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A prevenção é o melhor recurso contra quem depois não vai pagar você
A alta da inadimplência nos últimos anos não está relacionada apenas ao crédito farto e à falta de educação financeira do brasileiro. Existe um fator que para nós, mulheres, pode ser ainda mais perigoso: a ansiedade e a insatisfação com a aparência estimulam as compras por impulso e elevam o risco de calote pelos consumidores, segundo um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédio (SPC).
Quando tomei conhecimento dessa pesquisa, logo pensei: “Uau! Preciso levar o assunto ao Blog da Manna. Afinal, lá estão consumidoras e também empreendedoras que precisam cuidar do assunto para depois não terem maiores problemas com o endividamento”.
Não é novidade que problemas financeiros influenciam nos relacionamentos familiares e amorosos, mas será que a falta de dinheiro prejudica também o desempenho profissional?
Não tenho a menor dúvida que sim. O estresse financeiro tem sido o principal fator de presenteísmo - quando as pessoas vão para o trabalho, mas não contribuem inteiramente para a produtividade. Embora naquele dia elas estejam de corpo presente no ambiente corporativo, despendem grande quantidade do tempo de trabalho abstraídas ou fazendo coisas outras que não o próprio trabalho, normalmente contas, acordos e negociações quando é a saúde financeira que está em jogo.
O colaborador que sofre com endividamento tende a ser um profissional mais preocupado e centrado em situações que fogem do seu espaço de trabalho, como a procura de meios e soluções que o tirem do vermelho. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), mais da metade dos brasileiros estão endividados. Em fevereiro, por exemplo, 57,4% dos 18 mil consumidores entrevistados pelo instituto tinha algum tipo de dívida com a qual se preocupava.
Preocupado com a gestão dos pequenos negócios, o Sebrae no Distrito Federal desenvolveu, em parceria com empresas de tecnologia locais, um programa de computador para ajudar no controle financeiro dos empreendedores individuais. O software, denominado AcompanhEI (versão 21/01/11), é distribuído gratuitamente desde dezembro de 2010 e ajuda no domínio de receitas e despesas, facilitando a entrega da declaração anual do imposto de renda. Uma preocupação recorrente do empreendedor individual desde sua regulamentação.
De acordo com o diretor superintendente do Sebrae no DF, José Carlos Moreira De Luca, a ferramenta proporciona aos empreendedores individuais um conhecimento mais aprofundado do negócio, gerando um controle financeiro efetivo da própria empresa.
Matrícula da escola, material escolar, IPTU, IPVA, aumento nas tarifas da conta de água, fatura do cartão de crédito com as compras do Natal... Ufa! Será que o bolso aguenta?!?
Tradicionalmente um mês de muitas despesas extras, janeiro requer planejamento e monitoramento para evitar o pagamento de um alto preço em seu orçamento (e às vezes, em sua saúde) por todo o novo ano.
Embora o endividamento seja considerado um fenômeno relativamente novo em nossa sociedade, o significativo aumento de pessoas endividadas traz uma nova dinâmica a economia. Poucas famílias, mesmo as consideradas mais esclarecidas, têm o hábito de parar e pensar no quanto de sua receita está comprometida com dívidas ao longo dos meses. Esta falta de reflexão conjunta acaba conduzindo a tomada de decisão sobre novas questões financeiras de forma errônea: por impulso, por compulsão e, principalmente, pelo significado que determinados produtos têm para cada um.
Até o dia 30 de novembro, as empresas devem fazer o pagamento da primeira parcela do 13º salário no Brasil, que equivale a 50% do seu valor integral. Dinheiro extra é sempre motivo de alegria e para o empreendedor, motivo de preocupação caso o fluxo de caixa esteja apertado ou se sua projeção esteja inconsistente.
Para o trabalhador a dúvida normalmente fica entre quitar as pendências com contas atrasadas, comprar os presentes de Natal, guardar para os impostos do início do próximo ou até mesmo investir em uma poupança ou ações.
Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aproximadamente 78 milhões de brasileiros serão beneficiados com o pagamento do décimo terceiro salário que deverá njetar cerca de R$ 118 bilhões na economia brasileira - aproximadamente 2,9% do PIB. Beneficiam-se deste valor, os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.
Uma recente pesquisa divulgada em 29 de agosto pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) apontou que o porcentual de famílias endividadas na cidade de São Paulo caiu de 47,3% em julho para 45,1% em agosto. Em números absolutos, significa dizer que 1,62 milhões de famílias tinham algum tipo de dívida em agosto, o menor patamar desde junho de 2010.
