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sábado, 5 de maio de 2012

RAZÃO DE EXISTIR

"Um negócio que só cria dinheiro é um negócio pobre"
-- Henry Ford --


Ganhar dinheiro não deveria ser o principal motivo para alguém iniciar uma empresa. Calma! Não estou defendendo que empreendedores não devam pensar no lucro de seus negócios, mas sim que identifiquem um propósito que diga qual é a diferença que sua empresa fará para o mundo.
Ter um propósito (ou uma clara proposta de valor, como alguns preferem) é a razão de ser de seu negócio e o que lhe dará a direção para tudo o que fizer, propor e oferecer ao mercado. Vai além do “simples” objetivo de fazer dinheiro. E garanto: no final das contas, pode resultar em ganhos que ultrapassam tudo o que um empreendedor possa capitalizar se quiser oferecer apenas mais do mesmo daquilo que o mercado que já conhece.
Um modelo de negócios que se proponha em gerar valor para o mundo aumenta o seu próprio valor no mercado. Pense em quantas empresas você conhece que fortaleceram suas marcas a partir da realização de objetivos ambiciosos que atendiam não apenas o desejo de enriquecer seus líderes, mas em oferecer valor ao cliente.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS


Preocupado com a gestão dos pequenos negócios, o Sebrae no Distrito Federal desenvolveu, em parceria com empresas de tecnologia locais, um programa de computador para ajudar no controle financeiro dos empreendedores individuais. O software, denominado AcompanhEI (versão 21/01/11), é distribuído gratuitamente desde dezembro de 2010 e ajuda no domínio de receitas e despesas, facilitando a entrega da declaração anual do imposto de renda. Uma preocupação recorrente do empreendedor individual desde sua regulamentação.
De acordo com o diretor superintendente do Sebrae no DF, José Carlos Moreira De Luca, a ferramenta proporciona aos empreendedores individuais um conhecimento mais aprofundado do negócio, gerando um controle financeiro efetivo da própria empresa.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

DIREITOS HUMANOS

Incentivar o empresariado brasileiro sobre boas práticas que promovam os direitos humanos no meio corporativo é algo que pode parecer distante do universo da estratégia, mas que não pode ficar de lado quando pensamos nos impactos das empresas e na promoção de sua responsabilidade social, tanto na gestão dos negócios quanto no controle de sua cadeia de valor.
Embora no Brasil, os direitos humanos costumam estar associados à violência contra presos, contra mulheres e crianças; o assunto é uma questão de mercado, e de mercado de trabalho. Enquanto o Estado tem o dever de proteger os direitos humanos de seus cidadãos; a empresa tem o dever de respeitá-los, independentemente da realidade política, tributária e fiscal na qual esteja inserida. Não há justificativa para que as empresas aceitem trabalho escravo ou infantil. Não há razões para não promover a equidade de gênero e raça bem como a admissão de pessoas com deficiência.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

INOVAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

A questão da inovação no Brasil passa por gargalos previamente conhecidos: infraestrutura, baixa qualificação profissional, insegurança jurídica, burocracia excessiva e oscilações dos programas de incentivo que ainda têm foco muito limitado à transformação industrial.
Pensar nos processos de inovação para a sustentabilidade passar por desmistificar o conceito de inovação restrita ao campo da tecnologia. Sustentabilidade aos pequenos negócios nada mais do que garantir sua competitividade ao longo do tempo pensando nos aspectos econômicos, sociais e ambientais. Inovação, por sua vez, relaciona-se a decisões e ações incrementais aos processos ou produtos do negócio de forma a agregar valor à forma como inicialmente tal processo era realizado.
Só isso? Claro que não. Mas isso já pode fazer muita diferença ao seu negócio.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

CROWDSOURCING


Imagine que sua empresa necessite desenvolver para um novo cliente um projeto específico, que além de boas idéias e dinheiro, vai requerer tempo - algo cada vez mais escasso e, por isso, valorizado no mundo corporativo. Sem poder perder o cliente, mas também sem possuir todas as condições para apresentar uma solução rápida e funcional para quem contratou seus serviços lançando mão apenas de sua equipe, bate o desespero. O que fazer? Como desenvolver um projeto com qualidade e preço justos no tempo esperado?
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, essa pode ser a hora de lançar mão sobre uma nova modalidade de gestão: o crowdsourcing. O nome ainda soa meio estranho por aí, mas, dentro em breve, será tão popular quanto o celular, afinal essa alternativa tem feito a diferença para muitas empresas que atuam na vanguarda da gestão de seus negócios.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

