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sábado, 21 de abril de 2012

AVENIDA BRASIL

40 milhões de brasileiros chegaram a classe média na última década e apenas em 2011, movimentaram R$ 1 trilhão na economia brasileira. Hoje, a chamada classe C já consome quase metade do que é vendido em alimentos e bebidas no país e possui metade dos cartões de crédito em operação, e mesmo se pensarmos nas complicações que o endividamento possa vir a ter no futuro, essa curva é ascendente e sem volta.
Por isso, o tema foi um dos destaques no Seminário Internacional de Pequenos Negócios promovido pelo SEBRAE. (Já falei do seminário aqui no Lounge Empreendedor).
Analisar o comportamento destas pessoas e identificar fatores que favoreçam sua ascensão social e interfiram diretamente o desenvolvimento do país é ponto chave para o aumento da competitividade dos negócios atuais e para o fomento ao empreendedorismo.
Vamos começar entendendo o que é fazer parte desta nova classe média.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PRAZO PARA ENTREGA DA RAIS


As micro e pequenas empresas e os empreendedores individuais devem ficar atentos ao prazo de entrega da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ano-base 2011. O prazo começou dia 17 de janeiro e vai até o dia 9 de março. A declaração é feita pela Internet, no portal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O Ministério do Trabalho alerta que a Rais é obrigatória para todos os estabelecimentos com registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), incluindo os empreendedores individuais. Mesmo as MPEs que não contrataram empregados em 2011 precisam entregar o documento, no caso, a Rais Negativa.
O Empreendedor Individual que não tem empregado não precisa apresentar a Rais negativa. A isenção foi estabelecida pela Portaria nº 371 do Ministério do Trabalho, de fevereiro de 2011. Essa medida era uma reivindicação do Sebrae e de órgãos de apoio ao segmento, como o Ministério da Previdência Social e entidades representativas dos micro e pequenos negócios.
Conforme o MTE, quem não entregar a declaração no prazo estabelecido paga multa a partir de R$ 425,64, acrescidos de R$ 106,40 por bimestre de atraso

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FÓRUM DE PESQUISA EM EMPREENDEDORISMO


Hoje e amanhã (dias 1º e 2/12) será realizado, no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), o 1º Fórum de Pesquisa em Empreendedorismo, uma parceria da R.E.D.E. Sebrae-SP e da Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe).
O objetivo do encontro é reunir professores pesquisadores de empreendedorismo e educação empreendedora de São Paulo e do Brasil para debates, palestras e workshop.

Pesquisadores renomados estarão presentes para tratar das temáticas:
- Pesquisa de MPEs na visão de inteligência de mercado;
- Sustentabilidade, Empreendedor Cultural, Educação Empreendedora e Mulheres Empreendedoras;
- A pesquisa do empreendedorismo no Brasil;
- Mostra de Pesquisas em Empreendedorismo e Gestão de MPEs;
- Pesquisa e Extensão.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

REAJUSTE DO SIMPLES

"País rico é país sem pobreza. E país sem pobreza é um país com classe média forte"
(Dilma Rousseff)


A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje o projeto de lei que altera o Simples Nacional e o Empreendedor Individual. A cerimônia, marcada para as 11 horas, no salão nobre do Palácio do Planalto, contou com a presença de ministros, parlamentares, empresários e integrantes de instituições de apoio aos micro e pequenos negócios, como o Sebrae.
O projeto é de iniciativa do Executivo e depois de enviado ao Congresso no dia 9 de agosto, foi aprovado por unanimidade na Câmara (31 de agosto) e no Senado (5 de outubro). A medida reajusta em 50% os limites de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Simples Nacional. O da microempresa passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena sobe de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O teto do Empreendedor Individual (EI), categoria jurídica em vigor desde julho de 2009, aumenta de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

COPA DO MUNDO E AS PEQUENAS EMPRESAS

A mil dias do início da Copa de 2014, o Sebrae fortalece sua ação junto as pequenas empresas e promove uma série de eventos com empresários nas 12 cidades-sede para divulgar os números locais de um levantamento da Fundação Getulio Vargas sobre 456 oportunidades de negócios que surgirão com o mundial.  Cerca de 6,8 mil empresários já participaram dos seminários em todo o Brasil.
Em 2014, São Paulo será muito mais do que a capital do turismo de negócios no Brasil. A cidade deve receber, segundo o Ministério do Turismo, cerca de 258 mil turistas estrangeiros e aproximadamente 1,2 milhão de visitantes de todo o país. Estima-se que cerca de 300 mil micro e pequenas empresas paulistas, de todos os setores, terão chances de crescimento econômico com a chegada do mundial de futebol.
O Mapa de Oportunidades de Negócios para Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede é um levantamento inédito e pode abrir os olhos daqueles que ainda sonham em iniciar um negócio próprio ou incrementar o seu negócio atual em decorrência da Copa do Mundo de 2014 (antes, durante e após os jogos do mundial). O setor de comércio concentra 51% das possíveis oportunidades, seguido pelo de serviços (30%) e indústria (19%).

