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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A REGRA É CLARA: FAIR PLAY

Em tempos de preparação para a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, a questão da honestidade e ética na preparação dos campeonatos tem sido pauta desde os mais sofisticados encontros de gestores até conversas entre amigos no elevador ou na mesa de bar.
É claro que além da transparência esperada na preparação da estrutura, o esporte traz para as empresas inúmeras analogias: bater recordes, compor times de trabalho, ter jogo de cintura, jogar limpo (ou sujo) nos processos. 
Associar sua empresa a atividades esportivas pode melhorar o comprometimento da equipe, rejuvenescer a marca, aumentar as vendas e/ou ampliar a força da sua imagem. Especialistas afirmam que se o conceito de “fair play” for aplicado no ambiente de trabalho, sua empresa só tem a ganhar.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

BOLA NA REDE

Bandeiras, camisetas, bonés, apitos e uma infinidade de artigos para a torcida brasileira na Copa do Mundo 2010 já invadem as lojas de todo o varejo.
Em poucos dias, a paixão do brasileiro pelo futebol sofrerá grande aumento e milhares de torcedores irão parar tudo o que estiverem fazendo para acompanhar as partidas da nossa seleção canarinho e também de todo o mundo.
E os donos de pequenos negócios? Será que é o momento de sentar e assistir ou colocar a bola na marca do pênalti e fazer seu próprio gol?
Enquanto a bola oficial rolar nos campos da África do Sul, as entradas de seu fluxo de caixa podem aumentar de acordo com suas próprias ações. Depois da crise econômica, o Brasil vive um momento de conjunção positiva aos negócios do varejo. A expansão do PIB, emprego, renda, massa salarial, crédito e confiança criam esse ambiente que junto à euforia consumista da Copa podem ser multiplicados no seu faturamento.
Não posso afirmar que o time escalado por Dunga me inspira tanta confiança quanto as projeções de crescimento do varejo, mas garanto que para os pequenos empresários há muito por torcer e aproveitar.
Bares e restaurantes podem oferecer um cardápio e atendimento especial nos horários dos jogos para incrementar suas vendas e faturamento. Lojas de material esportivo já sentem a ampliação nas vendas. Empreendedores de Rua já incrementaram seu mix de produtos para atender os clientes com artigos de torcida.
Não faltará espaço para aqueles empreendedores que tenham planejamento, criatividade e disposição para acompanhar o ritmo das fases da Copa do Mundo e que, jogo a jogo, encante mais e mais seus clientes!
Não esqueça que para atrair um bom número de clientes ao seu estabelecimento, o ambiente deve ser amistoso. A tradição dos brasileiros nos jogos da seleção é assisti-los em grupo, gritar (e até xingar!) e fazer bagunça. Prepare seu estabelecimento para essa emoção! Capriche na parte externa, respeitando as leis municipais para as faixadas, decore a entrada do estabelecimento, conheça seus potenciais clientes e visite as empresas do entorno oferecendo seu serviço. Lembre-se que em bairros de concentração de imigrantes, você pode ter clientes não apenas para os jogos do Brasil. Se estiver apenas decorado para os jogos da seleção amarelinha, você pode se tornar pouco atrativo para italianos, japoneses ou portugueses.
E se você acha que seu negócio não tem nenhuma ligação com o esporte e que por isso, nem precisa se preocupar, cuidado! A concorrência pode agregar serviços ou brindes especiais que deixarão você para trás. Essa semana, recebi uma refeição em casa que chegou com uma simbólica tabela de acompanhamento dos jogos da Copa da África do Sul que já está fixada na geladeira pelos meus filhos. Gol! A empresa será lembrada durante vários dias.
Encare 2010 como o ensaio da sua empresa para 2014, quando a Copa do Mundo será nossa, mobilizando e acelerando o desenvolvimento econômico por meio de muitas oportunidades para as micro e pequenas empresas.
É hora de planejar, inovar, fazer o gol e partir para o abraço!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Caderno Opinião - Mogi News
29 de maio de 2010

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A MARATONA COMEÇOU...


Conforme prometido, no último sábado o artigo publicado no MogiNews foi um compacto de todas as contribuições do meus amigos que através do blog ou por e-mail me encaminharam suas opiniões sobre as olimpíadas 2016.

Sem dúvida alguma, a maratona já começou...

