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segunda-feira, 25 de março de 2013

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Um investimento que vale a pena!


Se eu perguntar para você qual é o nome da cerveja que “desce redondo” ou da empresa de beleza que deseja “bem estar bem” tenho certeza que rapidamente você me daria as respostas. Agora se eu perguntar de que forma você se relaciona com o seu mercado consumidor, talvez nessa hora você comece a gaguejar e me responda que essa não é uma questão que passe pela sua cabeça.
Aliás, não é pouco comum receber perguntas no Lounge Empreendedor de empresários querendo saber se eles mesmos podem elaborar a propaganda de suas empresas. Na verdade esse é um dos erros mais comuns da pequena empresa. O barato, muitas vezes, sai caro. O ideal é estar sempre assessorado por profissionais especializados no setor de publicidade. Devemos desmistificar a publicidade como algo restrito apenas às grandes empresas. Nada além do bom senso é necessário para perceber que 99,2% das empresas do Brasil não podem ficar alheias à publicidade e que ignorar um mercado dessa dimensão beira o incompreensível.

domingo, 24 de março de 2013

MANUTENÇÃO DOS CLIENTES


Manter os clientes hoje em dia é bem mais lucrativo do que procurar por novos. Veja alguns conselhos compilados da Harvard Business Review para você garantir a manutenção de seus clientes. 

1. Nenhum negócio pode se dar ao luxo de perder clientes - mesmo porque ganhar um novo freguês fica cinco vezes mais caro que manter um antigo.

2. Defeito zero é uma meta inatingível nas empresas que prestam serviços, mesmo nas de primeira linha. O melhor sistema de reserva de passagens aéreas do mundo não pode prever quando um aeroporto vai fechar por problemas de nevoeiro.

sexta-feira, 22 de março de 2013

HAVERIA NEGÓCIO SEM ÁGUA?

É possível fazer negócios num mundo sem água?
Por Ricardo Zibas*


A escassez de água é um dos tópicos que têm atraído cada vez mais atenção nos debates da agenda corporativa dos últimos anos. Prevendo uma rápida extinção de fontes exploráveis, muitas empresas estão tomando medidas para utilizar de modo mais eficiente esse recurso vital.
Estudos demonstram que a demanda global por água doce excederá em 40% a oferta em torno de 2030, com implicações potencialmente calamitosas para a sociedade, o meio ambiente e os negócios. Quando comparada com o impacto das mudanças climáticas, teoricamente mais gradual e indireto (mas que recebe bem mais atenção), a escassez de água parece ser uma questão mais imediata e gerenciável.
Como as outras megaforças da sustentabilidade, a questão hídrica apresenta grandes riscos, mas também oportunidades para as empresas. Uma oferta de recursos decrescente pode significar desde a falta de insumos para a produção (agronegócio, alimentos, bebidas) até uma redução na capacidade de geração de energia, em específico num país com uma matriz como a nossa, baseada em hidrelétricas.

O DIA DA ÁGUA E OS NEGÓCIOS


Na data de hoje, 22 de março, comemora-se o Dia Mundial da Água, com o intuito de trazer a reflexão sobre a utilização e desperdício desse recurso natural. Todos sabem que a água é essencial para que haja vida. Ela compõe 70% do corpo humano, é fundamental no cultivo de alimentos e na produção de energia elétrica, por exemplo.
A água é insumo para empresas de todos os portes, setores e segmentos. Em alguns casos, é matéria-prima essencial, como em lava jatos, lavanderias, restaurantes e agronegócios. Você já parou para pensar em como e quantas vezes esse recurso é utilizado na sua empresa?
O Centro Sebrae de Sustentabilidade elaborou uma cartilha específica que nos convida a refletir sobre o assunto e a aplicar algumas medidas simples para reduzir o desperdício. Adotando algumas delas, será possível perceber também uma economia financeira na sua empresa. Que tal aproveitar o dia para conhecer? Basta clicar aqui.

Dicas

- Faça a captação e o aproveitamento da água da chuva e reuso de água em geral (use para manutenção dos ambientes e jardins);
- Armaneze água em cisternas ou reservatórios grandes;
- Elimine os vazamentos;
- Dê preferência ao uso de equipamentos com baixo consumo de água, como torneira, chuveiro e descarga.