SUPERSIMPLES EM PAUTA

O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/11 que altera a lei do Supersimples (Lei Complementar 123/06) está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CAE) do Senado, da próxima terça-feira (20). O senador José Pimetnel apresentou, na noite de quinta-feira (15), parecer votando pela aprovação do projeto sem alterações. Para ele, qualquer mudança retardará a validação do projeto e a entrada em vigor dos ajustes propostos na lei. 
Entre as mudanças, o PLC aumenta de R$ 36 mil para R$ 60 mil o teto da receita bruta anual do Empreendedor Individual e a amplia em 50% as faixas e o teto da receita bruta anual das empresas do Simples Nacional - passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil o da microempresa e sobe o da pequena de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Além disso, cria o parcelamento, em até 60 meses, dos débitos das empresas do Simples Nacional e permite que as empresas do sistema possam exportar até o mesmo valor do seu faturamento bruto anual sem risco de exclusão.

terça-feira, 19 de julho de 2011

PREFEITO EMPREENDEDOR


Pode parecer meio maluco, mas o título deste post está mesmo correto. Ser um prefeito empreendedor é conseguir ir além da administração dos problemas de uma cidade, mas pensar em seu futuro e promover um projeto sustentado de desenvolvimento do município, com vistas à geração de riqueza, melhoria do meio ambiente e desenvolvimento regional.
Trata-se da construção de um conjunto estratégico de ações que compõe um programa de longo prazo capaz de transformar a realidade de uma comunidade e os caminhos de uma nova geração.
Empreende quem acredita na mudança, quem quer fazer coisas novas e trazer soluções diferentes para os problemas aparentemente comuns. Ter atitudes empreendedoras na gestão pública é inovar, é ousar e ter criatividade; é ver uma pequena luz no fim do túnel e transformar um conjunto de ações em uma grandes oportunidades.
Pensando em valorizar administradores públicos com esse perfil, o SEBRAE criou o Prêmio Prefeito Empreendedor. A competição tem como meta valorizar as melhores ações em benefício das micro e pequenas empresas locais, estimulando o desenvolvimento econômico e social dos municípios.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

DESEMPENHO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS


Após a primeira queda de faturamento registrada em abril de 2011, depois de 18 meses de crescimento contínuo, o desempenho das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas se recupera em maio de 2011, segundo dados da pesquisa Indicadores Sebrae-SP de Conjuntura.
Na comparação com maio de 2010 - que havia sido um bom mês para as micro e pequenas empresas, com um crescimento de 13,4% no faturamento sobre o mesmo período em 2009 - o desempenho de maio, em 2011, registrou crescimento real de faturamento de 6,1%.
O comércio foi o setor que teve maior aumento de faturamento (+8,7%), seguido pela indústria (+3,7%) e serviços (+2,9%). Entre os fatores que contribuíram para os resultados positivos estão a evolução favorável do emprego e renda na economia e o fato de maio de 2011 ter um dia útil a mais do que maio do ano passado.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CLOUD COMPUTING


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Segundo dados divulgados recentemente pelo Gartner, a computação em nuvem, ou cloud computing, mantém-se como prioridade entre os principais CIOs (Chief Information Officers) mundiais. E entre as pequenas e médias companhias, o cenário não é diferente.
De acordo com análise realizada pela empresa, as PMEs respondem até o momento, por 18% do total de investimento feito em Cloud Computing. "A desconfiança está reduzindo e as empresas têm buscado informação. Prova disso é que não são mais só profissionais de TI que nos procuram, mas outros que querem agregar valor a seus serviços", destaca o diretor da M3Corp, Antonio Mocelim.
Para o executivo, a expectativa é que este cenário conquiste cada vez mais adeptos. "Todos já sabem da vantagem de redução de custo, oferecida pela Computação em Nuvem. O que muitos devem enxergar também é o baixo valor em relação ao investimento e rápido retorno, fundamentais para o fluxo de caixa de qualquer empresa". Os negócios de pequeno e médio porte podem reduzir drasticamente os custos de TI ao investir na computação em nuvem. "Pequenas e médias investem em média 30% de seu orçamento para este serviço. Antes do Cloud Computing, era necessário um investimento de pelo menos 60%, além de perderem a flexibilidade", compara Mocelim.

