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quinta-feira, 17 de maio de 2012

INTUIÇÃO, APRENDA A USAR A SUA

"Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior.
E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição.
Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar.
Tudo o mais é secundário."
-- Steve Jobs --


Conhecida como sexto sentido, a intuição não tem nada de sobrenatural (e muito menos é privilégio apenas das mulheres). Intuição é uma capacidade do cérebro que quando bem utilizada pode gerar ótimos resultados aos negócios. Envolve a comunicação dos dois hemisférios do cérebro: o esquerdo, que é racional e armazena dados concretos - números, palavras e regras; e o direito, responsável pela linguagem não-verbal - símbolos, imagens e sensações. Relacionar o que vem de um e do outro é intuir.
Se explorarmos os dicionários, encontraremos definições do tipo: a intuição é o ato de ver, perceber, discernir, pressentir. Fica-nos, então, aquela impressão de que a intuição é o ato de ver algum objeto ou fenômeno de maneira diferente daquela normalmente vista pela maioria das pessoas. Na verdade, por mais que não possamos vê-la ou explicá-la, todos conhecemos esse sentimento que vem de dentro avisando sobre algo que não vai bem, ou algo que logo será sucesso, motivando ou bloqueando nossas ações.
Quantas vezes tomamos decisões ou fazemos escolhas que não conseguimos explicar? Tenho certeza que você já passou por situações assim, quer ver? Por que resolveu pegar aquele caminho para o escritório ao invés do trajeto que sempre faz? Por que escolheu um candidato ao invés de outro, se ambos tinham a mesma formação? Pois isto é a intuição em ação.

sábado, 24 de março de 2012

DECISÕES E ESCOLHAS

de.ci.dir v.t.d. 1. Determinar, resolver 2. Solucionar
3. Dar decisão 4.Tomar deliberação 5. Resolver-se
es.co.lher v.t.d. 1. Ter como preferência; preferir 2. Fazer seleção de
3. Optar entre duas ou mais pessoas ou coisas 4. Eleger; nomear



A vida é como uma estrada. Há estradas longas e curtas; retas e curvas; planícies e planaltos. Há estradas que conduzem a felicidade, a fama e a fortuna, mas também existem aquelas cujo destino é o isolamento, a decepção e a pobreza, seja moral ou financeira.
Tal como em qualquer estrada, os caminhos que adotamos dependem de nossas decisões e escolhas. Sim! Decisões e escolhas são coisas diferentes e, por mais sutil que possa parecer, devemos ter consciência desta desigualdade para evitar frustrações e angústias no futuro.
Decisões são mais abrangentes. Escolhas mais específicas. E eu aprendi isso na última semana depois de uma conversa virtual com o Dr. Flavio Gikovate pelo twitter.
Decidimos por trabalhar ou não, por casar ou não, ter filhos ou não. 
Escolhemos aquilo que deriva de nossas decisões: decido casar e escolho quem será o parceiro; decido trabalhar e escolho entre essa ou aquela profissão; decido ter filhos e escolho entre naturais ou adotivos; decido empreender e escolho o segmento do negócio.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

ESCOLHAS

"Tornando-se um consciente criador de escolhas, você começa a gerar ações que são evolucionárias para você." (Deepak Chopra)

Nos últimos dias, noticiei a minha saída do SEBRAE-SP. Uma decisão que envolveu um processo importantíssimo de retomada de valores, direcionamento de carreira e orientação das minhas atitudes para aquilo que considero ser a minha missão.
Muitas empresas também passam por esses momentos! O que vale para as pessoas vale também para as empresas. Uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações". Resumindo: ESCOLHAS!

domingo, 4 de setembro de 2011

TEATRO DA VIDA

No post de hoje irei me fazer valer de um texto de Lya Luft recebido por e-mail. (nunca sei se os textos que recebo por e-mail são mesmo de autoria de seus "autores virtuais", mas como gostei do tema, resolvi trazê-lo ao Lounge Empreendedor)
Na verdade, ainda me surpreendo como entre a infinidade de "correntes" e e-mails com anjinhos e florzinhas brilhando, ainda podemos selecionar boas coisas.
Se escrevemos aquilo que somos ou o que sentimos em determinados momentos de nossas vidas... Assim funciona também com aquilo que lemos!
Não aceito vender a alma para que o espetáculo da vida siga em frente. O tempo passa rápido demais e sobram poucos espaços para arrependimento no futuro. Não quero ser hamster nem tampouco participar da manada...

segunda-feira, 28 de março de 2011

ADIAR PRA QUÊ?



