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sábado, 21 de abril de 2012

AVENIDA BRASIL

40 milhões de brasileiros chegaram a classe média na última década e apenas em 2011, movimentaram R$ 1 trilhão na economia brasileira. Hoje, a chamada classe C já consome quase metade do que é vendido em alimentos e bebidas no país e possui metade dos cartões de crédito em operação, e mesmo se pensarmos nas complicações que o endividamento possa vir a ter no futuro, essa curva é ascendente e sem volta.
Por isso, o tema foi um dos destaques no Seminário Internacional de Pequenos Negócios promovido pelo SEBRAE. (Já falei do seminário aqui no Lounge Empreendedor).
Analisar o comportamento destas pessoas e identificar fatores que favoreçam sua ascensão social e interfiram diretamente o desenvolvimento do país é ponto chave para o aumento da competitividade dos negócios atuais e para o fomento ao empreendedorismo.
Vamos começar entendendo o que é fazer parte desta nova classe média.

domingo, 4 de outubro de 2009

PARABÉNS A VOCÊS!!!


Um mês inteiro destinado aos empreendedores... É isso o que estamos vivendo no mês de outubro!
Empreendedorismo, que além de poder ser direcionado para o negócio ou para o social, pode se configurar em outras faces, como no ambiente corporativo ou em políticas de educação, através de um conjunto de comportamentos e de hábitos que podem ser desenvolvidos e praticados junto aos sujeitos, de forma a torná-los capazes de gerir e aproveitar oportunidades, melhorar processos ou criar negócios.
Nesse sentido, empreendedor é aquele que frente a uma oportunidade realiza uma ação que agrega valor econômico e social para si e ou para sua comunidade. É aquele que sonha e torna este sonho realidade. É aquele que aprende com seus erros e vê oportunidade onde todos enxergam dificuldade.
Ter um mês inteiro para valorizar pessoas com esse perfil nos dá força para cada vez mais lutar pela inserção e fomento de uma cultura empreendedora que gere protagonismo, que torne a comunidade responsável por suas próprias vidas, que incentive a autonomia, a iniciativa, o compromisso, a liberdade e a solução de problemas reais.
Pessoas empreendedoras deixam a dependência que cria o protetor de lado e extraem de seu próprio potencial o poder de transformação e de contribuição para o desenvolvimento local.
Para isso, é necessária a desestruturação de velhos paradigmas e a criação de uma nova percepção de vida em que a ética e a auto-sustentabilidade sejam atuantes.
Esperamos que no mês de outubro possamos cultivar a cooperação e a inovação.
Cooperação, no sentido de uma relação de ajuda mútua entre indivíduos e/ou entidades, da busca em alcançar objetivos comuns. Tenho certeza que essa é a forma ideal de gestão das interações humanas e também entre as empresas, uma vez que os esforços são somados na busca de melhores resultados, conjuntamente. O problema de uma pequena empresa não é ser pequena, mas sim estar sozinha em um ambiente tão competitivo como o que estamos vivendo.
Queremos quebrar mitos com relação à inovação. Todas as empresas podem inovar! Isso não depende de seu segmento ou tamanho, mas sim de sua capacidade de criar e implementar idéias com sucesso, produzindo melhorias e resultados positivos através da introdução de um novo produto (ou serviço) no mercado, ou da introdução de um novo processo de gestão ou produção.
Dessa forma, a palavra empreendedorismo amplia seu significado, transforma a percepção de empresário para empreendedor, de competição para cooperação e o foco no indivíduo para foco na sociedade, sustentado por outros valores fundamentais para a nossa sociedade: a ética e cidadania, a cultura da cooperação e inovação e a sustentabilidade ambiental.
Empreendedores, em outubro, vivam conosco um mês que é todo seu!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 03 de outubro de 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DAS PISCINAS AOS NEGÓCIOS


