAE de Notícias mostra que microempresários ganham duas vezes mais que assalariados.
É claro que essa não é uma receita que serve para todos, mas certamente pode animar muito aqueles que pretendem iniciar um novo negócio.


Brasília - Ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social), feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação durante o segundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem salários equivalentes a dois salários mínimos ou mais. Entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários, que têm, no máximo, cinco funcionários, o valor é duas vezes maior. Do total, 54,59% lucram acima de dois salários mínimos todos os meses.
Apesar da rentabilidade maior, abrir uma empresa não está entre as principais opções dos brasileiros que estão desempregados. Ainda há um receio em relação ao processo, de acordo com a pesquisa. A concorrência acirrada é o maior entrave para o crescimento das micro e pequenas empresas no momento atual da economia brasileira, segundo os próprios empresários. A redução da disputa pelo cliente é o fator que mais contribuiria para a melhoria do desempenho do empreendimento, de acordo com 41,2% dos donos de negócios de pequeno porte.
O levantamento mostra que a questão é mais preocupante até mesmo do que a carga tributária elevada e a dificuldade de acesso ao crédito, opções tradicionalmente citadas como empecilhos para a ascensão empresarial. Os dois argumentos foram apontados por 14,9% e 14,3%, respectivamente. “A preocupação dos empresários com a concorrência reforça a importância de ter uma situação econômica favorável, com crescimento da economia e aumento da demanda”, afirma o responsável pelo levantamento, o técnico de planejamento e pesquisas do IPEA, Bruno Marcos Amorim.
Mas quem opta por abrir o próprio negócio tem que estar preparado para se dedicar em tempo integral. A pesquisa mostra que 15,3% dos empregadores e trabalhadores por conta própria apontam a falta de uma jornada de trabalho como um dos problemas de não ser assalariado. Em seguida, citam o fato de nunca conseguirem tirar férias para descansar (14,7%). Os empresários reclamam ainda de trabalharem muito e ganharem pouco (10,4%) e de terem renda instável, enfrentando dificuldades para manter o negócio em determinados períodos do ano (7,4%). “Comprova uma percepção de que trabalhar por conta própria dá autonomia ao empresário, mas ele tem que dedicar e abdicar de várias coisas em sua vida”, afirma Amorim.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851 61)3243-7851 / 3243-7852/ 8118-9821/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
twitter.com/sebrae
facebook.com/sebrae



sábado, 19 de fevereiro de 2011

BEIJA-FLOR



Ao acordar na manhã de hoje, meu marido encontrou um beija-flor preso em nossa cozinha. Eu estava a caminho de uma reunião importante e justamente por isso, imaginamos se a visita poderia ter alguma simbologia.
A luta familiar foi por libertá-lo, mas sua simples presença me fez pensar sobre o que eu poderia compartilhar com vocês, amigos do Lounge Empreendedor.
Dizem que beija-flores são pássaros que simbolizam o amor-romântico, a graça, a sorte e a suavidade. Também já ouvi muitas pessoas falarem sobre sua mensagem de cura e de êxito.
O que sei é que desde pequena convivo com esses pássaros e sempre me encantei pelo jeito doce com que se aproximam das flores e se comportam em relação às plantas e ao seu próprio grupo.
Ágeis e irrequietos, com lindas e variadas cores, encantam a qualquer um que observe as admiráveis coreografias que eles desenham no ar. Como pequeninos mísseis alados, cortam o ar em manobras inesperadas e parecem nada temer. Lançam-se ao mundo espalhando graça e beleza e nos ensinam a apreciar as maravilhas e magias de nossa existência diária.
Um dos maiores presentes que podemos obter seguindo seus ensinamentos é o de entender os enigmas e os mistérios que envolvem as dualidades e contradições.
Afinal, “voar parado”... Como entender?
Essas pequenas aves voam em qualquer direção: para cima, para baixo, para esquerda, para a direita e realmente paralisam no ar, como se estivessem observando e preparando seu próximo passo.
Sua presença é pura alegria e por mais que eu me acostume, sempre me provocam reações de admiração.
Pessoas que têm o beija-flor como animal de poder, geralmente são pessoas agradáveis, alegres e que vivem rodeadas de amigos.
Elas conseguem contagiar o ambiente com sua alegria e encontram sempre uma maneira de fazer quem estiver ao seu lado se sentir renovado e feliz pelo simples fato de estar vivo.
Usando a astúcia, a inteligência, a graça e não só a força física ou o poder, estão sempre procurando uma maneira para embarcar numa nova aventura e jornada.
Quando sinto “meu beija-flor querendo voar para longe de mim”, procuro preencher meu coração com alegria.
Empreendedores não podem perder seus “beija-flores”.
Se em algum momento, seu negócio se complicar, seu comportamento se abalar e você pensar em desistir, não deixe seu lado sombra tomar conta de você.
Ainda que esteja magoado e sem vontade para nada, procure andar pelos campos, pela mata, entre as flores e sinta os perfumes e odores que tanto atraem o beija-flor e lhe proporcionam tanta alegria.
Há cor e energia no mundo e, às vezes, elas entram pela porta da cozinha... Basta você deixar!

