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segunda-feira, 11 de março de 2013

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL


Um artifício para desenvolver você e sua equipe

 

Você já ouviu falar em inteligência emocional? Sim, ela existe e é tão importante para nós, mulheres empreendedoras, quanto o “saber fazer” qualquer atividade que hoje faça nossa empresa acontecer.
O modelo de inteligência emocional foi concebido por Daniel Goleman e é baseado sobre o controle de nossas próprias emoções, sobre a autoconsciência e a busca do saber de nossos próprios sentimentos, e por que nos sentimos “assim ou assado” em determinadas situações. É como se fôssemos gerentes de nossas emoções. Mas, também é sensível sobre a forma como as outras pessoas estão sentindo, identificando as emoções da outra pessoa, e então finalmente conseguindo equalizar as emoções de uma equipe da melhor maneira para todos.
Parece um sonho, né? Mas, não é...

sábado, 1 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO


"Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos."
-- Luís de Camões --


Opa! Opa! Opa! Eu sei que estamos iniciando o mês de dezembro, mas decidi desejar um novo ano bom a vocês agora, pois ainda é tempo de celebrarmos as conquistas que desejamos ter.
Dia desses eu estava conversando com um profissional que esteve à procura de uma vaga no mercado de trabalho nos últimos meses. “Apesar do bom currículo e boa vontade”, dizia ele, “estava difícil até conseguir agendar uma entrevista”, continuava, “e o pior: com o final do ano chegando, eu corria o risco de ter que esperar o começo do próximo ano e eu não conseguia me conformar com essa situação”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

VENÇA A APATIA COM MOTIVAÇÃO

"O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte."
-- Friedrich Nietzsche --


Dificuldade todo mundo tem: problemas financeiros, divergência com sócios, desilusão amorosa, descontentamento no trabalho, perda de alguém querido... Apesar disso, algumas pessoas encontram forças, visualizam sonhos, realizam projetos e prosperam. Outras, por outro lado, paralisam e deixam de desempenhar tarefas importantes que poderiam fazer a diferença entre o seu próprio fracasso ou sucesso.
Entre um extremo e outro, há (ou falta) um combustível chamado motivação - aquele sentimento que dá motivos para enfrentar, mitigar ou ocultar uma crise. A motivação é a força propulsora que leva o ser humano a realizar projetos, postergá-los ou simplesmente deixar de cumprí-los quando enfrentam uma situação problemática. Será que existe uma chave mágica que podemos ligar ou desligar nosso ânimo em situações complicadas?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

DE VOLTA À ROTINA

A verdadeira viagem não está em sair à procura de novas paisagens, 
mas em possuir novos olhos.
-- Marcel Proust --


Para muitos profissionais, esta é a semana de volta à rotina. Por melhor que tenha sido o período de descanso quem retorna ao trabalho precisa de alguns dias para se adaptar, para (re)programar a execução de suas atividades, retomar a rotina e recuperar o ânimo. Dizem que o prazo de adaptação é de 15 dias e por isso, não tente acelerar o processo, pois você pode atrapalhar seu próprio rendimento.
Que as férias servem para que possamos descansar e recuperar as energias todos sabem, o que poucos têm em mente, no entanto, é que retornar ao trabalho não costuma ser tão fácil assim. Além de encarar o fato de estar fora do ritmo, normalmente logo nos primeiros dias já precisamos nos deparar com uma infinidade de e-mails na caixa de entrada, atender telefonemas e ainda checar demandas internas e externas que há tempos aguardam uma resolução.
Mas será possível fazer tudo isso em apenas 8 horas de trabalho? Obviamente, não. Por isso, antes de retornar às suas atividades, qualquer profissional precisa se conscientizar que sua adaptação à rotina acontecerá num prazo de 15 dias.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

QUAL É O TAMANHO DA SUA CAMISA?

As equipes brilhantes são formadas por pessoas especiais que, em geral, se irritam umas com as outras. Mas, com a ajuda “espiritual” de um líder “iluminado”, encontram a forma de serem elas mesmas e ao mesmo tempo consagrarem-se como equipe.
-- Tom Peters --


Sempre que me deparo com gestores preocupados com o rótulo "funcionário", “colaborador” ou “empregado” no trato com seus liderados me questiono qual seria efetivamente a causa desse dilema. O que uma simples questão semântica realmente significaria na prática? Haveria junto a ela uma nova estratégia acompanhada de uma nova prática de gestão de recursos humanos?
A troca entre as palavras empregado, funcionário ou colaborador não é apenas uma questão de escolha. Trata-se de algo mais sério e que afeta diversos interesses e relações da empresa com seus prestadores de serviço.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

MOTIVAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS


Recentemente, fui procurada pelo jornal MogiNews para responder algumas questões relacionadas à manutenção da motivação e engajamento das equipes após o período de férias coletivas... Foram tantas respostas, boas reflexões e por isso, resolvi compartilhar com vocês a integridade dessa "conversa".
Aproveitem e depois me digam o que acharam. Afinal, não tenho como saber que você passou pelo Lounge Empreendedor se você não me contar o que tem achado... 

