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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MAIS QUE SEGUIDORES

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa.
Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada."
-- Philip Kotler --


Sempre que alguém me pergunta sobre a forma que as pequenas empresas devem reconhecer e priorizar a utilização das redes sociais em suas estratégias de marketing penso não ter certeza do quanto elas entendem o poder da relação que as redes sociais promovem entre empresa e consumidor, ou se ainda estão intrigadas, confusas ou, simplesmente com medo das redes. Imaginar o poder das redes sociais é uma coisa, mas abraçá-las e usá-la a seu favor na sua empresa é outra completamente diferente.
Uma pesquisa da consultoria Maksen mostra que entrevistados no Rio de Janeiro e São Paulo veem mais riscos que benefícios nos sites, além de corporações não contarem com equipes para gestão dos perfis. Quatro a cada dez empresários brasileiros não acreditam que a presença nas redes sociais agrega valor ao negócio e 40% dos entrevistados afirmaram ver mais riscos que benefícios nas redes.

sábado, 25 de junho de 2011

REDES SOCIAIS: UMA NOVA FERRAMENTA AO MARKETING DAS PEQUENAS EMPRESAS

Na última terça-feira, realizei uma palestra na Distrital de Santo Amaro da Associação Comercial de São Paulo a pedido do SEBRAE-SP. Sabe aquelas noites muito especiais em que parece que você está cercado de novos amigos que compartilham aprendizado e desejam crescer juntos?
Pois é. A noite foi exatamente assim. Ficamos juntos bem mais tempo do que o esperado (agradeço mais uma vez aos que estiveram por lá) e a conversa rendeu várias reflexões posteriores. 
Falar sobre redes sociais como nova ferramenta de marketing para os pequenos negócios é sempre muito gostoso. Cada vez que tenho essa chance, aprendo mais um pouco e percebo o quanto essa nova (nem tão nova assim) modalidade de relacionamento digital ainda é desconhecida para tanta gente.
O tema deve ir além do discurso sobre a inserção das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas, mas sim falar sobre o relacionamento entre as PESSOAS.  Afinal, uma poderosa conversação global começou. Através da internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como um resultado direto, mercados estão ficando mais espertos — e mais espertos que a maioria das empresas.” (The Cluetrain Manifesto)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

QUAL É O PROBLEMA?

Ainda ouço muitas pessoas discutindo sobre a liberação ou não dos acessos às redes sociais nas empresas. 
Muitos amigos sabem da minha opinião (e paixão) sobre o assunto e por isso, um deles me encaminhou um texto do Ricardo Jordão por e-mail que faço questão de compartilhar com vocês, leitores do Lounge Empreendedor.


POR QUE OS DIRETORES DA SUA EMPRESA NÃO PODEM TER ACESSO A INTERNET
"O segredo da felicidade é a liberdade. O segredo da liberdade é coragem. Você tem coragem?"

Apesar de 99% dos seus clientes estarem nas redes sociais; apesar de 100% dos seus fornecedores estarem na web, apesar de 93% de todas as compras B2B começarem na internet; apesar das redes sociais serem a ferramenta de marketing mais barata e mais eficaz do momento, apesar das redes sociais serem a melhor maneira de transformar todos os seus funcionários em vendedores; 80% das empresas brasileiras continuam proibindo que os seus funcionários acessem as redes sociais durante o horário de trabalho.
A desculpa é sempre a mesma, o livre acesso as redes sociais tornam o funcionário improdutivo.
Besteira!
Eu tenho livre acesso as redes sociais e não sou um cara improdutivo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fazer marketing da minha empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para atrair clientes para os meus clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para buscar informações que me ajudam a atingir os meus objetivos.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fidelizar os clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para prospectar clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para encontrar grandes pessoas.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para liderar as pessoas que trabalham comigo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para reduzir os custos da empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso quando eu acredito que é a melhor hora de usá-las.
Qual é a diferença entre os seus funcionários e eu?
Por que eu sou capaz de usar as redes sociais de maneira produtiva e os seus funcionários não?
O problema não são as redes sociais.
O problema é a falta de objetivos, metas, indices de performance, projetos, novidades, enfim, direção na sua empresa!
Eu tenho objetivos, metas, prazos e coisas para fazer todos os dias. Eu não tenho tempo para perder nas redes sociais com bobeira, besteira, piadas, mulher pelada ou whatever.
Quando eu entro nas redes sociais, eu entro com um objetivo a ser realizado. Ser apresentado para um determinado executivo, promover um determinado evento dentro de um grupo de discussão, ajudar um determinado gerente a descobrir respostas sobre como aumentar as vendas da sua empresa, descobrir insights sobre geração de demanda para ajudar um cliente a desovar determinado produto que está parado há meses no estoque etc etc etc.
As redes sociais, por incrível que pareça, são uma ferramenta incrivelmente objetivas. Se você tiver um pergunta, você encontra a resposta; se você souber o que você esta procurando, você encontra.
Eu acredito que VOCÊ deveria tirar o SEU acesso as redes sociais, ou talvez cortar o acesso dos diretores da sua empresa. Talvez o livre acesso às redes sociais por parte dessa turma esteja impedindo a direção da empresa de usar o tempo que vocês tem para criar os planos e objetivos necessários para transformar a produtividade dos seus funcionários.
É isso ai, tira as redes sociais dos diretores! Eles estão vagabundando na web quando deveriam ter criado planos objetivos para a empresa.
Enquanto você fica ai pensando se libera a “orkut” para os funcionários, a fila anda.
Nesse momento 1.045 profissionais brasileiros da indústria de tecnologia estão conectados e trocando idéias e insights na rede social Zomo, criado pela IT Midia; 10.753 empresários e funcionários de pequenas e medias empresas estão participando de mais de 50 grupos de discussão diferentes na rede social criada pela Revista Exame Pequenas Empresas para os seus assinantes; 3.578 profissionais de recursos humanos estão bombando de trocar idéias no grupo “Gestão de Recursos Humanos” na Linkedin brasileira.
Enquanto você proibi os seus funcionários de participar da conversa, a turma está toda animada no baile conversando entre si, construindo credibilidade, reputação, e novos relacionamentos.
2011 é o primeiro ano da segunda década do Século 21. Você vai continuar insistindo em querer viver em 1982?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E você?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DIRETO DE PORTUGAL

