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sexta-feira, 22 de março de 2013

COMO ASSIM?!?...

No livro Como Assim?!..., a história que mudou a vida de milhares de pessoas, o ex-faxineiro nordestino conta como venceu obstáculos na capital paulista até se tornar um empresário de sucesso, à frente de empreendimentos em regiões como Pinheiros e Avenida Paulista.


Ex-faxineiro, ex-garçom, ex-vendedor de cachorro quente, ex-assistente de importação, entre outras atividades, e hoje empresário de sucesso, Ednelson José da Rocha Albuquerque, o Tedd Albuquerque, lançou sua autobiografia. No livro, mostra como histórias curiosas da infância na pequena Barreiros, Pernambuco, e dos difíceis primeiros anos em São Paulo, serviram não só de lição de vida para ele e outras pessoas cuja trajetória transformou, mas influenciaram na Economia Criativa do Brasil.
O lançamento foi na galeria Como Assim?!... na praça Benedito Calixto, onde ele mantém seu bem sucedido modelo da primeira loja colaborativa no País, com diversos expositores apresentando suas criações e produtos. Instalações de cenas do livro vão ter artistas representando desde a loucura – que precede a ousadia de ideias criativas – até situações do autor menino e outros personagens em momentos hilários.

quinta-feira, 21 de março de 2013

ARTE E NEGÓCIOS


Já pensou em uma convenção de arte e gestão para troca de experiência entre empreendedores do setor criativo voltado exclusivamente para empresas de Balões?
Pois, pela segunda vez, esse evento irá acontecer.
Cada vez mais, a Economia Criativa vai se fortalecendo e estabelecendo segmentos de mercado com características particulares a serem respeitadas. Afinal, não há nada de errado entre manter-se criativo e atuar com foco, organização e gestão. Contudo, é preciso deixar o olhar amador e assumir o cuidado profissional dos negócios criativos.
Justamente por isso, na próxima semana, entre os dias 25 e 28 de março, empresas do setor de arte com balões se reunirão no Hotel Mercure, em Guarulhos (SP). As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site www.ebaloes.com.br/convencao.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O PAÍS DA CLASSE MÉDIA

"Só um economista imagina que um problema de economia é estritamente econômico."
-- Celso Furtado --


Nas últimas semanas me atrevi a revisar algumas obras de Celso Furtado. Talvez por minha paixão pela Economia Criativa, talvez pela necessidade de manter a mente ativa ou então, simplesmente saudade de boas obras intelectuais. O mais interessante é perceber o quanto tudo parece tão atual. Enquanto falamos na superação do subdesenvolvimento e na construção de um país de classe média, Celso Furtado rejeita a visão que sempre imperou em relação as teorias do desenvolvimento de que a força expansiva do desenvolvimento é dada pela canalização da capacidade da criação tecnológica como caminho para o processo de acumulação. Uau! Isso tudo em semana de Campus Party Brasil. Quando um bando de nerds se une e acredita que juntos poderão salvar o país de todas as suas misérias.

sábado, 26 de janeiro de 2013

NEGÓCIOS COLABORATIVOS

"Considero feliz aquele que quando se fala de êxito busca a resposta em seu trabalho."
(Ralph Waldo Emerson)


Se você tem mais de 30 anos, irá se lembrar do início do processo de globalização vivido nas décadas finais do século XX quando grandes mudanças ocorreram no mundo do trabalho, por conta de alterações nos processos produtivos, nas tecnologias e nas relações de emprego, provocadas pelas novas formas de organização dos mercados globais. 
Desemprego, trabalho precário, informalidade, terceirização passaram a representar riscos para o trabalho decente e a geração de empregos formais. Entretanto, aos poucos vamos trilhando um novo caminho. A construção de uma sociedade fundamentada na valorização das pessoas, na liberdade e na justiça não pode manter a situação dos "sem emprego".

