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sábado, 5 de maio de 2012

RAZÃO DE EXISTIR

"Um negócio que só cria dinheiro é um negócio pobre"
-- Henry Ford --


Ganhar dinheiro não deveria ser o principal motivo para alguém iniciar uma empresa. Calma! Não estou defendendo que empreendedores não devam pensar no lucro de seus negócios, mas sim que identifiquem um propósito que diga qual é a diferença que sua empresa fará para o mundo.
Ter um propósito (ou uma clara proposta de valor, como alguns preferem) é a razão de ser de seu negócio e o que lhe dará a direção para tudo o que fizer, propor e oferecer ao mercado. Vai além do “simples” objetivo de fazer dinheiro. E garanto: no final das contas, pode resultar em ganhos que ultrapassam tudo o que um empreendedor possa capitalizar se quiser oferecer apenas mais do mesmo daquilo que o mercado que já conhece.
Um modelo de negócios que se proponha em gerar valor para o mundo aumenta o seu próprio valor no mercado. Pense em quantas empresas você conhece que fortaleceram suas marcas a partir da realização de objetivos ambiciosos que atendiam não apenas o desejo de enriquecer seus líderes, mas em oferecer valor ao cliente.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A VOZ DO CONSUMIDOR

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser,
mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Voltaire

Usar as mídias sociais como canal para soltar o verbo contra as empresas já não é mais novidade. Uma legião de consumidores já percebeu o poder da internet e provavelmente, metade de todo conteúdo produzido em canais como Twitter e Facebook são reclamações contra falhas em produtos e serviços prestados pelas mais diversas marcas. E tudo isso é feito na esperança de que elas escutem as queixas e resolvam esses "pepinos".
Pensando nisso, três amigos da cidade de Bauru, no interior de São Paulo, decidiram dar uma força a esse tipo de reclamação. Ricardo Falasca (@ricardofalasca) Maurício Fodra (@fodra) e Fernando Cordeiro (@nandocordeiro) lançaram neste ano o #FezFail, site que compila todas essas reivindicações no mesmo lugar. A página mostra as empresas que mais foram vinculadas à hashtag #fail - que significa "fracasso". Entretanto, a página que chama mesmo a atenção é de #CagadasEmTempoReal diretamente do Twitter. Além do acompanhamento da hastag, todas as semanas, o #FezFail gera um gráfico mostrando quais são as empresas mais (mal) faladas.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

PEGADA VERDE




A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter sua própria sustentabilidade mais do que, apenas, do planeta.
Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e globais e têm relação com nosso padrão de vida atual. Não dá mais para deixar de pensar em qual será o mundo que pretendemos deixar aos nossos filhos e principalmente, em quais são as pegadas que estamos deixando por onde passamos.
Sustentabilidade permeia o universo da educação, dos transportes, do planejamento urbano e doméstico e de todo nosso dia a dia.
Em contato com pequenas empresas por mais de 10 anos, essa é uma questão que sempre me inquietou. Por que delegar a questão da sustentabilidade apenas para ações em grandes empresas? Será que cada pequeno negócio não pode também contribuir para uma gestão mais eficaz de seus próprios recursos e dos recursos do planeta?
Comece entendendo o que é sustentabilidade para a sua empresa. É preciso pensar nessa questão como parte da estratégia de planejamento do negócio e como uma importante ferramenta de gestão. Gestão financeira, gestão de vendas, gestão de pessoas. Não há uma receita definitiva. Só você pode escolher o caminho a trilhar.
Nas grandes empresas, em função de sua alta capacidade de execução é mais fácil visualizar formas de tornar tangíveis seus valores sustentáveis trazendo para o centro da organização uma série de elementos que, hoje, não são tão valorizados como a água ou o ar poluído. A mensuração e venda de crédito de carbono são exemplos dessa natureza.
Se a sua pequena empresa, não está apta a essa ação, você pode pensar em outros tipos de tecnologias verdes a serem implementadas, como reuso de água ou construção de edificações sustentáveis. Embora ainda não exista uma escala suficiente para baratear os preços dessas idéias, no longo e no médio prazo o investimento é válido porque haverá menos gasto, maior durabilidade de materiais e de energia.
Isso sem mencionar o ganho em imagem positiva junto aos clientes, afinal o pensamento sustentável tem sido um forte argumento de venda e a sociedade já enxerga a temática com a devida importância ao presente e ao futuro.
O mundo precisa voltar a ser mais verde e isso significa pensar diferente! O novo profissional será aquele que privilegiar ações sustentáveis e valorizar um planeta mais bem conservado. É preciso atitude e vontade, o que não combina com uma visão burocrática e apática dos negócios.
O problema não é apenas meu ou seu! Seja do tamanho que for, tenho certeza que sua empresa pode ajudar na construção desse caminho que inevitavelmente está sendo traçado.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
19 de agosto de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!



ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

NO LEME DA INOVAÇÃO


Pelé revolucionou o futebol ao bater pênalti com a paradinha que engana os goleiros. A bossa nova, com sua cadência própria, criou um novo ritmo na música brasileira e mundial. O que isso a ver som inovação?!?
A palavra inovação vem do latim innovatio, que significa a introdução de alguma novidade em qualquer atividade humana.
Na verdade, ela está presente em nosso dia a dia mais do que podemos imaginar e as experiências que acabo de citar comprovam sua eficácia e sua capacidade de criar o novo, mas o objetivo aqui é focá-la nos negócios; é ver a inovação como uma forma de as empresas se tornarem mais competitivas e mais lucrativas respondendo às exigências dos consumidores.
Exigências que hoje são cada mais rápidas!
Quando as exigências dos mercados eram menores, a evolução tecnológica era mais lenta e o consumidor se satisfazia por mais tempo com um produto, inovação parecia algo distante dos pequenos negócios e os produtos/serviços permaneciam mais tempo no mercado.
Hoje é possível imaginar um banco que não ofereça aos seus clientes a possibilidade de fazer operações pela internet? Qual o futuro de um pequeno varejo que não aceita pagamentos com cartões de débito ou de crédito?
O caminho para a inovação consiste numa persistente busca do novo, feita de tentativas, erros, acasos, e, como todo empreendedor sabe – muita perseverança. Consiste na observação constante das tendências do seu mercado e do que seu cliente espera para que, então, você obtenha ganhos financeiros por meio da introdução de novos produtos ou serviços, aceitos pelo mercado, de novos processos, de novas práticas de marketing ou de novos métodos organizacionais. Lembrando sempre que melhorar um produto já existente também significa inovar.
É um equívoco acreditar que somente grandes empresas e empresas do setor industrial de ponta (eletrônica, telecomunicações, aviação etc.) precisam inovar.
Se a palavra está na moda, significa que ela pode transformar os meios da sua empresa se relacionar com o mundo. Dependerá da sua própria atitude!
Se você demorar a se adaptar às necessidades do mercado e encontrar dificuldade para promover mudanças no seu negócio, estará correndo grande risco: sua lentidão pode fazer com que as inovações cheguem tarde e não encontrem mais consumidores disponíveis. Seus clientes, ou antigos clientes, encontraram em empresas concorrentes aquilo que queriam.
Mas se você estiver permanentemente atento às mudanças e agir rapidamente se antecipando a elas, mantém sua clientela fidelizada e tem chances ser a empresa concorrente que atrai os (antigos) clientes do empresário reativo.
E não se desespere caso perceba que já ficou para trás. Priorize o que for mais urgente (por exemplo, melhorar um produto que toda a concorrência já melhorou) ou faça primeiro o que exigir menos tempo ou menor investimento. Tenha apenas uma certeza em mente: inovação requer prática e no mundo extremamente competitivo em que estamos, o maior dos riscos é ficar parado.
É certo que os barcos estão mais seguros ancorados e amarrados no cais, mas foi para isso que foram construídos?
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no MogiNews
14 de novembro de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