Tenha certeza que ser sustentável é ser também competitivo!

quinta-feira, 21 de março de 2013

COMUNICAÇÃO INTERNA


Você cuida do que acontece na sua empresa?


A comunicação interna é o ponto de partida para o alinhamento do discurso de qualquer empresa e também para que a comunicação externa tenha mais eficácia. Ter uma equipe de trabalho atuando em sintonia com os objetivos e metas da empresa é o desejo de todo empreendedor que espera ver suas mensagens ecoarem com coerência entre os valores, a visão e a missão da própria empresa.
Para que seja eficaz, o sistema de comunicação deve ser simples (não simplista), estruturado, dinâmico e capaz de disseminar o fluxo de informações que a empresa tenha interesse em compartilhar e que o colaborador precisa saber. Isso exige do empreendedor cuidados de avaliação prévia de conteúdo, identificação de fontes e sistematização do processo. Sim! Comunicação dá trabalho e precisa de planejamento. Não adianta "sair fazendo". 
Já se sabe que, quando as empresas não formalizam seu processo de comunicação interna, ficam reféns dos impactos negativos que uma rede de comunicação informal - a rádio-peão ou corredor, você conhece?!? - pode provocar na cultura organizacional. Fruto do próprio relacionamento entre as pessoas, a "rádio-peão" acaba desagregando equipes e até mesmo comprometendo a obtenção dos resultados esperados. 
Por isso, é preciso estimular um ambiente de confiança e aprendizado entre as pessoas, esclarecer os objetivos e até criar manuais de procedimento de cada tarefa ou processo. Afinal, as informações que circulam nas empresas só têm valor quando se transformam em conhecimento compartilhado por todos, criando um ciclo virtuoso de valor que permita redesenhar modelos e quando necessária, uma tomada rápida de decisão. 
As inovações tecnológicas, as novas relações com os consumidores, a abertura de mercado, exigem um olhar voltado para dentro, que destaque os diferenciais competitivos próprios de cada empresa. Você certamente tem os seus! Abra os olhos, os ouvidos e faça da comunicação uma aliada à sua estratégia de negócios. 

(Texto publicado na Revista Ponto A - Jornal MogiNews)

segunda-feira, 18 de março de 2013

INADIMPLÊNCIA: FUJA DESSE MAL!


A prevenção é o melhor recurso contra quem depois não vai pagar você


A alta da inadimplência nos últimos anos não está relacionada apenas ao crédito farto e à falta de educação financeira do brasileiro. Existe um fator que para nós, mulheres, pode ser ainda mais perigoso: a ansiedade e a insatisfação com a aparência estimulam as compras por impulso e elevam o risco de calote pelos consumidores, segundo um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédio (SPC).
Quando tomei conhecimento dessa pesquisa, logo pensei: “Uau! Preciso levar o assunto ao Blog da Manna. Afinal, lá estão consumidoras e também empreendedoras que precisam cuidar do assunto para depois não terem maiores problemas com o endividamento”.

segunda-feira, 11 de março de 2013

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL


Um artifício para desenvolver você e sua equipe

 

Você já ouviu falar em inteligência emocional? Sim, ela existe e é tão importante para nós, mulheres empreendedoras, quanto o “saber fazer” qualquer atividade que hoje faça nossa empresa acontecer.
O modelo de inteligência emocional foi concebido por Daniel Goleman e é baseado sobre o controle de nossas próprias emoções, sobre a autoconsciência e a busca do saber de nossos próprios sentimentos, e por que nos sentimos “assim ou assado” em determinadas situações. É como se fôssemos gerentes de nossas emoções. Mas, também é sensível sobre a forma como as outras pessoas estão sentindo, identificando as emoções da outra pessoa, e então finalmente conseguindo equalizar as emoções de uma equipe da melhor maneira para todos.
Parece um sonho, né? Mas, não é...