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

AS PEQUENAS EMPRESAS E A NOVA ECONOMIA


O ano é 2022. Há no Brasil cerca de 1,8 milhões de micro e pequenas empresas do setor de serviços, de um total de cinco milhões de MPE - isto se considerarmos apenas as empresas participantes do Simples Nacional. De 2012 até aqui, o percentual de crescimento foi de 33% o que retrata a realidade de um setor que se reinventou. A partir da robustez que já existia há dez anos – com participação em 56,1% do PIB, segundo o IBGE, a dinâmica do setor criou novos modelos de negócios, novas estratégias de atendimento, com espaços cada vez maiores de cocriação com os stakeholders, além de necessidades de consumo difíceis de imaginar a uma década. Quem pensou em uma vida igual a da família Jetson, o famoso desenho futurista, talvez tenha que esperar um pouco mais para ver os carros voando pelas ruas, mas o conceito e a aplicação das smarties cities já trazem excelência em mobilidade, segurança, além de diversos e-services que não conceberíamos existir.
O comportamento inovador e participativo no jeito de consumir também criou demandas que exigiram soluções criativas para segmentos como automotivo, beleza, saúde, bares e restaurante, turismo, economia criativa e digital. Só para citar e realçar avasta diversidade de empresas de serviços atendidas pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). O setor empregava em 2012 cerca de quatro milhões de pessoas. Sem falar dos Empreendedores Individuais que chegaram a quase 900 mil, de um total de 2,5 milhões. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais/2010). Em dez anos, as empresas mais competitivas já incorporaram as melhores práticas de negócios sustentáveis - preconizados anos antes na Rio+20 e Rio92 - inovando em processos, produtos e mercado sempre com foco na contínua melhoria de sua produtividade e na qualificação das pessoas.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

INTANGÍVEL PODEROSO

“Aquilo que é impenetrável para nós existe de fato.
Por trás dos segredos da natureza há algo sutil, intangível e inexplicável.
A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião.”
-- Albert Einstein --


Uma das maiores (ou seria melhores?) competências atribuídas a Steve Jobs diz respeito a sua capacidade de transformar criatividade em inovação. Embora aparentemente intangível e abstrato, esse conceito materializado pode se transformar no principal diferencial competitivo da sua pequena empresa.
Não seria novidade afirmar que a competitividade de seu produto ou serviço está diretamente relacionada à capacidade que sua própria empresa possui para se reinventar, ousar e atender os desejos de seus clientes. Para isso, não basta uma boa estratégia ou um detalhado plano de negócios. Você precisa ir além...
É preciso transformar a habilidade criativa natural ao ser humano em ativo econômico e recurso para o desenvolvimento e aprimoramento da sua gestão – da porta para dentro da empresa e também da porta para fora.

quinta-feira, 29 de março de 2012

COMUNIDADES CRIATIVAS

"Uma comunidade mundial só pode existir com comunicação mundial que
significa algo mais que extensas instalações de software espalhadas sobre o globo.
Significa compreensão comum, uma tradição comum, idéias comuns e ideais comuns."
- Robert Hutchins -


Com a aproximação da Conferência das Nações Unidas pelo Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 (leia mais sobre ela aqui), somos bombardeados diariamente com assuntos que giram em torno da sustentabilidade e sobre seus impactos diretos tanto em termos ambienteis quanto em termos sociais. Seja no ambiente organizacional, nas pautas de jornais e revistas, nas campanhas dos pré-candidatos às eleições 2012 ou nos demais agentes da sociedade e da internet, o tema ganhou força novamente.
Aqui mesmo no Lounge Empreendedor foram publicados textos sobre sustentabilidade, inovação e responsabilidade social e sobre sua importância na competitividade e no sucesso empresarial em termos de desenvolvimento de novos produtos, serviços e em modelos de gestão e de negócios.
Bem, até aqui é o discurso de sempre, correto? 

quarta-feira, 28 de março de 2012

EMPREENDEDORISMO CULTURAL


Há algum tempo tenho me dedicado bastante a estudar o mercado cultural como estratégia de fomento ao empreendedorismo. Nessas minhas buscas conheci o site Cultura e Mercado (um espaço para quem vive de cultura, literalmente!) e uma reflexão de Leonardo Brant apresenta uma provocação bem interessante do que representa o nosso empreendedor cultural tendo que lidar com burocracria, sobe e desce de governos, mudanças nas leis e todas as outras precariedades que envolvem o ambiente da economia criativa no Brasil. Vale a leitura ;-)

sábado, 10 de março de 2012

GALINHA DOS OVOS DE OURO

Economia criativa tem sido um tema recorrente em vários encontros com lideranças e empreendedores nacionais. Aqui mesmo no Lounge Empreendedor, já falamos sobre o assunto algumas vezes e quanto mais me vejo refletindo sobre o tema, mais me envolvo e me apaixono, como nesta semana quando estive com uma turma muito legal da Rede de Economia Criativa. (Aliás, aguardem novidades deste grupo nos próximos meses, viu?!?)
Mais do que um modismo, a chamada "Economia Criativa" é, segundo tendências mundiais, o grande motor do desenvolvimento no século XXI. A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que este é um setor que já movimenta 10% do PIB mundial e a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNCTAD) divulgou que, entre 2000 e 2005, os produtos e serviços criativos mundiais cresceram a uma taxa média anual de 8,7%, o que significa duas vezes mais do que manufaturas e quatro vezes mais do que a indústria.
Ou seja: não dá mais para fechar os olhos!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ECONOMIA CRIATIVA E CARNAVAL