Motivação e início do ano para as equipes

1. Muitas empresas deram férias coletivas aos seus colaboradores, englobando o fim e o início do ano. Como aproveitar o retorno deles e motivá-los para um novo ano?
O passo inicial deve passar por perguntar sobre o que motiva a equipe! Motivar é trabalhar nas alternativas do ambiente, ou seja, da própria empresa, para que ela ofereça motivos suficientes para que os colaboradores façam mais e melhor aquilo que deve ser feito.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FESTA DE FIM DE ANO NA EMPRESA

 
O período de final de ano é marcado por uma grandes quantidade de eventos. Costumo dizer que se aceitasse todos os convites, passaria dezembro sem ver minha família e iniciaria o novo ano com uns 5 quilos a mais. Afinal, são tantas empresas, fornecedores, clientes e até os amigos promovendo algum tipo de encontro para fortalecer o bom relacionamento comercial que a agenda parece bem menor do que a demanda.
Se assim como eu, você vive essa cilada, saiba que tem um evento que você não deve faltar: o da sua empresa!
A grande maioria das organizações promove ao final do ano uma festa de confraternização entre os colaboradores como forma de agradecimento pelos resultados atingidos, pelos prejuízos amenizados ou, pelo menos, para proporcionar uma maior interação entre os grupos de trabalho, chefia e subordinados.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

MOTIVAÇÃO E SUAS BASES TEÓRICAS

Fico muito feliz quando um post traz uma boa discussão e repercute positivamente em várias mídias e conversas de amigos.

Ontem o texto "A IMPORTÂNCIA DE MANTER A EQUIPE MOTIVADA", publicado no Estadão do último domingo, gerou uma boa conversa entre os meus amigos no Facebook.
Não resisti e por isso, trago para o Lounge Empreendedor um pouco mais sobre essa questão motivacional.

Priscilla de Sá
Mesmo sem se lembrar da fonte, Priscilla de Sá, uma querida amiga dos tempos de Cásper Líbero, me fez pensar sobre valores percentuais que demonstrem a importância do salário como fator motivacional às pessoas. "O salário é apenas 4% da motivação dos funcionários. Quando se trata de executivos, o percentual sobe para 9%."
Não tenho dúvidas de que dinheiro é fundamental, mas não pode ser a única variável para incentivar uma equipe. Salários altos não garantem motivação para todas as pessoas. É claro que se o salário for abaixo do mercado, a pessoa pode até se desmotivar, mas mantê-lo acima da média em troca da simples cobrança por resultados e metas não será garantidor de motivação.

Thereza Bukow
Assim como a Thereza Bukow, acredito que "por trás do salário precisa haver uma MISSÃO e uma CAUSA." O motor da motivação é o sentimento de pertencimento e o senso de propósito comum. Trata-se um processo endógeno que determina a intensidade, direção e persistência dos nossos esforços em prol de um resultado que precisamos desejar atingir. Não basta alguém nos mandar fazer!
Fiodor Dostoievski, considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores artistas de todos os tempos, dizia que "o segredo da existência humana consiste não somente em viver, mas ainda encontrar o motivo para viver." Justamente por isso, encontrar o que realmente desperta o desejo ou o "motivus" (do latim) nos membros das equipes é um desafio e tanto para qualquer gestor. Na verdade, a discussão de ontem me fez pensar sobre todos nós.

Patricia Eroles
Patricia Eroles, apresentadora de um programa de TV em Mogi das Cruzes, fez uma pergunta aparentemente simples, mas que pode ajudar muito a entender quem é quem em seu grupo de trabalho.
Agora eu pergunto:

"Vocês prefeririam ganhar 10 mil reais por mês, num ambiente profissional chato onde você não é reconhecido; ou preferiria ganhar 5 mil num ambiente de trabalho agradável???"