terça-feira, 14 de junho de 2011

CADASTRO POSITIVO ENTRA EM VIGOR


A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei que cria o banco de dados com informações de pessoas físicas e jurídicas brasileiras para formação de um histórico de crédito. O Cadastro Positivo, aprovado pelo Congresso Nacional em maio, foi convertido pela presidente na lei 12.414/2011, com três vetos ao texto aprovado pelos parlamentares, e já está em vigor.
Falamos sobre isso aqui no Lounge Empreendedor em fevereiro de 2011 e a  expectativa é que a nova lei beneficiará as micro e pequenas empresas, uma vez que vai tanto baratear o crédito tomado pelos empresários, quanto diminuir o risco que eles têm ao conceder financiamentos a seus clientes. Pela lei, os bancos de dados deverão subsidiar a concessão de crédito, a realização de venda a prazo ou de transações comerciais e empresariais que impliquem risco financeiro.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

FATURAMENTO DAS PEQUENAS EMPRESAS



O Sebrae-SP divulgou hoje sua pesquisa sobre os Indicadores de Conjuntura, referente a abril de 2011, com resultados do faturamento das MPEs paulistas nos principais setores da economia.
O resultado do estudo indica que depois de 18 meses de crescimento contínuo, as micro e pequenas empresas apresentaram queda em seu faturamento real. O dado foi revelado a partir de pesquisa realizada com 2,7 mil empresários, representantes do total de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Em todo o Estado, as MPEs registraram queda de 1,5% na receita total em relação a abril de 2010. As previsões de inflação e aumento nas taxas de juros ajudam a acender o alerta para os próximos meses.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ACESSO A CRÉDITO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um dos principais problemas das micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil é a obtenção de crédito para sua manutenção e para investimentos em expansão. Todo bom empreendedor quer fazer sua empresa crescer, mas muitas vezes esbarra na falta de dinheiro para realizar esse sonho.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post desta semana pretende facilitar o acesso que sua empresa pode ter ao crédito.
A primeira coisa a fazer é identificar se o crédito que você deseja ter é mesmo necessário. Muitas vezes, é preciso sanar problemas de gestão antes de requerer mais crédito ao mercado. Exemplos clássicos envolvem o fluxo de caixa e a não conformidade de prazos entre o recebimento do cliente e o pagamento do fornecedor.
Por isso, antes de formalizar um pedido de financiamento, identifique se é o melhor momento para investir.

terça-feira, 29 de março de 2011

COPA DO MUNDO PARA AS EMPRESAS


Uma entrevista coletiva realizada no Rio de Janeiro nesta terça-feira (29) revelou que a Copa do Mundo pode elevar a fatia percentual de contribuição das pequenas empresas no PIB Brasileiro. Existem 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas em quatro setores da economia.