Adiar qualquer decisão é simplesmente estupidez. Amanhã também será necessário decidir; então, por que não resolver hoje mesmo? Você acha que amanhã estará mais sábio do que hoje? Você acha que amanhã vai estar com um vigor maior do que o de hoje? Você acha que amanhã estará mais jovem, renovado em relação à hoje?
Amanhã você vai estar mais velho, a sua coragem será menor; amanhã você vai estar mais experiente, e a sua capacidade de dissimulação será maior; amanhã a morte chegará mais próximo - você começará a titubear e a sentir mais medo. Nunca deixe para amanhã. Quem sabe? O amanhã pode chegar ou pode não chegar. Se é preciso decidir, decida agora mesmo.
Existe a história de um dentista que ao concluir o exame em uma bela e jovem cliente disse-lhe o diagnóstico: "Srta, acredito que terei que arrancar os seus dentes do siso!"
"Minha nossa!", exclamou a mocinha, "seria preferível parir um bebê!"
"Bem", disse o dentista, "quer decidir logo para que eu possa acertar a posição da cadeira?"
Portanto: Decida! Não continue adiando indefinidamente, pois o máximo que podemos conseguir é o prolongamento de uma situação, seja ela dolorosa ou não.

Osho Dang Dang Doko Dang Chapter 8

A mulher desta carta está vivendo em uma paisagem cinzenta, povoada de nuvens irreais, nitidamente recortadas contra o céu. Através da moldura de janela ela pode ver cores, luz e vida; e, embora quisesse escapar por ali - o que se percebe pelas cores do arco-íris em sua roupa - ela não é capaz de fazer isso. Há ainda em sua mente muita elucubração do tipo "mas, e se...?".
Dizem que o amanhã nunca chega, e não importa a freqüência com que isso é repetido, parece que a maioria de nós tende a esquecer a verdade contida nessa frase. De fato, a única conseqüência certa de adiar as coisas é o tédio e a depressão nos dias de hoje, um sentimento de incompletude e de limitação.
O alívio e o desenvolvimento que você sentirá quando puser de lado todos os pensamentos de indecisão que o estão impedindo de agir agora, farão com que você se pergunte por que esperou tanto tempo.

Tarô Zen de Osho

terça-feira, 13 de julho de 2010

TOME A DECISÃO


Peter Drucker, mestre da administração, dizia “onde há uma empresa de sucesso, alguém tomou alguma vez uma decisão valente”.
Parece muito simples, mas como não somos robôs, nossas escolhas normalmente envolvem emoções. Cada uma das escolhas que um executivo realiza ao longo de seu dia envolve milhares de mensagens e idéias que rodopiam velozmente por sua mente.
Numa fração de segundos, a mente humana é capaz de revisar fatos, explorar sentimentos, estudar conseqüências, comparar opções com suas crenças e prioridades, considerar o que outras pessoas podem pensar e, só então, dar uma sugestão para determinado modo de agir ou reagir.
A teoria da tomada de decisão tem como objetivo minimizar o impacto dessas emoções e sistematizar uma forma de análise que considere a maior quantidade possível de variáveis que influenciem a escolha de uma alternativa em um problema. Envolve além de ousadia e coragem, uma boa capacidade de planejamento e método para levar a empresa ao resultado esperado ou ao mais próximo dele.
Decisões tomadas sem método e com pressa podem ter conseqüências que duram por toda a vida. Por isso, reconheça a situação (problema ou oportunidade) com clareza de detalhes. Essa etapa é crucial, pois se não for bem feita pode levá-lo a gastar tempo de análise inútil. Visualize o objetivo a ser alcançado de modo que possa ser quantificado ao final de sua decisão.
Elabore, então, alternativas de ação. E atenção: a palavra está mesmo no plural. É necessário que você encontre várias alternativas, pois se elas não existem, não há decisão a ser tomada. Avalie as vantagens e desvantagens de cada alternativa sendo sincero e crítico. Lembre-se que a coisa mais certa a ser feita não é, geralmente, a mais fácil.
Uma vez escolhida a decisão, é hora de implementá-la. Anuncie sua decisão a todos os envolvidos com confiança e de forma decisiva, pois caso contrário poderá ser despertado um sentimento de insegurança nos outros. Estabeleça um plano de ação e mãos à obra.
Avalie os resultados da decisão sistematicamente e com a consciência de erros podem acontecer. Caso aconteçam, tenha humildade em reconhecê-los, pois se os resultados não são os esperados, muitas vezes sai mais barato admitir o erro do que manter a decisão.
Se os resultados reais não se ajustarem aos planejados, é preciso que haja mudanças na solução escolhida, na sua implantação ou no objetivo original, se este for tido como inatingível.
Nunca esqueça que uma decisão não é um fim em si mesma, mas um meio para se conseguir um fim.