Só consigo responder essa questão tomando parte do aprendizado adquirido à partir de um estudo realizado por David McClelland que identifica três bases motivacionais.
Para ele, todas as pessoas têm necessidades secundárias adquiridas socialmente (realização, afiliação e poder) que vão além das necessidades anteriormente estudadas por Maslow. Tais necessidades apresentam níveis diferentes em cada um de nós determinando, assim, nosso padrão pessoal de comportamento.
Pessoas motivadas por realização são orientadas para tarefas, procuram continuamente a excelência, apreciam desafios significativos e satisfazem-se ao completá-los, determinam metas realistas e monitoram seu progresso em direção a elas. Normalmente, têm uma ligação mais direta com a justa remuneração pelos resultados que obtém.
Indivíduos motivados por afiliação desejam estabelecer e desenvolver relacionamentos pessoais próximos e pertencer a grupos. Cultivam a cordialidade e o afeto em suas relações e estimam o trabalho em equipe mais do que o individual. Nem preciso dizer que estes são os que preferem ganhar um pouco menos, mas com melhor qualidade nos relacionamentos.
Finalmente, aqueles motivados pelo poder apreciam exercer influência sobre as decisões e comportamentos dos outros, fazendo com que as pessoas atuem de uma maneira diferente do convencional, utilizando-se da dominação (poder institucional) ou do carisma (poder pessoal). Gostam de competir, vencer e estar no controle das situações. São super ligados aos seus "cargos" e status.
Você já parou para pensar onde você se encaixa?
Antes de entender como motivar sua equipe, que tal respeitar aquilo que motiva você?
Tenho certeza que em algumas situações você prefira realizar coisas, em outras adore competir e exercer o controle ou que em várias delas aprecie boas relações pessoais. Mas qual é a sua base motivacional preponderante?
Meu convite é que você reflita.
Empreendedores precisam trazer os melhores resultados para seus negócios. Conhecer a realidade de si mesmo assim como a de seus funcionários é a forma mais correta para motivá-los em prol daquilo que faça sentido ao bom desempenho de todos vocês.
E aí?!? O que motiva você?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DE MANTER A EQUIPE MOTIVADA


Nas palestras de gestão de pessoas que realizo, muitos empreendedores me questionam se aumentar o salário dos funcionários é uma boa estratégia de motivação. Não tenho dúvidas de que dinheiro é fundamental, mas nem sempre o salário é a principal variável para incentivar uma equipe.
Motivação está intimamente ligada aos significados e valores pessoais de cada indivíduo. É um fenômeno interno, não externo, e varia de acordo com as percepções e interesses de cada um. Para manter uma equipe motivada, o empregador ou líder precisa conhecer bem seus funcionários a fim de construir e oferecer significados reais a cada um.
O ambiente de trabalho, a falta de perspectivas de carreira ou de conhecimentos apropriados à sua função, processos mal estruturados, a falta de reconhecimento, problemas de relacionamento com o superior ou colegas são apenas alguns dos fatores para a baixa da motivação de um funcionário.
Motivação é conseqüência, e não causa.
Nas empresas, falta de motivação pode levar a problemas com absenteísmo, alta rotatividade e conseqüente não cumprimento das metas estabelecidas. Para mantê-la em níveis apropriados, é preciso que o empregador ou o líder dedique-se a conhecer profundamente sua equipe. Afinal, ninguém fica motivado por razões que sejam dos outros.
É preciso inspirar as pessoas a darem o melhor de si, a assumir riscos, a pensar de forma empreendedora e a libertar o potencial que possuem.
Seria tudo muito fácil se pudéssemos clicar com o botão direito sobre a equipe, selecionar a opção “Incrementar motivação”, e pronto. Mas a motivação é um processo, não um evento isolado. Medidas corretivas como qualidade de vida, liderança transformadora, planos de carreira e remuneração justa poderão ajudar a adequar o ambiente de trabalho, criar perspectiva de crescimento dentro da empresa e manter os funcionários mais motivados e produtivos. Entretanto, não servem como receita de bolo. O fermento para cada ingrediente está no líder ou empregador.
Ofereça seu tempo a entender as razões da desmotivação dos membros da equipe. Saná-las e evitar que o problema volte ou se dissemine para os outros funcionários pode parecer complicado, mas é o melhor caminho para garantir a produtividade da sua empresa.
Vale sempre lembrar que, em qualquer contexto, é melhor prevenir do que remediar. O custo da prevenção prova-se menor que a resolução em um nível grave de conflito ou em um afastamento médico prolongado. 
Prevenir a falta de motivação requer o desenvolvimento de uma visão sistêmica dos processos da empresa e das expectativas e talentos dos funcionários, uma real preocupação com o desenvolvimento de habilidades interpessoais nos membros das equipes e, em paralelo, o estímulo da busca por conhecimentos técnicos e de mercado.
Não tenha dúvidas de que o sucesso de qualquer empreendimento depende de uma equipe motivada. Pessoas com baixo astral trazem baixos resultados. Funcionários que “vestem a camisa” da empresa e se empenham para ver seu crescimento e melhorias a cada dia são essenciais para qualquer negócio. Por isso, empreendedores devem sempre se preocupar com o ambiente de trabalho. Pessoas desmotivadas podem anular o mais perfeito negócio.  Pense nisso!