Rio de Janeiro - Quem tem conhecimento vai para frente e fará belos gols. Segundo o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, essa é uma das principais constatações do ‘Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede’, divulgado pela instituição nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro. De acordo com Barretto, tornar as pequenas empresas mais competitivas para aproveitar as 448 oportunidades de negócios identificadas pelo mapeamento será o grande legado da instituição.
O estudo identificou oportunidades na construção civil, turismo, tecnologia da informação e produção associada ao turismo. Ainda no primeiro semestre de 2011, serão mapeados mais cinco setores: agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços. Clique aqui para ler o estudo completo.
“O grande ganho será ver em 2014 as pequenas empresas mais preparadas, com melhores índices de competitividade, inovadoras e sustentáveis, superando os 20% que hoje o segmento representa no Produto Interno Brasileiro (PIB)”, afirma. Para acelerar esse processo de inteligência competitiva nas empresas, a partir de maio, o Sebrae dará início a um ciclo de encontros de negócios nas 12 cidades-sede, sendo um por cada localidade, a começar pelo Rio de Janeiro e Natal.
Nesses encontros, serão trabalhadas as atividades priorizadas pelos estados que irão sediar o evento esportivo, com a participação de empresários (fornecedores e compradores de produtos e serviços), associações de classe, bancos de financiamento e outras entidades. “Trabalhar o encadeamento produtivo será o principal foco do Sebrae. Isso gera oportunidades e negócios. Vamos realizar grandes seminários e rodadas de negócios. Não adianta o Sebrae reunir essas informações e não dialogar nas pontas ”, diz Barretto.
O mapeamento é uma das ações previstas no Programa Sebrae na Copa de 2014. Os recursos previstos pela instituição - cerca de R$ 80 milhões - serão aplicados em programas de consultoria, inovação e acesso a mercados, como o Sebrae Mais, Sebraetec, Agentes Locais de Inovação (ALI) e Centrais de Negócios. Para atender à demanda, novas soluções também poderão ser criadas.
As 448 oportunidades de negócios foram extraídas de uma lista de atividades nas quais essas empresas podem empreender com grande chance de sucesso. Esses segmentos incluem as compras governamentais (com as garantias previstas na Lei Geral da Micro e Pequenas Empresas) e os negócios diretamente com o mercado – que representam a maior parte das oportunidades.
Sobre esse aspecto, o presidente do Sebrae citou o Projeto de Lei Complementar 591/10, em tramitação na Câmara dos Deputados. Entre as alterações previstas no PLP está o aumento do limite da receita bruta anual das microempresas para inclusão no Simples Nacional de R$ 240 mil para R$ 360 mil, das pequenas empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões e do Empreendedor Individual, de R$ 36 mil para R$ 48 mil. Leia mais sobre o PLP 591/10 aqui.


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terça-feira, 15 de março de 2011

BOAS NOTÍCIAS

Pequenos negócios têm o melhor janeiro desde 1998 

As micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo tiveram crescimento de 9% no faturamento real em janeiro de 2011, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados da pesquisa Indicadores de Conjuntura. O universo das MPEs faturou um valor estimado de R$ 24,6 bilhões no período.
Este é o melhor resultado para um mês de janeiro, em termos de variação real (descontando a inflação), desde 1998, quando o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) começou a fazer o levantamento, e o 16º mês consecutivo de aumento na receita das MPEs, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
No período de 12 meses (jan/11 contra jan/10), o crescimento obtido foi alavancado pelo setor de serviços (+16,7%), seguido do comércio (+6,6%) e indústria (+5,3%). Por regiões, as empresas do interior tiveram o maior aumento registrado: 16,7%. Os resultados para as demais regiões, quanto ao faturamento, foram: Região Metropolitana de São Paulo (+2,6%), Grande ABC (-8,5%) e Município de São Paulo (+8%).
De acordo com o consultor do Sebrae-SP, Pedro João Gonçalves, “o bom resultado das MPEs no período pode ser explicado pelo aumento do consumo no mercado interno – motivado pela melhoria da ocupação e da renda – e pela base de comparação relativamente modesta, uma vez que as MPEs estavam em trajetória de recuperação em janeiro de 2010”.
Na comparação com dezembro de 2010, o faturamento das pequenas empresas registrou queda de 20,7%. O recuo era esperado, em razão das vendas de fim de ano serem beneficiadas, especialmente no comércio, pela injeção de recursos proporcionada pelo pagamento do 13º salário.

Expectativas - A pesquisa também avaliou as expectativas dos empresários para os próximos seis meses. Para 45% dos entrevistados, o faturamento da empresa será mantido nos próximos meses. A parcela dos empresários que esperam melhora no faturamento passou de 34%, em janeiro, para 39%, em fevereiro. Em relação à economia brasileira, 48% dos informantes acreditam na manutenção no nível de atividade e 34% dos empresários acreditam que vai melhorar nos próximos seis meses.
O diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, observa que, mesmo com os resultados positivos, “temos que ficar atentos. Há uma tendência de redução no ritmo de crescimento da economia brasileira em 2011, por conta do aumento dos juros básicos (taxa Selic) e redução na oferta de crédito, o que faz acender o sinal amarelo. É hora dos empresários ajustarem seu planejamento e gestão”.
As informações detalhadas sobre as MPEs estão no novo relatório da pesquisa do Sebrae-SP. O estudo - que pode ser conferido na íntegra no site http://www.sebraesp.com.br/TenhoUmaEmpresa/Biblioteca/OutrosConteudos/EstudosEPesquisas/Indicadores/Paginas/Indicadores.aspx- traz as taxas de variação do faturamento real divididas por setores (comércio, indústria e serviços) e regiões (capital, interior, Grande ABC e Região Metropolitana de São Paulo). A pesquisa apresenta também e as expectativas dos pequenos negócios, quanto à evolução do faturamento das MPEs e ao nível de atividade da economia.
A pesquisa Indicadores de Conjuntura é realizada mensalmente pelo Sebrae-SP, com apoio da Fundação Seade. O levantamento é feito junto a 2,7 mil micro e pequenas empresas de todo o Estado, uma amostra que representa 1,3 milhão de MPEs da indústria da transformação, comércio e serviços.

