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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MAIS QUE SEGUIDORES

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa.
Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada."
-- Philip Kotler --


Sempre que alguém me pergunta sobre a forma que as pequenas empresas devem reconhecer e priorizar a utilização das redes sociais em suas estratégias de marketing penso não ter certeza do quanto elas entendem o poder da relação que as redes sociais promovem entre empresa e consumidor, ou se ainda estão intrigadas, confusas ou, simplesmente com medo das redes. Imaginar o poder das redes sociais é uma coisa, mas abraçá-las e usá-la a seu favor na sua empresa é outra completamente diferente.
Uma pesquisa da consultoria Maksen mostra que entrevistados no Rio de Janeiro e São Paulo veem mais riscos que benefícios nos sites, além de corporações não contarem com equipes para gestão dos perfis. Quatro a cada dez empresários brasileiros não acreditam que a presença nas redes sociais agrega valor ao negócio e 40% dos entrevistados afirmaram ver mais riscos que benefícios nas redes.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

UM MUNDO DE NEGÓCIOS NA WEB

Na próxima sexta-feira, dia 05 de agosto, será realizado o ECOM 2011 - I Seminário Nacional e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e [Novos] Meios de Pagamentos no auditório da Fecomercio, na cidade de São Paulo. Trata-se de uma iniciativa inédita de levar informação, formação profissional e capacitação empresarial a empreendedores, varejistas e comerciantes do Brasil.
Afinal, habitar a web e adequar seu negócio para fazer vendas eletrônicas não é somente uma questão comercial, mas uma decisão estratégica de continuidade, crescimento das vendas e conquista de novos mercado.
O mega-evento, que vai percorrer as 12 cidades-sede da Copa de 2014 e mais três capitais turísticas, será um road show gratuito destinado a empresários que busquem a modernização de seus estabelecimentos, a migração da loja física (ou de parte dela) para o comércio eletrônico, os novos negócios na web e a revolução dos meios de pagamento.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UM NOVO RG


O Twitter ganhou mais uma seguidora: Isabella, filha do jogador de futebol Kaká. Caçula “do meia” do Real Madri e de Carol Celico, a criança veio ao mundo à menos de um mês (23 de abril), em São Paulo, e já nas primeiras horas de vida ganhou seu próprio endereço no microblog, @IsabellaCLeite, fazendo companhia ao irmão mais velho de 3 anos, Luca (@LucaCLeite), e a Lorenzo Gabriel, de dois meses, filho da ex-Mick Jagger Luciana Gimenez.
Pelo visto, foi-se o tempo em que um nascimento ficava restrito a lembrancinhas e álbuns, com direito a fotos do primeiro banho. Hoje, bebê que é bebê já tem  domínio virtual. Não estou dizendo que seja obrigatório ter perfil no Twitter, no Facebook, no Orkut, no MySpace, no TYMR ou no LinkedIn. Mas, temos de admitir que o mundo virtual ganhou novos contornos.
Ter apenas uma conta de e-mail tornou-se obsoleto para quem deseja ficar por dentro de tudo – incluindo conteúdo sobre empresas, produtos, serviços, programação cultural, oportunidades de trabalho, aprimoramento profissional ou apenas sobre o "casamento do príncipe William".
Apesar de alguns acharem que é melhor não entregar-se à tecnologia do compartilhamento de informações, sobretudo em redes de relacionamento, alegado ausência de privacidade, há os que dominam bem o assunto e utilizam as ferramentas virtuais para promover-se, fazer novos contatos, incrementar a carteira de clientes e, sobretudo, provar que acompanha o “andar da carruagem”. É possível viver a contemporaneidade sem prejuízos, sem tirar vantagem e sem ferir ninguém.
As empresas que trabalham com produtos voltados ao público feminino são um bom exemplo disso. Um estudo recente divulgado pela agência internacional eCMetrics aponta que as mullheres são as que mais produzem conteúdo em redes sociais, com predominância da faixa etária dos 18 aos 24 anos e por isso, investir nessa ferramenta de marketing e comunicação com a "mulherada" pode ser o diferencial para negócios com produtos para esse nicho.
O estudo aponta também que 62% dos consumidores on-line têm perfil em alguma rede social, o que, de certa forma, justifica o significativo crescimento de corporações especializadas em E-commerce (venda pela Internet) e a ampla comercialização de espaços publicitários na rede mundial de computadores.
Este cenário, que contempla o desenvolvimento cibernético e que seduz até mesmo recém-nascidos, demonstra que estamos entrando “pra” valer na era da transformação da informação. Ela atribui importância a uma nova espécie de RG ao cidadão, a uma nova forma de consolidar uma identidade e de permitir o nosso acesso a um mundo repleto de oportunidades. Pense nisso!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