“Era uma vez, uma grande floresta que pegou fogo. O incêndio destruía, de forma cruel e voraz, aquele recanto de paz. Os animais fugiam, desesperadamente, para não morrerem carbonizados. Um beija-flor idealista e solitário enchia o bico d’água no regato. Voando rápido, jogava, sem sucesso, a água nas labaredas que ardiam. O leão, apesar de toda a sua imponência e autoridade, acovardava-se, fugindo também como os demais.
Exatamente o leão foi quem se virou para o beija-flor e, aos berros, falou:
– Seu idiota! Não percebe que não vai conseguir apagar este fogo com este tiquinho d’água? É melhor fugir também antes que a morte o alcance. Seu imbecil!
E o beija-flor, já cansado, mas consciente da sua verdadeira missão, com toda sua humildade, disse para o leão:
– Sabe, seu Rei Leão, se, ao invés de vocês estarem aí me criticando e fugindo da responsabilidade, estivessem aqui, comprometidos em apagar o fogo, com certeza, poderíamos salvar nossa floresta querida.”

Você está pronto a ser beija-flor?


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

PLANEJAMENTO DE MARKETING

Estou muit feliz com a entrevista (absolutamente completa) publicada na Revista Onix de fevereiro/2011.
Espero que os leitores do Lounge Empreendedor gostem também... Agradeço ao querido Prof.º Murara pela ajuda, a linda Célia Piovan pelo convite e respeito e ao competente Éttore Murback pelas lindas fotos!

Com a Palavra | Ana Maria Magni Coelho

Qual a importância da publicidade às empresas?
“Quem não é visto não é lembrado”

Por que as empresas devem manter uma política especializada em gestão de marketing?
Quando você quer passar uns dias numa casa de praia, precisa fazer um planejamento, certo? Você se prepara com tudo o que precisa e até com materiais que podem não ser utilizados (primeiros socorros, por exemplo). Fazendo isso, você pode ficar tranquilo e alcançar o seu objetivo: curtir a viagem, não se estressar e ter tudo sempre à mão.
Na empresa, você também tem objetivos. Sendo mais clara: você precisa de clientes para quem possa vender. Para que esse objetivo seja alcançado, é necessário usar de ferramentas que possibilitem “chegar lá” com menos esforço e custos. A gestão adequada de marketing pode auxiliá-lo nisso.
Um plano de marketing serve como um mapa de estrada, que guia a empresa em um determinado caminho. Um bom plano de marketing deve incluir objetivos quantitativos e um conjunto de estratégias, táticas e operações que suportam esses objetivos.

Qual o momento mais indicado para dar início ao plano de marketing?
Durante o plano de negócios, você começa a fazer, às vezes inconscientemente, o plano de marketing. É quando você vai avaliar quem é seu cliente, onde mora, qual o salário, os comportamentos de compra. Isso já direciona que tipo de comunicação irá fazer, em que veículo, com qual linguagem.

O planejamento de marketing é mais importante para as micro e pequenas empresas ou independe do tamanho da estrutura? Por quê?
A maquiagem para uma mulher é tão importante que independe do fato de ser celebridade ou estar no anonimato; independe a idade, estatura ou peso.
O planejamento de marketing deve ser olhado da mesma forma pelas empresas. O que acontece é que nas micro e pequenas o empreendedor geralmente faz a parte técnica, operacional e administrativa do negócio (em alguns casos faz até a limpeza e o cafezinho, certo?). E se ele não estabelece prioridades, o planejamento das ações de marketing fica em segundo plano.
Se uma pequena empresa realmente quer alcançar resultados com marketing, é preciso que ele seja bem-feito. É preciso fixar recursos e metas, bem como buscar bons profissionais, com conhecimento e atitude adequada para o seu negócio. Além disso, é preciso acompanhar indicadores que apontem se as escolhas de marketing estão efetivamente gerando resultado ao negócio.

Quais os benefícios de um plano de marketing bem-elaborado?
Um plano de marketing bem-feito ajuda o empreendedor a reconhecer onde seus esforços devem estar concentrados e a observar e tirar o melhor proveito das oportunidades no mercado. Também proporciona um meio de medir o desempenho dos investimentos em marketing, sem contar a melhora de sua imagem institucional, a criação de uma identidade e possibilitar o retorno em vendas (diretas ou indiretas, imediatas ou não).

Como analisa a relação do empresário/ comerciante da Região do Alto Tietê com a publicidade? Há paradigmas que devem ser quebrados? Quais?
Sim. O empresário/ comerciante ainda entende que a publicidade só pode ser realizada através de entrega de panfletos, cartazes, melhora em sua fachada, carro de som, anúncio na tevê, entre outros meios convencionais.
A aprovação da Lei Mogi Mais Viva, por exemplo, está fazendo com que os empresários busquem novos meios de comunicação, o que não deixa de ter um lado positivo, pois está obrigando-os a inovar em suas escolhas.