Além dos feriados e datas comemorativas que tradicionalmente movimentam a economia, como o Natal ou Dia das Mães, o Carnaval promete esquentar cada mais o ritmo de atividades das pequenas empresas brasileiras.
Confesso que além do som da bateria, me encanto com esse momento que valoriza a singularidade, o simbólico e aquilo que é mais intangível: a criatividade. Me incomodo bastante quando ouço afirmações que olham para o carnaval apenas como economia do jogo do bicho, da lavagem de dinheiro ou do tráfico de drogas. Carnaval é bem mais do que isso!
Cidades criativas, indústrias criativas, economia criativa. Ouço diariamente termos ou conceitos de criatividade permeando decisões de negócios. Não há empresa, nos dias de hoje, que não coloque a inovação entre os seus fatores de competitividade.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ECONOMIA VERDE


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Educação para a sustentabilidade, trabalho decente, erradicação da miséria, infra-estrutura para uma nova economia. Os temas seriam perfeitos para uma boa plataforma de governo, mas, na verdade, tratam-se de assuntos abordados na última Conferência Ethos de Empresas e Responsabilidade Social realizada nos últimos dias 08 e 09 de agosto em São Paulo.
Na mesma semana em que o mundo anunciava uma nova crise da economia global, cujo tamanho e impacto ainda desconhecemos, o Brasil mobilizou empresários, cidadãos e membros do poder público para discussão de uma plataforma econômica que seja inclusiva, verde e responsável. Afinal, seja lá o que estiver acontecendo pelo mundo, ao Brasil é inexorável pensar em crescer.
Quase 20 anos após a Rio- 92 e às vésperas do encontro Rio +20, a humanidade começa a entender a necessidade de racionalizar o uso de seus recursos naturais e reconhecer o valor da natureza como fator de oportunidade para a geração de negócios.

sábado, 5 de março de 2011

ALÉM DO ZIRIGUIDUM


Além dos feriados e datas comemorativas que tradicionalmente movimentam a economia, o Carnaval promete esquentar ainda mais o ritmo de atividades.
Confesso que além do som da bateria, me encanto com esse momento que valoriza a singularidade, o simbólico e aquilo que é mais intangível: a criatividade.
Cidades criativas, indústrias criativas, economia criativa. Ouço diariamente termos ou conceitos de criatividade permeando decisões de negócios. Não há empresa nos dias de hoje que não coloque a inovação entre os seus fatores de competitividade.
Entre modismo, ingenuidade ou ações reais, o que vale é perceber o impacto da criatividade e da inovação nos vários segmentos da economia. Diante dos desafios da construção de novos modelos de negócios e de uma sociedade mais sustentável, a chamada economia criativa abre uma nova frente de empreendedorismo e oportunidades.
O Carnaval paulistano, por exemplo, gera mais de 4,3 mil empregos diretos e indiretos e movimenta aproximadamente R$ 90 milhões, segundo o Censo do Samba.
O modelo é o mesmo: as escolas escolhem o enredo, definem o samba, desenham carros alegóricos e fantasias e, em menos de um ano, colocam tudo isso na avenida com a emoção e o comprometimento de toda a comunidade. Se as chuvas ou o fogo destroem tudo, não há porque desanimar. Existe uma causa que norteia as decisões do grupo e faz com que todos arregacem as mangas para recomeçar.
Quem tem mais sucesso? Aquele que conseguir ser mais criativo.
Intuitivamente, o Carnaval leva empreendedores a desenvolver sua capacidade não só de criar o novo, mas de reinventar, diluir paradigmas tradicionais, unir pontos aparentemente desconexos e, com isso, equacionar soluções para novos e velhos problemas.
A “concorrência” entre vários atores criativos, em vez de saturar o mercado, atrai e estimula a atuação de empresas, poder público e sociedade. Juntos, todos torcem pelo sucesso da maior festa onde contextos culturais, econômicos e sociais diferentes se misturam e tornam-se um.
Entre o universo simbólico do carnaval e o mundo concreto da economia, a criatividade é o catalisador do valor capaz de gerar desenvolvimento. Fortalecer espaços de economia criativa é uma oportunidade de resgatar o cidadão e o consumidor através daquilo que os faz comum e que emana de sua própria formação e raízes.
Cultura e economia sempre andaram juntas, basta acompanhar a arquitetura, artesanato, cinema, design, festas populares, games, gastronomia, moda, música, softwares, publicidade, rádio, teatro, televisão, turismo.... Não há barreiras para negócios que envolvam criatividade e emoção.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
05 de março de 2011
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