sábado, 23 de fevereiro de 2013

JOGANDO COM O FUTURO



Em tempos de preparação do país para megaeventos esportivos e de transformações importantes no cenário político, planejar o futuro pode ser um exercício estratégico estimulante e, ao mesmo tempo, tranquilizador.
Entender os possíveis cenários em que as empresas irão atuar ou aonde sua própria vida irá se desenvolver permite analisar o longo prazo neste mundo onde reina a incerteza. Tal como em sua origem teatral, os cenários ajudam a reconhecer o ambiente e adaptar-se às mudanças que ocorrem no ambiente, definindo os caminhos alternativos da evolução e permitindo escolher as manobras apropriadas para cada um deles.
O planejamento de cenários implica escolher, hoje, dentre várias opções, com total compreensão dos possíveis resultados no futuro. Você pode estar pensando: “Seria uma consulta cartomante para as empresas?” NÃO.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MAIS QUE SEGUIDORES

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa.
Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada."
-- Philip Kotler --


Sempre que alguém me pergunta sobre a forma que as pequenas empresas devem reconhecer e priorizar a utilização das redes sociais em suas estratégias de marketing penso não ter certeza do quanto elas entendem o poder da relação que as redes sociais promovem entre empresa e consumidor, ou se ainda estão intrigadas, confusas ou, simplesmente com medo das redes. Imaginar o poder das redes sociais é uma coisa, mas abraçá-las e usá-la a seu favor na sua empresa é outra completamente diferente.
Uma pesquisa da consultoria Maksen mostra que entrevistados no Rio de Janeiro e São Paulo veem mais riscos que benefícios nos sites, além de corporações não contarem com equipes para gestão dos perfis. Quatro a cada dez empresários brasileiros não acreditam que a presença nas redes sociais agrega valor ao negócio e 40% dos entrevistados afirmaram ver mais riscos que benefícios nas redes.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

DE VOLTA À ROTINA

A verdadeira viagem não está em sair à procura de novas paisagens, 
mas em possuir novos olhos.
-- Marcel Proust --


Para muitos profissionais, esta é a semana de volta à rotina. Por melhor que tenha sido o período de descanso quem retorna ao trabalho precisa de alguns dias para se adaptar, para (re)programar a execução de suas atividades, retomar a rotina e recuperar o ânimo. Dizem que o prazo de adaptação é de 15 dias e por isso, não tente acelerar o processo, pois você pode atrapalhar seu próprio rendimento.
Que as férias servem para que possamos descansar e recuperar as energias todos sabem, o que poucos têm em mente, no entanto, é que retornar ao trabalho não costuma ser tão fácil assim. Além de encarar o fato de estar fora do ritmo, normalmente logo nos primeiros dias já precisamos nos deparar com uma infinidade de e-mails na caixa de entrada, atender telefonemas e ainda checar demandas internas e externas que há tempos aguardam uma resolução.
Mas será possível fazer tudo isso em apenas 8 horas de trabalho? Obviamente, não. Por isso, antes de retornar às suas atividades, qualquer profissional precisa se conscientizar que sua adaptação à rotina acontecerá num prazo de 15 dias.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

QUAL É O TAMANHO DA SUA CAMISA?

As equipes brilhantes são formadas por pessoas especiais que, em geral, se irritam umas com as outras. Mas, com a ajuda “espiritual” de um líder “iluminado”, encontram a forma de serem elas mesmas e ao mesmo tempo consagrarem-se como equipe.
-- Tom Peters --


Sempre que me deparo com gestores preocupados com o rótulo "funcionário", “colaborador” ou “empregado” no trato com seus liderados me questiono qual seria efetivamente a causa desse dilema. O que uma simples questão semântica realmente significaria na prática? Haveria junto a ela uma nova estratégia acompanhada de uma nova prática de gestão de recursos humanos?
A troca entre as palavras empregado, funcionário ou colaborador não é apenas uma questão de escolha. Trata-se de algo mais sério e que afeta diversos interesses e relações da empresa com seus prestadores de serviço.