Texto de Felipe Conrado
Andreoli MSL Brasil a serviço do Sebrae-SP

quinta-feira, 10 de março de 2011

MINISTÉRIO DA PEQUENA EMPRESA


Quando as pessoas descobrem que trabalho no SEBRAE-SP é inevitável ouvir a pergunta: "Ana, você acha que a criação de um ministério exclusivo para a  Pequena Empresa pode auxiliar no seu fortalecimento e competitividade?"
Como aprendi com a minha mãe que quem muito acha nada encontra, prefiro fazer uma análise menos emocional sobre o assunto.


Acredito que oferecer um ambiente mais competitivo para as micro e pequenas empresas transcende a questão da criação de um novo Ministério.
Não sou contra o Ministério das Micro e Pequenas Empresas. Aliás, reconheço e felicito a proposta, mas apenas um ministro não poderá resolver sozinho todas questões que envolvem a competitividade de um pequeno negócio.
É preciso propiciar ambiente para que as MPEs nasçam e sobrevivam; bem como incentivar a formação de pessoas com comportamento empreendedor desde a base da educação formal.
Além disso, é preciso pensar em infra-estrutura, em logística, em meio ambiente, na efetivação da lei de resíduos sólidos, em segurança, na qualidade da força de trabalho e em alternativas de financiamento aos investimentos em pesquisa e inovação.
Enfim, há muito por fazer…
Fico feliz em perceber que as micro e pequenas empresas finalmente foram reconhecidas como o mais importante vetor de desenvolvimento econômico e de redução das desigualdades sociais. Ter ou não um Ministério é uma questão de estrutura política de governo. Por isso, precisamos estar cada vez mais engajados com a causa do empreendedorismo para que possamos cobrar ações constantes em prol de seu fortalecimento.
Bruno Bezerra*, um amigo muito querido de Pernambuco e defensor de políticas em prol das pequenas empresas, recentemente escreveu um artigo para o Acerto de Contas e me autorizou a compartilhar com vocês, leitores do Lounge Empreendedor.

Será que é de um ministério que a Pequena Empresa precisa?


A presidente Dilma Rousseff anunciou a criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, no Fórum dos Governadores do Nordeste em Aracaju (SE). Segundo a presidente, o objetivo do Ministério é estimular o empreendedorismo.
Durante a campanha para presidente em 2010, quando a proposta de criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas ganhou corpo, eu escrevi um artigo estimulando o debate. Com o tema de volta ao noticiário nacional, acho oportuno mais uma vez estimular o debate.
Como pequeno empreendedor e entusiasta da pequena empresa, vou colocar algumas perguntas para fomentar o debate em torno da criação do Ministério da Pequena Empresa.
Contudo, o tema tem sido muito produtivo no sentido de colocar a pequena empresa em debate nacional. Costumo pensar a micro e pequena empresa como o nosso mais generoso e poderoso espaço empreendedor, um firme alicerce para as ambições micro e macroeconômicas dos governos em todas as esferas.
Seja com os números do mercado informal, ou com os números oficiais do CAGED [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados], do Ministério do Trabalho e Emprego, o poder da micro e pequena empresa no quesito geração de emprego é incontestável.
Todavia, chega o momento da primeira pergunta: será que o que a pequena empresa precisa é mesmo de um ministério só seu?
É bem verdade que um ministério próprio pode ajudar nos pleitos da pequena empresa, mas de fato não seria a solução dos muitos problemas, pois se assim fosse, as estruturas de saúde e educação com seus ministérios próprios [e com bons orçamentos] não teriam o mar de problemas que de tão velho, viciado e poluído não sabe a idade que tem.
Mais do que os expressivos números na geração de empregos, o poder da pequena empresa no Brasil pode [e deve] ser medido/sentido, especialmente, na superação das reais adversidades da prática empreendedora. E não são poucas, nem fáceis.
Vejamos aqui algumas das principais: burocracia e morosidade na abertura e, sobretudo, fechamento das empresas; a eterna falta de crédito barato e sem burocracia, uma legislação trabalhista caduca e improdutiva, o estorvo de novas obrigações trabalhistas, guerras fiscais entre estados, falta de ferramentas de planejamento mais específicas, escassez de mão-de-obra qualificada e a sempre perversa estrutura da carga tributária que inibe ao invés de incentivar o desenvolvimento das empresas.
Pensando um pouco na relação ministério-solução, e focando nos entraves tributários e trabalhistas da pequena empresa, minha amiga Ana Maria Coelho – uma estudiosa do empreendedorismo em Mogi das Cruzes – resumiu bem a situação: oferecer um tratamento diferenciado aos que são realmente diferentes é um meio de oferecer igualdade de direitos. E aí vem mais uma pergunta: é necessário criar um ministério para fazer acontecer o que verdadeiramente importa para pequena empresa?
A pergunta me fez lembrar um pensamento fantástico do escritor Mansour Chalita “Acreditar que basta ter filhos para ser Pai é tão absurdo quanto acreditar que bastar ter instrumentos para ser músico”.
De tudo fica uma lição: criar um ministério parece ser relativamente fácil, mesmo não sendo nada barato para o contribuinte [leia-se também pagador de impostos e/ou empreendedor] no perigoso círculo vicioso do peso e custo da máquina pública. O difícil parece ser criar as condições necessárias para que a pequena empresa – um dos principais motores da economia brasileira – possa contribuir ainda mais com o real desenvolvimento do Brasil.