A realização dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, apenas dois anos depois da Copa, trará oportunidades incríveis para o país e junto a elas uma dose imensa de responsabilidade.
Muitas pessoas ainda discutem os prós e contras desse momento sob o argumento da geração de oportunidades versus a corrupção e os problemas sociais do país. Empregos versus a farra com o dinheiro público ou uso demagógico da conquista. O Brasil, potência olímpica futura versus obras que se tornarão elefantes brancos.
Mas teria um evento esportivo a responsabilidade de resolver as mazelas de um país?
Pensar em esporte é pensar em qualidade de vida, desenvolvimento humano, bem-estar do corpo, da mente e, é claro, de famílias, escolas e comunidades.
Se o problema é o medo de que se repitam os erros cometidos nos jogos pan-americanos, que tal começarmos a fiscalizar já? Certamente bilhões de reais atraem os olhos de muita gente e a população deverá controlar mais de perto, exigir transparência e governança, minimizando tanto os desmandos quanto as incompetências.
Temos que aprender com nossos erros e deixar tudo pronto antes do apito inicial. Espero que nossa paixão pelos esportes nos desperte para a cidadania e participação social.
Essa pode ser a chance de o Brasil reverter sua imagem de “país do carnaval e futebol” e ter sua marca respeitada nas questões de política, segurança e economia. Chegou o momento de deixarmos de ser o “país do futuro” para assumirmos um lugar no presente.
Mas para isso é preciso planejamento e monitoramento sistemático de um plano de ação consistente, com objetivos específicos, mensuráveis e atingíveis para que o jogo não seja decidido apenas no quinto set, quando tudo fica mais dramático.
Às micro e pequenas empresas, fica o conselho para buscar informações, avaliar oportunidades que irão surgir com todo o investimento e EMPREENDER e COOPERAR com os benefícios que o futuro pode trazer para desenvolver o turismo brasileiro, para aumentar as divisas do Brasil, para ampliar a economia, para alavancar negócios, para que novas empresas surjam e gerem mais empregos.
Lembre-se também que as recordações que os turistas levam de um país são muitas vezes intangíveis. Um sorriso, um atendimento cordial ou a resolução de uma situação inusitada. Pouco tem se falado sobre a qualidade dos serviços que serão oferecidos, os quais estão em muitos casos, aquém do que se espera nas questões de hospitalidade e receptividade.
Em seis anos, deveremos preparar o país e não apenas o Rio de Janeiro. A largada já foi dada e após os 400 metros com barreiras, espero comemorar a vitória de um Brasil com maior dinamismo econômico, melhor infra-estrutura e, porque não, auto-estima mais elevada.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 10 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

QUAIS SÃO AS OPORTUNIDADES PRA VOCÊ?


Em um mês em que o SEBRAE comemora o mês do empreendedor, o mundo recebe a confirmação do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016!
Muitas pessoas comemoraram durante todo o final de semana, outras verbalizaram os problemas que já conhecemos: “não vai dar certo, vai ser a maior roubalheira, vamos sair dessa sem dinheiro e sem medalhas”.
Confesso que torci muito pelo Rio e que fiquei feliz com o resultado. Afinal, todo país tem problemas e se os nossos estão aí, devemos encará-los de frente. Todo país tem seus defeitos. Se você for a Tóquio, Madrid ou Chicago, verá que lá há tantos defeitos e tanta hipocrisia como no Brasil.
Qualquer evento esportivo não pode ter como intenção a resolução das malezas de um país.
Pensar em esporte é pensar em qualidade de vida, desenvolvimento humano, bem-estar do corpo, da mente e, é claro, de famílias, escolas, comunidades, cidades e até países… mas também significa bilhões de reais que atraem os olhos de muita gente. É um fato!
Se o problema é o medo da corrupção, que tal começarmos a fiscalizar já?!? Grandes eventos trazem grandes responsabilidades e com elas, grande oportunidades. O medo não pode paralisar um povo empreendedor com o nosso!
A realização da Copa em 2014 e das Olimpíadas em 2016, antes de tudo, irá gerar milhares de empregos e trazer muitos benefícios para as cidades envolvidas.
Na próxima semana, quero escrever o artigo sobre o tema e as oportunidades para micro e pequenas empresas.
Que tal me ajudar?!? É o momento de abrir os olhos e trabalhar, avaliar oportunidades que irão surgir com todo o investimento e EMPREENDER e COOPERAR com o que no futuro pode nos beneficiar e trazer melhorias significativas para a cidade do Rio, para desenvolver o turismo brasileiro, para aumentar as divisas do Brasil no mundo globalizado, para ampliar a economia, para empresários alavancarem seus negócios, para que novas empresas surjam, para que mais emprego seja gerado.
Qual é sua opinião sobre o assunto?!?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DAS PISCINAS AOS NEGÓCIOS