quarta-feira, 28 de março de 2012

DIREITO DOS SÓCIOS


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Uma das maiores necessidades das empresas nascentes (aqueles que estão começando a operar no mercado) é a obtenção do capital inicial para abrir as portas. Duvido que você duvide dessa afirmação. 
Na verdade, motivos para se manter um bom nível de capital nas empresas não faltam: uma política de vendas agressiva, estoques suficientes para aumento de demanda, fortalecimento das ações de promoção e marketing, aumento no quadro de funcionários... Enfim, poderíamos enumerar diversas atividades. 
Como o mercado financeiro torna a vida do empreendedor cada dia mais difícil (mesmo com várias iniciativas para a redução da burocracia e das taxas de juros, crédito no Brasil ainda é um sufoco), a alternativa que resta aos empreendedores é lançar-se à busca por investidores. Seja como anjos ou demônios, muitas sociedades são estabelecidas justamente neste momento e sem reflexão sobre os direitos e deveres entre as partes que deverão ser consideradas ao longo de toda a gestão do negócio pelos anos seguintes. 
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, resolvi compartilhar com vocês um texto do Valor Econômico (é bem técnico, mas importante!) que pode auxiliar a análise dos direitos dos sócios nos negócios... Vamos lá?!?

quinta-feira, 22 de março de 2012

DEMITA COM RESPONSABILIDADE

 

NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO


Avaliações de desempenho, redução de custos, reinvenção, reestruturação, mudança organizacional, fusão e aquisição, privatização... Seja por causa da globalização, da crise ou do “bom humor do chefe”, processos como esses têm sido cada vez mais comuns no mundo corporativo e uma de suas consequências diretas implicam em um único caminho: demissão -  o processo mais temido de líderes e liderados.
Como a proposta do Lounge Empreendedor é auxiliar empreendedores e líderes na tarefa diária da gestão de suas organizações decidi abordar um lado dessa moeda... Ser demitido não é legal, mas por experiência própria, garanto que demitir também não é uma tarefa fácil. O único jeito é se preparar e encarar o momento com responsabilidade e da forma mais humana possível.

quinta-feira, 1 de março de 2012

AUTOCONFIANÇA

"Creia em si, mas não duvide sempre dos outros."
Machado de Assis



Na semana passada, coloquei um post aqui no Lounge Empreendedor falando sobre proatividade. Fiquei muito feliz com os comentários e um deles me despertou o desejo em escrever sobre uma nova característica do comportamento empreendedor. Afinal, para ser proativo é preciso uma virtude anterior: autoconfiança.
Em termos simples, autoconfiança significa confiança em si mesmo para inspirar confiança aos outros. Quando há um estado de dúvida e incerteza nas suas capacidades, a vida parece mais difícil e seus comportamentos e atitudes são inevitavelmente afetados negativamente. Emergem dúvidas, os receios e os medos passam a comandar a vida, e os pensamentos negativos passam a ser uma constante.
E sabe o que é pior? A sua estrutura mental vai se acostumando com essa forma de pensar e começa a enraizar de forma negativa o processamento de qualquer informação, estímulos, situações e os desafios na vida são visto à luz do pessimismo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

PROATIVIDADE

"É melhor tentar e falhar do que se preocupar e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão, do que sentar e fazer nada até o final.
Prefiro caminhar na chuva a me esconder em casa nos dias frios.
Prefiro ser feliz embora louco do que em conformidade viver"
Martin Luther King



NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Mais do que um jargão do vocabulário empresarial ou uma qualidade quase que unânime das entrevistas de emprego, proatividade pode ser uma competência fundamental para empresas que desejam tomar decisões positivas e assertivas frente às mudanças do mercado futuro.
Prestes a deixar de ser uma qualidade para elevar-se ao grau de virtude, todos creem que são proativos, mas, na realidade, muitos confundem o conceito. Há os que pensam que ser proativo é ter iniciativa; outros, que é a orientação pela ação rápida; mas a realidade é que pouco se sabe e pouco se faz no sentido de fortalecer uma atitude proativa efetiva nas empresas. 
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, vamos começar a colocar os pingos nos "is" aqui no Lounge Empreendedor.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PERSPECTIVAS 2012


