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sábado, 12 de novembro de 2011

EM QUE DEVEMOS ACREDITAR?


Sempre que ouço as pessoas utilizando o dicionário empresarial para resolver os desafios de suas vidas me pergunto: “será que tudo aquilo que se aplica às empresas pode ser automaticamente aproveitado em nossas vidas?”
Há pouco mais de 5 anos, o conceito de planejamento estratégico trouxe as palavras cenário e tendência para o centro das reflexões e decisões empresariais. Entretanto, será que toda tendência merece ser seguida sem o questionamento de outros possíveis caminhos e estratégias? Será que o cenário construído por analistas e consultores contempla todas as possibilidades?
São tantos "serás" que me sinto numa música da Legião Urbana. “Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer?”

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

COPA DO MUNDO E AS PEQUENAS EMPRESAS

A mil dias do início da Copa de 2014, o Sebrae fortalece sua ação junto as pequenas empresas e promove uma série de eventos com empresários nas 12 cidades-sede para divulgar os números locais de um levantamento da Fundação Getulio Vargas sobre 456 oportunidades de negócios que surgirão com o mundial.  Cerca de 6,8 mil empresários já participaram dos seminários em todo o Brasil.
Em 2014, São Paulo será muito mais do que a capital do turismo de negócios no Brasil. A cidade deve receber, segundo o Ministério do Turismo, cerca de 258 mil turistas estrangeiros e aproximadamente 1,2 milhão de visitantes de todo o país. Estima-se que cerca de 300 mil micro e pequenas empresas paulistas, de todos os setores, terão chances de crescimento econômico com a chegada do mundial de futebol.
O Mapa de Oportunidades de Negócios para Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede é um levantamento inédito e pode abrir os olhos daqueles que ainda sonham em iniciar um negócio próprio ou incrementar o seu negócio atual em decorrência da Copa do Mundo de 2014 (antes, durante e após os jogos do mundial). O setor de comércio concentra 51% das possíveis oportunidades, seguido pelo de serviços (30%) e indústria (19%).

sábado, 26 de fevereiro de 2011

COMPRAS GOVERNAMENTAIS



Não há quem duvide do potencial do empreendedorismo para geração de empregos, renda, desenvolvimento e justiça socioeconômica. As micro e pequenas empresas (MPEs) brasileiras representam mais de 98% dos estabelecimentos formalmente constituídos, empregam quase 70% do pessoal ocupado e geram 20% do PIB.
Entretanto, sua participação nos processos de compras governamentais é de apenas 15%, índice que poderia ser muito mais relevante caso um ambiente mais favorável aos pequenos negócios fosse consolidado. Burocracia, dificuldade de acesso ao crédito e a novos mercados, legislação e sistema tributários ultrapassados são obstáculos a serem vencidos.
Contudo, governos podem (e devem) fazer uso do seu poder de compra como mecanismo de fortalecimento ao empreendedorismo local. Facilitar o acesso das MPE ao mundo das compras governamentais pode ser a base para a instalação de um ciclo virtuoso na economia.
Parece fácil, mas boa vontade não basta. Os processos de aquisição pública precisam garantir legalidade, isenção, menor preço, qualidade, ampla disputa, transparência, celeridade e participação irrestrita de todos os fornecedores. Tais critérios, contemplados na Lei de Licitações (lei 8.666/93), têm seu mérito administrativo, mas atribuíram formalidades e requisitos que separam as empresas de seus maiores clientes: prefeituras e governos estaduais e/ou federais.
Mesmo aparentemente complicado, a dificuldade pode valer a pena em função do mercado que se abre às MPEs. Com conhecimento e organização, qualquer empresa pode usufruir desse mercado potencial. Na verdade, muitas empresas mal têm consciência de seus direitos.
Você sabia no caso de um empate por preço entre uma pequena e uma grande empresa participante de licitação, será assegurado, como critério de desempate, a preferência de contratação para a pequena empresa quando seu preço for até 10% maior que o preço da grande empresa? Ou que em contratações de até R$ 80 mil e havendo no mínimo três pequenas empresas competindo pela conta, a preferência será dada à elas? E ainda que existe possibilidade de subcontratação nos grandes contratos desde que não exceda a 30% do total licitado?
Para aproveitar essas oportunidades, a empresa precisa estar pronta para um tipo de atendimento em que qualidade e bons critérios de formação de preço serão fatores essenciais para que se candidate com condições de êxito. Precisa, ainda, estar organizada, capacitada e cons¬ciente de seus próprios processos de gestão de forma a oferecer produtos sempre competitivos em escala e preço. Uma vez estruturada corretamente, habilitar-se como fornecedora ao serviço público pode representar um aumento significativo de faturamento.
Para o governo, o fortalecimento do consumo local em seus processos de compra reduz as despesas de custeio administrativo, aumenta as possibilidades de investimento municipal, propicia a geração de renda e emprego e cria vínculos mais fortes e produtivos entre os agentes locais de desenvolvimento (indústrias, comércios, serviços e agricultura).
Aliás, faço o convite para que cada um de nós se inspire nessa idéia. Com ou sem licitação, população, empresas ou administração pública deveriam realizar suas compras com fornecedores locais, aquecendo a economia e contribuindo para a geração de renda, empregos e negócios.
Pense nisso!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
26 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 28 de maio de 2010