Empresários/ comerciantes procuram o SEBRAE em busca de soluções nesta área?
Somos procurados frequentemente por empreendedores em busca de soluções em marketing. Posso afirmar que, juntamente com finanças, é um dos assuntos mais procurados, e os encontros do Circuito de Negócios em 2010 comprovaram essa demanda.

Quais as dúvidas mais frequentes?
Como divulgar a empresa; como vender mais; como aproveitar as mídias sociais para gerar mais lucro; como entender as melhores estratégias para o próprio negócio; e, como fazer publicidade, mesmo com as novas restrições.

Historicamente, a publicidade é mais importante nos dias atuais? Por quê?
Com o aumento da concorrência, as empresas precisam estar cada vez mais competitivas. Hoje, os produtos e/ ou serviços têm transformado-se em commodity e, por isso, a publicidade torna-se fundamental para a sobrevivência da empresa.
Além disso, com a melhoria do poder econômico da população, as pessoas aumentam seu próprio nível de exigência com relação à qualidade, fazendo com que sobreviva no mercado apenas as empresas que tiverem uma estratégia de comunicação planejada e realmente eficaz.

Quais as recomendações para quem não tem plano de marketing?
Se você não tem um plano de marketing, talvez esteja lutando contra concorrentes que nem existem ou prospectando ações que não façam sentido ao seu negócio, mais ou menos como se fosse Dom Quixote, brigando contra os moinhos de vento.
Minha recomendação, nesse caso, é que procure entender três aspectos de seu negócio, para começar o plano:
1. Visão externa
Conheça o mercado externo (Quais as oportunidades e as ameaças que estão presentes nesse mercado? Onde você quer atuar? Quais são seus principais concorrentes?).
2. Visão interna
Quais são as forças e fraquezas da sua própria empresa? (pense na sua equipe, infraestrutura, recursos econômicos, produtos, marca etc).
3. Responda às seguintes perguntas
a) Como eu vou aproveitar as oportunidades que se apresentam no mercado? (reforçando as minhas forças e diminuindo minhas fraquezas).
b) Como eu vou me defender das ameaças que o mercado apresenta para a minha empresa? (aproveitando minhas forças e minimizando as minhas fraquezas).
Esse é um bom caminho para definir as ações de marketing que você deverá priorizar.
Se precisar de ajuda, procure o escritório e os treinamentos dos SEBRAE ou acesse http://www.clickmarketing.sebrae.com.br/

Além da ferramenta online, o SEBRAE disponibiliza outro programa voltado para a área de plano de marketing?
Atualmente nosso escritório disponibiliza consultorias coletivas com os temas “Como divulgar sua empresa” ou “Como fazer pesquisa de mercado”, além de consultorias individuais agendadas dentro do próprio SEBRAE-SP, conforme a demanda do empresário. Basta entrar em contato através do telefone 0800 570 0800 e agendar um horário.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DIRETO DE PORTUGAL

Se você é do tipo que ainda se diverte com piadinhas sobre portugueses, deveria ler com atenção essa matéria. Não apresento nenhuma receita de pãozinho do seu Manuel da Padaria, mas sim boas idéias de tecnologia utilizando uma rede social exclusiva para centros comercias integrando comunicação, marketing e monitoramento de clientes. Trata-se da Wi-Social.


Wi-Social funciona por Wi-Fi e Bluetooth e terá integração com Facebook. Empresa está em negociações com os espaços comerciais.

