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sábado, 24 de novembro de 2012

CRIADOR E CRIATURA

A mudança é a lei da vida. 
E aqueles que apenas olham para o passado ou 
para o presente irão com certeza perder o futuro.
-- John Kennedy --


Quando olhamos ao nosso redor e vemos o estado atual em que se encontra a segurança, a educação ou qualquer aspecto da sociedade que seja caro a você, mas cujo resultado não esteja alinhado às suas expectativas, é natural que nos domine um profundo sentimento de impotência.
É como se desejássemos em um passe de mágica transformar a realidade em uma sociedade mais justa, amorosa, humana e totalmente harmoniosa. Entretanto, para que alcancemos esse anseio aparentemente distante, só existe um caminho: mudar a nós mesmos. E isso não é retórica de quem não tem o que fazer e vem escrever para vocês todos os sábados!
Enquanto não atingimos um profundo conhecimento acerca de nós mesmos e do quanto nossa realidade interior se reflete em nossos atos, nada poderá acontecer. Responsabilizar o “mundo”, o “governo”, a “sociedade” ou as “pessoas” por todas as dores do mundo é fechar os olhos para os reais impactos de nossas próprias escolhas sobre os destinos de nossa vida. Exceto você, não existe mundo! Pense nisso!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

SEGURA COMEÇOU O SOCIAL GOOD BRASIL

Social Good Brasil 
-- Conectados Transformamos --


Para quem acompanha o Lounge Empreendedor, não é segredo a minha admiração pelo diretor de marketing da IBM Brasil, Mauro Segura. Adoro o blog A Quinta Onda, adoro a forma como ele encara o “pseudo” poder das mídias sociais e o real poder da comunicação colaborativa e da transformação do mundo dos negócios.
Pois, então... Foi com ele que o ciclo de palestras do Social Good Brasil começou na noite do dia 06 de novembro em Florianópolis.
Que vivemos a era da tecnologia pervasiva tenho certeza que ninguém mais duvida. Talvez nem todos saibam o que pervasiva vem a ser, mas fica mais simples se eu disser que significa que estamos o tempo inteiro conectados, que vivemos com algum aparelho que nos liga à internet na mão, seja no show, no trabalho, no banheiro ou na própria palestra. Vivemos o tempo da computação social.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É SÓ O COMEÇO!



Estar no lugar certo na hora certa. É exatamente asssim que me sinto quando o assunto é Social Good Brasil.
O seminário começou ontem com o maior espírito colaborativo com a dupla Fernanda Bornhausen Sá e Lúcia Dellagnelo, contando como idealizaram o Social Good e o ciclo de palestras no Brasil. A emoção estava presente não apenas na fala, mas em grande parte das pessoas que sentiam ali uma excelente perspectiva de atuar como atores de vanguarda a respeito de uma proposta de inovação social.
Como a Fernanda, acredito que cada um dos presentes na grande plateia do #SocialGood BR, “acreditamos que a tecnologia é um meio poderoso para transformar a sociedade e impulsionar uma mudança social positiva. Conhecemos pessoas e organizações incríveis que também acreditam nisso e estão fazendo acontecer”. A tecnologia é um meio para um fim maior. A rede é feita de pessoas e são elas que estão transformando a sociedade a cada minuto com microações que juntas podem se tornar grandiosas. Se alguém ainda duvida, certamente ficará para trás. Temos que perder o medo das tecnologias e do poder distribuído para, generosamente compartilhar nossos saberes e recursos (como isso faz sentido pra mim!)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É AMANHÃ!

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é conseqüência
-- Albert Einstein --


Amanhã começa o Social Good Brasil. O primeiro dia do seminário apresentará a discussão “um novo mundo, novas tecnologias e formas de impacto social”. Com a abertura às 19h, a programação integra o painel com a presença de Simon Mainwairing, consultor de empresas como Google, General Motors e Gucci e autor do livro “We First”, indicado como “Best Marketing Book de 2011” pela strategy+business, “Top 5 Marketing Book de 2011” pela 800-CEO-Read e “Top 10 Business Book of 2011” pela Amazon; e Mauro Segura, autor do blog “A Quinta Onda” e diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil. Os convidados irão debater sobre o comportamento e comunicação na era da sociedade digital. Não posso dizer que é o meu painel mais esperado, mas ouvir Mauro Segura é sempre um prazer pra mim. Uma vez, conversando com uma amiga, eu disse que se pudesse escolher ser liderada por alguém por um mês para sentir a experiência, esse “alguém” seria o Mauro. Acho o cara genial, sem ser “boring” ou “estrela” demais! Sem contar que eu teria uma experiência e tanto na IBM Brasil :-)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL


Imagem de Luciano Martins - Embaixador do Social Good Brasil

E, de repente, a vida da gente vem e nos faz uma surpresa... Há alguns meses, participei – encantada, confesso – do Festival de Idéias promovido pela Fundação Telefônica e  Instituto C&A. Achei tudo muito bem organizado, adorei conversar com os empreendedores, com os jovens inovadores e com os amigos que encontrei naquele dia.
Saí de lá repleta de boas idéais para transformar meu próprio ambiente de trabalho (Opa! Seria essa também a intenção do encontro?!?) e com a cabeça fervendo pelas oportunidades de negócios vislumbradas ali.
Sim... o mundo está repleto de oportunidades basta abrir a mente e não apenas os olhos!
E então, depois de meses em uma busca incessante por algo que trouxesse um bom tema para retomada ao Lounge Empreendedor, recebi um delicioso convite da querida Samantha Shiraishi (@samegui) para levar o blog para a cobertura do Social Good Brasil que acontecerá de 06 a 8 de novembro em Floripa.
Se você ainda não sabe o que é o Social Good Brasil é um movimento que acredita no poder do uso das tecnologias, das novas mídias e do pensamento inovador para unir as pessoas na solução de problemas sociais. E na verdade, esse é um programa de todos nós!

sábado, 25 de agosto de 2012

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL

"A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado 
ou para o presente irão com certeza perder o futuro." 
--  John Kennedy -- 


Sempre que converso com líderes de empresas ou empreendedores em empresas familiares percebo a preocupação cada vez mais intensa em ter uma ou duas pessoas preparadas para posições chave. Quem ficará no meu lugar se um dia eu me aposentar? Quem tocará a empresa em uma mudança estrutural?
O tema sucessão tem sido cada vez mais discutido à medida que as empresas amadurecem e percebem que lidar com as pessoas requer dedicação e tempo. Um sucessor não é apenas alguém em quem você possa confiar ou um funcionário exemplar em suas atribuições técnicas. Um sucessor é alguém que preconiza os valores da empresa, compactua de sua estratégia e luta por sua visão.

quinta-feira, 29 de março de 2012

COMUNIDADES CRIATIVAS

"Uma comunidade mundial só pode existir com comunicação mundial que
significa algo mais que extensas instalações de software espalhadas sobre o globo.
Significa compreensão comum, uma tradição comum, idéias comuns e ideais comuns."
- Robert Hutchins -


Com a aproximação da Conferência das Nações Unidas pelo Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 (leia mais sobre ela aqui), somos bombardeados diariamente com assuntos que giram em torno da sustentabilidade e sobre seus impactos diretos tanto em termos ambienteis quanto em termos sociais. Seja no ambiente organizacional, nas pautas de jornais e revistas, nas campanhas dos pré-candidatos às eleições 2012 ou nos demais agentes da sociedade e da internet, o tema ganhou força novamente.
Aqui mesmo no Lounge Empreendedor foram publicados textos sobre sustentabilidade, inovação e responsabilidade social e sobre sua importância na competitividade e no sucesso empresarial em termos de desenvolvimento de novos produtos, serviços e em modelos de gestão e de negócios.
Bem, até aqui é o discurso de sempre, correto? 

quarta-feira, 28 de março de 2012

DIREITO DOS SÓCIOS


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Uma das maiores necessidades das empresas nascentes (aqueles que estão começando a operar no mercado) é a obtenção do capital inicial para abrir as portas. Duvido que você duvide dessa afirmação. 
Na verdade, motivos para se manter um bom nível de capital nas empresas não faltam: uma política de vendas agressiva, estoques suficientes para aumento de demanda, fortalecimento das ações de promoção e marketing, aumento no quadro de funcionários... Enfim, poderíamos enumerar diversas atividades. 
Como o mercado financeiro torna a vida do empreendedor cada dia mais difícil (mesmo com várias iniciativas para a redução da burocracia e das taxas de juros, crédito no Brasil ainda é um sufoco), a alternativa que resta aos empreendedores é lançar-se à busca por investidores. Seja como anjos ou demônios, muitas sociedades são estabelecidas justamente neste momento e sem reflexão sobre os direitos e deveres entre as partes que deverão ser consideradas ao longo de toda a gestão do negócio pelos anos seguintes. 
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, resolvi compartilhar com vocês um texto do Valor Econômico (é bem técnico, mas importante!) que pode auxiliar a análise dos direitos dos sócios nos negócios... Vamos lá?!?