Na última semana o Brasil parou para assistir o surgimento de um novo ídolo: César Cielo.
Era praticamente impossível deixar de acompanhar o andamento dos jogos mundiais e torcer pelo maior nadador da nossa história.
De forma geral, não me canso de admirar a performance dos atletas. Parecem seres para os quais a lei da gravidade deixou de existir, tal é a velocidade, a leveza e a desenvoltura com que fazem suas evoluções, seja na água, no solo, nas quadras. Para nós, comuns mortais, fica a impressão de que são seres sobre-humanos.
Contudo, não há mistérios por trás de tanta excelência. O que há é um treinamento duro, implacável, onde a busca pela perfeição atinge as raias da extrema obsessão. E a trajetória desses obstinados, para chegar ao ponto onde estão, é marcada por sacrifícios, dedicação espartana e também por uma boa dose de sofrimento e decepções.
César Cielo, por exemplo, concebeu uma série de pequenos gestos e truques: imprime frases motivacionais em folhas que são coladas no quarto, estabelece tempos que quer atingir e os coloca ao alcance da vista, dá tapas no próprio corpo pouco antes de competir...
Será que você, pequeno empresário, já não pensou na mesma coisa? No quanto a administração de uma empresa exige essa dedicação?
Ao tomar a decisão de montar seu próprio negócio, muitos não imaginam a quantidade de obstáculos que ainda precisarão vencer. Não basta ter um CNPJ para se credenciar como empresário. É preciso avaliar o mercado (clientes, concorrentes e fornecedores), implantar controles - estoque, venda, contas a pagar/receber, clientes, custos, fluxo de caixa; escolher funcionários e sempre inovar para desenvolver produtos ou serviços que atendam às necessidades do mercado. Assim como nossos atletas, é buscar superar-se a cada dia e almejar a excelência em cada atividade.
Competindo no dia a dia com os melhores do planeta, passando por provas de resistência mental e física constantes, colocado sob um stress específico. É assim que Cielo tornou-se o que é. Um atleta que se estapeia antes de entrar na piscina, mantém o foco, assume a responsabilidade, ensa somente em superar a si mesmo e tem toda a confiança de um legítimo campeão. Que mesmo vencendo, não se contenta.
Um legítimo atleta empreendedor que deixa a lição que o que importa, seja qual for o seu negócio, é buscar ser sempre o melhor!
Não importa se o seu cliente é novo ou antigo, se a tarefa tem que ser repetida exaustivamente, se o negócio acaba deixando você mais tempo longe de compromissos pessoais, o foco deve estar a sua conquista, em transformar as ações do dia-a-dia em novidade e buscar o que cada atleta deseja também: novos recordes, medalhas e ainda mais prestígio.

“Não há mágica, não. É trabalho duro, dedicação e acreditar no que se está fazendo.” - Cesar Cielo

ANA MARIA MAGNI COELHO
Agosto/2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

GOL DA TECNOLOGIA

Essa semana, pudemos acompanhar importantes decisões do futebol: decisões na Copa Libertadores, na Copa do Brasil e a seleção entrando em campo na estréia da Copa das Confederações. Independente do resultado do meu time (sou são-paulina convicta), acredito que a vitória mais importante dessa semana tenha sido a chegada da tecnologia à principal paixão nacional.
O uso da tecnologia a favor do futebol, auxiliando o juiz e os bandeirinhas, é uma questão polêmica que vejo ser discutida há um bom tempo, mas que pode evitar erros e auxiliar sobremaneira decisões dos árbitros. Espero que o exemplo seja seguido por outro time que também torço muito: o time da micro e pequena empresa.
Dizem também que no futebol, o jogo perderia a dinâmica, mas não foi o que aconteceu no terceiro gol que trouxe a vitoria ao nosso time canarinho. Embora a FIFA ainda não valide o novo recurso, se conseguirmos uma sistema confiável, utilizarmos a tecnologia para momentos decisivos, como a linha do gol, e com comunicação imediata o jogo só tem a ganhar!
No universo das pequenas empresas, a inserção da tecnologia ainda é muito aquém do potencial que seus processos produtivos apresentam. Introduzir a inovação no dia-a-dia dos negócios é uma forma de ampliar suas próprias possibilidades e torná-los competitivos para o mercado globalizado.
O juiz com ponto eletrônico pode controlar melhor o jogo e o empreendedor com acesso à tecnologia pode aperfeiçoar o desempenho de sua empresa.
Na verdade, as razões para assumir a tecnologia e a inovação em qualquer jogo são muitas: melhorar os métodos de produção, agregar valor ao resultado, substituir produtos obsoletos e certamente, aumentar a competitividade de forma transparente e responsável.
Mesmo que os recursos tecnológicos ainda não estejam devidamente regulamentados no esporte, tenho a esperança de que o resultado do jogo Brasil X Egito abra os olhos das micro e pequenas empresas. Quando falamos em modernização dos processos de gestão, logo os empresários enxergam investimentos enormes em informatização, controles e automação dos processos, mas na verdade um simples “ponto eletrônico” pode fazer toda a diferença.
Não adianta esperar o tira-teima para reclamar do juiz depois, é preciso assumir que processos de inovação podem transformar o resultado do nosso próprio jogo. Basta que o empreendedor decida qual é o jogo que pretende ganhar.
E você, pretende assumir o jogo da tecnologia ou vai voltar a jogar botão?

ANA MARIA MAGNI COELHO
Junho/2009
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