*Bruno Bezerra é sócio da B&F Computadores, diretor de empreendedorismo da CDL Santa Cruz do Capibaribe-PE e autor do livro Caminhos do Desenvolvimento.
No twitter: @brunobezerra

terça-feira, 1 de março de 2011

VALOR ECONÔMICO


Muitas pequenas empresas ainda sofrem com a falta de crédito específico para elas. Embora tenham operações bem mais simples que empresas de captal aberto, as MPEs têm demonstrado ser um segmento muito interessante para os bancos e operadores de crédito.
Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de 2006 apontou que 36% das MPEs tomaram empréstimos bancários durante um período de cinco anos.
Não é a toa que o BNDES pretende ampliar o acesso às linhas disponíveis para essa modalidade empresarial.
Veja a matéria publicada no Valor Econômico em  28/02/2011.

 
Empréstimos do BNDES vão crescer 10%

Depois de praticamente dobrarem em 2010 - mais 91% -, os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) devem aumentar cerca de 10% neste ano. A projeção é do superintendente da área de operações indiretas do banco, Claudio Bernardo de Moraes. Ele atribui a menor taxa de crescimento principalmente ao aumento da base de comparação ocorrido em 2010. Em valores absolutos, a expectativa é de que os empréstimos fiquem próximos a R$ 50 bilhões. "O banco tem como foco apoiar cada vez mais esse conjunto de empresas", diz Moraes, destacando a capacidade de geração de empregos como um dos maiores motivadores.
Embora não disponha de um dado preciso, o superintendente estima que o BNDES responda por aproximadamente 25% do total de financiamentos destinados às micro, pequenas e médias empresas no País. Considerando apenas operações com mais de 48 meses, a participação sobe para cerca de 80%. "Quando se trata de recursos para investimentos, o banco é o grande suporte", destaca Moraes, que afirma haver uma tendência de expansão do BNDES nesse segmento. Ele cita a intenção da presidenta Dilma Roussef de criar um ministério específico para as pequenas e médias empresas.
"Vamos ser cada vez mais pressionados a lançar produtos para esse universo", diz, antecipando que um dos segmentos contemplados será o de Arranjos Produtivos Locais (APLs), que empregam mais de 2 milhões de pessoas em cerca de 2 mil municípios brasileiros. Em 2010, o BNDES financiou o maior estudo já realizado no país sobre APLs.
Nos últimos dez anos, os financiamentos do banco às MPMEs cresceram mais do que os desembolsos para as grandes empresas. De 2001 a 2010, enquanto as liberações anuais para as companhias de grande porte aumentaram 532%, o montante destinado às MPMEs subiu 690%, saltando de R$ 5,8 bilhões para R$ 45,7 bilhões. O maior crescimento se deu entre as micro e pequenas empresas (faturamento de até R$ 16 milhões), com alta de 1.135%. Já as empresas de médio porte (faturamento entre R$ 16 milhões e R$ 90 milhões) apuraram aumento de 766% nos desembolsos, enquanto as pessoas físicas, também consideradas no grupo, receberam, em 2010, 266% a mais do que haviam recebido em 2001. Com isso, o segmento de MPME ampliou de 22,9% para 27,1% sua participação nos desembolsos totais do BNDES. "É estratégico para a instituição e socialmente justo que o banco consiga alocar cada vez mais recursos de seu orçamento para esse conjunto de empresas", afirma Moraes.
Em 2010, o aumento dos desembolsos deveu-se principalmente pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que respondeu por mais de 60% dos financiamentos às MPMEs. Lançado em julho de 2009 como medida anticíclica para manter a economia aquecida durante a crise financeira mundial, o PSI pratica taxas anuais de 5,5% e alavancou sobretudo a linha de financiamento Finame, voltada para a compra de máquinas e equipamentos. Além dela, o BNDES oferece dois grandes produtos para as micro, pequenas e médias empresas: o BNDES Automático - que abrange várias linhas para projetos de até R$ 10 milhões, inclusive uma para capital de giro - e o Cartão BNDES, que funciona como um cartão de crédito e permite às empresas fazerem compras em um portal mantido pelo banco de fomento. Em todos esses instrumentos o BNDES opera com agentes financeiros repassadores.
