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quinta-feira, 21 de junho de 2012

NEGÓCIOS INCLUSIVOS

“Ainda não apareceu o Gandhi da sustentabilidade nem o Mandela da biodiversidade.
Não apareceu nenhum Martin Luther King para a mudança do clima.
Mas para tais questões, não basta um no mundo.
 Tem que ter aos milhões, em todas as atividades.”
-- Fernando Almeida --
Presidente executivo do CEBDS


Se você tem mais de 30 anos, irá se lembrar do início do processo de globalização vivido nas décadas finais do século XX quando grandes mudanças ocorreram no mundo do trabalho, por conta de alterações nos processos produtivos, nas tecnologias e nas relações de trabalho, provocadas pelas novas formas de organização dos mercados globais.
Desemprego, trabalho precário, informalidade, terceirização e transferência de setores e empresas para países e regiões com menores gastos e menos direitos trabalhistas passaram a representar riscos para o trabalho decente e a geração de empregos formais. Entretanto, a construção de uma sociedade fundamentada no empreendedorismo, na valorização do capital intelectual, na liberdade e na justiça não pode manter a situação dos "sem emprego".

sábado, 7 de janeiro de 2012

PAÍS DAS MULHERES RICAS


“Ser rico é uma delícia”, “se o rico não gastar, o dinheiro não circula”, “minha família é muito rafinada” (sim, rafinada em lugar de refinada!) foram algumas pérolas que deram início às conversas sobre TV nesta semana depois da estréia de “Mulheres Ricas”, o novo reality show da TV Bandeirantes.
Mulheres comprando roupas, sapatos, sendo paparicadas por empregados e tomando champanhe durante o dia todo exibiram um misto de ostentação e cafonice poucas vezes visto, seja na vida real ou em qualquer outra emissora de TV. 2012 seria mesmo o fim do mundo?!?
De início, confesso que me diverti, mas aos poucos passei a me sentir constrangida em assistir cenas tão caricatas e deslumbradas sobre o universo das mulheres que, na maioria das vezes, para se tornarem ricas trabalham muito e realizam escolhas muito maiores do que a cor da roupa de sua boneca Barbie.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

DIA INTERNACIONAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO


Um Dia Internacional de Combate à Corrupção. Sim, esse dia existe e é hoje! Mas não basta que o dia exista. É preciso que a sociedade civil se prepare para debater o tema e assumir um papel cada vez mais participativo no fortalecimento das atividades de controle social no país e de seu impacto na prevenção e combate à corrupção. 
Mas para que possamos assumir esse papel é importante que antes os conceitos de controle social e corrupção estejam mais claros do que nos discursos políticos ou notícias do Jornal Nacional. Se desejarmos envolver todos os grupos nas discussões, precisamos retirar alguns termos que ficam na abstração, que incomodam, mas que poucos sabem como lidar.
Comecemos pelo assunto do momento...

domingo, 18 de setembro de 2011

MINHA PASÁRGADA

"No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos."
(José Saramago)


Desde que anunciei meu retorno às atividades profissionais em São Paulo, a pergunta que mais tenho respondido não tem nada a ver com a proposta do novo emprego ou com os desafios que irei enfrentar, mas sim sobre a minha possível partida de Mogi das Cruzes.
Já se vão quase 6 anos desde que me instalei nesta cidade. Hoje, cidadã mogiana, é aqui que pretendo seguir a minha vida. Mogi das Cruzes é a "minha" cidade. É a cidade que me acolheu, onde meus filhos cresceram, onde construi o alicerce da minha vida profissional. Amo-a de paixão. Amo a relação que estabeleci com o município. E antes que alguém me pergunte: sim, eu acredito em relacionamentos entre cidades e pessoas. Assim como nós, cidades têm vida, têm personalidade, têm características únicas. E as de Mogi das Cruzes, me conquistaram.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