Está a ser desenvolvida há cerca de dois anos por ex-alunos do Instituto Superior Técnico e tem como principal diferenciador ser uma rede social móvel: isto é, a que só se acede em espaços geográficos definidos, usando a localização física como denominador comum dos utilizadores.
"A Wi-Social vai ter três funcionalidades: rede social, ferramenta de marketing com conteúdos próprios em cada espaço e sistema de monitorização dos clientes", explica ao Jonal i Bruno Capelas, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da rede e da empresa com o mesmo nome que acaba de ser formalizada.
Os ex-alunos estão em negociações para os primeiros lançamentos desta rede: com um centro comercial, um hotel e um pólo tecnológico. Mas as aplicações são virtualmente ilimitadas, basta que se trate de um local público que reúna muita gente, como um pavilhão desportivo, um aeroporto, uma universidade ou uma sala de concertos.
"A mais-valia é que permite a cada pessoa ver quem está naquele local ao mesmo tempo, dá oportunidade de conhecer novas pessoas", adianta Bruno Capelas. Tal como em todas as redes baseadas na localização (como o Foursquare), é assegurado o controlo total das definições de privacidade - quem pode vê-lo, quem pode contactá-lo, etc.
"Todas as mensagens trocadas através da rede são cifradas para não se poderem interceptar", explica.
Além desta componente, que terá integração no Facebook, a Wi-Social oferece aos estabelecimentos um canal único para fazer passar uma mensagem: poderão enviar ofertas exclusivas aos utilizadores relacionadas com os seus hábitos e o ponto da loja onde estão. Poderão também reunir os dados anónimos das localizações e estudar por que razão os clientes se concentram nos corredores cinco e sete, por exemplo. "Há vários serviços que podem ser oferecidos", indica Capelas.
A aplicação, que tem uma interface muito simples, já foi desenvolvida para Symbian (sistema operativo mais usado nos telemóveis), Android e Windows Mobile. Na forja estão as versões para iPhone e Windows Phone 7, mas Bruno Capelas ressalva: "Até o telemóvel mais antigo pode usar a rede, porque funciona também por Bluetooth". Todos os serviços são gratuitos, pelo que basta descarregar a aplicação e fazer o registo.
Quanto ao modelo de negócio, assentará na publicidade. Para os estabelecimentos o investimento será pequeno: basta ligar os pontos de acesso (Wi-Fi e Bluetooth) a uma fonte de energia e lançar conteúdos de marketing. Estes serviços serão criados através de um portal desenvolvido pela empresa de Bruno Capelas para facilitar a tarefa aos "clientes".
Agora, a Wi-Social está à procura de business angels ou private equities que invistam. Segundo Bruno Capelas, todo o investimento até agora foi feito pelos sócios da empresa. Dois deles, incluindo Bruno, são os criadores originais do projecto, que começou por ser a base de uma dissertação de mestrado em Engenharia de Redes e Comunicações.

Fonte: Jornal i

PONTO COMERCIAL


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um dos segmentos que mais cresceu no mercado imobiliário é o de compra e venda de estabelecimentos e pontos comerciais, juridicamente denominados fundos de comércio. O fundo de comércio é o conjunto de bens corpóreos (vitrine, máquinas e estoques) ou incorpóreos (ponto, nome, marcas e patentes) que facilitam o exercício da atividade mercantil pelos empreendedores.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post dessa semana irá tratar um pouco mais sobre esse assunto bem como de sua diferenciação sobre o ponto de venda.
Ponto comercial não é apenas o imóvel onde você instala a sua empresa, mas também o nome, o tempo em que é estabelecida no local, a clientela e os fornecedores. Seu valor deve ser calculado de acordo com o faturamento médio mensal do negócio adicionado ao seu patrimônio (equipamentos, marcas, acessórios).

domingo, 13 de fevereiro de 2011

VANILLA SKY


Nem só da realidade vive o homem. Ele também se alimenta de sonhos e de esperanças. Afinal, como viver o dia a dia sem tê-lo sonhado? É bem verdade que aprendemos a adaptar nossos sonhos, mas isso não é de todo mau, pois "viver é adaptar-se", como minha avó, com toda a sua sapiência, diria, ou, ainda, como Titãs e Roberto Carlos afirmariam - "É preciso saber viver".
E vale qualquer tipo de sonho: a dois, individual, ou, simplesmente, aquele sonhado com amigos, parentes e colegas de trabalho. Sonhar não paga imposto, como diriam outros. Pena que nos dias de hoje poucos tenham tempo para sonhar, de olhar para o céu para tentar descobrir outra constelação que não as 88 oficiais (já fiz isso só pelo prazer de "ter" uma nova estrela), ou, ainda, para imaginar.
Sim, imaginar a essência, se aprofundar sobre a história de cada constelação, como a de Andrômeda, que na mitologia representa a princesa Andrômeda, filha de Cassiopéia; a Ursa Major, também conhecida como Ursa Maior ou Grande Urso; a de Orion, que significa Grande Caçador; o Crux, ou Cruzeiro do Sul; ou, ainda, a Coma Berenices, que significa a cabeleira de Berenice.
Diz a história que, para que o seu marido retornasse vivo da guerra, a rainha Berenice prometeu seus longos cabelos à Afrodite. Como a deusa da mitologia grega atendeu ao seu pedido, Berenice cortou a cabeleira oferecendo-a em um altar. No dia seguinte, os fios haviam sumido. Então, o astrônomo da corte concluiu que Afrodite ficou tão encantada com a oferenda que a levou para o céu. Nesta oportunidade, cabe explicar que astronomia, ciência que estuda o movimento dos planetas, não tem nada a ver com astrologia, estudo dos horóscopos zodiacais.
Mas, voltando aos nossos sonhos... Quem não sonha em estar num lindo lugar, quem sabe em Paris, com vista preciosa do Museu dOrsay, ou ainda da Torre Eiffel? Também vale a vista do Serro Catedral, em Bariloche, na Argentina, com direito a nariz gelado e cheiro de alfazema. E por falar em cheiros, que tal o aroma de eucalipto e de araucária em Campos do Jordão?
Vale também apreciar a formação de nuvens no céu, imaginando suas formas ou desvendando seus três tipos básicos: Cirros (formadas por cristais de gelo, leves e delicadas, que podem estar a até 4,5 mil metros de altura), Cúmulos (mais comuns e que se assemelham a algodão doce), e Estratos (composição sólida e escura).
E como é gostoso olhar para o céu e deixar a imaginação ganhar asas. Ou vai me dizer que você, leitor, nunca viu um elefante ou uma xícara no azul infinito? Pode ter visto, ainda, um grande coração, ou uma tartaruga gigante... Mas existe outra forma de desprender os pés do chão e se deixar levar, almejando dias melhores. Experimente num ato de grande desprendimento jogar um aviãozinho de papel no ar! Infelizes e loucos, afinal, são os que não se entregam ao simples, à imaginação e aos seus sonhos!

