quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS - UMA NOVA PROFISSÃO

Logo após minha primeira participação na Campus Party Brasil 2011, tive contato com esse texto publicado na Folha OnLine.
Não tenho a menor dúvida de que as empresas que mantiverem seus olhos fechados para essa realidade ficarão para trás em questões de marketing e competitividade.
Mas tome cuidado: você precisa escolher a pessoa certa. Mais do que entender de sistemas, um bom analista de redes sociais deve gostar de RELACIONAMENTO e de PESSOAS.
O que você acha?
Saiba mais sobre essa nova profissão.

Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais
por Folha OnLine


Ficar de olho em Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e blogs deixou de ser um passatempo e virou profissão.
Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais para divulgar serviços e se aproximar de clientes. Para os iniciantes, os salários variam de R$ 1.000 a R$ 3.000, mas os experientes ganham até R$ 10 mil.
Rafael Matos, que atua como analista de redes sociais, diz que precisa ter jogo de cintura para atender a demandas.
Segundo pesquisa da Deloitte feita com 302 empresas brasileiras em fevereiro deste ano, 70% delas fazem monitoramento on-line e 55% recorreram a um profissional para cuidar do setor.
Rafael Matos, 27, analista de redes sociais da imobiliária Lopes, monitora perfis em redes sociais e diz que precisa de jogo de cintura para atender a todas as demandas. Ele conta que lidar com reclamações contra a empresa também é sua tarefa.

BOA LARGADA

Para ser um analista de mídias sociais, é preciso ter habilidade na escrita, conhecimento de marketing e familiaridade com redes.
Esses profissionais, também conhecidos como SMO (Social Media Optimization, ou otimização de mídia social), devem ter perfil inovador, diz Deni Beloti, consultor da Fellipelli. "Dinamismo, criatividade e imediatismo fazem parte do perfil."
Para Cely Carmo, gerente de estratégia da Burson Marsteller, organizações esperam iniciativas arrojadas dos analistas. "É preciso criar relacionamento com seguidores e conhecer "a fundo" a marca que divulga", afirma.
Na Ideia S/A, agência de mídias sociais, a maioria dos analistas tem diploma de jornalismo ou publicidade.
"Há profissionais formados nas áreas mais diversas, como turismo", revela Daniela Habif, coordenadora de conteúdo digital da empresa.
Há dois anos, o publicitário Antônio Mafra, 29, foi contratado pela Porto Seguro. Ao perceber que a empresa não atuava em mídias sociais, sugeriu que a seguradora aderisse à novidade.
"Eu mesmo criei a minha função. Hoje esse é um dos principais canais de relacionamento com o cliente", diz.
Em contraponto, Mafra diz que os colegas ainda não entendem sua função. "Sou conhecido como o vagabundo da empresa", brinca.
O gerente de mídias sociais da Tecnisa, Roberto Aloureiro, 38, aponta outra preocupação: divulgar informações sobre a companhia.
"Penso dez vezes antes de publicar dados na rede. Meu trabalho é gerenciar crises, e não gerar uma", conta.

2 comentários:

  1. Acho que esse é um filão do mercado bem interessante, agora há agências específicas de trabalho com mídias digitais.

    Elas começaram a me procurar pra anunciar produtos no blog. Mas acho que elas têm as mesmas falhas de agências de publicidade convencional no que diz respeito a relacionamento com parceiros e clientes.

    Porque relacionamentos dependem de pessoas dispostas e isso não tem como substituir. A tecnologia facilita o acesso, a velocidade das ações, mas educação, respeito, cordialidade, pontualidade são valores que não podem se perder.

    E isso deveria constar nos pré-requisitos da contratação de qualquer profissional, mas no caso de alguém que deva se ocupar de relacionamento seria fundamental, eu acho.

    beijoca!
    Ingrid

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  2. Oi Ingrid
    Várias pessoas têm procurando o Lounge para anúncios e parcerias.
    Sinto que há uma "bolha" a explodir no que se refere às possibilidades em mídias sociais. Todo mundo QUER surfar um pouquinho dessa onda, mas existem questões que precisam ser analisadas para além das plataformas que escolhemos ou para além de "avatar" que aceita tudo, como PERFIL, PAPEL, RESPONSABILIDADES e DISPOSIÇÃO.
    Entender de ferramentas não pressupõe o bom entendimento das relações humanas.
    Garanto a você que sinto isso na pele ;-)
    Um beijinho
    Ana Maria
    @anamariacoelho

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