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quinta-feira, 21 de junho de 2012

NEGÓCIOS INCLUSIVOS

“Ainda não apareceu o Gandhi da sustentabilidade nem o Mandela da biodiversidade.
Não apareceu nenhum Martin Luther King para a mudança do clima.
Mas para tais questões, não basta um no mundo.
 Tem que ter aos milhões, em todas as atividades.”
-- Fernando Almeida --
Presidente executivo do CEBDS


Se você tem mais de 30 anos, irá se lembrar do início do processo de globalização vivido nas décadas finais do século XX quando grandes mudanças ocorreram no mundo do trabalho, por conta de alterações nos processos produtivos, nas tecnologias e nas relações de trabalho, provocadas pelas novas formas de organização dos mercados globais.
Desemprego, trabalho precário, informalidade, terceirização e transferência de setores e empresas para países e regiões com menores gastos e menos direitos trabalhistas passaram a representar riscos para o trabalho decente e a geração de empregos formais. Entretanto, a construção de uma sociedade fundamentada no empreendedorismo, na valorização do capital intelectual, na liberdade e na justiça não pode manter a situação dos "sem emprego".

sábado, 5 de maio de 2012

RAZÃO DE EXISTIR

"Um negócio que só cria dinheiro é um negócio pobre"
-- Henry Ford --


Ganhar dinheiro não deveria ser o principal motivo para alguém iniciar uma empresa. Calma! Não estou defendendo que empreendedores não devam pensar no lucro de seus negócios, mas sim que identifiquem um propósito que diga qual é a diferença que sua empresa fará para o mundo.
Ter um propósito (ou uma clara proposta de valor, como alguns preferem) é a razão de ser de seu negócio e o que lhe dará a direção para tudo o que fizer, propor e oferecer ao mercado. Vai além do “simples” objetivo de fazer dinheiro. E garanto: no final das contas, pode resultar em ganhos que ultrapassam tudo o que um empreendedor possa capitalizar se quiser oferecer apenas mais do mesmo daquilo que o mercado que já conhece.
Um modelo de negócios que se proponha em gerar valor para o mundo aumenta o seu próprio valor no mercado. Pense em quantas empresas você conhece que fortaleceram suas marcas a partir da realização de objetivos ambiciosos que atendiam não apenas o desejo de enriquecer seus líderes, mas em oferecer valor ao cliente.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO


Começou hoje uma excelente oportunidade para as pequenas empresas ampliarem sua base de clientes e o acesso a um mercado ainda pouco explorado no segmento: as compras governamentais.
O Fomenta Nacional 2011, evento que reune oferta e demanda deste mercado, está acontece em São Paulo nos dias 23 e 24 de novembro e tem a expectativa de reunir cerca de 1,5 mil empresas e promover 750 oportunidades nas rodadas de negócios entre empresários e gestores públicos.
A idéia é que todos ampliem seus conhecimentos sobre o mercado de compras governamentais, que anualmente movimenta R$ 254 bilhões em compras da União, estados e municípios de acordo com dados do Ministério do Planejamento.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

VEM CHEGANDO O 13º SALÁRIO

Até o dia 30 de novembro, as empresas devem fazer o pagamento da primeira parcela do 13º salário no Brasil, que equivale a 50% do seu valor integral. Dinheiro extra é sempre motivo de alegria e para o empreendedor, motivo de preocupação caso o fluxo de caixa esteja apertado ou se sua projeção esteja inconsistente.
Para o trabalhador a dúvida normalmente fica entre quitar as pendências com contas atrasadas, comprar os presentes de Natal, guardar para os impostos do início do próximo ou até mesmo investir em uma poupança ou ações.
Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aproximadamente 78 milhões de brasileiros serão beneficiados com o pagamento do décimo terceiro salário que deverá njetar cerca de R$ 118 bilhões na economia brasileira - aproximadamente 2,9% do PIB. Beneficiam-se deste valor, os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

INTERNACIONALIZAR PARA CRESCER


Ontem divulguei no Lounge Empreendedor a pesquisa realizada pelo Sebrae sobre a quantidade de empregos gerados nas pequenas empresas no mês de setembro. É bom quando pesquisas podem comprovar aquilo que defendemos e acreditamos.
Pois bem... Hoje é dia de falarmos sobre exportação.
Desde que bem planejada, a internacionalização dos negócios pode fazer parte da estratégia de crescimento de muitas empresas brasileiras de pequeno porte. E aquelas que se preparam para isso, já têm acompanhado bons resultados relacionados a essa modalidade de comercialização.
Vejamos primeiro os números...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