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno de Oportunidades
10 de abril de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

COMPETIÇÃO E CONCORRÊNCIA


Nos dias de hoje, no meio empresarial, continuar competindo passou a ser sinônimo de sobrevivência. Não basta apenas se preocupar com os concorrentes atuais, precisamos nos preocupar com os concorrentes que ainda estão por vir, aqueles que nem estão pensando em abrir um negócio ainda. Parece coisa de louco desesperado, mas pense em quantas empresas abrem e fecham num piscar de olhos, olhe em sua volta, puseram de novo para alugar o espaço ao seu lado… Mas como se preparar para competir? Não basta ser o melhor onde todos são melhores, tem que se diferenciar dos outros. Mas como? Separo em 05 situações, para as quais se deve dar muita importância, são elas:

1 – Motivação do empreendedor

Nos atendimentos que presto, sempre comento um ditado japonês que diz: “Se você não mudou nos últimos seis meses, não foi porque a forma que você está fazendo está certa, mas, provavelmente, porque você a está fazendo errado”, ou seja, o mundo é dinâmico, não dá para ficar parado, em time ganhando ainda é preciso mudar para continuar ganhando. Reforço a idéia de que os empreendedores devem ter hoje, o mesmo entusiasmo, pelos produtos e serviços, de quando iniciaram seu empreendimento. Não podem cair na rotina, devem sempre estar dispostos a mudar algo em seus produtos e serviços, revigorando diariamente seu entusiasmo pelo que fazem.
Quando se cai na rotina, fazendo da mesma forma, vendendo do mesmo jeito, passamos a acreditar que utilizamos todos os argumentos possíveis. Estes argumentos viram frases frias e decoradas, saem sem pensar e as vendas começam a cair sem parar. Uma das maneiras de se diferenciar da concorrência é ser diferente, e não cair nessa rotina. Dedique mais tempo para estudar e conhecer novamente sua empresa, produtos e serviços. Descubra uma nova aplicação, abordagem, solução ou uso. Procure por qualquer coisa que, direta ou indiretamente, possa lhe dar novo entusiasmo pelo que você comercializa.
Quando você acredita no que você faz, demonstra e convence seus clientes de que seu argumento, seu produto ou serviço é melhor que de seus concorrentes. Pois, a maioria dos clientes espera que você seja o primeiro a acreditar no que você faz. Depois é só verificar no final do mês seu desempenho, que com certeza irá mudar, e para melhor.

2 – Produto ou serviço com qualidade

Costumo dizer também, que existem duas visões da qualidade, isto é, a visão de quem faz – a empresa – e a visão de quem compra – o cliente. Na visão deste, seu produto ou serviço deve se destacar pelo preço, gosto pessoal, disponibilidade, variedade, forma do atendimento, utilização, aplicação, praticidade, versatilidade, etc. Na visão do empreendedor, na forma como o produto ou serviço é preparado, fabricado, embalado, manuseado, armazenado e entregue ao cliente, etc. Note que são duas visões diferentes e, que se o empreendedor apenas se basear em sua visão, (visão clássica da qualidade) não conseguirá cativar ou satisfazer o cliente, pois é ele quem compra.

3 – Valor de seu produto ou serviço

Outra forma de se diferenciar, e aumentar as chances de ganhar da concorrência, é entender que preço de venda não é o empreendedor quem faz, mas o mercado. A fórmula clássica: Preço de Venda = “Custos” + Lucro, não é mais válida. Atualmente aplica-se: Lucro = “Preço” de Venda – Custos. Ou seja, o preço que você vende seu produto é o valor que o cliente atribui a este, portando, a única forma de se tirar um resultado positivo (Lucro) é olhar com mais detalhes a composição do Custo do produto ou serviço, melhorando a produtividade, reduzindo gastos supérfluos, etc.