Jeruza Reis é advogada e vereadora em Poá.
Texto extraído do jornal Diário do Alto Tietê

sábado, 12 de fevereiro de 2011

ANO DO COELHO


Fotos de Michel Meusburger
Quando recebi o convite da minha amiga Carla Fiamini para a abertura das comemorações do Ano Novo Chinês em Suzano relutei em confirmar a minha presença pois seria necessário abrir mão do último dia de Social Media Week em São Paulo e remanejar alguns outros compromissos.
Como @Samegui já havia comentado no blog A Vida como a Vida Quer a respeito do sentido desse ano e como adoro conhecer festas com um significado cultural forte: lá fui eu!
Saí de São Paulo após um dia de reuniões e decisões a serem tomadas e segui rumo ao Parque Municipal “Max Feffer” (avenida Brasil, s/ nº, Jardim Imperador) em Suzano. Nem a brusca queda na temperatura ou a ameaça de chuva atrapalharam os festejos. Reencontrei amigos, prospectei novas ações para o escritório do SEBRAE-SP e quando menos esperava, me vi no palco ao lado de Felipe Liu, presidente da empresa organizadora do evento que me narrou cada etapa e significado da festa.
O “Ano-Novo Chinês” é o feriado mais importante do calendário do país oriental. No período dos festejos, o país para por 15 dias para os preparativos, viagens e rituais que marcam a passagem do ano. No mundo, além de ser comemorado em seu próprio país (China) e no Brasil, a chegada da data também é celebrada nos Estados Unidos, em Londres e no Canadá.
Tradicionalmente ligado ao Horóscopo Chinês, que congrega 12 animais, “O Ano-Novo Chinês” em 2011 teve início no dia 3 de fevereiro e celebrou a chegada do Ano do Coelho.
Para quem acredita na doutrina, grandes mudanças acontecerão. Pois sai de cena o Tigre, regente de 2010 que gerou acidentes, conflitos e crises econômicas, e entra o Coelho, símbolo da calma, da paz e da diplomacia. O mamífero representa coragem e determinação. Os chineses defendem que o coelho é ordeiro, sempre está em paz com quem está a sua volta, é um defensor do meio ambiente. Além disso, é reconhecido por defender com elogiável destreza seus direitos e interesses, despertando garra e desejo de realização e organização nas pessoas. Ótimo ano para os avanços na medicina, a cura de doenças e as negociações políticas. Os nascidos em anos regidos pelo Coelho costumam ser sensatos, sensíveis e têm sorte no amor e nos negócios.
Uau! Ano do Coelho! Será que, mesmo nascida em anos de Dragão, mas sendo uma legítima integrante da família Coelho esse ano me promete boas surpresas?
Não posso prever o futuro, mas garanto que a noite de ontem ficará marcada.
O som dos tambores, as cores e os movimentos da “Dança do Dragão”, o tradicional “Batismo do Leão”...
Fiquei mesmo impressionada! Sem contar a linda estrutura do palco retratando a famosa Muralha da China e as deliciosas comidinhas da praça de alimentação.
Mas quero falar mais sobre o Batismo do Leão... Um ritual repleto de simbologia e do qual fiz parte do momento exato “conceder a visão ao felino”. VISÃO! Talvez o sentido mais necessário ao empreendedor para que realize as melhores escolhas. Visão do presente. Visão do futuro. Visão das tendências. Visão do Negócio. Visão de Vida.
A cerimônia começou com o que os chineses chamam de “queimação do incenso”. Acender incensos e percorrê-los sob as alegorias presentes no palco tem a finalidade de animar e invocar o espírito dos leões. Em seguida, gotas de tinta na cor vermelha, que representam o sangue de galo utilizado usualmente na China, são passadas em várias partes do corpo do Leão para que dessa forma o felino ganhe vida e ofereça sua prosperidade.
Primeiramente, pintamos o espelho do felino, a parte frontal entre seus olhos para conceder a entrada para o espírito que habitará o Leão. Em seguida, realizamos a pintura dos olhos e ouvidos do felino, dando-lhe o poder da visão e o sentido da audição.
Para conceder ao Leão o dom da expressão, a tinta vermelha foi passada também na boca do animal. E, para dar-lhe força, o mesmo ritual foi feito na altura do quadril do felino.
Esse foi o sinal para que ele pudesse ganhar vida!
Para fechar a abertura por onde a alma que habita o Leão entrou e para que ela ali permaneça para sempre, várias autoridade amarraram pedaços de fita vermelho no chifre do Leão. Sim. O Leão Chinês tem chifres e é lindo!
Finalizando o ritual, faz parte da tradição na China oferecer ao Leão uma verdura, que representa prosperidade, e o Hong Pao, um envelope vermelho contendo uma quantia em dinheiro ao Leão. Em São Paulo, a primeira-dama do Estado foi a responsável por esse momento. Já em Suzano, a responsabilidade ficou nas mãos do prefeito Marcelo Cândido pedindo prosperidade ao “2º Ano-Novo Chinês”.
A oferta do Hong Pao é uma das mais antigas tradições chinesas, originada de uma lenda, na qual, uma Deusa, ao final de sua peregrinação pela Terra, entendendo não ter como dimensionar toda a sua gratidão pelo que vivenciou e aprendeu, colocou o próprio coração dentro de um envelope vermelho, e o ofertou ao seu mestre, o Deus maior.
Hoje, a oferta de valores em dinheiro demonstra desprendimento. Afinal, mesmo aqui no Brasil, sempre ouvimos dizer que aquilo que é dado, volta em dobro, com direito à sorte e prosperidade, se for oferecido com amor e gratidão.
E foi exatamente assim que me senti no palco das comemorações do “2º Ano Novo Chinês” em Suzano: grata por todos os momentos que vivi até agora e pronta para ampliar a minha própria visão rumo ao futuro! Que venha o Ano do Dragão!
Se você ficou curioso e mora na região do Alto Tietê, o “2º Ano-Novo Chinês” prossegue amanhã, das 11 às 22 horas, com diversas atrações culturais, diversificada área gastronômica (o Yakissoba é solidário e sua renda será revertida às associações assistenciais da cidade), parque de diversões e comercialização de produtos importados. A entrada é franca.