Chegamos a fevereiro! Assim como em 2011, o tempo parece voar numa velocidade bem maior do que nossas ações conseguem acompanhar. Poucas são as empresas que estão esperando o carnaval passar para começar a buscar oportunidades e resultados. Afinal, se tempo é mesmo dinheiro é imperioso que você se empenhe na melhoria e otimização de todos os âmbitos de seu negócio.
Olhar para trás é importantíssimo. Refletir sobre o que passou, sobre tudo o que você conquistou, venceu, brindou é essencial. Igualmente é preciso aprender com os erros, derrotas e tristezas para seguir adiante evitando os mesmos caminhos.
Mas agora: chega! Lá se foi o primeiro mês de um novo ano... 
Livre-se da estranha mania de debater e vivenciar aquilo que já passou. Parece um pouco óbvio, mas se já passou não há nada que você possa fazer. Com um ano inteiro pela frente, compreenda a leveza que é deixar tudo para trás e recomeçar cheio de novas perspectivas e desafios.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS


Preocupado com a gestão dos pequenos negócios, o Sebrae no Distrito Federal desenvolveu, em parceria com empresas de tecnologia locais, um programa de computador para ajudar no controle financeiro dos empreendedores individuais. O software, denominado AcompanhEI (versão 21/01/11), é distribuído gratuitamente desde dezembro de 2010 e ajuda no domínio de receitas e despesas, facilitando a entrega da declaração anual do imposto de renda. Uma preocupação recorrente do empreendedor individual desde sua regulamentação.
De acordo com o diretor superintendente do Sebrae no DF, José Carlos Moreira De Luca, a ferramenta proporciona aos empreendedores individuais um conhecimento mais aprofundado do negócio, gerando um controle financeiro efetivo da própria empresa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

TRABALHO EM CASA


Nos últimos anos, a evolução da tecnologia da informação e a adoção de novas formas de trabalho estão revolucionando o relacionamento entre empresas e trabalhadores. Criação de novos modelos de negócios, formatos diferentes de prestação de serviço, esgotamento das vias públicas de transporte, valorização da qualidade de vida...
Muitos trabalhos que antes dependiam da presença de funcionários no ambiente corporativo hoje se abstraem disso, graças, principalmente, ao uso da internet e outras tecnologias da informação, como celulares. Entretanto, mantém-se a relação baseada em direitos trabalhistas consagrados. Há, portanto, um contrassenso instalado em plena era do conhecimento.
Uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro passado trouxe a questão do trabalho à distância para o centro do debate sobre os direitos trabalhistas e sobre a possibilidade de ampliação do conceito de teletrabalho ou home office para diferentes setores da economia.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

GESTÃO ESTRATÉGICA PARA A SUSTENTABILIDADE


O que a Vale do Rio Doce, a PROMON, a Caixa Economica Federal e a sua pequena empresa podem ter em comum?!?
Muito simples: a certeza de que nenhuma empresa é uma organização isolada e que os aspectos da responsabilidade social empresarial e da sustentabilidade necessitam ser urgentemente incorporados em suas estratégias de negócio.
Várias vezes já escrevi no Lounge Empreendedor sobre a construção de uma nova economia  (olha só o link para alguns destes posts). Pequenos negócios podem (e devem) gerar lucro, mas também podem contribuir para um mundo mais verde, includente e responsável. A vivência genuína daquilo que chamamos de "desenvolvimento sustentável" requer uma nova cultura que inclua a ética no centro das relações e a incorporação das práticas de sustentabilidade na gestão dos negócios.
Pode parecer complicado, mas não é.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

DIREITOS HUMANOS

Incentivar o empresariado brasileiro sobre boas práticas que promovam os direitos humanos no meio corporativo é algo que pode parecer distante do universo da estratégia, mas que não pode ficar de lado quando pensamos nos impactos das empresas e na promoção de sua responsabilidade social, tanto na gestão dos negócios quanto no controle de sua cadeia de valor.
Embora no Brasil, os direitos humanos costumam estar associados à violência contra presos, contra mulheres e crianças; o assunto é uma questão de mercado, e de mercado de trabalho. Enquanto o Estado tem o dever de proteger os direitos humanos de seus cidadãos; a empresa tem o dever de respeitá-los, independentemente da realidade política, tributária e fiscal na qual esteja inserida. Não há justificativa para que as empresas aceitem trabalho escravo ou infantil. Não há razões para não promover a equidade de gênero e raça bem como a admissão de pessoas com deficiência.
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