QUAL É O PROBLEMA?

Ainda ouço muitas pessoas discutindo sobre a liberação ou não dos acessos às redes sociais nas empresas. 
Muitos amigos sabem da minha opinião (e paixão) sobre o assunto e por isso, um deles me encaminhou um texto do Ricardo Jordão por e-mail que faço questão de compartilhar com vocês, leitores do Lounge Empreendedor.


POR QUE OS DIRETORES DA SUA EMPRESA NÃO PODEM TER ACESSO A INTERNET
"O segredo da felicidade é a liberdade. O segredo da liberdade é coragem. Você tem coragem?"

Apesar de 99% dos seus clientes estarem nas redes sociais; apesar de 100% dos seus fornecedores estarem na web, apesar de 93% de todas as compras B2B começarem na internet; apesar das redes sociais serem a ferramenta de marketing mais barata e mais eficaz do momento, apesar das redes sociais serem a melhor maneira de transformar todos os seus funcionários em vendedores; 80% das empresas brasileiras continuam proibindo que os seus funcionários acessem as redes sociais durante o horário de trabalho.
A desculpa é sempre a mesma, o livre acesso as redes sociais tornam o funcionário improdutivo.
Besteira!
Eu tenho livre acesso as redes sociais e não sou um cara improdutivo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fazer marketing da minha empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para atrair clientes para os meus clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para buscar informações que me ajudam a atingir os meus objetivos.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para fidelizar os clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para prospectar clientes.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para encontrar grandes pessoas.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para liderar as pessoas que trabalham comigo.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso para reduzir os custos da empresa.
Eu tenho livre acesso as redes sociais e uso quando eu acredito que é a melhor hora de usá-las.
Qual é a diferença entre os seus funcionários e eu?
Por que eu sou capaz de usar as redes sociais de maneira produtiva e os seus funcionários não?
O problema não são as redes sociais.
O problema é a falta de objetivos, metas, indices de performance, projetos, novidades, enfim, direção na sua empresa!
Eu tenho objetivos, metas, prazos e coisas para fazer todos os dias. Eu não tenho tempo para perder nas redes sociais com bobeira, besteira, piadas, mulher pelada ou whatever.
Quando eu entro nas redes sociais, eu entro com um objetivo a ser realizado. Ser apresentado para um determinado executivo, promover um determinado evento dentro de um grupo de discussão, ajudar um determinado gerente a descobrir respostas sobre como aumentar as vendas da sua empresa, descobrir insights sobre geração de demanda para ajudar um cliente a desovar determinado produto que está parado há meses no estoque etc etc etc.
As redes sociais, por incrível que pareça, são uma ferramenta incrivelmente objetivas. Se você tiver um pergunta, você encontra a resposta; se você souber o que você esta procurando, você encontra.
Eu acredito que VOCÊ deveria tirar o SEU acesso as redes sociais, ou talvez cortar o acesso dos diretores da sua empresa. Talvez o livre acesso às redes sociais por parte dessa turma esteja impedindo a direção da empresa de usar o tempo que vocês tem para criar os planos e objetivos necessários para transformar a produtividade dos seus funcionários.
É isso ai, tira as redes sociais dos diretores! Eles estão vagabundando na web quando deveriam ter criado planos objetivos para a empresa.
Enquanto você fica ai pensando se libera a “orkut” para os funcionários, a fila anda.
Nesse momento 1.045 profissionais brasileiros da indústria de tecnologia estão conectados e trocando idéias e insights na rede social Zomo, criado pela IT Midia; 10.753 empresários e funcionários de pequenas e medias empresas estão participando de mais de 50 grupos de discussão diferentes na rede social criada pela Revista Exame Pequenas Empresas para os seus assinantes; 3.578 profissionais de recursos humanos estão bombando de trocar idéias no grupo “Gestão de Recursos Humanos” na Linkedin brasileira.
Enquanto você proibi os seus funcionários de participar da conversa, a turma está toda animada no baile conversando entre si, construindo credibilidade, reputação, e novos relacionamentos.
2011 é o primeiro ano da segunda década do Século 21. Você vai continuar insistindo em querer viver em 1982?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E você?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS E NEGÓCIOS