INCLUSÃO PARA MULHERES


O governo lançou, na última quinta-feira (11), o programa Mulheres Mil, que pretende formar e inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho até 2014. O programa faz parte do Plano Brasil sem Miséria e está inserido no conjunto de prioridades das políticas públicas do governo federal, especialmente nos eixos de promoção da eqüidade, igualdade entre sexos, combate à violência contra mulher e acesso à educação.
A idéia do programa consiste em oferecer acesso à educação profissional a mulheres em situação de vulnerabilidade social, como mães solteiras ou chefes de família que não tiveram oportunidade de estudar e nem de serem inseridas no mercado formal. O programa é executado em parceria entre os ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e as secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.
O Mulheres Mil foi implantado como projeto piloto em 2007, em parceria com universidades canadenses. Por intermédio de 13 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, o projeto atendeu mil mulheres em 13 estados do Norte e Nordeste. Agora, será efetivado em todo o País e, ainda neste ano, 100 campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica deverão beneficiar 10 mil mulheres com a aplicação do programa.

domingo, 17 de julho de 2011

O DIREITO DE SABER

"Eu acredito que cada direito implica em uma responsabilidade,
cada oportunidade em uma obrigação"
John D.Rockefeller


Existem oportunidades na vida da gente que ganhamos algumas pessoas de presente. Assim foi a entrada da Jeruza na minha vida... Inicialmente, parceiras na comissão de julgamento de um prêmio de responsabilidade social regional, fui me encantando pela competência dessa advogada que conquistou uma vaga no meu seleto grupo de amigas.
Se eu publicasse aqui no Lounge Empreendedor todos os seus textos com quais me identifico, certamente passaríamos a dividir a autoria desse espaço, mas essa semana não posso me furtar a fazê-lo (Nossa!!! Tô até escrevendo bonito...eheheh... Coisas de advogada, né Jeruza?!?).
Falar sobre conhecimento e direito é fascinante... Deleitem-se.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

POBREZA ESTADISTA


Vivemos em um país de cultura estadista. A maioria das pessoas deposita no Estado a responsabilidade exclusiva pelas chamadas “políticas de desenvolvimento”, mas ainda reclama da obrigatoriedade do voto e da necessidade de escolha de seus representantes.
Não pretendo discutir política, mas sim o nível de cooperação e parceria necessárias para uma dinâmica econômica que considere o desenvolvimento humano, social e sustentável de uma região. Desenvolvimento não pode ser responsabilidade de um único ente federativo.
Agentes econômicos, organizações sociais, entidades do terceiro setor, associações de bairros e toda a sociedade civil devem trabalhar juntos para a quebra do modelo estadista de interação produtiva. A indução e efetividade dos compromissos e agendas locais de desenvolvimento exigem cada vez mais interação e protagonismo.
Promover o desenvolvimento é uma tarefa que cabe a cada um de nós. É a nossa forma de ver o mundo e de agir sobre ele que pode gerar as transformações que esperamos que os outros façam por nós.
De que adianta reclamar daquilo que é sua responsabilidade mudar? O que você, seu vizinho, seu patrão ou seu funcionário têm feito para contribuir para o desenvolvimento de sua região?
Apenas reclamar daquilo que é sua responsabilidade transformar não traz nenhum resultado na construção do novo. Ser protagonista é estar apto a desempenhar um papel importante nessa construção e saber escolher quem deverá estar ao seu lado.
Depositar unicamente nas urnas todas as expectativas de desenvolvimento é conformismo demais. É preciso participar e acreditar em estratégias de planejamento e de gestão compartilhada e eleger representantes que também acreditem, pois eles serão os responsáveis pela formulação das normas e regras que possibilitarão processos genuinamente participativos junto à comunidade local.
Uma comunidade que precisa acreditar em sua própria força e capacidade de realização. Uma comunidade que pode identificar, melhor do que ninguém, potencialidades, oportunidades, vantagens comparativas e competitivas, problemas, limites e obstáculos ao seu próprio crescimento. Uma comunidade capaz de estabelecer metas, definir prioridades, monitorar e avaliar resultados; enfim, capaz de gerar desenvolvimento em comum-unidade.
Só a imagem compartilhada de um futuro que se deseja criar pode estimular o compromisso e o envolvimento genuíno das pessoas, em lugar da mera aceitação. Trata-se de romper horizontes e construir novos paradigmas com cidadãos e organizações dispostos a assumir, no presente, as responsabilidades que garantirão o futuro das próximas gerações. A mudança não é fácil: implica mexer na zona de conforto e promover a percepção sobre a importância de uma participação mais ativa de todos nas esferas de decisão das políticas de desenvolvimento.
A inteligência de uma sociedade unida certamente ultrapassa a inteligência individual de seus membros. Protagonismo, cooperação e parceria podem produzir resultados extraordinários em prol das modificações necessárias na estrutura produtiva do nosso país.
Por isso, fomentar o desenvolvimento sustentável de uma região implica em erradicar uma pobreza que vai além falta de acesso à riqueza. Trata-se de acabar com a pobreza de conhecimento e de cidadania, pois é ela que impede as pessoas de aproveitarem as oportunidades existentes ou de descobrirem oportunidades onde elas aparentemente não existem.
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado para o caderno Opinião - MogiNews
03 de julho de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