sábado, 28 de janeiro de 2012

EDUCAÇÃO PARA O FUTURO

"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo.
E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que
a justiça social se implante antes da caridade."
Paulo Freire


A educação brasileira melhorou muito nos últimos anos, mas continua uma catástrofe. Bons exemplos estão espalhados por vários lugares, mas a falsidade de uma aparente “educação para todos” cria ilusões acerca dos caminhos necessários para a conquista de novos patamares.
Mais do que acesso é preciso que os interessados na discussão perguntem-se “quais os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para o fomento de uma educação empreendedora e sustentável?, que processos educacionais podem ajudar a construí-los?”
Se desenvolvimento sustentável é ser solidário com as gerações futuras, não há solidariedade maior do que a de prover crianças, jovens e os que ainda virão ao mundo de saberes necessários para a construção de uma nova realidade mais empreendedora, justa e responsável.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ONTEM, HOJE E AMANHÃ

O período que compreende o fim do século 13 e meados do século 17 foi marcado por transformações em muitas áreas, deixando para trás a Idade Média e dando concedeu espaço para o início da Idade Moderna. As mudanças foram sentidas nas sociedades, na cultura, na economia, na política, nas artes, na ciência e na religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e rompendo com as estruturas medievais. Faz-se valer o renascimento, a redescoberta, a revalorização das referências e o resgate do homem.
Este momento da história foi responsável pelo grande impulso da humanidade e fez com que surgisse um novo modelo de produção, até então tão alinhado e dependente da agricultura e de suas limitadas possibilidades. Surgia, então, os conceitos de produção em escala, desenvolvimento fabril e divisão de classe, definindo burguesia e proletariado e separando aqueles que tinham uma vida mais próspera daqueles que nunca a teriam. Embora alguns historiadores apontem esta época como "o aperfeiçoamento da sociedade", hoje sabemos bem que as definições eram a legítima separação do joio e do trigo.

domingo, 22 de agosto de 2010

CULTURA E AÇÃO

A cultura é um elemento importante para o desenvolvimento. Não se trata de investimento supérfluo diante de tantos desafios sociais.
O começo do século XXI, marcado pelo crescimento econômico e o avanço tecnológico, traz consigo uma dramática situação social. O incremento da produção não é capaz de resolver problemas graves, como a fome, a má distribuição de renda, a falta de saneamento básico e os desafios climáticos, como o aquecimento global.
Crescimento econômico não traz, portanto, desenvolvimento. O modelo atual não é sustentável. Precisamos pensar em atividades economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente sustentáveis.
O desafio é enorme e a cultura é uma importante aliada nesta batalha. Elo entre os setores mais diferentes da sociedade, ela é capaz de renovar laços entre pessoas e grupos. Não se trata de pensar a cultura apenas como um mercado produtor de shows, espetáculos teatrais e produções cinematográficas. É preciso, sobretudo, incentivar ações e criar espaços que despertem a importância da vida em comunidade, buscando a inclusão e o acesso do maior número de pessoas possível.
Em Mogi das Cruzes, por exemplo, a valorização da cultura japonesa tem papel fundamental na rica e reconhecida produção agrícola do município. Sem dúvida, o cotidiano de luta, esforço e trabalho de agricultores da região é fundamental para o sucesso de produtos como o caqui, a orquídea ou o cogumelo no Brasil e no exterior. Mas será que sem a promoção de festas e feiras como o Akimatsuri e o Furusato Matsuri haveria os mesmos laços da produção agrícola com sua comunidade?
O incentivo e o apoio a feiras agrícolas, festas religiosas, orquestras, corais, artistas plásticos, peças teatrais e outras manifestações culturais são importantes. Valorizar a cultura de forma local estimula ações de alcance global por meio de estratégias que permitem a descentralização de ações para geração de negócios.
Contudo, festas e boa vontade não bastam. Uma boa estratégia cultural deve considerar também a formação de público e a conscientização da comunidade. Parcerias para custeio de ingressos são capazes de auxiliar nesse sentido, bem como a existência de espaços que sirvam de ponto de encontro para a população, como museus, teatros, bibliotecas e centros culturais.
Enfim, fomentar, descobrir, revelar e valorizar a efervescência cultural de uma região cria uma bem-vinda sensação de vida em comunidade. Criam-se sentimentos comuns, inclusive sobre os problemas que atingem as demais pessoas ao nosso redor. Só assim é possível construir a noção de bem comum que possibilita se apropriar e colocar em prática os conceitos de desenvolvimento sustentável – uma responsabilidade de todos, não só do Estado, da iniciativa privada ou das organizações sociais.
Somos um povo heterogêneo, mas certamente temos a cultura que nos une.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
21 de agosto de 2010