NO LEME DA INOVAÇÃO


Pelé revolucionou o futebol ao bater pênalti com a paradinha que engana os goleiros. A bossa nova, com sua cadência própria, criou um novo ritmo na música brasileira e mundial. O que isso a ver som inovação?!?
A palavra inovação vem do latim innovatio, que significa a introdução de alguma novidade em qualquer atividade humana.
Na verdade, ela está presente em nosso dia a dia mais do que podemos imaginar e as experiências que acabo de citar comprovam sua eficácia e sua capacidade de criar o novo, mas o objetivo aqui é focá-la nos negócios; é ver a inovação como uma forma de as empresas se tornarem mais competitivas e mais lucrativas respondendo às exigências dos consumidores.
Exigências que hoje são cada mais rápidas!
Quando as exigências dos mercados eram menores, a evolução tecnológica era mais lenta e o consumidor se satisfazia por mais tempo com um produto, inovação parecia algo distante dos pequenos negócios e os produtos/serviços permaneciam mais tempo no mercado.
Hoje é possível imaginar um banco que não ofereça aos seus clientes a possibilidade de fazer operações pela internet? Qual o futuro de um pequeno varejo que não aceita pagamentos com cartões de débito ou de crédito?
O caminho para a inovação consiste numa persistente busca do novo, feita de tentativas, erros, acasos, e, como todo empreendedor sabe – muita perseverança. Consiste na observação constante das tendências do seu mercado e do que seu cliente espera para que, então, você obtenha ganhos financeiros por meio da introdução de novos produtos ou serviços, aceitos pelo mercado, de novos processos, de novas práticas de marketing ou de novos métodos organizacionais. Lembrando sempre que melhorar um produto já existente também significa inovar.
É um equívoco acreditar que somente grandes empresas e empresas do setor industrial de ponta (eletrônica, telecomunicações, aviação etc.) precisam inovar.
Se a palavra está na moda, significa que ela pode transformar os meios da sua empresa se relacionar com o mundo. Dependerá da sua própria atitude!
Se você demorar a se adaptar às necessidades do mercado e encontrar dificuldade para promover mudanças no seu negócio, estará correndo grande risco: sua lentidão pode fazer com que as inovações cheguem tarde e não encontrem mais consumidores disponíveis. Seus clientes, ou antigos clientes, encontraram em empresas concorrentes aquilo que queriam.
Mas se você estiver permanentemente atento às mudanças e agir rapidamente se antecipando a elas, mantém sua clientela fidelizada e tem chances ser a empresa concorrente que atrai os (antigos) clientes do empresário reativo.
E não se desespere caso perceba que já ficou para trás. Priorize o que for mais urgente (por exemplo, melhorar um produto que toda a concorrência já melhorou) ou faça primeiro o que exigir menos tempo ou menor investimento. Tenha apenas uma certeza em mente: inovação requer prática e no mundo extremamente competitivo em que estamos, o maior dos riscos é ficar parado.
É certo que os barcos estão mais seguros ancorados e amarrados no cais, mas foi para isso que foram construídos?
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no MogiNews
14 de novembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

