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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

SIMPLES NACIONAL

Desde que foi implantado o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições - Simples Nacional, em 2007, a União, os estados e os municípios arrecadaram R$ 130 bilhões pelo sistema. A informação, segundo o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, mostra a importância das iniciativas em prol das MPEs. 
Barretto comentou ainda que o Simples aumentou o recolhimento de impostos no País, ao ampliar a base de arrecadação. "No início, em 2007, a arrecadação da União, dos estados e dos municípios era de R$ 8,3 bilhões. Em 2011, até o mês de outubro, já foram recolhidos R$ 34 bilhões. É um regime em que todos ganham: as empresas, a sociedade e o governo. Aumenta a formalidade e a base de arrecadação", analisou Barretto. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

REAJUSTE DO SIMPLES

"País rico é país sem pobreza. E país sem pobreza é um país com classe média forte"
(Dilma Rousseff)


A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje o projeto de lei que altera o Simples Nacional e o Empreendedor Individual. A cerimônia, marcada para as 11 horas, no salão nobre do Palácio do Planalto, contou com a presença de ministros, parlamentares, empresários e integrantes de instituições de apoio aos micro e pequenos negócios, como o Sebrae.
O projeto é de iniciativa do Executivo e depois de enviado ao Congresso no dia 9 de agosto, foi aprovado por unanimidade na Câmara (31 de agosto) e no Senado (5 de outubro). A medida reajusta em 50% os limites de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Simples Nacional. O da microempresa passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena sobe de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O teto do Empreendedor Individual (EI), categoria jurídica em vigor desde julho de 2009, aumenta de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

NEGÓCIOS MESH E CONSUMO COLABORATIVO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

O antigo compartilhamento, escambo, empréstimo, troca ou aluguel de coisas entre as pessoas vem ganhando força e uma forma capaz de transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. O consumo colaborativo, turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos ou serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo criou um novo modelo de negócios.
Conhecidos como “Negócios Mesh”, em função do livro de Lisa Gansky, a idéia principal da proposta é a criação de negócios baseados no compartilhamento em substituição à posse de produtos e serviços.
Se voltarmos no tempo, podemos facilmente nos lembrar de artesãos, comerciantes ou produtores agrícolas trocando produtos entre si sem a necessidade de dinheiro. Perdidas no tempo após o advento do capitalismo, do dinheiro e do paradigma da acumulação de bens, essas práticas podem reduzir a produção desnecessária de novos itens e embalagens, incentivar o reuso e reduzir o impacto sobre o meio-ambiente.
Você já parou para pensar se precisa TER um carro ou se precisa SER transportado?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UM NOVO RG


O Twitter ganhou mais uma seguidora: Isabella, filha do jogador de futebol Kaká. Caçula “do meia” do Real Madri e de Carol Celico, a criança veio ao mundo à menos de um mês (23 de abril), em São Paulo, e já nas primeiras horas de vida ganhou seu próprio endereço no microblog, @IsabellaCLeite, fazendo companhia ao irmão mais velho de 3 anos, Luca (@LucaCLeite), e a Lorenzo Gabriel, de dois meses, filho da ex-Mick Jagger Luciana Gimenez.
Pelo visto, foi-se o tempo em que um nascimento ficava restrito a lembrancinhas e álbuns, com direito a fotos do primeiro banho. Hoje, bebê que é bebê já tem  domínio virtual. Não estou dizendo que seja obrigatório ter perfil no Twitter, no Facebook, no Orkut, no MySpace, no TYMR ou no LinkedIn. Mas, temos de admitir que o mundo virtual ganhou novos contornos.
Ter apenas uma conta de e-mail tornou-se obsoleto para quem deseja ficar por dentro de tudo – incluindo conteúdo sobre empresas, produtos, serviços, programação cultural, oportunidades de trabalho, aprimoramento profissional ou apenas sobre o "casamento do príncipe William".
Apesar de alguns acharem que é melhor não entregar-se à tecnologia do compartilhamento de informações, sobretudo em redes de relacionamento, alegado ausência de privacidade, há os que dominam bem o assunto e utilizam as ferramentas virtuais para promover-se, fazer novos contatos, incrementar a carteira de clientes e, sobretudo, provar que acompanha o “andar da carruagem”. É possível viver a contemporaneidade sem prejuízos, sem tirar vantagem e sem ferir ninguém.
As empresas que trabalham com produtos voltados ao público feminino são um bom exemplo disso. Um estudo recente divulgado pela agência internacional eCMetrics aponta que as mullheres são as que mais produzem conteúdo em redes sociais, com predominância da faixa etária dos 18 aos 24 anos e por isso, investir nessa ferramenta de marketing e comunicação com a "mulherada" pode ser o diferencial para negócios com produtos para esse nicho.
O estudo aponta também que 62% dos consumidores on-line têm perfil em alguma rede social, o que, de certa forma, justifica o significativo crescimento de corporações especializadas em E-commerce (venda pela Internet) e a ampla comercialização de espaços publicitários na rede mundial de computadores.
Este cenário, que contempla o desenvolvimento cibernético e que seduz até mesmo recém-nascidos, demonstra que estamos entrando “pra” valer na era da transformação da informação. Ela atribui importância a uma nova espécie de RG ao cidadão, a uma nova forma de consolidar uma identidade e de permitir o nosso acesso a um mundo repleto de oportunidades. Pense nisso!