4 – Informação e divulgação

Se for para competir, que vença o melhor… Mas como? Primeiro não subjugue nenhum concorrente seu, seja ele representativo ou não. Descubra tudo que puder sobre os produtos e serviços que seus concorrentes oferecem, a maneira que eles os divulgam e os apresentam ao mercado. Saiba como é a política comercial das empresas, quais os níveis de preços, os segmentos em que mais atuam e, principalmente, quem são seus clientes. Estruture-se para divulgar e apresentar seus produtos e serviços de forma que tanto seus clientes novos, quanto os atuais conheçam seus pontos fortes (valores). Faça deste procedimento uma rotina (hábito), pois seus clientes não irão gravar os valores de seus produtos e serviços se você falar-lhes somente uma única vez.

5 – Conheça seus clientes

Para poder satisfazer seu cliente é preciso conhecê-lo. Identifique suas preferências, hábitos e necessidades. Esforce-se para estabelecer um relacionamento mais firme, solicite mais pedidos, deixe claro seu compromisso de atendê-los cada vez melhor.
Para finalizar, lembre-se sempre que devemos ser éticos na competição, pois nossos concorrentes poderão usar as mesmas armas que nós estamos usando.

Por Júlio Tadeu Alencar
Consultor do SEBRAE-SP

sábado, 24 de julho de 2010

COMPLEXOS TALENTOS

Estimular as pessoas a assumir responsabilidade pelo seu trabalho, promover um ambiente de desenvolvimento que propicie uma melhor atuação e mostrar como as pessoas podem progredir nas empresas são os três maiores fatores de impulso ao aprendizado e consolidação de equipes.
Empresários, de diversos segmentos e a frente de equipes dos mais diferentes tamanhos, procuram a fórmula mágica para os desafios da motivação e já perceberam que esse é um tema complexo que exige providências em várias frentes de gestão.
Não há poção, fórmula ou receita que funcione para todos!
Contudo, perder o medo e assumir que a complexidade das relações humanas é o material do qual a criatividade emerge, sendo estimulada, não conforme um planejamento prévio, mas através de um processo de auto-conhecimento e de comunicação espontânea auxilia a produção de resultados emergentes e a gestão de empresas prontas a oferecer oportunidades de aprendizado e de desenvolvimento de carreira aos seus colaboradores.
Afinal, quem não conhece alguém que já se desligou de uma empresa simplesmente por não perceber mais oportunidades de desenvolvimento?
Empresas que não motivam seus funcionários arriscam-se a perder as pessoas mais talentosas bem como sua própria capacidade de reagir com rapidez e eficácia às mudanças do mercado. Vem daí a importância em promover a permanência de seus funcionários em sua equipe e potencializar sua produtividade por meio da motivação. Desenvolver um talento não requer apenas preparar os funcionários para um bom desempenho, requer reconhecê-los e deixá-los crescer. Ao perceber que a empresa valoriza seu trabalho e cria oportunidades de carreira, o colaborador se inspira a dar o melhor de si e a usar todos os seus recursos e habilidades.
Força física, dinheiro, tecnologia e informação já ficaram obsoletas como fator decisivo para o sucesso de qualquer empreendimento. Até mesmo o controle de qualidade, certificações, atenção ao cliente e responsabilidade ambiental já são considerados requisitos “normais” para as empresas. O maior diferencial competitivo atualmente (e nos próximos anos) será o talento humano e sua capacidade de inovar!
O novo paradigma do trabalho e da motivação envolve oferecer aos profissionais além de desafios, significado. Todos querem sentir que contribuem de maneira importante para o sucesso da empresa e para a melhoria de seu desempenho organizacional. Cabe ao líder criar um ambiente para que todos tenham atendidos seus desejos de prosperidade, de reconhecimento autêntico, de equilíbrio entre realização pessoal e profissional, de uso da criatividade, de serviço à organização, à humanidade, à natureza, etc. Enfim, de reconhecimento da complexidade humana como meio de aprendizagem contínua e de missão de vida!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião 
MogiNews em 24 de julho de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

GESTÃO DE "QUEM"


Sou entusiasmada pelo tema da gestão e acredito que ainda podemos avançar muito nesse terreno. Por que é preciso melhorar?
Porque antes de pensarmos em estratégias que preconizem o desempenho, resultados de venda ou de marketing é preciso avançar na crença de que empresas são, em primeiro lugar, compostas de pessoas. E de pessoas certas!
É claro que todas as empresas devem definir sua Missão (para que existem), sua Visão (onde desejam chegar) e seus Valores (pilares de atuação), mas terão mais sucesso aquelas que mais depressa se adaptarem, criarem vantagens nas adversidades, pensarem, imaginarem e se diferenciarem através das pessoas.
É tudo uma questão de estratégia! E estratégia envolve ter atitude e saber realizar escolhas.
A pergunta que lhes faço, então, é:

Será que máquinas, processos ou sistemas podem sozinhos definir a melhor estratégia para levar sua empresa ao sucesso?

