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quarta-feira, 18 de abril de 2012

FINANÇAS PESSOAIS


Não é novidade que problemas financeiros influenciam nos relacionamentos familiares e amorosos, mas será que a falta de dinheiro prejudica também o desempenho profissional?
Não tenho a menor dúvida que sim. O estresse financeiro tem sido o principal fator de presenteísmo - quando as pessoas vão para o trabalho, mas não contribuem inteiramente para a produtividade. Embora naquele dia elas estejam de corpo presente no ambiente corporativo, despendem grande quantidade do tempo de trabalho abstraídas ou fazendo coisas outras que não o próprio trabalho, normalmente contas, acordos e negociações quando é a saúde financeira que está em jogo.
O colaborador que sofre com endividamento tende a ser um profissional mais preocupado e centrado em situações que fogem do seu espaço de trabalho, como a procura de meios e soluções que o tirem do vermelho. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), mais da metade dos brasileiros estão endividados. Em fevereiro, por exemplo, 57,4% dos 18 mil consumidores entrevistados pelo instituto tinha algum tipo de dívida com a qual se preocupava.

sábado, 14 de janeiro de 2012

ENDIVIDAMENTO EMOCIONAL

Matrícula da escola, material escolar, IPTU, IPVA, aumento nas tarifas da conta de água, fatura do cartão de crédito com as compras do Natal... Ufa! Será que o bolso aguenta?!?
Tradicionalmente um mês de muitas despesas extras, janeiro requer planejamento e monitoramento para evitar o pagamento de um alto preço em seu orçamento (e às vezes, em sua saúde) por todo o novo ano.
Embora o endividamento seja considerado um fenômeno relativamente novo em nossa sociedade, o significativo aumento de pessoas endividadas traz uma nova dinâmica a economia. Poucas famílias, mesmo as consideradas mais esclarecidas, têm o hábito de parar e pensar no quanto de sua receita está comprometida com dívidas ao longo dos meses. Esta falta de reflexão conjunta acaba conduzindo a tomada de decisão sobre novas questões financeiras de forma errônea: por impulso, por compulsão e, principalmente, pelo significado que determinados produtos têm para cada um.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

PEQUENAS DÍVIDAS, GRANDES FAMÍLIAS

Uma recente pesquisa divulgada em 29 de agosto pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) apontou que o porcentual de famílias endividadas na cidade de São Paulo caiu de 47,3% em julho para 45,1% em agosto. Em números absolutos, significa dizer que 1,62 milhões de famílias tinham algum tipo de dívida em agosto, o menor patamar desde junho de 2010. 
A pesquisa considera endividada aquela família que possui contas ou dívidas contraídas com cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestação de carro e de seguros. (Ops! Será que há alguma família completamente livre de tudo isso? Se existir, eu respeito muito!)
Na avaliação da Fecomercio, a redução no nível de endividamento é resultado do nível alto de emprego e do conseqüente aumento da renda familiar. O estudo mostra também queda no porcentual de famílias paulistanas com contas atrasadas em agosto na comparação com julho. No período, o recuo foi de 15% para 12%. Em paralelo, o porcentual de famílias que afirmou não ter condições de pagar suas dívidas caiu de 6% para 5,5%.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

COMO REDUZIR A INADIMPLÊNCIA


Em uma época em que as vendas crescem, crescem também as possibilidades de inadimplência junto aos pequenos negócios. O percentual de empresas que sofre com o problema do endividamento ainda é alto, especialmente em períodos de alta no consumo ou quando fatores sazonais (IPTU, IPVA ou despesas escolares) contribuem para aumento das despesas familiares.
Cabe ao empreendedor escolher formas de se prevenir da inadimplência bem como ferramentas que o auxiliem a efetuar a cobrança dos débitos quando for necessário.
Manter um cadastro atualizado de seus clientes pode ser um bom início e servir de efetiva ferramenta de gerenciamento. O cadastro deve conter informações pessoais, de pagamentos e perfil de consumo do seu cliente. Saber suas preferências pode ser um diferencial importante no atendimento que é oferecido pelo seu negócio além de auxiliar você na concessão de uma forma diferenciada de pagamento.
Fazer uma análise sistemática da inadimplência no seu negócio dos últimos 12 meses também é um importante indicador para decisões mais acertadas de gestão. Essa análise mostrará qual é o seu percentual de inadimplência em relação ao seu faturamento, o número e valor de parcelas não pagas e os períodos de maior índice do problema.
Tais informações poderão direcionar sua decisão sobre as condições de crédito que sua empresa pode oferecer, como por exemplo, deixar de aceitar cheques e utilizar apenas o pagamento via cartão. Diga-se a propósito, abandonar completamente a boa e velha caderneta! Foi-se o tempo em que o “fio do bigode” garantia o pagamento de todas as mercadorias.
Lembre-se que seja qual for a sua opção, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê a necessidade de o empresário deixar, de forma clara e visível aos clientes, quais são as possibilidades de pagamento e as formas de crédito oferecidas. A legislação também recomenda aos estabelecimentos em que haja relações de consumo que ofereçam uma cópia completa do CDC, quando solicitado. Tenha uma cópia na gaveta ou no balcão a fim de evitar possíveis reclamações.
Além da precaução, o empreendedor também deve estar pronto para tomar providências de resgate das dívidas pendentes e para a “caça aos maus pagadores”. Tais ações podem envolver um simples telefonema; cartas de cobrança registradas ou com aviso de recebimento em que conste o valor do débito, o prazo de pagamento e a informação de que o não pagamento da dívida levará a pendência ao Serviço de Proteção ao Crédito; até a execução de títulos de forma extrajudicial, Câmaras de Mediação e Arbitragem ou Juizado Especial de Pequenas Causas.
Se inadimplência é embaraçosa para o cliente, quem mais perde com ela é o empreendedor que além de não receber parte dos seus haveres, passa a ousar menos, diminuir seus prazos e, conseqüentemente, vender menos. A possível queda de movimento leva a prejuízos ainda piores, pois na ânsia de vender, na dúvida e sem preparação, acabam operando fora dos critérios recomendáveis, sofrendo perdas além dos percentuais suportáveis para seus negócios.
Para ganhar esse jogo, é preciso estar estruturado financeiramente para vender a prazo como fazem os líderes do varejo: usando o crédito como argumento de venda e ampliando o "ticket médio" de cada cliente.
Uma compra a prazo é um empréstimo que você mesmo faz ao seu cliente; por isso, saber capturar o cliente ideal, descobrir quanto ele pode pagar mensalmente, vender dentro desse limite e negociar os eventuais atrasos de forma a recebê-los (em sua maioria) é o caminho para boas vendas sempre.
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
09 de dezembro de 2010
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