sábado, 5 de março de 2011

ALÉM DO ZIRIGUIDUM


Além dos feriados e datas comemorativas que tradicionalmente movimentam a economia, o Carnaval promete esquentar ainda mais o ritmo de atividades.
Confesso que além do som da bateria, me encanto com esse momento que valoriza a singularidade, o simbólico e aquilo que é mais intangível: a criatividade.
Cidades criativas, indústrias criativas, economia criativa. Ouço diariamente termos ou conceitos de criatividade permeando decisões de negócios. Não há empresa nos dias de hoje que não coloque a inovação entre os seus fatores de competitividade.
Entre modismo, ingenuidade ou ações reais, o que vale é perceber o impacto da criatividade e da inovação nos vários segmentos da economia. Diante dos desafios da construção de novos modelos de negócios e de uma sociedade mais sustentável, a chamada economia criativa abre uma nova frente de empreendedorismo e oportunidades.
O Carnaval paulistano, por exemplo, gera mais de 4,3 mil empregos diretos e indiretos e movimenta aproximadamente R$ 90 milhões, segundo o Censo do Samba.
O modelo é o mesmo: as escolas escolhem o enredo, definem o samba, desenham carros alegóricos e fantasias e, em menos de um ano, colocam tudo isso na avenida com a emoção e o comprometimento de toda a comunidade. Se as chuvas ou o fogo destroem tudo, não há porque desanimar. Existe uma causa que norteia as decisões do grupo e faz com que todos arregacem as mangas para recomeçar.
Quem tem mais sucesso? Aquele que conseguir ser mais criativo.
Intuitivamente, o Carnaval leva empreendedores a desenvolver sua capacidade não só de criar o novo, mas de reinventar, diluir paradigmas tradicionais, unir pontos aparentemente desconexos e, com isso, equacionar soluções para novos e velhos problemas.
A “concorrência” entre vários atores criativos, em vez de saturar o mercado, atrai e estimula a atuação de empresas, poder público e sociedade. Juntos, todos torcem pelo sucesso da maior festa onde contextos culturais, econômicos e sociais diferentes se misturam e tornam-se um.
Entre o universo simbólico do carnaval e o mundo concreto da economia, a criatividade é o catalisador do valor capaz de gerar desenvolvimento. Fortalecer espaços de economia criativa é uma oportunidade de resgatar o cidadão e o consumidor através daquilo que os faz comum e que emana de sua própria formação e raízes.
Cultura e economia sempre andaram juntas, basta acompanhar a arquitetura, artesanato, cinema, design, festas populares, games, gastronomia, moda, música, softwares, publicidade, rádio, teatro, televisão, turismo.... Não há barreiras para negócios que envolvam criatividade e emoção.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
05 de março de 2011

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

PEGADA VERDE




A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter sua própria sustentabilidade mais do que, apenas, do planeta.
Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e globais e têm relação com nosso padrão de vida atual. Não dá mais para deixar de pensar em qual será o mundo que pretendemos deixar aos nossos filhos e principalmente, em quais são as pegadas que estamos deixando por onde passamos.
Sustentabilidade permeia o universo da educação, dos transportes, do planejamento urbano e doméstico e de todo nosso dia a dia.
Em contato com pequenas empresas por mais de 10 anos, essa é uma questão que sempre me inquietou. Por que delegar a questão da sustentabilidade apenas para ações em grandes empresas? Será que cada pequeno negócio não pode também contribuir para uma gestão mais eficaz de seus próprios recursos e dos recursos do planeta?
Comece entendendo o que é sustentabilidade para a sua empresa. É preciso pensar nessa questão como parte da estratégia de planejamento do negócio e como uma importante ferramenta de gestão. Gestão financeira, gestão de vendas, gestão de pessoas. Não há uma receita definitiva. Só você pode escolher o caminho a trilhar.
Nas grandes empresas, em função de sua alta capacidade de execução é mais fácil visualizar formas de tornar tangíveis seus valores sustentáveis trazendo para o centro da organização uma série de elementos que, hoje, não são tão valorizados como a água ou o ar poluído. A mensuração e venda de crédito de carbono são exemplos dessa natureza.
Se a sua pequena empresa, não está apta a essa ação, você pode pensar em outros tipos de tecnologias verdes a serem implementadas, como reuso de água ou construção de edificações sustentáveis. Embora ainda não exista uma escala suficiente para baratear os preços dessas idéias, no longo e no médio prazo o investimento é válido porque haverá menos gasto, maior durabilidade de materiais e de energia.
Isso sem mencionar o ganho em imagem positiva junto aos clientes, afinal o pensamento sustentável tem sido um forte argumento de venda e a sociedade já enxerga a temática com a devida importância ao presente e ao futuro.
O mundo precisa voltar a ser mais verde e isso significa pensar diferente! O novo profissional será aquele que privilegiar ações sustentáveis e valorizar um planeta mais bem conservado. É preciso atitude e vontade, o que não combina com uma visão burocrática e apática dos negócios.
O problema não é apenas meu ou seu! Seja do tamanho que for, tenho certeza que sua empresa pode ajudar na construção desse caminho que inevitavelmente está sendo traçado.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
19 de agosto de 2010
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