Certamente, NÃO!
Os resultados de uma empresa dependem eminentemente das pessoas, da sua imaginação, do seu talento, da sua vontade de fazer acontecer aquilo que parece impossível. É o talento que dá a forma de como as coisas acontecem nas empresas, não o material de que as coisas são feitas. Talento vive no “quem” e não no “o que” deve ser feito para o sucesso.
Você saberia me dizer por que razão acabou a Idade da Pedra?
Seguramente não foi por falta de pedra; mas sim porque alguém tomou uma nova atitude a partir de uma idéia ou possibilidade criada para além da pedra, com o ferro ou o bronze.
Demonstra sabedoria maior aquele que pensa que sabe cada vez menos e que, ao perceber que uma "pedra" ou um conceito se eterniza nas empresas, foge da acomodação buscando sempre novas alternativas. Numa sociedade em que a informação é cada vez mais veloz e está amplamente acessível, a perenidade de conceitos sempre deve ser questionada.

Fazer gestão é, portanto, questionar e escolher!

Escolher as pessoas e os caminhos corretos que levem sua empresa ao sucesso. E cuidado, pois nesse caso a ordem dos fatores pode alterar muito o produto: comece por gerir as pessoas!
Auxilie cada um delas a render o máximo de seu próprio potencial. Pessoas precisam de líderes que lhes inspirem confiança, que se comuniquem com abertura e clareza, que tenham objetivos, que saibam corrigir erros e desvios, e que tenham sempre um plano “B” – exeqüível e correto. Líderes prontos a orientar através de feedbacks coerentes, que deleguem e não apenas fiscalizem e que respeitem seus colaboradores pelas responsabilidades que lhes são atribuídas e, conseqüentemente, assumidas.
Se você tem um ou quarenta colaboradores, faça desse seu próprio desafio.
E se quiser dar um passo além, lembre-se de gerir também seu tempo e de “quem” lhe ajuda a conquistar “o que” você deseja para a sua empresa evitando que as coisas urgentes passem à frente das importantes. Pessoas esperam líderes coerentes e com firmeza de propósito para que se sintam seguras a dar vazão aos talentos que possuem.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Caderno Diário Empresarial - O Diário de Mogi
08 de julho de 2010

sexta-feira, 31 de julho de 2009

CONFIE EM ALGUÉM ALÉM DE VOCÊ MESMO



Esse foi um artigo publicado no início do ano.
Um texto muito apropriado para aqueles momentos em que saimos de férias e deveríamos desligar da nossa atividade...
Como estamos em julho e talvez, muitos de vocês ainda estejam em férias, achei que fosse interessante compartilhar.

Quantas vezes, no meio do seu dia de trabalho, você se pegou pensando: “só eu posso fazer isso. Ninguém conhece esse processo melhor do eu”.?!?
Crescemos inseridos em um processo de aprendizagem que nos ensina a ser importante, ser insubstituível. Depois as empresas crescem e vão ensinando uma pessoa a fazer o que duas faziam antes, depois três, vinte. É assim que um vendedor se torna uma força de vendas!
Você até pode fazer bem o seu trabalho, mas você pode impedir o crescimento da empresa se continuar fazendo tudo sozinho. É preciso sair da frente, deixar que mais alguém aprenda as coisas com você.
Para que você mesmo possa crescer e para que a sua empresa possa se desenvolver é preciso que “você prepare novos vocês”. Confie em seu par, em seu assistente, em toda a sua equipe.
Imagine que um dia você mereça férias! (Calma! É só uma idéia!)
A empresa não pode parar. As pessoas que você mesmo contratou não merecem sua confiança?
Pode ser que nesse período a empresa funcione de maneira diferente. Eles podem ler e-mails de tarde e não de manhã, retornar as ligações após o almoço e não ao final do dia como você, mas talvez essa nova rotina traga com ela, novos clientes, novos processos, novas formas de fazer certo aquilo que você sempre fez certo também.
Não é fácil abrir mão, delegar o que temos de funções mais importantes, especialmente quando você é muito bom naquilo que faz e quando a empresa vem apresentando resultados positivos. Mas comprometimento tem limite. Quantas vezes presenciamos fatos onde o profissional deixa sua vida pessoal em segundo, terceiro plano para atender a um chamado da empresa? Momentos assim eram fatos esporádicos, só que de uns tempos para cá as empresas imprimiram um novo ritmo, trabalhando muito no limite, trafegando acima da linha da normalidade e conduzindo os seus profissionais numa jornada estressante.
Profissionais competentes, equilibrados e dotados de bom senso, têm noção do seu real valor e da contribuição que trazem para a empresa e sabem muito bem quando chegou a hora de descansar, de assumir novos desafios ou até de partir para outra empresa.
Conviva com pessoas com talento. Se puder, traga-as para a sua equipe. Motive-as. Desafie-as. Faça-as progredir. O que elas ainda não sabem, vão aprender. Continue fazendo o seu trabalho ou tocando a sua empresa de forma competente, mas prepare também as pessoas libertando-se para fazer a empresa crescer, capacitando as pessoas para que um dia possam substituí-lo e deixando o caminho livre para uma promoção ou para você se dedicar às coisas mais rentáveis, ou talvez a abrir outro tipo de negócios para explorar no futuro.
É preciso confiar e acreditar que a empresa vive sim... e pode até ser melhor quando você não estiver por lá!