COWORKING



No Brasil, cresce a cada dia o número de empresas compostas por apenas uma pessoa. E não se trata de subemprego ou de quebra-galho; falo de profissionais devidamente habilitados, inegavelmente talentosos e preparados para competir no mercado de trabalho. A maioria, inclusive, reconhecida pela formalidade, com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e carteira de clientes incrementada e respeitada.
Ser sozinho não significa desprestígio, nem tão pouco insucesso. Ser proprietário de uma empresa e o esteio de sua área operacional, numa plataforma interessante que lhe faz chefe e funcionário ao mesmo tempo, é um privilégio para poucos e bons. E isso também não tem nada a ver com falta de comprometimento e horário, pois é necessário ter disciplina, honrar com reuniões e projetos, para que o negócio dê certo, seja funcional e lucrativo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

RETENÇÃO DE TALENTOS

"Pensar em retenção de pessoas é mais complexo do que se julga e talvez represente um dos maiores desafios para questão da sustentabilidade humana nas organizações."
José Augusto Figueiredo


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Ouço muitos empreendedores me questionarem sobre as melhores formas para reter seus talentos. “Não consigo competir com os salários oferecidos pelas grandes empresas que estão se instalando na cidade. Como eu faço?”
Essa pergunta inspirou o texto dessa semana da série NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO. 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PARADIGMA


Alguns termos costumam fazer história quando o assunto é gestão de negócios. Paradigma é um deles. O “efeito-paradigma”, que impede pessoas e empresas de aproveitarem oportunidades ou as impulsiona a repetirem velhos modelos para solucionar novos problemas, é cada vez mais discutido entre gestores e empreendedores.
Thomas Kuhn, um físico norte-americano, em 1962 já falava sobre o assunto. Ele argumentava que paradigmas científicos reuniam informações que limitavam o território de pesquisa procurando as mesmas soluções para problemas enfrentados pela ciência. E pior: se essa solução repetida surtisse efeito, ela reforçava a crença neste paradigma estabelecido.


Mas então, qual é o problema com relação ao “efeito-paradigma”, se a solução repetida traz resultado positivo?

quinta-feira, 24 de março de 2011

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

 

NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Muito se ouve falar sobre a importância do planejamento estratégico para as empresas, mas poucos empreendedores conseguem efetivamente colocá-lo em prática no dia-a-dia de seus negócios.
Estratégia é um termo vindo das aplicações bélicas para a administração. Sua utilização original está voltada a arte de planejar e executar movimentos e operações com o objetivo de alcançar ou manter posições relativas. Na administração, o sentido é o mesmo. A definição de estratégia empresarial permite ao empreendedor ir além do planejamento direcionando seu negócio de forma positiva frente a novos desafios e novos mercados.
Sem um posicionamento correto, empreendedores em estágio inicial podem levar sua grande idéia para caminhos sinuosos e sem horizonte. Nada mais perigoso para empresas com pouco tempo de vida!

segunda-feira, 21 de março de 2011

MULHERES & INOVAÇÃO


Uma pesquisa realizada pelo Endeavor, instituto de apoio ao empreendedorismo, revelou que as mulheres são mais inovadoras nas áreas de marketing, recursos humanos e integração de equipes nas empresas, assim como no processo produtivo.
O estudo mostrou que os homens estão concentrados em áreas mais tradicionais, como o registro de patentes, e que quase 60% deles dizem ter dificuldades área de gestão de pessoas ou no processo produtivo - entre as mulheres, o percentual é de 34,6.
A pesquisa comprovou ainda que as mulheres têm uma rede de contatos menor do que os homens e começam um negócio com menos sócios - menos de 30% das empreendedoras têm três ou mais sócios. Entre os homens, esse índice dobra. Elas, porém, têm menor acesso a financiamentos, tanto público quanto privado, e se queixam de discriminação por parte dos bancos, governos e financiadoras tanto por serem mulheres quanto por serem jovens.
Entre os entrevistados, homens e mulheres demonstraram atribuir igual valor para o crescimento da empresa e optar pela expansão em outras localidades em vez de diversificar a atuação. Quando o assunto é família, ambos concordam que o lar é mais importante do que os negócios.
O levantamento, inédito no País, faz parte do estudo da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), financiado pelo governo sueco, do qual participam Brasil, Suécia, Suíça, Estados Unidos, Uganda e Jordânia. Para o estudo, foram ouvidos 52 empreendedores entre setembro e novembro de 2010, com negócios que faturam entre US$ 10 mil e US$ 10 milhões por ano.