"Os bancos consideram esse segmento como um dos mais promissores, porque as grandes empresas conseguem, mal ou bem, acessar outras fontes de crédito que não o setor bancário. As micro, pequenas e médias ainda são muito dependentes dos bancos. Não conseguem lançar uma debênture ou buscar novas fontes de recurso", afirma.
Segundo Moraes, mais de 4 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil não são tomadoras habituais de crédito. Uma das dificuldades na obtenção de financiamentos públicos é a ausência de certidões e documentos necessários para contratar operações.
"O potencial é enorme" salienta Moraes, acrescentando que a formalização da economia também tende a elevar a demanda por crédito. Para ele, o BNDES tem a meta de capturar, anualmente, pelo menos 50 mil empresas que jamais tenham obtido recursos do banco. Em 2010, foram cerca de 55 mil, boa parte delas através do cartão BNDES, que tem na praticidade, na ampla rede de distribuição (mais de 75% dos municípios brasileiros) e na competitividade de suas taxas (menos de 1% ao mês) os principais chamarizes dos empresários. "O cartão tem ampliado a fronteira do crédito. É um instrumento disponível nos rincões mais remotos do País".

(Fonte: Valor Econômico - 28/02/2011)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PARA GANHAR MAIS

Pesquisa realizada pelo IPEA e publicada pela Agência SEBRAE de Notícias mostra que microempresários ganham duas vezes mais que assalariados.
É claro que essa não é uma receita que serve para todos, mas certamente pode animar muito aqueles que pretendem iniciar um novo negócio.


Brasília - Ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social), feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação durante o segundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem salários equivalentes a dois salários mínimos ou mais. Entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários, que têm, no máximo, cinco funcionários, o valor é duas vezes maior. Do total, 54,59% lucram acima de dois salários mínimos todos os meses.
Apesar da rentabilidade maior, abrir uma empresa não está entre as principais opções dos brasileiros que estão desempregados. Ainda há um receio em relação ao processo, de acordo com a pesquisa. A concorrência acirrada é o maior entrave para o crescimento das micro e pequenas empresas no momento atual da economia brasileira, segundo os próprios empresários. A redução da disputa pelo cliente é o fator que mais contribuiria para a melhoria do desempenho do empreendimento, de acordo com 41,2% dos donos de negócios de pequeno porte.
O levantamento mostra que a questão é mais preocupante até mesmo do que a carga tributária elevada e a dificuldade de acesso ao crédito, opções tradicionalmente citadas como empecilhos para a ascensão empresarial. Os dois argumentos foram apontados por 14,9% e 14,3%, respectivamente. “A preocupação dos empresários com a concorrência reforça a importância de ter uma situação econômica favorável, com crescimento da economia e aumento da demanda”, afirma o responsável pelo levantamento, o técnico de planejamento e pesquisas do IPEA, Bruno Marcos Amorim.
Mas quem opta por abrir o próprio negócio tem que estar preparado para se dedicar em tempo integral. A pesquisa mostra que 15,3% dos empregadores e trabalhadores por conta própria apontam a falta de uma jornada de trabalho como um dos problemas de não ser assalariado. Em seguida, citam o fato de nunca conseguirem tirar férias para descansar (14,7%). Os empresários reclamam ainda de trabalharem muito e ganharem pouco (10,4%) e de terem renda instável, enfrentando dificuldades para manter o negócio em determinados períodos do ano (7,4%). “Comprova uma percepção de que trabalhar por conta própria dá autonomia ao empresário, mas ele tem que dedicar e abdicar de várias coisas em sua vida”, afirma Amorim.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