Na última semana o Brasil parou para assistir o surgimento de um novo ídolo: César Cielo.
Era praticamente impossível deixar de acompanhar o andamento dos jogos mundiais e torcer pelo maior nadador da nossa história.
De forma geral, não me canso de admirar a performance dos atletas. Parecem seres para os quais a lei da gravidade deixou de existir, tal é a velocidade, a leveza e a desenvoltura com que fazem suas evoluções, seja na água, no solo, nas quadras. Para nós, comuns mortais, fica a impressão de que são seres sobre-humanos.
Contudo, não há mistérios por trás de tanta excelência. O que há é um treinamento duro, implacável, onde a busca pela perfeição atinge as raias da extrema obsessão. E a trajetória desses obstinados, para chegar ao ponto onde estão, é marcada por sacrifícios, dedicação espartana e também por uma boa dose de sofrimento e decepções.
César Cielo, por exemplo, concebeu uma série de pequenos gestos e truques: imprime frases motivacionais em folhas que são coladas no quarto, estabelece tempos que quer atingir e os coloca ao alcance da vista, dá tapas no próprio corpo pouco antes de competir...
Será que você, pequeno empresário, já não pensou na mesma coisa? No quanto a administração de uma empresa exige essa dedicação?
Ao tomar a decisão de montar seu próprio negócio, muitos não imaginam a quantidade de obstáculos que ainda precisarão vencer. Não basta ter um CNPJ para se credenciar como empresário. É preciso avaliar o mercado (clientes, concorrentes e fornecedores), implantar controles - estoque, venda, contas a pagar/receber, clientes, custos, fluxo de caixa; escolher funcionários e sempre inovar para desenvolver produtos ou serviços que atendam às necessidades do mercado. Assim como nossos atletas, é buscar superar-se a cada dia e almejar a excelência em cada atividade.
Competindo no dia a dia com os melhores do planeta, passando por provas de resistência mental e física constantes, colocado sob um stress específico. É assim que Cielo tornou-se o que é. Um atleta que se estapeia antes de entrar na piscina, mantém o foco, assume a responsabilidade, ensa somente em superar a si mesmo e tem toda a confiança de um legítimo campeão. Que mesmo vencendo, não se contenta.
Um legítimo atleta empreendedor que deixa a lição que o que importa, seja qual for o seu negócio, é buscar ser sempre o melhor!
Não importa se o seu cliente é novo ou antigo, se a tarefa tem que ser repetida exaustivamente, se o negócio acaba deixando você mais tempo longe de compromissos pessoais, o foco deve estar a sua conquista, em transformar as ações do dia-a-dia em novidade e buscar o que cada atleta deseja também: novos recordes, medalhas e ainda mais prestígio.

“Não há mágica, não. É trabalho duro, dedicação e acreditar no que se está fazendo.” - Cesar Cielo

ANA MARIA MAGNI COELHO
Agosto/2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

SUCESSO EMPREENDEDOR


Muitas pessoas chegam até o SEBRAE/SP querendo saber quais são os segredos para ser um empreendedor de sucesso. Apesar de não existir um perfil único que determine um empreendedor de sucesso, há uma série de características que são bastante comuns e quanto mais dessas habilidades estiverem presentes no seu negócio, melhor.
De forma geral, o empreendedor deve ter visão, iniciativa, saber planejar suas ações e gostar do que faz, além de conhecer muito bem o mercado em que pretende atuar. Ser curioso, questionador e estar atento às oportunidades que surgem - sejam de negócios, tecnologias ou inovações - são outras características importantes.
Ter uma boa rede de contatos, ter disposição para assumir e calcular riscos, aceitar e reconhecer erros, ser perseverante, autoconfiante e otimista completam o perfil ideal de um empreendedor de sucesso.
Ser empresário hoje está longe de ser o empresário de cinqüenta anos atrás quando uma empresa prosperava quase que naturalmente. Iniciar e conduzir um negócio não é simples, mas mantê-lo será ainda mais desafiante. As dificuldades surgem a todo o momento e a atitude frente a essas dificuldades será determinante para o sucesso do negócio. Num cenário cada vez mais competitivo não existe mais espaço para amadores, somente os profissionais terão “um espaço ao sol”.
E ser profissional envolve além do comportamento empreendedor, o conhecimento das competências técnicas que envolvem o “fazer acontecer” do seu negócio: comercialização, vendas, atendimento, produção, qualidade, otimização dos recursos, controles financeiros, formação de preços, logística e distribuição.
Você pode estar pensando: “ser empreendedor é ser quase o super-homem!”
Calma! Nem todas essas qualificações precisam estar em uma única pessoa. É claro que quanto mais, melhor; mas não significa que não tê-las irá fadar o seu negócio ao fracasso.
Além de poder desenvolvê-las através de treinamentos, procurar sócios, parceiros ou bons funcionários que tenham essas características ou conhecimentos é uma boa opção. Quando pensar em compor o seu quadro de trabalho, pense em pessoas que sejam complementares em seus perfis, formando um time que jogue pelo melhor desempenho do negócio.
Escolha pessoas competentes que tenham a capacidade de trabalhar em equipe e uma ótima comunicação entre si, afinal não há dúvida de que a comunicação é uma necessidade vital de qualquer sistema e através dela aprofundamos conhecimentos e intensificamos as relações entre as pessoas e a empresa. Quando todos se sentem parte da empresa e sabem que suas competências contribuem para o resultado, as chances de seu empreendimento se tornar um sucesso serão muito grandes.
Ana Maria Magni Coelho
Agosto / 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