Com a quebra de barreiras físicas que a internet promoveu globalmente, ficou muito mais fácil e rápido obter acesso à informação. Na rede, clientes conectados ganharam mais poder de barganha e agora tomam decisões que incidem na reputação dos fornecedores, influenciando e sendo influenciados por outras pessoas que trafegam no meio online.
Depois de participar de eventos como a “Campus Party” e o “Social Media Week” em São Paulo, tenho refletido muito sobre quais seriam as melhores práticas nessa área com relação às pequenas empresas. Afinal, se o assunto é negócio, não dá para termos uma visão utópica sobre ferramentas, plataformas e sistemas.
As palavras de ordem nesses eventos são: engajamento, marketing de experiências, disposição para ouvir, estratégias orientadas a partir do comportamento dos usuários, não ser superficial, ter o que dizer, relacionamento, etc.
Perfeito e suficiente se você for uma pessoa física querendo mergulhar nesse mundo. Entretanto, no caso das empresas, não basta. Seja online ou offline, o segredo do sucesso de uma empresa está naquilo que ela tem a oferecer ao seu cliente.
Sua empresa não terá seguidores no Twitter ou fãs no Facebook porque você construiu um bonito perfil. Seus clientes estarão ao seu lado apenas se você tiver bons produtos ou serviços a lhes oferecer. Simples assim.
Veja o caso da Apple: mesmo com uma mínima presença nas redes sociais, ela sempre é citada como referencial em produtos e estratégias de negócio. Se me perguntarem por que, a resposta que me vem à cabeça é: “em função dos produtos que oferecem”.
Por isso, se o jardim da sua casa ainda não estiver com flores, não abra o quintal para receber visitas. Traduzindo: não adianta se lançar no mundo digital apenas para aproveitar o modismo.
Lembre-se que você pode não ter a estrutura necessária para suprir as demandas ou que o target do seu negócio pode nem estar conectado à internet, mas sim passeando pelas ruas. Uma ação em rede não surtirá nenhum efeito e a causa não serão as ferramentas, mas a estratégia escolhida por você.
Isso não quer dizer que eu seja contra as mídias sociais, apenas acredito que o lucro de uma empresa não se dá em função delas, mas sim pela preocupação em oferecer bons produtos e um bom atendimento ao seu cliente. Esteja ele onde estiver.
E se você, empresário que acompanha o Lounge Empreendedor, acredita que é a hora de aproveitar esse momento, tenha clareza do objetivo que deseja atingir. Pode ser melhorar a reputação do negócio, ampliar o mix de marketing, inovar, reduzir custos na aquisição de novos clientes, melhorar o relacionamento, etc.
Só a clareza do objetivo poderá garantir a efetividade de sua entrada nesse mundo. Chegar a 1 milhão de seguidores pode torná-lo popular, mas não garantirá a conversão dos resultados do uso das mídias sociais em valor ao seu negócio.