CONTRATO DE TRABALHO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Conhecer bem os tipos de contrato de trabalho existentes e a forma correta de utilizá-los de acordo com o que estabelece a atual legislação é fundamental para que as pequenas empresas minimizem seus custos e evitem potenciais problemas trabalhistas.
Para escapar da enorme quantidade de encargos sociais, muitos empreendedores ainda resistem em registrar seus empregados. Entretanto, essa não é a melhor alternativa. Fugir das responsabilidades enquanto empregador pode ter um custo ainda mais elevado no futuro da empresa.
O melhor é encarar de frente a burocracia imposta pela legislação trabalhista, previdenciária e tributária e estudar as melhores formas de efetivação da contratação de seus empregados. A justiça trabalhista vem aplicando fielmente suas regras e você pode ser duramente penalizado se não fizer a sua parte.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo as melhores possibilidades com relação a todas as áreas do seu negócio, comecemos por entender quais são os direitos e obrigações do empregado e do empregador e a diferença entre as relações de trabalho e de emprego.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CADASTRO POSITIVO



NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Um dos temas mais recorrentes nas conversas com empresários do segmento do varejo é o Cadastro Positivo. O tema ainda gera alguma polêmica entre os empresários e consumidores brasileiros e as micro e pequenas empresas não têm clareza sobre a forma que podem vir a se beneficiar a partir de sua vigência.
Hoje, vivemos a realidade do cadastro negativo, utilizado por instituições financeiras e de crédito para checar o histórico de inadimplência de uma determinada pessoa. Mas e o cadastro positivo, que está sendo muito comentado ultimamente, o que significa?
Instituído pela Medida Provisória nº 518/10 em dezembro de 2010, o cadastro positivo é o oposto dos cadastros existentes hoje: ao invés de listar os clientes que não pagaram pontualmente suas dívidas, listaria aqueles que cumpriram seus compromissos em dia. Seu banco de dados poderá contar com pessoas físicas e jurídicas e poderá ser consultado por empresas, bancos e
  credores.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SIMPLES NACIONAL


Projeto que aumenta teto do Simples pode ser desarquivado
PLP 591/10 aumenta de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões o teto de faturamento para adesão ao Simples Nacional

Da Agência Sebrae de Notícias

Nesta semana, autores do projeto de Lei Complementar (PLP) 591/10, que prevê a ampliação do teto de faturamento para adesão ao Simples Nacional, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, devem apresentar requerimento à mesa diretora da Câmara dos Deputados solicitando o desarquivamento do documento.
O PLP, arquivado pela legislatura passada, prevê também o aumento do limite de faturamento para empreendedores individuais, de R$ 36 mil para R$ 48 mil. Além disso, permite a entrada de novas categorias econômicas no Simples Nacional e o parcelamento de débitos tributários para empresas enquadradas no sistema especial de tributação.
Na próxima quarta-feira (9), os parlamentares começam as articulações para agilizar a aprovação do projeto. Uma das estratégias é a recriação da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, extinta em razão do fim da legislatura passada. A reunião está marcada para às 15h, na presidência da Comissão de Finanças e Tributação.
“Acredito que dentro de duas a três semanas a comissão estará formada e serão retomadas as negociações com o Ministério da Fazenda, estados e municípios”, afirma um dos autores do requerimento, deputado Pepe Vargas (PT/RS). Ele avalia que a maior necessidade de negociação está com os Estados e municípios, mas acredita que as mudanças de governo podem facilitar. A expectativa é de que o projeto seja aprovado ainda no primeiro semestre de 2011.
“Dos projetos de autoria da Câmara, esse tem que ser a prioridade número um”, reforça outro autor do requerimento, deputado Guilherme Campos (DEM/SP).
Ele destaca especialmente a necessidade de aumento do teto da receita bruta anual das empresas para inclusão no Simples Nacional, "inclusive para resgatar as que foram
desenquadradas do sistema porque ultrapassaram o teto”, além resolver os problemas causados pela substituição tributária, que prejudica empresas do Simples Nacional.
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