MÍDIAS SOCIAIS E NEGÓCIOS



Com a quebra de barreiras físicas que a internet promoveu globalmente, ficou muito mais fácil e rápido obter acesso à informação. Na rede, clientes conectados ganharam mais poder de barganha e agora tomam decisões que incidem na reputação dos fornecedores, influenciando e sendo influenciados por outras pessoas que trafegam no meio online.
Depois de participar de eventos como a “Campus Party” e o “Social Media Week” em São Paulo, tenho refletido muito sobre quais seriam as melhores práticas nessa área com relação às pequenas empresas. Afinal, se o assunto é negócio, não dá para termos uma visão utópica sobre ferramentas, plataformas e sistemas.
As palavras de ordem nesses eventos são: engajamento, marketing de experiências, disposição para ouvir, estratégias orientadas a partir do comportamento dos usuários, não ser superficial, ter o que dizer, relacionamento, etc.
Perfeito e suficiente se você for uma pessoa física querendo mergulhar nesse mundo. Entretanto, no caso das empresas, não basta. Seja online ou offline, o segredo do sucesso de uma empresa está naquilo que ela tem a oferecer ao seu cliente.
Sua empresa não terá seguidores no Twitter ou fãs no Facebook porque você construiu um bonito perfil. Seus clientes estarão ao seu lado apenas se você tiver bons produtos ou serviços a lhes oferecer. Simples assim.
Veja o caso da Apple: mesmo com uma mínima presença nas redes sociais, ela sempre é citada como referencial em produtos e estratégias de negócio. Se me perguntarem por que, a resposta que me vem à cabeça é: “em função dos produtos que oferecem”.
Por isso, se o jardim da sua casa ainda não estiver com flores, não abra o quintal para receber visitas. Traduzindo: não adianta se lançar no mundo digital apenas para aproveitar o modismo.
Lembre-se que você pode não ter a estrutura necessária para suprir as demandas ou que o target do seu negócio pode nem estar conectado à internet, mas sim passeando pelas ruas. Uma ação em rede não surtirá nenhum efeito e a causa não serão as ferramentas, mas a estratégia escolhida por você.
Isso não quer dizer que eu seja contra as mídias sociais, apenas acredito que o lucro de uma empresa não se dá em função delas, mas sim pela preocupação em oferecer bons produtos e um bom atendimento ao seu cliente. Esteja ele onde estiver.
E se você, empresário que acompanha o Lounge Empreendedor, acredita que é a hora de aproveitar esse momento, tenha clareza do objetivo que deseja atingir. Pode ser melhorar a reputação do negócio, ampliar o mix de marketing, inovar, reduzir custos na aquisição de novos clientes, melhorar o relacionamento, etc.
Só a clareza do objetivo poderá garantir a efetividade de sua entrada nesse mundo. Chegar a 1 milhão de seguidores pode torná-lo popular, mas não garantirá a conversão dos resultados do uso das mídias sociais em valor ao seu negócio.