Ana Maria Magni Coelho
Publicado no DAT em 24 de janeiro de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

ADEUS CHARLIE BROWN

Quem nunca se inspirou em Charlie Brown, personagem do desenho animado do Snoopy, para demonstrar sua frustração no ambiente de trabalho que atire a primeira pedra.
Todo profissional sabe que, às vezes, a sensação de esgotamento com relação ao cotidiano das organizações beira o limite do suportável e então a situação “mas que puxa!” parece tornar as coisas ainda mais difíceis.
Quando falta motivação, as pessoas passam a relacionar o trabalho com uma questão de dureza e de complicação, quando na verdade ele deveria ser visto com satisfação e alegria. E pior: essa sensação pode vir acompanhada de intolerância, desencadeando brigas e discussões entre as equipes.
Poderia enumerar diversos fatores responsáveis em deixar nossos colaboradores sem energia, ausência de férias, problemas de saúde ou de relacionamento, mas a falta de motivação é um problema singular e subjetivo que envolve o profissional e a gestão de sua vida e sua carreira.
Para encontrar a tal motivação responda à pergunta: seu trabalho te dá significado?
Uma pessoa que gosta do que está fazendo é naturalmente motivada. Pense nas crianças... Você não precisa motivar crianças! Elas já acordam super motivadas porque o dia é emocionante para elas, sempre há um novo aprendizado.
No ambiente organizacional, o termo motivação nos remete a duas idéias diferentes, mas relacionadas. Do ponto de vista do indivíduo, a motivação é um estado interno que conduz à busca de objetivos. A motivação pessoal afeta a iniciativa, a direção, a intensidade e a persistência de esforço. Um trabalhador motivado segue em frente, concentra os esforços na direção correta, trabalha com intensidade e mantém o esforço. Já do ponto de vista do líder, a motivação é o processo de fazer com que as pessoas persigam objetivos e atinjam resultados que auxiliem a organização. Os dois conceitos possuem um importante significado em comum. A motivação é o dispêndio de esforços para atingir resultados.
A simples análise do termo nos ensina que motivação é termos um motivo para agir (motivo + ação = motivação!). Ora, então é muito simples, afinal cada um de nós está cheio, pleno de motivos!
Mas quais seriam os motivos comuns em uma equipe? O grande desafio do líder é fazer com que cada pessoa crie os seus motivos para lutar por um objetivo comum e criar um ambiente em que as pessoas estejam realmente compromissadas umas com as outras para somarem esforços e, assim, conseguirem alcançar suas metas.
Hoje as pessoas dedicam grande parte de suas vidas às empresas onde trabalham, constroem um estilo de vida, seu sistema de valor e seu interesse central de vida em torno de seu trabalho. Só isso já deveria mantê-las motivadas a se dedicar ao máximo às metas dessa organização, mas o desafio da motivação abrange muitas formas complexas do comportamento humano.
Seria ótimo se pudéssemos colocar tais complexidades do comportamento humano e a dinâmica organizacional dentro de um tubo de ensaio e num simples instante entendêssemos todas as suas variáveis criando uma atmosfera de motivação e respeito mútuo.
Acho engraçado quando as pessoas me perguntam se o SEBRAE-SP tem algum "curso de motivação pessoal”, pois não consigo enxergar meios de motivar as pessoas através de uma receita pronta e padronizada, uma frase ou uma história bonita. Motivação é um processo, não um evento isolado onde se aperta um botão e pronto...
Os principais aspectos da motivação para realização envolvem o auto-conhecimento e enfatizam a prontidão de uma pessoa para confrontar-se com um desafio e lidar adequadamente com ele, aceitar sua responsabilidade pessoal entendendo o impacto sobre responsabilidade partilhada, calcular riscos, resolver problemas e satisfazer necessidades, sejam elas fisiológicas, fundamentais à existência, de segurança, sociais, de estima ou de auto-realização.
Quando você contrata alguém para a sua empresa, normalmente esta pessoa entra naturalmente motivada, disposta a contribuir, rezar o terço da organização e com grandes expectativas de crescer. Isso porque percebe que suas necessidades foram atendidas, afinal ou ela estava infeliz no seu trabalho anterior ou estava desempregada.
Mas então, a falta de perspectiva de futuro, uma rotina enfadonha do trabalho, a falta de reconhecimento e, até mesmo, a falta de conhecimento da empresa onde passa a trabalhar começam a transformar a forma como essa pessoa se relaciona com a empresa.
Lembro-me de uma das formações da seleção brasileira de futebol que fazia referência ao “quadrado mágico”. Lá não deu grandes resultados, mas para um bom ambiente que inspire a motivação das pessoas nas organizações acredito no meu próprio quadrado mágico: respeito, comunicação, transparência e feedback.
Esse é o desafio de qualquer liderança, reforçar continuamente os comportamentos e as atitudes positivas dos funcionários através do respeito, comunicação assertiva, transparência e feedback.
Manter a motivação em alta não é fácil e exige a mesma atenção que damos ao caixa das nossas empresas; mas se, ainda assim, os Charlie Brown sobreviverem é a hora de procurarem outros desenhos a estrelar!

