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quinta-feira, 5 de julho de 2012

EMPRESA DE PROPÓSITO

"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."
-- Confúcio --


Nunca houve tanto investimento, expectativa e possibilidades em torno Brasil. Nos últimos anos, ganhamos atenção, admiração e confiança. Mas será que as empresas estão aproveitando esse momento? Conseguiremos não desperdiçar a conjuntura num momento em que os especialistas costumam chamar de "janela de oportunidades"?
Tudo dependerá da forma como os líderes empresariais conduzirem suas empresas e equipes. O sucesso de uma empresa é decorrente do engajamento de seus funcionários e da clareza de propósito de sua liderança. Pode-se argumentar que funcionários desejam apenas seus empregos e que clientes esperam apenas bons acordos comerciais, mas a verdade não é essa.
Cada vez mais, as pessoas querem sentir que suas vidas vão além de um contracheque polpudo ou um cupom de desconto. Elas querem viver e experimentar seus próprios valores em busca de algo maior. Muitas empresas já se deram conta desse fenômeno e deixaram de vender apenas as características e funcionalidades de seus produtos, para vender o propósito de existirem: "bem viver bem", "prazer em servir", "dedicação total a você" ou "vem ser feliz".

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ECONOMIA VERDE


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Educação para a sustentabilidade, trabalho decente, erradicação da miséria, infra-estrutura para uma nova economia. Os temas seriam perfeitos para uma boa plataforma de governo, mas, na verdade, tratam-se de assuntos abordados na última Conferência Ethos de Empresas e Responsabilidade Social realizada nos últimos dias 08 e 09 de agosto em São Paulo.
Na mesma semana em que o mundo anunciava uma nova crise da economia global, cujo tamanho e impacto ainda desconhecemos, o Brasil mobilizou empresários, cidadãos e membros do poder público para discussão de uma plataforma econômica que seja inclusiva, verde e responsável. Afinal, seja lá o que estiver acontecendo pelo mundo, ao Brasil é inexorável pensar em crescer.
Quase 20 anos após a Rio- 92 e às vésperas do encontro Rio +20, a humanidade começa a entender a necessidade de racionalizar o uso de seus recursos naturais e reconhecer o valor da natureza como fator de oportunidade para a geração de negócios.

domingo, 10 de abril de 2011

CONSUMIDOR 2.0

No último sábado, participei de um debate sobre o Consumidor 2.0 com Samantha Shiraishi  e Tulio Malaspina  no E-Commerce Vale em São José dos Campos.
Falar sobre as oportunidades e desafios para o comércio eletrônico em uma das regiões mais ricas do interior paulista é a certeza de um mercado promissor que cada vez mais se consolida fora das metrópoles e dos grandes Estados brasileiros. É a interiorização da economia!
No mercado web essa questão é ainda mais fácil, afinal não existem fronteiras para o consumidor 2.0.
Sob essa perspectiva, começamos o debate com o flashmob abaixo.



Você já parou para pensar sobre qual tem sido o seu posicionamento na web?
Mesmo que você nem perceba, o Consumidor 2.0 observa sua marca e espera de você atitudes éticas.
Qualquer pequena atitude pode fazer o "mundo" aplaudir ou vaiar a sua marca.
O Consumidor 2.0 não é mais apenas um cliente. Ele é seu fã, defensor e quase seu próprio sócio. Seja pró ou contra, várias vezes é ele quem dita regras por você.
Comentários, testemunhais, colaboração em blogs, vlogs, podcasts, wikis, twitter, facebook... São infinitas as possibilidades para o consumidor 2.0 falar, interagir ou dar opinião.
Veja o vídeo da Daniely Argenton. Ela se fez ouvir.


O site criado por Daniely foi visitado por mais de meio milhão de pessoas, suas declarações foram vistas  mais de 90 mil vezes no Youtube, e vários sites divulgaram a reclamação, como o Mundo do Marketing, por exemplo.
Rapidamente, a voz do consumidor 2.0 se amplifica por meio das mídias sociais. A informação nunca foi tão valiosa, mas tão potencialmente prejudicial para aqueles que não souberem lidar com ela.
Vivemos um conjunto de transformações técnicas, econômicas e comportamentais que proporcionaram a emergência desse novo consumidor. A nova e melhorada Web 2.0 é reforçada com streaming de vídeo, conteúdo gerado pelo usuário, RSS feeds e widgets que a tornaram mais útil, mais pessoal e mais customizável transformando a maneira como nos relacionamos com as várias marcas. O consumidor está no controle da sua imagem. Por isso, não faça nada fora dos eixos éticos. De anônimos e inofensivos, rapidamente eles podem ganhar voz e seguidores contra ou a favor da sua marca.
Pense nos consumidores 2.0 como sua nova equipe de merchandising!
Duvida?
Um estudo realizado em julho de 2007 pela Razorfish Digital Consumer Behavior Study faz um raio-X sobre esse novo cliente que sua marca pode conquistar:

60% personalizam sua página de entrada
56% usam RSS nessas páginas para se manterem atualizados
70% Lêem blogs regularmente
41% têm seu próprio blog ou faz posts freqüentemente
67% assistem vídeos no YouTube ou site similar regularmente
42% compram musicas on-line
71% já assistiram algum programa de TV pela Internet
62% fizeram suas comprar através de recomendações e mecanismos de ajuda personalizada
54% começam sua experiência de compra em mecanismos de busca como o Google
50% freqüentam redes sociais
49% subiram algum vídeo nos últimos três meses
53% compartilham dados com outros usuários através de serviços como o del.icio.us
82% usam recursos de inteligência coletiva como nuvem de tags, “mais popupar”, wikis.
55% indicam que a opinião e os votos dos usuários são fatores de maior ajuda nas decisões de navegação por conteúdo relevante
37% utilizam algum tipo de serviço pelo celular como notícias, vídeos, previsão do tempo.

Como se destacar neste cenário?
A resposta é transparência, valores sólidos e engajamento.
Sua marca precisa se aproximar do Consumidor 2.0 não apenas para vender, mas para envolvê-lo em causas que transcendam o produto criando espaços para que interajam e mudem a vida das pessoas de forma a criar experiência e valor.
Seu novo cliente não quer apenas produtos, ele quer experiência com a sua empresa.
Marcas como Nike, Nokia, Lego, Mentos já perceberam oportunidades para inovar e desenvolver campanhas de publicidade arrasadoras, que ganham prêmios, engajam seguidores e conseqüentemente, vendem produtos.
Parece possível apenas a grandes marcas?
Na verdade, seja qual for o tamanho da sua empresa, você não pode mais fechar os olhos para essa nova maneira de fazer negócios. Na web 2.0, as empresas não têm tamanho. Seu budget definirá o tamanho da sua investida na rede. Você pode começar experimentando em plataformas como as “fã-pages” do Facebook.
Existem vários caminhos a seguir. Tome cuidado para não mergulhar na onda apenas por modismo e não conseguir responder às demandas de seus novos clientes. Lembre-se dos vídeos do início deste post! O Consumidor 2.0 pode aplaudir ou criar um vídeo criativo para viralizar nas redes sociais.
Estabeleça um planejamento digital que determine onde você pretender chegar e o que deve fazer no curto, médio e longo prazo. Se você não possuir esse norte orientador, corre o risco de tomar decisões que acertem no curto prazo, resvalem no médio prazo e se percam no longo prazo.
Para entender o Consumidor 2.0 é preciso perceber sua conectividade full-time, a democratização dos recursos computacionais, a comoditização cada vez maior dos bens materiais agregada à valorização dos bens imateriais e a tribalização dos hábitos e da cultura.
Esteja pronto a fazer do seu cliente a pessoa mais importante do seu negócio. É preciso pensar em segmentação e em customização. É preciso oferecer possibilidades de geração de conteúdo pelos próprios usuários, fazer conexão entre várias redes sociais, oferecer acesso prático para várias plataformas e dispositivos.
O Consumidor 2.0 está batendo à sua porta ou seria melhor dizer que ele está pedindo para te seguir?!?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