MÃES PARA O FUTURO


Empresários têm aprendido, ano após ano, a aproveitar as datas comemorativas como estratégia de promoção de vendas. O apelo emocional que envolve datas como o Dia das Mães deixa o consumidor mais motivado às compras e deveria também provocar reflexões sobre as responsabilidades de cada mulher como mãe! Será que não é o momento de aproveitarmos a ocasião para pensar no planeta que desejamos deixar aos nossos filhos bem como nos filhos que pretendemos deixar ao mundo?
Em um final de semana que comemoramos o dia das mães, não podemos desperdiçar a oportunidade de repensarmos nossos modelos de educação. Educação que é determinada por nossas próprias atitudes e posturas, afinal crianças aprendem respeito e valores através do exemplo de seus pais ou educadores.
É tempo de realizarmos mudanças em nossas próprias vidas em prol de uma sociedade melhor e os exemplos podem ser muito simples: fechar a torneira enquanto escovar os dentes, não demorar no banho, jogar o lixo nos locais apropriados, engajar-se em ações de ajuda comunitária, não depredar o patrimônio natural, limpar o quintal de sua casa, tratar com respeito as pessoas diferentes de você, e por aí vai.
Mudar suas atitudes e mostrar-se presente na vida das crianças pode formar adultos diferenciados para um mundo diferente no futuro. Para isso, conheça seus interesses, valorize mais seus acertos do que suas dificuldades e quando um erro acontecer, critique a situação e nunca a capacidade ou inteligência da própria criança. Estímulos de amor, no falar ou no agir, um abraço ou um beijo nunca são demais para a educação. Crianças precisam aprender regras através de um conviver sadio com pais, professores e/ou adultos firmes, mas repletos de amor, aceitação e confiança que propiciem segurança e uma auto-imagem positiva para que elas assumam sua responsabilidade na interação com o meio-ambiente e com o mundo.
Que tal substituir as palavras tão comuns como fome, guerra, aquecimento global, hipocrisia, materialismo, desigualdade social, preconceito, egoísmo, intolerância, mentira, violência, maldade, terrorismo, ódio, exploração infantil ou individualismo por situações cada vez mais raras de alegria, altruísmo, caridade, cavalheirismo, coerência, compreensão, constância, cooperação, disciplina, empatia, equilíbrio, generosidade, honestidade, humildade, independência, integridade, lealdade, motivação, otimismo, paciência, responsabilidade, sabedoria, sensibilidade, simpatia, sinceridade e tolerância?
Ser mãe é mais do que ganhar presentes dos filhos. Ser mãe é dar filhos de presente ao mundo! Ser mãe é contribuir para o desenvolvimento sustentável formando cidadãos capazes de ser solidários, preocupados com a preservação dos recursos naturais e participantes de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a diversidade.
Ao criar o mundo, Deus nos presenteou com uma diversidade de recursos naturais, que poderiam ser usados, mas que também teriam de ser preservados. Durante muito tempo, em nome do progresso e do desenvolvimento econômico, usamos e abusamos desses recursos naturais, e hoje, se desejamos realmente deixar um mundo melhor para nossos filhos, a melhor coisa a fazermos é formar nas nossas crianças uma consciência ecológica desde cedo. Nosso planeta agradece e novos Dias das Mães poderão ser comemorados pelos próximos 200 anos!




ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
Sexta-feira, 07 de maio de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

JAULA DE FERRO


Ultimamente nada escapa à burocracia!
Em busca da garantia da máxima eficiência possível no alcance dos objetivos, a burocracia se desenvolveu dentro da administração capitalista como um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis, processos e comportamentos dos sistemas humanos ou empresariais.
Max Weber, o sociólogo que melhor estudou essa questão, já previa que burocratas frios e calculistas criariam sistemas cujo funcionamento burocrático se daria tal qual uma máquina de relógio e sua “profecia” foi validada na medida em que a ordem econômica criou condições e estruturas unicamente ligadas às condições técnicas e econômicas da produção e abriu abismos entre quem define e quem cumpre as regras.
Talvez, explique-se assim a tensão permanente entre os quadros administrativos das organizações e o lado mais obscuro da burocracia: o cultivo de uma cultura de poder que envolve subordinação e absolutismo.
Para as chefias burocráticas, colaboradores mais ousados são diletantes e incomodativos. A criatividade, o inconformismo, a dúvida e, muitas vezes até mesmo o compromisso com a ética são desestimulados em favor das regras e de uma postura tolerante e conivente com a lógica burocrática vigente.
Vem daí a percepção de que a burocracia é prejudicial às organizações, pois além de impor um ritmo lento na tramitação de documentos, resistirem às mudanças e centralizarem o poder, organizações burocratas podem aprisionar o homem moderno no que Weber identificava como “a jaula de ferro".
Mas será que escapar à jaula é uma atitude para qual estamos efetivamente prontos? Simplesmente quebrar suas grades dar-nos-ia condições de real liberdade?
Enquanto permanecem presas à jaula de ferro, as pessoas sentem-se seguranças e têm a certeza de conhecer o sistema e poder movimentar-se nele. A “jaula” cria identidade e faz da empresa um ambiente altamente seguro.
A total desintegração da burocracia e do capitalismo tradicional traria consigo o fim do emprego vitalício, o desaparecimento de carreiras especializadas e conseqüentemente, a sensação de estarmos todos à deriva. E estando à deriva, o mercado se fragmenta, crescem as desigualdades, a sociedade perde suas referências...
Por isso, comete um equívoco aquele que pensa que pode eliminar a burocracia. Ela é vital para a manutenção das organizações modernas, sejam elas públicas ou privadas, desde que se legitimem processos corretos e considere as pessoas e seus conflitos como esferas também a serem administradas.
Por mais paradoxal que possa parecer, o exercício da democracia não pode se abstrair da burocracia, afinal sem regras e sem identidade, as pessoas não criam raízes. Sem raízes, não se criam vínculos nem redes de relacionamentos. Sem relacionamentos, as pessoas não se articulam e não se defendem da impessoalidade de regras que devem, em sua essência, promover a igualdade de todos os cidadãos.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
17 de abril de 2010

domingo, 5 de julho de 2009

O DISCURSO...


Essas foram as palavras ditas por mim na noite tão especial do título...