EMPREENDA SUA VIDA!


A vida de qualquer empreendedor – e quiçá qualquer pessoa – tem dias da mais pura angústia em que perguntas do tipo “o que fazer, pra onde ir, o que mudar, com o que persistir, quais são as principais estratégias” ocorrem nas horas mais impróprias e acompanham as mentes até que as decisões sejam tomadas.
Pode acontecer no carro ou no happy hour descontraído quando uma informação ouvida no rádio ou uma simples piada de um amigo liga a “antena” e traz a sensação de felicidade – se for uma boa idéia – ou de angústia, se for algo que sugira problemas e coisas para resolver.
Empreendedores, por sua própria natureza e pela experiência em se aventurar na abertura de um negócio, talvez se sintam obrigados a pensar em suas próprias vidas e para onde querem ir com uma freqüência um pouco maior, mas será que essa não é uma pergunta que todos deveriam se fazer habitualmente?
Quando entrevisto algumas pessoas em busca de emprego ou recebo um candidato a empreendedor, normalmente eles dizem que estão em busca de novos desafios. Parece até que falar em desafio é algo que dá credibilidade hoje em dia. Mas quando o desafio bate realmente à porta, algumas pessoas deixam de lado aquilo que queriam tanto e passam a reclamar que agora o trabalho está puxado demais ou que o trabalho é demais e o dinheiro é pouco... Parece um vício: o lugar em que estamos e o habitual jeito de fazer é o conforto que esperamos ter!
Por isso, admiro os empreendedores. Para eles, não há conforto, mas sim sonhos. São pessoas que parecem ter mais projetos e ideais e por isso, parecem menos frustrados. Por se defrontarem com tantas incertezas acabam sendo obrigados a colocar uma alta dose de energia em suas decisões e os obriga a uma dose de confiança e independência mais alta.
O poder da visão dessas pessoas que transformaram idéias em realidade e são efetivamente capazes de se responsabilizar pelos seus próprios sucessos e fracassos é o que me causa grande respeito.
E vale destacar que essas pessoas não são seres iluminados ou qualquer coisa assim... Todo mundo tem o “vírus” do espírito empreendedor. Em alguns ele está desperto, ativo, em outros está dormente, mas todos podem despertá-lo.
Para isso, estabeleça um prazo para assumir seus próprios desafios. Não se sinta uma vítima do destino, pois tudo aquilo que você vive hoje, o seu trabalho atual, ajuda a criar a estrutura para lançar você para onde deseje estar. Aproveite cada pergunta que surgir nos momentos daquela mais pura angústia para construir suas metas de futuro.
Por mais árdua que seja a construção desse caminho, melhor será o sabor da chegada. A diferença entre os muitos sonhadores e os poucos vencedores está na atitude à frente dos desafios. Empreenda sua vida!

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 18 de julho de 2009
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