BOLA NA REDE

Bandeiras, camisetas, bonés, apitos e uma infinidade de artigos para a torcida brasileira na Copa do Mundo 2010 já invadem as lojas de todo o varejo.
Em poucos dias, a paixão do brasileiro pelo futebol sofrerá grande aumento e milhares de torcedores irão parar tudo o que estiverem fazendo para acompanhar as partidas da nossa seleção canarinho e também de todo o mundo.
E os donos de pequenos negócios? Será que é o momento de sentar e assistir ou colocar a bola na marca do pênalti e fazer seu próprio gol?
Enquanto a bola oficial rolar nos campos da África do Sul, as entradas de seu fluxo de caixa podem aumentar de acordo com suas próprias ações. Depois da crise econômica, o Brasil vive um momento de conjunção positiva aos negócios do varejo. A expansão do PIB, emprego, renda, massa salarial, crédito e confiança criam esse ambiente que junto à euforia consumista da Copa podem ser multiplicados no seu faturamento.
Não posso afirmar que o time escalado por Dunga me inspira tanta confiança quanto as projeções de crescimento do varejo, mas garanto que para os pequenos empresários há muito por torcer e aproveitar.
Bares e restaurantes podem oferecer um cardápio e atendimento especial nos horários dos jogos para incrementar suas vendas e faturamento. Lojas de material esportivo já sentem a ampliação nas vendas. Empreendedores de Rua já incrementaram seu mix de produtos para atender os clientes com artigos de torcida.
Não faltará espaço para aqueles empreendedores que tenham planejamento, criatividade e disposição para acompanhar o ritmo das fases da Copa do Mundo e que, jogo a jogo, encante mais e mais seus clientes!
Não esqueça que para atrair um bom número de clientes ao seu estabelecimento, o ambiente deve ser amistoso. A tradição dos brasileiros nos jogos da seleção é assisti-los em grupo, gritar (e até xingar!) e fazer bagunça. Prepare seu estabelecimento para essa emoção! Capriche na parte externa, respeitando as leis municipais para as faixadas, decore a entrada do estabelecimento, conheça seus potenciais clientes e visite as empresas do entorno oferecendo seu serviço. Lembre-se que em bairros de concentração de imigrantes, você pode ter clientes não apenas para os jogos do Brasil. Se estiver apenas decorado para os jogos da seleção amarelinha, você pode se tornar pouco atrativo para italianos, japoneses ou portugueses.
E se você acha que seu negócio não tem nenhuma ligação com o esporte e que por isso, nem precisa se preocupar, cuidado! A concorrência pode agregar serviços ou brindes especiais que deixarão você para trás. Essa semana, recebi uma refeição em casa que chegou com uma simbólica tabela de acompanhamento dos jogos da Copa da África do Sul que já está fixada na geladeira pelos meus filhos. Gol! A empresa será lembrada durante vários dias.
Encare 2010 como o ensaio da sua empresa para 2014, quando a Copa do Mundo será nossa, mobilizando e acelerando o desenvolvimento econômico por meio de muitas oportunidades para as micro e pequenas empresas.
É hora de planejar, inovar, fazer o gol e partir para o abraço!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Caderno Opinião - Mogi News
29 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

CHEGOU A SUA VEZ? PREPARE-SE!


Todo ser humano idealiza um futuro brilhante, entretanto poucos profissionais realmente planejam de forma racional uma mudança de emprego, uma transição de carreira ou o início de uma vida empreendedora.
Planejar esse momento é crucial, afinal mudar dá trabalho. E se não der, fique atento, pois se você deseja sair de um patamar que já conhece para uma aposta em uma situação ainda desconhecida, não será fácil, mas também não será impossível.
Mergulhar de cabeça no que parece ser uma grande oportunidade sem cumprir etapas importantes do planejamento pode gerar insatisfação, perda de tempo, de dinheiro e desgastes desnecessários.
Para não errar nas escolhas quando novas oportunidades surgirem, é preciso ter clareza sobre sua situação atual e sobre as variáveis que servirão de base comparativa para uma tomada de decisão consciente. Você precisa dedicar tempo e disciplina para si e não deixar que problemas atuais e pontuais influenciem sua análise. Lembre-se que problemas sempre farão parte de qualquer emprego, carreira ou negócio e que nada é só problema e nada é só solução o tempo todo.
É você que escolhe para qual lado pretende levar sua vida. Se viver mergulhado nas atividades e rotinas que cegam para o que é efetivamente um problema e para o que pode vir a ser uma solução, você não conseguirá perceber as oportunidades que podem emergir nesse mesmo mar.
Não deixe a maré conduzir você. As grandes ondas devem ser surfadas de acordo com o estágio de desenvolvimento do atleta e se você ainda não estiver pronto, não adianta querer “se jogar no mar” ou será atirado contra as pedras.
Para não se machucar no que parece ser a onda rumo ao seu futuro brilhante, entenda seu estágio profissional. O que te leva a querer mudar agora? Seu emprego atual lhe traz satisfação? Está infeliz com o trabalho ou são as relações estabelecidas entre os pares, superiores ou subordinados que lhe incomodam? Seus valores pessoais colidem com os valores corporativos? Existem perspectivas para o que você deseja atingir? Sua família está pagando um preço alto pela sua demanda profissional? O mercado está disposto a pagar pelo o que você tem a oferecer ou você está apenas realizando um sonho?
Profissionais em transição devem ter a maturidade para declinar ou não de um processo em função das suas próprias constatações. Não basta “querer sair” de onde você está, mas entender os porquês de “querer ir para o novo lugar”.
E caso você constate que não tem condições de mudar agora e fique com a sensação de que está perdendo a oportunidade dos seus sonhos, não se lamente! Continue a fazer o que precisa ser feito, dedique mais tempo ao seu planejamento de carreira, prepare suas finanças, sua família e sua vida! As oportunidades se repetem para aqueles que sabem onde querem chegar e usam o que têm para buscar aquilo que lhes falta.

ANA MARIA MAGNI COELHO
O Diário Empresarial - Mogi das Cruzes
28 de maio de 2010
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