Ana Maria Magni Coelho
Artigo publicado na Revista Arena Empresarial
Edição 03 - junho/julho 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

EMPRESAS DE TITÃS

Você é uma dessas pessoas que acredita que a aprendizagem pode acontecer por meio de diferentes formas de comunicação e em diversos lugares? Um dos exemplos que tem me feito refletir é o cinema.
A “sétima arte” mostra que saídas para grandes problemas podem estar bem perto de nós e permite abrir perspectivas e facilitar processos de aprendizagem de uma maneira profunda, envolvente, bem humorada, inteligente e capaz de penetrar em todas as áreas da vida das pessoas.
Durante essa semana, assisti “Duelo de Titãs”, um filme baseado num fato real ocorrido em 1971 que narra a luta quase insana de dois técnicos de um mesmo time de futebol americano, um negro (Denzel Washington) e um branco (Will Patton), que juntos precisam viabilizar a perigosa idéia (para a época!) de treinar um time inter-racial. O projeto parece absurdo num momento histórico em que uma sociedade reacionária lutava para que negros e brancos não frequentassem sequer a mesma escola. Que dizer do mesmo time de futebol!
Embora eu não entenda muito sobre as regras do futebol americano, não pude deixar de pensar sobre os processos de liderança e os desafios que esses treinadores enfrentaram diariamente.
Quais serão as relações entre eles e você?
Nas organizações de vanguarda, não basta mais ser líder. É preciso também ser “coach”. A palavra é inglesa (coach = treinador, técnico, ensinar, treinar, preparar) e refere-se àquele que conduz ou que está na direção. Alguém que tem a responsabilidade pelo desenvolvimento de talentos e pela criação de uma nova geração de profissionais.
Sua participação à frente de sua equipe, de suas metas e dos resultados organizacionais tem sido de um coach?
Líderes só são líderes em função de sua participação ativa nas comunidades em que atuam e pelo seu desempenho. É muito mais uma questão de comportamento do que de cargos ou nomenclaturas hierárquicas.
Certamente é alguém com nível diferenciado de motivação, de percepção e de compreensão das pessoas e de si mesmo. É uma inspiração! Alguém que encontra no interior das pessoas e equipes, a energia que as impulsiona numa determinada direção que contribuirá para o bem comum e para os resultados da comunidade ou da organização.
Foi exatamente isso que assisti em “Duelo de Titãs”. Um filme que mexe com valores “fora de moda” como lealdade, dignidade e amizade, emociona, expõe o ridículo do preconceito racial e não tem medo de ser piegas. Com mensagens edificantes e música eloqüente mostra que saber lidar com as diferenças individuais pode representar a chave do sucesso na condução de um time.
É um filme sobre os mais profundos sentimentos humanos. E isso não tem nacionalidade nem regras de futebol que nos impeçam de entender.
Deixe o preconceito de lado e experimente a arte da liderança.


Ana Maria Magni Coelho
Abril/2009
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