terça-feira, 8 de setembro de 2009

TENHO MESMO QUE APRENDER ISSO?


Adoro fazer palestra em faculdade e me relacionar com o olhar de esperança da atual juventude “perdidinha da silva”, sentada nas tradicionais salas de aula e certas que ao saírem dali irão se deparar com concorrentes tão ou mais preparados e que por isso, eles deverão ser os melhores, afinal ninguém está saindo do mercado para dar lugar aos que estão chegando.
Ao mesmo tempo, fico assustada com a enxurrada de novas faculdades e cursos que vejo se constituindo todos os anos fundamentados sob as tradicionais perspectivas onde professores fingem que ensinam enquanto alunos fingem que aprendem.
Acredito que o aprendiz sério não busca respostas certas e prontas do professor. Ele formula as questões e empreende uma árdua caminhada na busca das respostas, lado a lado com o professor.
Nesse contexto, a sala de aula torna-se um ambiente de parceria.
Ao invés de os alunos se perguntarem "Por que eu tenho que aprender isso?", todos juntos passam a entender a importância de determinados conteúdos e experiências. Antes de ler “A Moreninha”, talvez leiam “O Monge e o Executivo”, pois é o tema que faz sentido no contexto de desenvolvimento do aprendiz.
É claro que as fases precisam ser respeitadas. Quando se ensina uma criança sobre meio ambiente, sobre cidadania, sobre a história do seu país e do mundo, sobre as lendas, mitos e cultura de seu país, ensinamos a ela o que é ser humano.
Nós nos educamos para aprender a ser gente, certo?!?
E para ser gente precisamos ir além do currículo tradicional, precisamos entender a importância da cultura empreendedora em todos os níveis da educação (do fundamental ao superior) e da criação de um ambiente favorável nas instituições de ensino para formar uma rede de pessoas comprometidas e envolvidas na aplicação do tema.
Além disso, defendo o resgate daquelas matérias que pareciam "inúteis" como, por exemplo, educação moral e cívica, sociologia, direito constitucional, macroeconomia, filosofia, etc.
Afinal, a educação é mais do uma fornecedora de mão de obra qualificada para as empresas, é também catalisadora da formação de pessoas capazes de extrair o melhor de si em prol da sociedade.
Se você parar para pensar tenderá a concordar comigo que quanto mais a sociedade avançar, menos mão de obra será necessária para mantê-la? Vivemos isso pós revolução industrial e hoje, com o advento do empreendedorismo, sabemos que não haverá o tradicional emprego de carteira assinada para todos.
Acredito que as empresas, sejam elas de qualquer porte, serão as enzimas dessa transformação. Escolas como o SENAC e SENAI têm buscado ouvir as empresas para entender sua real necessidade antes de oferecer um curso em sua grade tradicional. Existe um desperdício enorme de material humano nesse país porque as escolas estão desconectadas das empresas que por sua vez também estão desconectadas do resto. É preciso pensar num processo de formação sólido, com conhecimento alinhado à tecnologia e empreendedorismo.
E é importante que se diga: capacitação é diferente de educação. Não podemos levar para as universidades apenas o conceito de capacitação.
Quero filhos que entendam seu papel como cidadãos, quero seres humanos que saibam questionar o mundo, que se sintam confortáveis para quebrar paradigmas e entendam que o melhor caminho para isso é não ter nenhum caminho, e sim bom conhecimento, habilidades e atitudes corretas que gerem resultados positivos para si e a sociedade em que se relacionam.
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em o5 de setembro de 2009
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