sábado, 12 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS E NEGÓCIOS



Com a quebra de barreiras físicas que a internet promoveu globalmente, ficou muito mais fácil e rápido obter acesso à informação. Na rede, clientes conectados ganharam mais poder de barganha e agora tomam decisões que incidem na reputação dos fornecedores, influenciando e sendo influenciados por outras pessoas que trafegam no meio online.
Depois de participar de eventos como a “Campus Party” e o “Social Media Week” em São Paulo, tenho refletido muito sobre quais seriam as melhores práticas nessa área com relação às pequenas empresas. Afinal, se o assunto é negócio, não dá para termos uma visão utópica sobre ferramentas, plataformas e sistemas.
As palavras de ordem nesses eventos são: engajamento, marketing de experiências, disposição para ouvir, estratégias orientadas a partir do comportamento dos usuários, não ser superficial, ter o que dizer, relacionamento, etc.
Perfeito e suficiente se você for uma pessoa física querendo mergulhar nesse mundo. Entretanto, no caso das empresas, não basta. Seja online ou offline, o segredo do sucesso de uma empresa está naquilo que ela tem a oferecer ao seu cliente.
Sua empresa não terá seguidores no Twitter ou fãs no Facebook porque você construiu um bonito perfil. Seus clientes estarão ao seu lado apenas se você tiver bons produtos ou serviços a lhes oferecer. Simples assim.
Veja o caso da Apple: mesmo com uma mínima presença nas redes sociais, ela sempre é citada como referencial em produtos e estratégias de negócio. Se me perguntarem por que, a resposta que me vem à cabeça é: “em função dos produtos que oferecem”.
Por isso, se o jardim da sua casa ainda não estiver com flores, não abra o quintal para receber visitas. Traduzindo: não adianta se lançar no mundo digital apenas para aproveitar o modismo.
Lembre-se que você pode não ter a estrutura necessária para suprir as demandas ou que o target do seu negócio pode nem estar conectado à internet, mas sim passeando pelas ruas. Uma ação em rede não surtirá nenhum efeito e a causa não serão as ferramentas, mas a estratégia escolhida por você.
Isso não quer dizer que eu seja contra as mídias sociais, apenas acredito que o lucro de uma empresa não se dá em função delas, mas sim pela preocupação em oferecer bons produtos e um bom atendimento ao seu cliente. Esteja ele onde estiver.
E se você, empresário que acompanha o Lounge Empreendedor, acredita que é a hora de aproveitar esse momento, tenha clareza do objetivo que deseja atingir. Pode ser melhorar a reputação do negócio, ampliar o mix de marketing, inovar, reduzir custos na aquisição de novos clientes, melhorar o relacionamento, etc.
Só a clareza do objetivo poderá garantir a efetividade de sua entrada nesse mundo. Chegar a 1 milhão de seguidores pode torná-lo popular, mas não garantirá a conversão dos resultados do uso das mídias sociais em valor ao seu negócio.

Publicado no Caderno Opinião - Mogi News
12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

PONTO DE EQUILÍBRIO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Poucas empresas sabem definir com exatidão quais são as quantidades mínimas de produtos a serem produzidos ou vendidos para que tenham resultados positivos ao final de um ano de atividade. Embora muitos empresários afirmem conhecer o significado do termo Ponto de Equilíbrio, poucos utilizam essa técnica de forma útil ou de fácil aplicabilidade. Se soubessem o quão importante é o conhecimento deste indicador para a sobrevivência de um empreendimento, jamais se permitiriam desconhecê-lo.
Mesmo com a evolução no nível de conhecimento em gestão, muitas micro e pequenas empresas ainda não sobrevivem ao primeiro ano de vida. Em alguns casos por desconhecimento do ramo de atividade, em outros por falta de planejamento, mas, na maioria dos casos, por completo descontrole administrativo. Descontrole tão grave que às vezes o empreendedor se ilude pensando que está obtendo lucro, mas, quando menos espera, se surpreende com o caixa completamente "no vermelho".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO


 
NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

A expressão Margem de Contribuição pode soar estranha aos ouvidos, mas entender seu significado ajudará muito no dia-a-dia de sua empresa.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, vamos dar início à coluna entendendo o sentido dos termos. Margem significa a diferença entre o valor do preço de venda e os valores dos custos e das despesas variáveis. Contribuição porque representa em quanto esse resultado contribui para o pagamento das despesas fixas e também para gerar lucro ao negócio.
Lembre-se que o conceito de variável não faz referência à mudança de valor do desembolso entre os meses, mas sim a sua relação direta à variação das vendas. Se uma empresa precisa comprar o que vende e também pagar despesas que só ocorrem quando a venda acontece, como impostos sobre vendas e comissões dos vendedores, quanto sobra para o pagamento das despesas fixas e para o lucro? É essa sobra que consideramos ser a Margem de Contribuição.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

CUSTOS E DESPESAS


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um passo simples e importante nos processos de gestão empresarial é melhorar os controles de custos e despesas. Para isso, é fundamental entender as diferenças dos próprios conceitos e do real significado dos custos. A dúvida mais comum surge quando é preciso definir o que são gastos, custos e despesas. Seriam todas palavras sinônimas? Se não, qual é a diferença? E investimento, qual é a sua relação com os custos da empresa?
A maioria das pequenas empresas nasce com alguém cujo talento comercial era inegável e vai crescendo até se tornar uma empresa madura. E aí, os problemas financeiros podem aparecer. A nova e madura empresa pode não estar preparada estruturalmente para acompanhar e analisar seus custos e despesas. Muitas têm seu histórico contábil perdido em papéis que acabam desaparecendo, ou guardam suas notas de compras, sem se saber bem sua utilidade.

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