NA ONDA DAS REDES SOCIAIS


Pensem comigo: seriam as redes sociais uma nova onda ou um novo modismo imposto pela internet? Algo que vai se propagando, se modificando, mas perdura. Ou algo efêmero que todos querem seguir, mas que logo desaparecerá?
Um estudo da consultoria Deloitte com 302 empresas brasileiras mostrou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais. Esse movimento se comprova com as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que utilizam o portal de negócios do Comunica Geral. Somente no mês de setembro, dos mais de 500 projetos publicados no site, aproximadamente 15% são de marketing digital. Desses, mais da metade está relacionado com ações em mídias sociais.
Então, afinal, o que as redes sociais representam para as MPEs e como tirar melhor proveito delas?
De nada adianta, no calor do modismo, delegar ao colaborador mais apaixonado pela Internet a criação do perfil da empresa nas mais variadas redes sociais. Twitter, Facebook, Orkut, Linkdin, todos podem soar como diversão. No entanto, o que parece brincadeira de criança pode colocar a reputação de sua marca em risco.
Isso porque qualquer ação na rede amplifica suas conseqüências.
Se as ações de marketing do seu negócio são bem planejadas e executadas offline, as ações online tenderão a aumentar os bons resultados. Entretanto, o contrário também é verdadeiro. Ações online mal planejadas podem ser devastadoras, já que na rede a velocidade é um sopro. Por isso, fique atento!
Segundo recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais, mas apesar da alta adesão, apenas 7% as consideram de fato imprescindíveis.
Para 45% dos pesquisados, o fortalecimento da marca foi apontado como o maior benefício trazido pelas redes sociais. Pronto! Era aí que pretendia chegar: as MPEs podem (e devem) tirar proveito da proximidade e do relacionamento com o cliente oportunizado pela internet. Não existe porte de empresa na web, mas sim, o desejo de se relacionar.
Diferentemente da publicidade nas mídias tradicionais, a propaganda – entendida como algo que propaga que divulga, e não o anúncio visando aumento de vendas –, é muito mais intensa e efetiva na mídia online. O relacionamento com o consumidor na Internet é constituído de interatividade. As pessoas opinam livremente sobre o que desejarem.
Portanto, planeje as ações na rede de forma profissional. Monitore sua marca, seus concorrentes, pesquise a satisfação dos clientes, invista na velocidade de resposta, promova engajamento dos colaboradores e faça bom proveito das redes sociais.
Mergulhe nessa onda de forma consciente!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Diário Empresarial - O Diário de Mogi 
28 de outubro de 2010

domingo, 14 de junho de 2009

A RESPONSABILIDADE TAMBÉM É SUA!



No artigo dessa semana, não pude deixar de refletir sobre a participação popular nos processos de desenvolvimento local.
No SEBRAE-SP realizamos inúmeros eventos com foco no engajamento e envolvimento das lideranças em nossos projetos e nas inumeras possibilidade de construção conjunta, mas muitas vezes nos sentimos frustrados pelo baixo nº de adesões.
Essa semana, vivemos uma rica experiência com apresentação dos indicadores socioeconômicos da região no nosso escritório. Sala cheia... Lideranças presenças... Novas propostas... Novos olhares para aquilo que sempre olhamos...
Esse é o caminho! Afinal, não podemos esperar que os outros tomem, sozinhos, decisões de afetarão as nossas vidas... É preciso assumir nosso papel de forma voluntária, com o desejo efetivo de contribuir com a região em que vivemos. Isso é cidadania! É ser protagonista da principal história que temos a viver: a nossa!

A RESPONSABILIDADE TAMBÉM É SUA

Acredito que em um futuro não muito remoto as pessoas serão o fator determinante aos processos de desenvolvimento estruturado e sustentável das regiões.
Pessoas como eu ou você, que com conhecimentos e experiências próprias auxiliarão a construção de novos modelos de gestão e de organização social. Precisaremos deixar de lado modelos antigos e ousar vivenciar o novo, assumindo um papel que nos inspire a construir essa nova realidade e construa uma efetiva rede de cooperação constituída por pessoas e organizações interessadas em contribuir para o desenvolvimento.
O medo do desconhecido pode fazer com que muitas pessoas deixem de participar ativamente, agindo como coadjuvantes que se acomodam frente a decisões de terceiros que impactam diretamente suas próprias vidas.
Há casos ainda mais graves: aqueles que se limitam a considerar apenas o seu diminuto espaço individual, ilhando-se em suas próprias fronteiras. Com isso, desperdiçam infinitas oportunidades de contribuição, concepção e implementação de mudanças.
Vivemos um momento importante no Alto Tietê: início de mandatos das administrações municipais, a concepção do consórcio intermunicipal, o desejo de consolidar a agência de desenvolvimento regional...
Fica evidente que novos modelos estão surgindo, com novos padrões organizacionais e novas formas de regulação das relações, criando um campo favorável ao cultivo de uma cultura colaborativa.
Será um caminho repleto de desafios... Enfrentaremos nosso próprio despreparo, a imaturidade e as diferenças presentes na governança, a dificuldade em identificar as necessidades regionais que possam despertar nossas reais vocações, a transição do paradigma da competição para a cooperação até a percepção da interdependência.
Mas não podemos desistir, devemos tratar as diferenças com maturidade. Esse é o caminho que nos colocará definitivamente no século XXI e permitirá que nossa região seja reconhecida com o destaque que merece.
É preciso participar! Cada um de nós deve ter a disposição para ser guiado pela generosidade, pela gentileza e pelo respeito ao outro entendendo que o crescimento de nossa região dependerá do esforço voluntário e integrado de lideranças empresariais e políticas, associações, sindicatos, universidades e toda a sociedade civil.
Afinal quem faz o desenvolvimento regional são as pessoas assumem seu papel de sujeitos da própria história.


ANA MARIA MAGNI COELHO
Junho/2009

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