Esse é um otimo exemplo de como uma simples decisão pode mudar uma situação...


ANA MARIA MAGNI COELHO
Coluna de O Diário Empresarial
15 de julho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

PARA ONDE VAI A SUA VAQUINHA?


Hoje no Diário do Alto Tietê, recebi uma deliciosa e reflexiva homenagem da minha amiga Marilei Schiavi que compartilho com vocês:

O Meu Bom Dia Especial de Hoje vai para a querida amiga Ana Maria Magni Coelho. Ela é a competente gerente regional do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) na região do Alto Tietê. Além de grande profissional, a Ana é a mãe exemplar do Marcelo e do Luca, além de esposa do Jorge. Às terças-feiras, a Ana empresta o seu talento de mulher-mídia e participa das "Meninas da Marilei" no Radar Noticioso. Há mais de dois anos, ela me enviou uma mensagem que é uma parábola que eu vou dividir com você agora...

Não espere que alguém jogue sua vaca no precipício. Atire-a antes!

Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou:
- O senhor tem razão. Veja este lugar. Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.
- Eu disse aprender e ensinar - retrucou o mestre. Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.
- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas. Como sobrevivem aqui? - perguntou.
- Temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo.
O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi. No meio do caminho, disse ao discípulo que pegasse a vaquinha daquele homem e jogásse-a ao precipício.
- Mas ela é a única forma de sustento da família! - espantou-se o discípulo. O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente. Mas para a sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. E ficou ainda mais assustado quando soube que a família continuava dona do sítio.
Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Estava ansioso demias para saber como o homem conseguira ficar tão bem de vida.
- Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu. Então, para sustentar minha família, tive de plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive de replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas. Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!".
Atirar a vaca pode ser mudar de emprego, de ramo de negócio, buscar novas oportunidades, fechar um negócio, enfim, mudar. faça algo diferente para descobrir suas reais potencialidades. Mesmo que sua vaca seja bonitinha, talvez esteja na hora de atirá-la!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