Publicado no Caderno Opinião - Mogi News
12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

CONTRATO DE TRABALHO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Conhecer bem os tipos de contrato de trabalho existentes e a forma correta de utilizá-los de acordo com o que estabelece a atual legislação é fundamental para que as pequenas empresas minimizem seus custos e evitem potenciais problemas trabalhistas.
Para escapar da enorme quantidade de encargos sociais, muitos empreendedores ainda resistem em registrar seus empregados. Entretanto, essa não é a melhor alternativa. Fugir das responsabilidades enquanto empregador pode ter um custo ainda mais elevado no futuro da empresa.
O melhor é encarar de frente a burocracia imposta pela legislação trabalhista, previdenciária e tributária e estudar as melhores formas de efetivação da contratação de seus empregados. A justiça trabalhista vem aplicando fielmente suas regras e você pode ser duramente penalizado se não fizer a sua parte.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo as melhores possibilidades com relação a todas as áreas do seu negócio, comecemos por entender quais são os direitos e obrigações do empregado e do empregador e a diferença entre as relações de trabalho e de emprego.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CADASTRO POSITIVO



NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um dos temas mais recorrentes nas conversas com empresários do segmento do varejo é o Cadastro Positivo. O tema ainda gera alguma polêmica entre os empresários e consumidores brasileiros e as micro e pequenas empresas não têm clareza sobre a forma que podem vir a se beneficiar a partir de sua vigência.
Hoje, vivemos a realidade do cadastro negativo, utilizado por instituições financeiras e de crédito para checar o histórico de inadimplência de uma determinada pessoa. Mas e o cadastro positivo, que está sendo muito comentado ultimamente, o que significa?
Instituído pela Medida Provisória nº 518/10 em dezembro de 2010, o cadastro positivo é o oposto dos cadastros existentes hoje: ao invés de listar os clientes que não pagaram pontualmente suas dívidas, listaria aqueles que cumpriram seus compromissos em dia. Seu banco de dados poderá contar com pessoas físicas e jurídicas e poderá ser consultado por empresas, bancos e
  credores.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

NÃO É O DINHEIRO, ESTÚPIDO


Extrai esse texto de Nizan Guanaes da coluna econômica do Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul. Nizan Guanaes é publicitário e presidente do Grupo ABC.

"Sou, com frequência, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais. Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio. Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.
Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: ‘Eu também não, meu filho'.
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia. É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não dê férias para os seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘Eu não disse? Eu sabia!'.
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama ‘sucesso'. Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global. Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo?"

SIMPLES NACIONAL


Projeto que aumenta teto do Simples pode ser desarquivado
PLP 591/10 aumenta de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões o teto de faturamento para adesão ao Simples Nacional

Da Agência Sebrae de Notícias

Nesta semana, autores do projeto de Lei Complementar (PLP) 591/10, que prevê a ampliação do teto de faturamento para adesão ao Simples Nacional, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, devem apresentar requerimento à mesa diretora da Câmara dos Deputados solicitando o desarquivamento do documento.
O PLP, arquivado pela legislatura passada, prevê também o aumento do limite de faturamento para empreendedores individuais, de R$ 36 mil para R$ 48 mil. Além disso, permite a entrada de novas categorias econômicas no Simples Nacional e o parcelamento de débitos tributários para empresas enquadradas no sistema especial de tributação.
Na próxima quarta-feira (9), os parlamentares começam as articulações para agilizar a aprovação do projeto. Uma das estratégias é a recriação da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, extinta em razão do fim da legislatura passada. A reunião está marcada para às 15h, na presidência da Comissão de Finanças e Tributação.
“Acredito que dentro de duas a três semanas a comissão estará formada e serão retomadas as negociações com o Ministério da Fazenda, estados e municípios”, afirma um dos autores do requerimento, deputado Pepe Vargas (PT/RS). Ele avalia que a maior necessidade de negociação está com os Estados e municípios, mas acredita que as mudanças de governo podem facilitar. A expectativa é de que o projeto seja aprovado ainda no primeiro semestre de 2011.
“Dos projetos de autoria da Câmara, esse tem que ser a prioridade número um”, reforça outro autor do requerimento, deputado Guilherme Campos (DEM/SP).
Ele destaca especialmente a necessidade de aumento do teto da receita bruta anual das empresas para inclusão no Simples Nacional, "inclusive para resgatar as que foram
desenquadradas do sistema porque ultrapassaram o teto”, além resolver os problemas causados pela substituição tributária, que prejudica empresas do Simples Nacional.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SER FELIZ OU TER RAZÃO

Texto extraído da Revista Vida Simples

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".
E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".

MORAL DA HISTÓRIA

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?" Pense nisso e seja feliz.

