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segunda-feira, 18 de março de 2013

INADIMPLÊNCIA: FUJA DESSE MAL!


A prevenção é o melhor recurso contra quem depois não vai pagar você


A alta da inadimplência nos últimos anos não está relacionada apenas ao crédito farto e à falta de educação financeira do brasileiro. Existe um fator que para nós, mulheres, pode ser ainda mais perigoso: a ansiedade e a insatisfação com a aparência estimulam as compras por impulso e elevam o risco de calote pelos consumidores, segundo um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédio (SPC).
Quando tomei conhecimento dessa pesquisa, logo pensei: “Uau! Preciso levar o assunto ao Blog da Manna. Afinal, lá estão consumidoras e também empreendedoras que precisam cuidar do assunto para depois não terem maiores problemas com o endividamento”.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

IMPOSTOS E SEU FLUXO DE CAIXA


Mais de 40% das indústrias do país tem o fluxo de caixa afetado porque pagam impostos antes de receberem pelas vendas. Sim. Pagam ao governo antes de receberem de seus clientes!
Para 41,1% das empresas, o prazo médio de recebimento das vendas é superior a 45 dias, enquanto que o de pagamento dos tributos que mais afetam o fluxo de caixa, como as contribuições previdenciárias, o PIS e a Cofins, é de, no máximo, 40 dias. As informações são da consulta empresarial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (29).
Segundo a pesquisa, feita entre 20 e 28 de junho com 594 empresas, os empresários brasileiros têm um alto custo financeiro para cumprir com suas obrigações tributárias. (Dado que não é nenhuma surpresa para quem vive a realidade das micro e pequenas empresas.) Conforme 60,3% dos empresários, os impostos pagos consomem mais de 20% do faturamento. “Os tributos têm um peso grande sobre o faturamento. Isso reforça a importância do governo recolhê-los, no mínimo, no mesmo prazo que as indústrias recebem pelas vendas”, destaca o economista da CNI, Mário Sérgio Carraro.

terça-feira, 3 de maio de 2011

O MUNDO MUDA


Não é de hoje que defendo a idéia da inovação e da mudança como fator de competitividade para os pequenos negócios. Já diz o ditado que quem fica parado é poste, certo?
E empresa “poste” tem pouquíssimo espaço no mercado atual.
Com o acirramento da concorrência, a ausência de barreiras de entrada para vários segmentos, a elevação do nível de exigência dos clientes e a presença de concorrentes de qualquer lugar do mundo, ficar parado é um perigo enorme.
Ainda que você esteja faturando bem e pense que tudo está indo muito bem com um “funcionamento em perfeito funcionamento”, não se sinta tentado a invocar o "status quo". Ficar parado no mundo de hoje é praticamente andar para trás.
É preciso rever modelos, pensar em novos caminhos, assumir aquilo que nem você sabe que não sabe.


Por isso, trouxe a nova campanha do Itaú para o Lounge Empreendedor. Com o mote “O mundo muda e as empresas precisam fazer cada vez mais”, o banco está lançando uma nova campanha específica para sua carteira de empresarial. Eu achei as propagandas bem legais, com linguagem dinâmica e super apropriada ao universo das pequenas empresas.
Não é de hoje que empreendedores de pequenos negócios acreditam que precisam resolver sozinhos todos os problemas do negócio, desde o “cafezinho para o cliente”, compras, vendas, marketing, produção, finanças, pessoas... Ufa! Pequeno empresário não precisa ser super herói.
Que tal parar de abraçar o mundo e cuidar das decisões que realmente precisem de você?
Concentre-se naquilo que é importante. Descubra o que seu cliente mais valoriza. Conquiste sua confiança. Comunique-se positivamente. Promova seu negócio. Experimente, tente...


Acredito que nosso país vive um importante momento para o fortalecimento das pequenas empresas. Talvez seja também o momento para você profissionalizar vários aspectos da gestão do seu próprio negócio.
Vá além dos clientes, concorrentes e forncedores. Conheça as facilidades e oportunidades de um bom relacionamento com os bancos. Lembra do post sobre crédito?!?
Não adianta correr para o gerente do seu banco apenas nos momentos em que sua empresa já está com a corda no pescoço.
Estabeleça vínculos. Aproveite as oportunidades. Muitos bancos contam com especialistas que podem orientar as finanças da empresa e a utilização correta do seu capital. Lembre-se que o mundo muda e você precisa estar pronto para ele.

quinta-feira, 17 de março de 2011

FORMAÇÃO DE PREÇO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

O momento da fixação dos preços é crucial para a sobrevivência e prosperidade de um negócio. Cada empresa tem suas características e seu mercado, mas na hora de formar o preço é preciso levar em conta equações comuns da gestão financeira: custo do serviço/produto, despesas variáveis, despesas fixas e lucro líquido.
Formar um preço que garanta a perenidade e competitividade do negócio passa por um profundo conhecimento sobre sua atividade empresarial. Existem variados pontos de vista a respeito da administração do preço. Um deles é a prática de preços determinados pelo mercado, onde o empresário trata de acompanhar os preços da concorrência, ou ainda quando o próprio cliente é que determina o valor de compra de acordo com as opções de preços encontrados.
O outro ponto de vista preconiza que os preços devem ser elaborados baseados em cálculos econômicos em que o empresário utiliza-se de índices internos dos custos fixos e variáveis para garantir a margem de lucratividade desejada ao seu negócio.
Nos dois casos, existem prós e contras.