Se você é do tipo que ainda se diverte com piadinhas sobre portugueses, deveria ler com atenção essa matéria. Não apresento nenhuma receita de pãozinho do seu Manuel da Padaria, mas sim boas idéias de tecnologia utilizando uma rede social exclusiva para centros comercias integrando comunicação, marketing e monitoramento de clientes. Trata-se da Wi-Social.


Wi-Social funciona por Wi-Fi e Bluetooth e terá integração com Facebook. Empresa está em negociações com os espaços comerciais.

Está a ser desenvolvida há cerca de dois anos por ex-alunos do Instituto Superior Técnico e tem como principal diferenciador ser uma rede social móvel: isto é, a que só se acede em espaços geográficos definidos, usando a localização física como denominador comum dos utilizadores.
"A Wi-Social vai ter três funcionalidades: rede social, ferramenta de marketing com conteúdos próprios em cada espaço e sistema de monitorização dos clientes", explica ao Jonal i Bruno Capelas, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da rede e da empresa com o mesmo nome que acaba de ser formalizada.
Os ex-alunos estão em negociações para os primeiros lançamentos desta rede: com um centro comercial, um hotel e um pólo tecnológico. Mas as aplicações são virtualmente ilimitadas, basta que se trate de um local público que reúna muita gente, como um pavilhão desportivo, um aeroporto, uma universidade ou uma sala de concertos.
"A mais-valia é que permite a cada pessoa ver quem está naquele local ao mesmo tempo, dá oportunidade de conhecer novas pessoas", adianta Bruno Capelas. Tal como em todas as redes baseadas na localização (como o Foursquare), é assegurado o controlo total das definições de privacidade - quem pode vê-lo, quem pode contactá-lo, etc.
"Todas as mensagens trocadas através da rede são cifradas para não se poderem interceptar", explica.
Além desta componente, que terá integração no Facebook, a Wi-Social oferece aos estabelecimentos um canal único para fazer passar uma mensagem: poderão enviar ofertas exclusivas aos utilizadores relacionadas com os seus hábitos e o ponto da loja onde estão. Poderão também reunir os dados anónimos das localizações e estudar por que razão os clientes se concentram nos corredores cinco e sete, por exemplo. "Há vários serviços que podem ser oferecidos", indica Capelas.
A aplicação, que tem uma interface muito simples, já foi desenvolvida para Symbian (sistema operativo mais usado nos telemóveis), Android e Windows Mobile. Na forja estão as versões para iPhone e Windows Phone 7, mas Bruno Capelas ressalva: "Até o telemóvel mais antigo pode usar a rede, porque funciona também por Bluetooth". Todos os serviços são gratuitos, pelo que basta descarregar a aplicação e fazer o registo.
Quanto ao modelo de negócio, assentará na publicidade. Para os estabelecimentos o investimento será pequeno: basta ligar os pontos de acesso (Wi-Fi e Bluetooth) a uma fonte de energia e lançar conteúdos de marketing. Estes serviços serão criados através de um portal desenvolvido pela empresa de Bruno Capelas para facilitar a tarefa aos "clientes".
Agora, a Wi-Social está à procura de business angels ou private equities que invistam. Segundo Bruno Capelas, todo o investimento até agora foi feito pelos sócios da empresa. Dois deles, incluindo Bruno, são os criadores originais do projecto, que começou por ser a base de uma dissertação de mestrado em Engenharia de Redes e Comunicações.

Fonte: Jornal i
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