E eu ainda acrescentaria:

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam"

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ACELERADORA 2011



Se você tem uma startup com uma proposta inovadora e está à procura de um modelo escalável e repetível, mas ainda precisa de apoio em gestão, estratégia, marketing, tecnologia, finanças, jurídico ou no modelo de negócios, inscreva-se na chamada de 2011 da Aceleradora.
Além de receber mentoring por 6 meses e melhorar MUITO sua startup, você imediatamente tem acesso ao networking da Aceleradora no Brasil e no mundo (incluindo investidores e empreendedores experientes), melhores práticas, aprendizado e pode usar tudo isso no tempo certo em favor do seu projeto.
Em troca desse processo de capacitação do empreendedor e melhoria no projeto, a Aceleradora passa a ser um co-fundador com direito a 5% da sua empresa - com a possibilidade de extensão desse percentual caso você tenha potencial para um aporte financeiro. Mesmo assim, você não tem nada a perder - não é preciso formalizar nada nem assinar nenhum contrato para se inscrever na chamada de projetos.
Para saber mais sobre a Aceleradora,
- acesse a página em http://aceleradora.net/
- entre em contato via twitter http://twitter.com/aceleradora
- ou via Facebook em http://fb.me/Aceleradora

Não perca essa oportunidade! Veja o Spreadsheets 

Fim das inscrições: 4/Mar/2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

PESQUISA DE MERCADO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Segundo a Associação Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (ANEP), pesquisa de mercado é “a coleta sistemática e o registro, classificação, análise e apresentação objetiva de dados sobre hábitos, comportamentos, atitudes, valores, necessidades, opiniões e motivações de indivíduos e organizações dentro do contexto de suas atividades econômicas, sociais, políticas e cotidianas”.
Você que acompanha o Lounge Empreendedor pode estar pensando: mas para que serve realmente essa pesquisa? Como colocá-la em prática no dia-a-dia?
Já que nem todo empreendedor nasce sabendo todas as respostas que surgem no dia-a-dia de seu próprio negócio, a pesquisa de mercado pode auxiliá-lo a ampliar sua percepção e conseqüentemente fundamentar boas decisões para futuro da empresa.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS - UMA NOVA PROFISSÃO

Logo após minha primeira participação na Campus Party Brasil 2011, tive contato com esse texto publicado na Folha OnLine.
Não tenho a menor dúvida de que as empresas que mantiverem seus olhos fechados para essa realidade ficarão para trás em questões de marketing e competitividade.
Mas tome cuidado: você precisa escolher a pessoa certa. Mais do que entender de sistemas, um bom analista de redes sociais deve gostar de RELACIONAMENTO e de PESSOAS.
O que você acha?
Saiba mais sobre essa nova profissão.

Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais
por Folha OnLine


Ficar de olho em Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e blogs deixou de ser um passatempo e virou profissão.
Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais para divulgar serviços e se aproximar de clientes. Para os iniciantes, os salários variam de R$ 1.000 a R$ 3.000, mas os experientes ganham até R$ 10 mil.
Rafael Matos, que atua como analista de redes sociais, diz que precisa ter jogo de cintura para atender a demandas.
Segundo pesquisa da Deloitte feita com 302 empresas brasileiras em fevereiro deste ano, 70% delas fazem monitoramento on-line e 55% recorreram a um profissional para cuidar do setor.
Rafael Matos, 27, analista de redes sociais da imobiliária Lopes, monitora perfis em redes sociais e diz que precisa de jogo de cintura para atender a todas as demandas. Ele conta que lidar com reclamações contra a empresa também é sua tarefa.

BOA LARGADA

Para ser um analista de mídias sociais, é preciso ter habilidade na escrita, conhecimento de marketing e familiaridade com redes.
Esses profissionais, também conhecidos como SMO (Social Media Optimization, ou otimização de mídia social), devem ter perfil inovador, diz Deni Beloti, consultor da Fellipelli. "Dinamismo, criatividade e imediatismo fazem parte do perfil."
Para Cely Carmo, gerente de estratégia da Burson Marsteller, organizações esperam iniciativas arrojadas dos analistas. "É preciso criar relacionamento com seguidores e conhecer "a fundo" a marca que divulga", afirma.
Na Ideia S/A, agência de mídias sociais, a maioria dos analistas tem diploma de jornalismo ou publicidade.
"Há profissionais formados nas áreas mais diversas, como turismo", revela Daniela Habif, coordenadora de conteúdo digital da empresa.
Há dois anos, o publicitário Antônio Mafra, 29, foi contratado pela Porto Seguro. Ao perceber que a empresa não atuava em mídias sociais, sugeriu que a seguradora aderisse à novidade.
"Eu mesmo criei a minha função. Hoje esse é um dos principais canais de relacionamento com o cliente", diz.
Em contraponto, Mafra diz que os colegas ainda não entendem sua função. "Sou conhecido como o vagabundo da empresa", brinca.
O gerente de mídias sociais da Tecnisa, Roberto Aloureiro, 38, aponta outra preocupação: divulgar informações sobre a companhia.
"Penso dez vezes antes de publicar dados na rede. Meu trabalho é gerenciar crises, e não gerar uma", conta.
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