quinta-feira, 3 de março de 2011

CAPITAL DE GIRO

NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Ao iniciar um negócio, qualquer empreendedor precisa de dinheiro para transformá-lo em realidade. É preciso capital para alugar ou comprar o local, para a mobilia, equipamentos e suprimentos, para pagar profissionais como contadores e advogados, e também para o desenvolvimento do seu produto ou serviço.
Conseguir o montante necessário nem sempre é fácil, mas existem várias alternativas.
Para aproveitá-las é preciso entender qual financiamento será melhor para você e sua empresa. Você possui capital próprio? Existem sócios investidores dispostos a bancar sua idéia? Ou você vai precisar de financiamento?
O fato é que, não apenas no início, mas em várias etapas da vida da empresa, podem surgir necessidades financeiras diferentes que exijam financiamento externo. Para sobreviver é necessário manter o equilíbrio das contas e um nível aceitável de capital de giro.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

PONTO DE EQUILÍBRIO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Poucas empresas sabem definir com exatidão quais são as quantidades mínimas de produtos a serem produzidos ou vendidos para que tenham resultados positivos ao final de um ano de atividade. Embora muitos empresários afirmem conhecer o significado do termo Ponto de Equilíbrio, poucos utilizam essa técnica de forma útil ou de fácil aplicabilidade. Se soubessem o quão importante é o conhecimento deste indicador para a sobrevivência de um empreendimento, jamais se permitiriam desconhecê-lo.
Mesmo com a evolução no nível de conhecimento em gestão, muitas micro e pequenas empresas ainda não sobrevivem ao primeiro ano de vida. Em alguns casos por desconhecimento do ramo de atividade, em outros por falta de planejamento, mas, na maioria dos casos, por completo descontrole administrativo. Descontrole tão grave que às vezes o empreendedor se ilude pensando que está obtendo lucro, mas, quando menos espera, se surpreende com o caixa completamente "no vermelho".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO


 
NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

A expressão Margem de Contribuição pode soar estranha aos ouvidos, mas entender seu significado ajudará muito no dia-a-dia de sua empresa.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, vamos dar início à coluna entendendo o sentido dos termos. Margem significa a diferença entre o valor do preço de venda e os valores dos custos e das despesas variáveis. Contribuição porque representa em quanto esse resultado contribui para o pagamento das despesas fixas e também para gerar lucro ao negócio.
Lembre-se que o conceito de variável não faz referência à mudança de valor do desembolso entre os meses, mas sim a sua relação direta à variação das vendas. Se uma empresa precisa comprar o que vende e também pagar despesas que só ocorrem quando a venda acontece, como impostos sobre vendas e comissões dos vendedores, quanto sobra para o pagamento das despesas fixas e para o lucro? É essa sobra que consideramos ser a Margem de Contribuição.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

CUSTOS E DESPESAS


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um passo simples e importante nos processos de gestão empresarial é melhorar os controles de custos e despesas. Para isso, é fundamental entender as diferenças dos próprios conceitos e do real significado dos custos. A dúvida mais comum surge quando é preciso definir o que são gastos, custos e despesas. Seriam todas palavras sinônimas? Se não, qual é a diferença? E investimento, qual é a sua relação com os custos da empresa?
A maioria das pequenas empresas nasce com alguém cujo talento comercial era inegável e vai crescendo até se tornar uma empresa madura. E aí, os problemas financeiros podem aparecer. A nova e madura empresa pode não estar preparada estruturalmente para acompanhar e analisar seus custos e despesas. Muitas têm seu histórico contábil perdido em papéis que acabam desaparecendo, ou guardam suas notas de compras, sem se saber bem sua utilidade.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PRÓ LABORE



NEM TODO O EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Que tal começar o mês de janeiro com uma série semanal sobre termos e conceitos de gestão que nem todo o empreendedor nasce sabendo, mas que fazem parte do dia-a-dia de toda pequena empresa.
O post de hoje abordará o “pró-labore”, uma expressão latina que significa "pelo trabalho", ou seja, a remuneração do trabalho realizado pelos sócios da empresa. Sim, sócios também devem ter salário e não podem simplesmente sacar do caixa da empresa o dinheiro para o supermercado do dia seguinte.
Na verdade, existem duas formas de remunerar os sócios de uma empresa: a distribuição dos lucros e o pró-labore.
Caso seu negócio conte com um sócio investidor que não dedica tempo na administração da empresa, ele deve ter apenas a participação nos lucros de acordo com sua participação no capital da empresa. O pró-labore é o instrumento que contabiliza, nos custos da empresa, a remuneração mensal de seus sócios e deve corresponder ao salário de um administrador contratado no mercado para executar a mesma atividade. É considerado uma despesa administrativa e deve ser apropriadamente custeado e pago, conforme o vencimento das obrigações da empresa.
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