SEJA O SENHOR DE SI


Desde criança nossos ouvidos se acostumam a ouvir “não”. Não pode nadar depois de comer. Não pode bater nos amiginhos da escola. Não pode tomar sorvete antes de almoçar. É tanto "não" que até perde a graça e talvez de tanto ouvir, não aprendemos a falar.
Não aprendemos a atribuir nosso valor e não conseguimos perceber que as pessoas podem nos amar mesmo que não sejamos suas escravas. Vivemos num mundo em que somos ensinados a ser mais aparência do que essência e onde vale mais ser o que os outros precisam que sejamos, do que fazer valer nossas vontades.
Pense em quantas vezes você saiu insatisfeito de uma situação em que não conseguiu dizer não. Os motivos podem ser vários: sentir-se ameaçado, querer agradar ou querer provar ser um super-herói que na verdade não existe – uma pessoa perfeita que pode sozinha realizar suas tarefas, cuidar da família, da sua comunidade e ajudar as pessoas, mesmo que isso a prejudique ou sacrifique suas próprias vontades.
Mas será que precisamos mesmo disso?
Para ser uma pessoa boa, de verdade, é preciso impor limites. Ser boa, antes de tudo, para si mesmo e deixar de ter medo do que os outros vão falar ou fazer.
Dizer “não” é responsabilizar-se por si, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza e permitir-se fazer aquilo que realmente você quer sem sentir-se culpado.
Não significa que você precise virar o senhor de si mesmo e fazer apenas o que quer, mas sim que saiba construir e manter relacionamentos adequados e positivos e que coloque seus próprios valores pessoais acima dos valores do seu grupo ou de sua empresa. Saber dizer “não” é uma arte, um respeito a você mesmo.
Aceitar propostas com as quais você não concorde através de um “sim” hesitante, além de demonstrar incerteza e insegurança no presente; no futuro irá gerar frustração, raiva e nada mais. A cada momento que você deixa de questionar e abaixa a cabeça para qualquer pedido, você perde a chance de exercitar seu próprio discernimento, o que pode, inclusive, interferir na sua competência profissional ou na manutenção de um relacionamento.
Por isso, aperfeiçoe sua habilidade interpessoal, sua compreensão e sua empatia. Estude seu interlocutor e perceba a maneira como ele se comunica. Procure estar em sintonia com seu tom de voz, vocabulário, estilo, objetividade ou subjetividade nas colocações. Ofereça alternativas que solucionem a questão em troca de um simples “não” e faça o outro entender os seus motivos. Isto requer treino, observação e ação.
Procure não voltar atrás na decisão tomada. Acabe hoje mesmo com essa história de “não sei dizer não”. Quando sentir que é o momento do exercício, diga “não” com coragem, convicção e sabendo que você está apenas colocando os seus limites, e nada mais.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião
MogiNews - 24 de abril de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

VIVA SUA NOVA HISTÓRIA

O tema gestão de mudanças tem sido recorrente em seminários voltados a executivos ou donos de negócio e parece ser mais um modismo da gestão moderna. Na verdade, mudança nada mais é do que a passagem de uma situação para outra, de entender a sua velha história para determinar que páginas você ainda espera escrever. Envolve um único desejo: aprender a ser, ver e fazer coisas de modo diferente.
Parece aparentemente simples, mas envolve mudança de modelos preconcebidos e construção de novas histórias em que haja a convergência e a interação complexa entre capital humano, inovação, flexibilidade e resultado pretendido. Ter foco nos objetivos, traçar metas e desenvolver um plano de ação direcionado a esse novo modelo facilita o processo de convergência e permite que as pessoas alavanquem seu reposicionamento mental, pessoal e profissional. Ter ações claramente definidas traz determinação para converter as intenções em realidade.
Se uma empresa, ou até mesmo você, deseja efetivamente mudar não adiantará apenas querer. Será preciso criar ações! Afinal, apenas aquilo que as pessoas acreditam e praticam pode transformar seu próprio comportamento.
Comece encarando a verdade! Faça perguntas do tipo: onde sua empresa ou você está agora?, por que é preciso mudar?, qual é a força que te impulsiona e a sua missão?
Procure desenvolver a capacidade de olhar para o futuro analisando fatos e tendências, mas de trabalhar no presente e engajar as pessoas na formulação e construção de sua nova história. Isso desenvolverá o compromisso de co-responsabilidade com a viabilização do que ainda está por vir. Afinal, se as pessoas puderem opinar sobre o que vai mudar e como isso irá acontecer, será mais difícil que elas resistam às suas próprias idéias.
E resistir é natural. As pessoas não fazem isso para serem as “ovelhas negras”, mas sim porque muitas vezes não sentiram a necessidade efetiva de abrir mão de sua atual situação para lutar por uma nova visão. Mudar é sempre difícil, mas pode ser também delicioso!
Lembre-se que a realidade humana é tecida por contradições inevitáveis e que os conflitos, até mesmo os mais internos, são uma parte inseparável do dinamismo da transformação. Ainda que possa doer, se a mudança levar sua empresa ou você para um patamar mais próximo de sua missão, não deixe para amanhã! Trabalhe pela sua missão com a força de quem tem os dias contados!

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em O Diário Empresarial
19 de fevereiro de 2010
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