Boa noite a todos!
Peço a permissão para ler, pois hoje é efetivamente uma noite muito diferente e especial para mim e preciso ter a disciplina de um texto; pois em momentos como este é preciso não esquecer detalhes, nomes, datas, e agradecimentos fundamentais.
O primeiro registro a fazer refere-se à minha alegria imensa em receber essa titulação na companhia de amigos com os quais tenho muito orgulho de conviver.
O SEBRAESP tem sido um ícone de excelência desta cidade na economia e em tantas outras áreas de conhecimento. Nessa empresa aprendemos (e ensinamos) valores como competência, cooperação e profissionalismo, além disso vivemos o compromisso com o Bem Comum. Nosso trabalho tem muito a ver com a construção de um relacionamento virtuoso que se estabelece entre empresários (muitos aqui presentes hoje), parceiros, lideranças públicas e entre a sociedade. São muitos e felizes os momentos onde se dá o encontro entre todos nós em prol do fortalecimento e do aumento da competitividade das pequenas empresas, do fomento ao empreendedorismo e à inovação e principalmente, em prol da realização do “sonho” das pessoas.
Sim, me sinto uma realizadora dos sonhos dos mogianos que dia após dia desejam abrir um negócio próprio em nossa cidade ou melhorar os negócios que já possuem.
Sou paulistana, nascida em uma travessa da avenida paulista e após algumas surpresas preparadas em minha vida (nem todas tão boas como a da noite de hoje), no dia 03 de julho de 2000 me vi sendo contratada para ser funcionária de uma empresa que eu pouco conhecia na época. Depois de quase um ano como digitadora terceirizada de um programa específico do SEBRAE-SP, fui contratada como auxiliar na agência que o SEBRAE mantinha na Junta Comercial do Estado de SP e fui me apaixonando pela missão que nossa empresa tem, junto à sociedade brasileira. De lá para cá, aprendi no meu próprio exercício a ser aquilo que ensinamos aos nossos clientes: EMPREENDEDORA! Busquei e aproveitei todas as oportunidades que minha empresa me deu tendo a iniciativa para correr os riscos que acompanhavam as minhas decisões. A cada nova etapa, busquei informações e exigia sempre de mim mesma alta qualidade e eficiência na geração de resultados aos meus clientes e à minha empresa. Estabeleci metas com relação ao meu desenvolvimento pessoal e profissional para as quais determinava um bom planejamento de ações. Muitas vezes o meu comprometimento e persistência, colocaram as minhas decisões profissionais à frente das minhas experiências pessoais, mas aí a capacidade de persuasão, a boa rede de contatos e a confiança de que eram as melhores escolhas para o momento, me trouxeram até Mogi das Cruzes, também em um dia 03 de julho, só que de 2006.
Por isso, nesse dia 03 de julho de 2009 não posso deixar de agradecer e mencionar alguns nomes:
Gostaria de agradecer primeiramente à DEUS pela força, coragem e alegria que colocou em mim e pela fé que me ajuda a entregar minha vida e projetos em Suas Mãos confiando que encontrarei os melhores caminhos.
Agradeço também à minha mãe e meu avô, que mesmo não estando presencialmente ao meu lado, estão sorrindo para mim de algum lugar muito especial. Foram eles que me deram minhas bases de valores, crenças e caráter que regem o comportamento que tenho hoje.
Ao prefeito Marco Bertaiolli que, desde presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes, cria um ambiente favorável às propostas do SEBRAE-SP e atua como grande parceiro na realização de nossas ações. E ao ex-prefeito, Junji Abe pelo respeito, carinho e generosidade com que sempre me tratou... Nesses anos à frente do ER Alto Tietê, suas palavras e seu reconhecimento sempre foram muito especiais para mim.
Agradeço a Ilustre Senhora vereadora Odete Rodrigues Alves de Souza, que propôs a indicação do meu nome para receber essa homenagem. Foi uma grata surpresa e uma grande alegria. E ao excelentíssimo presidente dessa Casa de Leis, senhor vereador Nabil Nahi Safiti que preside a entrega de hoje reconhecendo meu trabalho à frente da gerência do SEBRAE-SP pela geração de trabalho e renda em nossa cidade através do empreendedorismo.
Aos meus líderes, presentes na noite de hoje: Alessandro, pela oportunidade e confiança depositadas em mim na seleção à gerencia do ER Mogi das Cruzes (é ele um dos responsáveis por eu estar aqui). Você é um exemplo para mim!
E ao Dr. Ricardo Tortorella pela autonomia, liberdade e respeito com que aceita as minhas propostas e permite que o SEBRAE-SP atue acatando as vocações e características identificadas pela minha equipe.
À minha família hoje aqui presente: meu irmão, marido e filhos!
Jorge, obrigada por sempre ter estado ao meu lado, por ser meu principal incentivador, por não me deixar desistir, por ser um pai tão dedicado aos nossos filhos e um marido tão justo, leal e presente.
Marcello e Lucca... Obrigada pela paciência com a mamãe e me desculpem pelas ausências que muitas vezes nos faz conviver menos tempo do que gostaríamos. Vocês são a razão e a força que busco todos os dias ao acordar para seguir nessa missão. Amo vocês do tamanho do universo e sei que um dia terão muito orgulho da mamãe!
Entendo como fundamental, nesse momento, depois de dizer tantas coisas destacar um detalhe dessa homenagem. Recebo o título com muita honra e dignidade, mas além das pessoas que já citei, estendo essa homenagem às pessoas que são essenciais pelo esforço que empreendem comigo. Reconheço toda a equipe do ER Alto Tietê que com garra, determinação e fibra toca os projetos e faz virar verdade estratégias idealizadas por mim em vários momentos em que estou no trânsito, tomando banho ou dirigindo... A conquista desse título reconhece um trabalho do SEBRAE-SP e é o resultado de um trabalho de equipe, equipes que coordenam equipes, de equipes.
Quero agradecer a todos vocês pela presença e encerro a minha fala com um trecho de um poema de Cora Coralina, “Saber viver... Não sei se a vida é curta ou longa demais pra nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas”
Tenho muito orgulho em ser mogiana e tocar o coração de alguns de vocês.
Uma boa noite e que Deus abençoe a todos!