COLOQUE SUA EMPRESA EM UMA REDE SOCIAL


Fazer network deveria ser parte da descrição de perfil de qualquer espaço ocupacional das carreiras contemporâneas. Os melhores negócios são aqueles que vêm por indicação e certamente, indicação vem de algum tipo de network em nossas vidas.
O mundo real está cheio de oportunidades para você fazer network, isso é assunto de mercado há algumas décadas e na verdade, esse tipo de relacionamento é tão antigo quanto a história da humanidade. Desde o início da civilização, as redes de relacionamento e as conexões entre as pessoas foram responsáveis pelas grandes conquistas e principais objetivos sociais, econômicos, políticos e, porque não, de negócios.
Hoje, qualquer espaço é propício a criação de um novo relacionamento: desde a reunião de condomínio do seu prédio, passando pelos treinamentos que você participa até reuniões internas na empresa.
Entretanto não podemos ignorar as novas tecnologias. Não basta trocar um cartão, devemos estar atentos as novidades no mercado, e neste caso, tirar proveito da internet é uma boa maneira, mas exige cautela e estudo. Não podemos “cair de pára-quedas”, mas chega um momento que apenas acompanhar de longe também é pouco, afinal essa pode ser a sua nova estratégia de negócio. As redes sociais ganharam o mundo.
Atualmente, empresas e organizações reconhecem nas redes sociais um grande e eficaz instrumento de comunicação. Usadas a princípio para o lazer, as redes servem de interface para conversas entre empresários e fornecedores, parceiros e clientes
Freqüentadas por dois terços da população global da internet, as redes sociais tornaram-se mais populares que o e-mail, segundo um estudo da Nielsen - 66,8% dos internautas no mundo passam seu tempo na Internet em redes sociais contra 65,1% que ficam à frente do e-mail.
Se sua empresa ainda não desenvolveu uma estratégia para divulgação do seu negócio através das redes é melhor começar logo. Quanto mais conexões seu negócio conseguir desenvolver, maiores serão as chances de aparecerem novas oportunidades. Seja para divulgar um novo produto, uma demanda, uma necessidade de parceria, ou manter seu cliente antenado às mudanças.
Mas para que isso aconteça não basta apenas se cadastrar no Orkut, twitter ou criar um blog, afinal de que adianta criar uma comunidade se ninguém participa?
O acompanhamento de sua assinatura é de vital importância para manutenção da imagem da empresa junto aos clientes e possíveis clientes. Uma vez criada uma identidade digital, o vínculo que ela cria com a identidade "física" é enorme. Se tratar o cliente virtual com descaso e sem atenção, com certeza passará a impressão de uma empresa desorganizada e desinteressada nos seus processos. Não cuidar da imagem virtual, depois de construída, é prejudicar também a imagem real e física da sua empresa.
Além de disponibilidade para quando chegarem novas mensagens que exijam sua resposta é importante que você consiga trazer para seu lado pessoas importantes, com uma boa rede de contatos, que possam lhe ajudar a multiplicar sua mensagem para outras redes. Desta maneira, isso vai ampliar a visibilidade de suas comunicações.
Para isso, como em qualquer outra fase de planejamento do seu plano de marketing é importante que você defina bem o perfil de público que você deseja manter contato em sua rede. Não adianta ter mil seguidores, se eles não puderem ajudá-lo a transformar isso em negócios para sua empresa.
Segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte nos EUA, 30% dos executivos americanos considera as redes sociais parte de sua estratégia de negócio, e hoje, 11% das empresas da pesquisa já patrocinam grupos no facebook. Outra pesquisa informa que o Brasil está entre os cinco países que mais acessam o twitter. Por isso, se você demorar mais alguns meses para começar a trabalhar sua estratégia em redes sociais já estará atrasado.
E lembre-se: cada rede tem seu valor e utilidade. Toda empresa deve olhar para elas com carinho, com atenção e com visão futurista e empreendedora, pois certamente há muita informação que pode incrementar o seu negócio e muitas oportunidades a serem aproveitadas.
Talvez alguns profissionais de grandes empresas possam se dar ao luxo de dizer que "não precisam de network". Agora, quem trabalha em pequenas empresas não pode se dar ao luxo de esperar os clientes baterem na sua porta.
Nas redes virtuais, os pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande para vencer, basta ser relevante. A melhor forma de usar as redes sociais em prol do seu negócio é utilizando esses meios para divulgar suas idéias e suas opiniões. Ofereça conteúdo de qualidade e as pessoas procurarão saber mais sobre sua empresa e o seu negócio.
Enfim, seja lá qual for o seu ramo de atividade, você vai encontrar atualmente uma comunidade virtual onde você poderia se plugar e começar a discutir os seus negócios, arrumar novos clientes ou parceiros. E se você não encontrar a comunidade que você gostaria que existisse, CRIE a comunidade você mesmo, e a lidere.
Apenas não fique desconectado. Ter uma boa network hoje vai além de ter um porta-cartão lotado é também ter muitos e fiéis seguidores.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado na Edição n.º 04 da Arena Empresarial