REALIZAR SONHOS

Muitas vezes, falamos que ser empreendedor é ter a capacidade de realizar sonhos e se esses sonhos envolvem a geração de um novo negócio, o desafio está na criação de uma nova pergunta: que sonhos você tem oferecido ao seu cliente?
Uma empresa normalmente começa pelo sonho de seus acionistas. Sonhar com um produto diferenciado, atendimento impecável, custos competitivos, velocidade de resposta e vantagens competitivas notáveis faz parte do dia a dia da maioria dos negócios; mas o grande diferencial da atualidade está na capacidade de entender o que o seu cliente vem sonhando.
Para isso é preciso ter o cliente como centro do seu planejamento estratégico, como a efetiva razão de ser do seu negócio. E clientes podem ser as pessoas físicas, as organizações público ou privadas ou as instituições sem fins lucrativos que estejam dispostas a se relacionar com você e compartilhar seus próprios sonhos com os da sua empresa.
Em um plano de negócios, buscamos identificar o tamanho e potencial dessa clientela, onde ela está localizada, seus hábitos de consumo e a importância que conferem àquilo que pretendemos oferecer.
Mas existem coisas que vão além! O seu posicionamento no mercado fará com que o consumidor entenda o lugar efetivo da sua empresa, afinal ele não é apenas o sonho que você oferece realizar, mas sim como o cliente percebe e situa a sua proposta frente à proposta dos seus concorrentes?
O que é bom para o cliente hoje, amanhã pode não ter a mesma importância. As pessoas estão cada vez mais exigentes, diferentes e extravagantes. A falta de tempo, o excesso de pressão e de tarefas, a grande oferta de alternativas e o excesso de produtos disponíveis traz confusão às mentes do consumidor e oportunidades para empresas que souberem identificar o que, em alguns casos, nem o próprio cliente ainda sabe que deseja.
Impossível?!? Certamente não, isso é apenas uma equação da própria complexidade humana. Complexidade que merece uma abordagem focada na EXPERIÊNCIA DO CLIENTE, nas emoções. É necessário entender as razões, os valores, as expectativas, o momento que traz um cliente a se relacionar com você. Talvez seja no entendimento do momento que você consiga oferecer a melhor solução para o seu cliente.
Que tal deixar o seu negócio realizar sonhos que vão além dos seus?
Para isso, entenda que o seu negócio começa e termina com o seu cliente; lembre-se que clientes não são iguais e mudam ao longo do tempo; mantenha seus clientes atuais dedicando mais tempo a conhecê-los; e entenda o valor que cada cliente possui pra você
O resto certamente virá com o sucesso de uma gestão dedicada e integrada entre você e a razão de sua empresa existir.
Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 22 de agosto de 2009

quarta-feira, 29 de julho de 2009

EM ÉPOCA DE CRISE, MOSTRE A SUA CARA!

Essa semana, iniciarei no blog a publicação dos meus artigos já editados aqui na região... Como o blog nasceu depois da minha contribuição como articulista por aqui, tenho vários textos em arquivo que ainda não compartilhei com vocês...

Então vamos lá... Esse texto foi publicado em novembro de 2008:

Antes de iniciar o artigo dessa semana, preciso esclarecer que não sou corinthiana, mas como boa são-paulina que sabe o que é vencer e reconhece no adversário suas características fundamentais, tenho que valorizar a “sacada” genial da área de marketing do timão ao lançar uma camisa que literalmente tem a cara do torcedor e do time que fez a equipe com garra voltar à primeira divisão do campeonato brasileiro.
Mas você que lê esse artigo agora, deve estar se perguntando: “onde a Ana quer chegar?”. Eu explico.
A história é bem simples. Enquanto muito se fala em crise, os pequenos negócios precisam buscar alternativas para não se paralisar. Ainda não é possível saber com qual dimensão a turbulência econômica mundial chegará aos pequenos negócios no Brasil, mas com certeza já percebemos que não ficarão imunes a ela.
Como os fundamentos econômicos do país se fortaleceram nos últimos anos, espera-se que os efeitos não sejam demasiados fortes, mas não há garantias sobre isso.
Por isso, vender deve ser a prioridade número 1 dos empresários!
Seja criativo em todas as formas de atrair clientes e de influenciar as suas decisões de compra. Tenha a sua própria “sacada” genial!
Valorizar a equipe e o cliente não só fideliza, mas também traz maior identificação do público com a sua empresa e pode gerar bons resultados futuros. Afinal, aposto que todos já ouviram que é sempre mais vantajoso manter o cliente e o seu atual time trabalhando do que conquistar novas pessoas.
É preciso, ainda, inovar! Encontrar formas inovadoras traz um diferencial para o seu negócio num cenário tão adverso como o atual, e isso pode estar em atitudes simples que não envolvem grandes investimentos financeiros, mas que com criatividade causarão um impacto extremamente positivo, cabendo perfeitamente no orçamento do seu negócio.
Tenha produtos diferentes, difíceis de serem copiados pela concorrência; estimule a presença do cliente na sua empresa e atenda bem, porque certamente se o cliente não for bem tratado, não irá voltar e irá reclamar do “técnico” para o resto da torcida.
Além disso, mantenha seu time treinado, motive seus funcionários para que saibam o quanto é importante tratar bem um cliente. Busque incentivar a sua equipe através de bonificações diferenciadas de acordo com o resultado que tiverem. Se todos virem que irão lucrar com o bom desempenho do estabelecimento, ficará mais fácil obter resultados positivos.
Rixas futebolísticas à parte, vale notar o exemplo alvi-negro quando o assunto é cativar o público. Coloque o seu time em campo e boa sorte!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no DAT em 29 de novembro de 2008

segunda-feira, 27 de julho de 2009

VENDER!


A proximidade do Dia dos Pais faz com que muitos empresários comecem a se perguntar o que fazer para vender mais.
A venda é a engrenagem que move todas as demais, é o ponto de partida que põe toda a empresa em movimento, afinal enquanto não houver um pedido de cliente nada acontece na empresa.
Saber vender, então, é uma competência que faz toda a diferença. Envolve conhecer o produto e o cliente, afinal não basta ser um amplo conhecedor do produto, se não se preocupar com o relacionamento e com o atendimento que dá ao seu cliente.
No SEBRAE-SP, temos percebido que o atendimento ao cliente é o calcanhar de Aquiles de várias empresas. Muitas vezes, empresários acabam caindo na tentação de escolher seus colaboradores por sua baixa pretensão salarial. Mas será essa a melhor estratégia ou devemos acreditar na sabedoria popular de que “o barato sai caro”?
Se o coração da empresa são as vendas é muito importante ter cuidado na seleção das pessoas que irão trabalhar com você. Principalmente no caso de pequenas empresas que têm poucos colaboradores para contar. O desempenho de cada um pode ser determinante para o bom resultado do negócio. Se você olhar para o mercado irá perceber que mercadorias e preços estão cada mais similares, o bom atendimento é que faz toda a diferença. E por isso, o desafio passa a ser diferente.
Não basta conquistar novos clientes, você deve pensar em firmar um relacionamento sólido, uma aliança entre o seu negócio e seu cliente. É preciso encantar, criar valor e superar as expectativas por uma oferta que vá além da compra do produto ou do serviço.
Nesse contexto, a função do atendente não pode ser vista como um ritual de iniciação na vida corporativa, dando lugar apenas àqueles com menores pretensões salariais. Esse espaço requer cada vez mais profissionalização para que a excelência do atendimento possa ser conquistada.
Saber vender requer a percepção e utilização de nossos cinco sentidos cuidando de cada detalhe que pode promover o desejo do cliente: atmosfera, design, cores, cheiros, comunicação, disposição dos produtos, texturas, embalagens, o que for. É preciso deixar o cliente explorar os produtos e suas funcionalidades, pois nada convence tão rápido como a experimentação. Vendedores que grudam nos clientes e tiram sua liberdade deveriam ser extintos.
Quando um cliente entrar na sua loja, a partir de hoje, dê a ele mais do que suas necessidades e desejos. Prepare seus colaboradores para se relacionar com clientes cada vez mais exigentes que esperam o reconhecimento de sua importância e querem ser tratados como únicos. E merecem, porque embora nem sempre tenham razão, são a razão de ser de qualquer negócio.
ANA MARIA MAGNI COELHO
25 de julho de 2009
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