A pesquisa considera endividada aquela família que possui contas ou dívidas contraídas com cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestação de carro e de seguros. (Ops! Será que há alguma família completamente livre de tudo isso? Se existir, eu respeito muito!)
Na avaliação da Fecomercio, a redução no nível de endividamento é resultado do nível alto de emprego e do conseqüente aumento da renda familiar. O estudo mostra também queda no porcentual de famílias paulistanas com contas atrasadas em agosto na comparação com julho. No período, o recuo foi de 15% para 12%. Em paralelo, o porcentual de famílias que afirmou não ter condições de pagar suas dívidas caiu de 6% para 5,5%.
Não é de hoje que defendo a idéia da inovação e da mudança como fator de competitividade para os pequenos negócios. Já diz o ditado que quem fica parado é poste, certo?
E empresa “poste” tem pouquíssimo espaço no mercado atual.
Com o acirramento da concorrência, a ausência de barreiras de entrada para vários segmentos, a elevação do nível de exigência dos clientes e a presença de concorrentes de qualquer lugar do mundo, ficar parado é um perigo enorme.
Ainda que você esteja faturando bem e pense que tudo está indo muito bem com um “funcionamento em perfeito funcionamento”, não se sinta tentado a invocar o "status quo". Ficar parado no mundo de hoje é praticamente andar para trás.
É preciso rever modelos, pensar em novos caminhos, assumir aquilo que nem você sabe que não sabe.
Por isso, trouxe a nova campanha do Itaú para o Lounge Empreendedor. Com o mote“O mundo muda e as empresas precisam fazer cada vez mais”, o banco está lançando uma nova campanha específica para sua carteira de empresarial. Eu achei as propagandas bem legais, com linguagem dinâmica e super apropriada ao universo das pequenas empresas.
Não é de hoje que empreendedores de pequenos negócios acreditam que precisam resolver sozinhos todos os problemas do negócio, desde o “cafezinho para o cliente”, compras, vendas, marketing, produção, finanças, pessoas... Ufa! Pequeno empresário não precisa ser super herói.
Que tal parar de abraçar o mundo e cuidar das decisões que realmente precisem de você?
Concentre-se naquilo que é importante. Descubra o que seu cliente mais valoriza. Conquiste sua confiança. Comunique-se positivamente. Promova seu negócio. Experimente, tente...
Acredito que nosso país vive um importante momento para o fortalecimento das pequenas empresas. Talvez seja também o momento para você profissionalizar vários aspectos da gestão do seu próprio negócio.
Vá além dos clientes, concorrentes e forncedores. Conheça as facilidades e oportunidades de um bom relacionamento com os bancos. Lembra do post sobre crédito?!?
Não adianta correr para o gerente do seu banco apenas nos momentos em que sua empresa já está com a corda no pescoço.
Estabeleça vínculos. Aproveite as oportunidades. Muitos bancos contam com especialistas que podem orientar as finanças da empresa e a utilização correta do seu capital. Lembre-se que o mundo muda e você precisa estar pronto para ele.
Um dos principais problemas das micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil é a obtenção de crédito para sua manutenção e para investimentos em expansão. Todo bom empreendedor quer fazer sua empresa crescer, mas muitas vezes esbarra na falta de dinheiro para realizar esse sonho.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post desta semana pretende facilitar o acesso que sua empresa pode ter ao crédito.
A primeira coisa a fazer é identificar se o crédito que você deseja ter é mesmo necessário. Muitas vezes, é preciso sanar problemas de gestão antes de requerer mais crédito ao mercado. Exemplos clássicos envolvem o fluxo de caixa e a não conformidade de prazos entre o recebimento do cliente e o pagamento do fornecedor.
Por isso, antes de formalizar um pedido de financiamento, identifique se é o melhor momento para investir.
O momento da fixação dos preços é crucial para a sobrevivência e prosperidade de um negócio. Cada empresa tem suas características e seu mercado, mas na hora de formar o preço é preciso levar em conta equações comuns da gestão financeira: custo do serviço/produto, despesas variáveis, despesas fixas e lucro líquido.
Formar um preço que garanta a perenidade e competitividade do negócio passa por um profundo conhecimento sobre sua atividade empresarial. Existem variados pontos de vista a respeito da administração do preço. Um deles é a prática de preços determinados pelo mercado, onde o empresário trata de acompanhar os preços da concorrência, ou ainda quando o próprio cliente é que determina o valor de compra de acordo com as opções de preços encontrados.
O outro ponto de vista preconiza que os preços devem ser elaborados baseados em cálculos econômicos em que o empresário utiliza-se de índices internos dos custos fixos e variáveis para garantir a margem de lucratividade desejada ao seu negócio.