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O SUCESSO QUE VEM DO SOLO


Na última terça-feira, a equipe do SEBRAE-SP e do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes marcou uma importante fase do agronegócio no Alto Tietê. Ser pioneiro e inovador nos trouxe uma enorme responsabilidade, mas também a imensa satisfação em apresentar resultados tão significativos à cadeia de alimentos metropolitana.
Hoje temos dados consistentes sobre as nossas cadeias produtivas, detalhes precisos de várias propriedades rurais e meios de propor projetos que possam modernizar os sistemas de distribuição e comercialização dos produtos, preparando as cadeias produtivas para disponibilizar produtos diferenciados ao mercado varejista de forma focada, suprindo, de fato, as necessidades do mercado e também as necessidades dos consumidores. Nosso esforço tem a intenção de reduzir o caminho percorrido entre o produtor e o consumidor final, um caminho normalmente longo e cheio de percalços que pode acarretar em perdas e prejuízo.
O mercado interno vem evoluindo e a melhoria da qualidade e as exigências com relação à freqüência, mix, volume, redução de riscos e rastreabilidade serão a tônica do setor futuro. Para isso, precisamos cuidar dos processos de pós colheita, focar na melhoria tecnológica e nas facilidades de logística. Sem esquecer, é claro, das implicações ambientais e de clima.
Ninguém pretende ensinar ao produtor rural aquilo que ele sempre fez tão bem, mas sim aproveitar as informações colhidas nessa etapa para a geração de um novo conhecimento que auxilie na profissionalização de toda a cadeia de alimentos e do empresário rural.
O caminho está desenhado, basta aprimorar o que já é forte, reduzir o impacto de pontos fracos identificados e adaptar o que for preciso. Nosso empresário rural precisa estar pronto para acompanhar todas as etapas do processo desde o plantio até a chegada dos produtos ao consumidor. A rastreabilidade requer a anotação sistematizada de todos os procedimentos, da produção à distribuição localizando a origem, a qualidade e limites máximos de defensivos ou agrotóxicos, mas é importante que fique claro que o processo de pós-colheita envolve algo que fica além da porteira; além das operações de manuseio, embalamento e transporte. Envolve relacionamento! O consumidor deseja conhecer e se relacionar com o seu fornecedor.
A comunicação, a transparência e as parcerias têm sido instrumentos de fortalecimento, conhecimento e profissionalização. Somos, aqui, um exemplo de um programa de união de classes que já começou a mostrar o quanto a organização de um setor pode reverter em melhorias e ganhos efetivos.
Tenho certeza que ações como essa demonstram a intenção de um Brasil mais maduro, economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em 15 de agosto de 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DAS PISCINAS AOS NEGÓCIOS


Na última semana o Brasil parou para assistir o surgimento de um novo ídolo: César Cielo.
Era praticamente impossível deixar de acompanhar o andamento dos jogos mundiais e torcer pelo maior nadador da nossa história.
De forma geral, não me canso de admirar a performance dos atletas. Parecem seres para os quais a lei da gravidade deixou de existir, tal é a velocidade, a leveza e a desenvoltura com que fazem suas evoluções, seja na água, no solo, nas quadras. Para nós, comuns mortais, fica a impressão de que são seres sobre-humanos.
Contudo, não há mistérios por trás de tanta excelência. O que há é um treinamento duro, implacável, onde a busca pela perfeição atinge as raias da extrema obsessão. E a trajetória desses obstinados, para chegar ao ponto onde estão, é marcada por sacrifícios, dedicação espartana e também por uma boa dose de sofrimento e decepções.
César Cielo, por exemplo, concebeu uma série de pequenos gestos e truques: imprime frases motivacionais em folhas que são coladas no quarto, estabelece tempos que quer atingir e os coloca ao alcance da vista, dá tapas no próprio corpo pouco antes de competir...
Será que você, pequeno empresário, já não pensou na mesma coisa? No quanto a administração de uma empresa exige essa dedicação?
Ao tomar a decisão de montar seu próprio negócio, muitos não imaginam a quantidade de obstáculos que ainda precisarão vencer. Não basta ter um CNPJ para se credenciar como empresário. É preciso avaliar o mercado (clientes, concorrentes e fornecedores), implantar controles - estoque, venda, contas a pagar/receber, clientes, custos, fluxo de caixa; escolher funcionários e sempre inovar para desenvolver produtos ou serviços que atendam às necessidades do mercado. Assim como nossos atletas, é buscar superar-se a cada dia e almejar a excelência em cada atividade.
Competindo no dia a dia com os melhores do planeta, passando por provas de resistência mental e física constantes, colocado sob um stress específico. É assim que Cielo tornou-se o que é. Um atleta que se estapeia antes de entrar na piscina, mantém o foco, assume a responsabilidade, ensa somente em superar a si mesmo e tem toda a confiança de um legítimo campeão. Que mesmo vencendo, não se contenta.
Um legítimo atleta empreendedor que deixa a lição que o que importa, seja qual for o seu negócio, é buscar ser sempre o melhor!
Não importa se o seu cliente é novo ou antigo, se a tarefa tem que ser repetida exaustivamente, se o negócio acaba deixando você mais tempo longe de compromissos pessoais, o foco deve estar a sua conquista, em transformar as ações do dia-a-dia em novidade e buscar o que cada atleta deseja também: novos recordes, medalhas e ainda mais prestígio.

“Não há mágica, não. É trabalho duro, dedicação e acreditar no que se está fazendo.” - Cesar Cielo

ANA MARIA MAGNI COELHO
Agosto/2009

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