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sexta-feira, 13 de maio de 2011

COMPRAS COLETIVAS - DE JULIO VASCONCELLOS A JANE HALLAGE



A seara das compras coletivas ainda é repleta de estigmas e questionamentos. Contudo, ainda não conheci ninguém que me provasse por A + B que o segmento não seja um bom (e rentável) negócio. Prova disso são os diversos sites especializados no assunto que surgem dia após dia no mundo virtual. Junte-se a isso, os (bons) comentários por parte de quem experimentou, gastou, gostou, e vai repetir a possibilidade de comprar num click um mundo de coisas por um preço indiscutivelmente menor do que o praticado no varejo tradicional.
Entretanto é bom lembrar que este tipo de aposta não serve para oportunistas se darem bem. Hoje, mais de 80% das pessoas que procuram orientação para formalização de um negócio digital, pensa em oferecer um site de compras coletivas. O discurso é mais ou menos assim: “não estou fazendo nada, preciso ter retorno rápido, vou criar um site de compras”.
Antes fosse assim tão simples... Na verdade, esse não é um ramo fácil. Pelo contrário; é complexo, exige estudo, planejamento, investimento vultoso e, principalmente, comprometimento e verdade com o cliente.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UM NOVO RG


O Twitter ganhou mais uma seguidora: Isabella, filha do jogador de futebol Kaká. Caçula “do meia” do Real Madri e de Carol Celico, a criança veio ao mundo à menos de um mês (23 de abril), em São Paulo, e já nas primeiras horas de vida ganhou seu próprio endereço no microblog, @IsabellaCLeite, fazendo companhia ao irmão mais velho de 3 anos, Luca (@LucaCLeite), e a Lorenzo Gabriel, de dois meses, filho da ex-Mick Jagger Luciana Gimenez.
Pelo visto, foi-se o tempo em que um nascimento ficava restrito a lembrancinhas e álbuns, com direito a fotos do primeiro banho. Hoje, bebê que é bebê já tem  domínio virtual. Não estou dizendo que seja obrigatório ter perfil no Twitter, no Facebook, no Orkut, no MySpace, no TYMR ou no LinkedIn. Mas, temos de admitir que o mundo virtual ganhou novos contornos.
Ter apenas uma conta de e-mail tornou-se obsoleto para quem deseja ficar por dentro de tudo – incluindo conteúdo sobre empresas, produtos, serviços, programação cultural, oportunidades de trabalho, aprimoramento profissional ou apenas sobre o "casamento do príncipe William".
Apesar de alguns acharem que é melhor não entregar-se à tecnologia do compartilhamento de informações, sobretudo em redes de relacionamento, alegado ausência de privacidade, há os que dominam bem o assunto e utilizam as ferramentas virtuais para promover-se, fazer novos contatos, incrementar a carteira de clientes e, sobretudo, provar que acompanha o “andar da carruagem”. É possível viver a contemporaneidade sem prejuízos, sem tirar vantagem e sem ferir ninguém.
As empresas que trabalham com produtos voltados ao público feminino são um bom exemplo disso. Um estudo recente divulgado pela agência internacional eCMetrics aponta que as mullheres são as que mais produzem conteúdo em redes sociais, com predominância da faixa etária dos 18 aos 24 anos e por isso, investir nessa ferramenta de marketing e comunicação com a "mulherada" pode ser o diferencial para negócios com produtos para esse nicho.
O estudo aponta também que 62% dos consumidores on-line têm perfil em alguma rede social, o que, de certa forma, justifica o significativo crescimento de corporações especializadas em E-commerce (venda pela Internet) e a ampla comercialização de espaços publicitários na rede mundial de computadores.
Este cenário, que contempla o desenvolvimento cibernético e que seduz até mesmo recém-nascidos, demonstra que estamos entrando “pra” valer na era da transformação da informação. Ela atribui importância a uma nova espécie de RG ao cidadão, a uma nova forma de consolidar uma identidade e de permitir o nosso acesso a um mundo repleto de oportunidades. Pense nisso!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

UM MERCADO EM REDE



Tenho pensado muito em como compartilhar no Lounge Empreendedor todos os dias vividos na Campus Party 2011 durante a última semana. Ontem resumi no meu perfil no twitter a sensação pós-#cpbr4: "Fichas caindo... Idéias pipocando... Oportunidades se revelando... #cpbr4 dando frutos."
Entretanto, hoje pela manhã, @samegui me surpreendeu com uma pergunta:
Vale a pena você deixar sua opinião também.
Essa foi a minha resposta:

Sam
Essa é uma discussão que realmente não pode (e não deve) terminar no último dia da Campus Party e nem nossos blogs.
O evento serve para revermos velhos conceitos, abrir os olhos daqueles que vêem o universo geek como um “mundo a parte” e repercutir a necessidade de novos modelos de negócio para essa turma que sai do bando da escola com o desejo de trabalhar sem necessidade ter emprego.
Vivemos um novo momento para o empreendedorismo. E não existe uma receita de bolo que sirva para todo mundo.
Ter ou não ter investidor? Eis a questão muito discutida durante a Campus Party 2011.
Essa escolha dependerá do modelo e da maturidade da proposta de negócio.
Concordo com a Maria Carolina (@mariacarol da @kingolabs) sobre a dependência de sócios, mas existem possibilidades de contrato que podem alavancar uma idéia sem a dependência societária. Fica claro que viveremos uma bolha de possíveis investidores em start-ups (quem visitou o espaço #campuseirosempreendem ou #campuseirosinovam percebeu isso) e que aproveitar essa onda dependerá de preparo de quem quer marcar uma nova era de negócios.
Minha certeza é que empreender será sempre um ato de fé! E para o empreendedor digital que deseja estar na vanguarda, uma fé muitas vezes solitária.
Conversei com muita gente com boas idéias durante a Campus Party, mas boas idéias não significam bons negócios. É preciso focar no cliente, no diferencial que será oferecido, na utilidade, na escalabilidade... Enfim, é preciso planejar, SIM! Sem o rebuscamento e sem a confusão dos planos de negócio tradicionais, mas com algum conhecimento que reduza o risco e favoreça o sucesso do negócio.
Na “solidão empreendedora digital” encontrar o bom senso entre o fazer e o planejar é o desafio! É mais ou menos como transpor o caos aparente de 6.000 pessoas na escuridão para o sucesso que foi a Campus Party 2011.
Que venha a quinta edição. Eu estarei lá, com certeza!
Beijo
Ana Maria Coelho
@anamariacoelho

E para você, leitor do Lounge Empreendedor, quais são as chances de aproveitar esse mercado em rede?

sábado, 12 de dezembro de 2009

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

O mundo digital está repleto de comunidades para os mais diversos fins – troca de informações, diversão, propaganda política e por que não, para a realização de negócios.
Trata-se de um mundo absolutamente novo para muitas pequenas empresas, mas também um mundo muito atraente para a conexão com clientes que provavelmente você não conheceria se não fosse pela web.
A diversidade de plataformas disponíveis para relacionamento: twitter, facebook, linkedin ou orkut mostra a rapidez com que sua prática vem sendo apropriada. Você não conhece nenhuma dessas redes? Então, precisa urgentemente conversar com seus filhos, sobrinhos e principalmente, com seus clientes.
Com milhares de usuários, as redes sociais estão se convertendo em um grande motor de arranque para empresas que desejam acessar rapidamente consumidores com interesse em adquirir seus produtos ou simplesmente para conhecer o que o cliente espera e como quer comprar.
Usadas a princípio para o lazer, hoje elas servem de interface para conversas entre empresários e fornecedores, parceiros ou clientes e justamente por isso, foram reconhecidas como um grande e eficaz instrumento de comunicação. Imaginem que segundo um estudo da Nielsen - 66,8% dos internautas no mundo passam seu tempo na internet em redes sociais contra 65,1% que ficam à frente do e-mail.
Mas para trocar o e-mail e passar a aproveitar o potencial das redes, é necessário entender uma importante lição: esse é um canal de mão-dupla onde você irá “falar”, mas deve estar disposto também a “ouvir”. Se tratar o cliente virtual com descaso, passará a impressão de uma empresa desorganizada e desinteressada.
O fundamento principal das redes sociais é o relacionamento! Por isso, não utilize-a apenas para fazer propaganda. O empresário que decidir entrar nesse mundo tem que estar disposto a interagir e a criar sua imagem virtual que depois de construída, se não for devidamente cuidada, pode prejudicar também a imagem real e física da sua empresa.
Por isso, é preciso cautela e treinamento para fazer bom uso dessas ferramentas, alinhando expectativas e usando linguagem apropriada.
Quando estiver na rede, torne-se efetivamente relevante! Pequenas e grandes empresas têm o mesmo tamanho nas redes sociais. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande, basta ser relevante. Tenha conteúdo, divulgue idéias e opiniões e ofereça qualidade. Dessa forma, as pessoas procurarão saber mais sobre o seu negócio e você, além de um porta-cartão lotado, terá também seguidores dispostos a saber mais sobre suas propostas.
Conecte-se e boa sorte!
Ana Maria Magni Coelho
Publicado na página Opinião - MogiNews
12 de dezembro de 2009
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