03 de julho de 2009

A CONQUISTA DA CIDADANIA

Essa semana vivi um dos momentos mais importantes da minha carreira profissional... Recebi no dia 03 de julho, o título de CIDADÃ MOGIANA.

Um reconhecimento do meu trabalho à frente do SEBRAE-SP e principalmente à minha paixão por essa cidade onde encontrei a Realização profissional + Felicidade em família + Paz de espírito.
O artigo dessa semana, publicado no Mogi News fala um pouco do que entendo por CIDADANIA... Compartilho com vocês...



A CONQUISTA DA CIDADANIA

"Eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida. Um cidadão com um sentimento ético forte e consciência da cidadania não deixa passar nada, não abre mão desse poder de participação." (Herbert de Souza, o Betinho)

O conceito de cidadania tem origem na Grécia clássica, sendo usado, então, para designar os direitos relativos ao indivíduo que vivia na pólis e dela participava ativamente, tanto nos negócios quanto nas decisões políticas.
A cultura e a história da colonização do nosso país ainda colocam em nosso povo algumas barreiras para a vivência da cidadania. Somos filhos e filhas de uma nação nascida sob o signo da cruz e da espada, acostumados a apanhar calados, a dizer sempre “sim senhô!” sem prerrogativa a qualquer questionamento.
Passos importantes já foram dados: o processo de transição democrática, o voto direto, a Constituição de 1988... Mas, ainda há um longo caminho a percorrer: desigualdades e exclusão social, posse e uso da terra, desemprego, analfabetismo, etc
Precisamos ampliar a visão sobre cidadania. Não basta votar (de forma obrigatória) e pagar impostos. Cidadania é uma tarefa que não termina. Não é como um dever de casa, onde faço a minha parte, apresento e pronto, acabou!
Não basta que ela nos seja dada, pois, na verdade, cidadania está no exercício e conquista de nossa própria capacidade de participação e intervenção social na busca por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas de viver, tomar decisões e empreender.
O maior patrimônio brasileiro está no seu povo que tem usado a criatividade e a inovação para superar suas deficiências e gerar oportunidades. Os talentos e competências dos recursos humanos disponíveis são o principal diferencial para crescermos de verdade. Ser cidadão não requer nenhum sacrifício, basta termos consciência de que somos sujeitos de direitos e deveres olhando para os aspectos simples de nosso bairro, cidade, comunidade e agindo naquilo que está ao nosso alcance. Nós somos os protagonistas tanto da nossa vida como da sociedade e a construção da sociedade em que desejamos viver está em nossas mãos. Afinal, quem não participa deixa aos outros a decisão de seu futuro, acabando por ser dominado.
Esse é o meu primeiro dia como legítima cidadã mogiana. Uma cidadania que esteve e está em permanente construção, pois enquanto seres inacabados que somos, sempre deveremos buscar, descobrir, criar e, com maturidade, tomar consciência ampla de nossos direitos e deveres, pois não há uma única tarefa a entregar: nossos filhos merecem um mundo mais justo e novos desafios surgirão, demandando novas conquistas e, portanto, mais cidadania.
Obrigada, Mogi das Cruzes pela confiança!
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 04 de julho de 2009
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