Publicado no Caderno Opinião - Mogi News
12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

NA ONDA DAS REDES SOCIAIS


Pensem comigo: seriam as redes sociais uma nova onda ou um novo modismo imposto pela internet? Algo que vai se propagando, se modificando, mas perdura. Ou algo efêmero que todos querem seguir, mas que logo desaparecerá?
Um estudo da consultoria Deloitte com 302 empresas brasileiras mostrou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais. Esse movimento se comprova com as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que utilizam o portal de negócios do Comunica Geral. Somente no mês de setembro, dos mais de 500 projetos publicados no site, aproximadamente 15% são de marketing digital. Desses, mais da metade está relacionado com ações em mídias sociais.
Então, afinal, o que as redes sociais representam para as MPEs e como tirar melhor proveito delas?
De nada adianta, no calor do modismo, delegar ao colaborador mais apaixonado pela Internet a criação do perfil da empresa nas mais variadas redes sociais. Twitter, Facebook, Orkut, Linkdin, todos podem soar como diversão. No entanto, o que parece brincadeira de criança pode colocar a reputação de sua marca em risco.
Isso porque qualquer ação na rede amplifica suas conseqüências.
Se as ações de marketing do seu negócio são bem planejadas e executadas offline, as ações online tenderão a aumentar os bons resultados. Entretanto, o contrário também é verdadeiro. Ações online mal planejadas podem ser devastadoras, já que na rede a velocidade é um sopro. Por isso, fique atento!
Segundo recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais, mas apesar da alta adesão, apenas 7% as consideram de fato imprescindíveis.
Para 45% dos pesquisados, o fortalecimento da marca foi apontado como o maior benefício trazido pelas redes sociais. Pronto! Era aí que pretendia chegar: as MPEs podem (e devem) tirar proveito da proximidade e do relacionamento com o cliente oportunizado pela internet. Não existe porte de empresa na web, mas sim, o desejo de se relacionar.
Diferentemente da publicidade nas mídias tradicionais, a propaganda – entendida como algo que propaga que divulga, e não o anúncio visando aumento de vendas –, é muito mais intensa e efetiva na mídia online. O relacionamento com o consumidor na Internet é constituído de interatividade. As pessoas opinam livremente sobre o que desejarem.
Portanto, planeje as ações na rede de forma profissional. Monitore sua marca, seus concorrentes, pesquise a satisfação dos clientes, invista na velocidade de resposta, promova engajamento dos colaboradores e faça bom proveito das redes sociais.
Mergulhe nessa onda de forma consciente!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Diário Empresarial - O Diário de Mogi 
28 de outubro de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!



ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

TWITTER: MODO DE PREPARO


Adorei o post do blog da Terraforum sobre receitas e métodos para utilização do Twitter pelas empresas e por isso, compartilho com vocês!
Não dá para criar uma "receita única de bolo" ou para imaginar uma empresa de vanguarda que ainda esteja por fora dessa ferramenta de comunicação. Concordo que empresas de grande porte necessitem de método e de posicionamento sobre sua marca, mas não dá para ficar de fora e é preciso respeitar as singularidades das regiões...
Vamos lá:

Twitter: Modo de Preparo

O Twitter, do ponto de vista corporativo, é um assunto bastante novo e há bastante gente falando sobre ele. E quando um conceito tão inovador (e revolucionário) surge, é natural que as empresas queiram saber como implementar, quais são os riscos e potenciais resultados.
É nesse contexto que surgem algumas pequenas armadilhas: receitas de bolo, com regras, padrões, dos e dont's, para responder algumas das seguintes perguntas:

• Quantos tweets devem ser publicados por dia para mostrar relevância sem chatear os seguidores?
• Quantos seguidores devo ter para ser relevante na "tuitosfera"?
• Qual deve ser o meu processo de "followback" (seguir quem lhe segue)?
• Quais são os horários de publicação com maior potencial de leitura ou retweet?

O fato é que não existe - e não deve existir - regra. Dependendo dos seus objetivos com a ferramenta, você terá respostas completamente diferentes para as perguntas acima e várias outras. Exemplo: dependendo da característica do seu negócio, do seu posicionamento no twitter e do perfil e comportamento dos seus seguidores, o número de publicações pode variar muito. Se você não possui conteúdo e só publica informações sobre seus produtos e notícias, 10 pode ser um número alto. Agora, se você gera muito conteúdo, ou atua como fonte de informação, talvez 20 publicações diárias não sejam suficientes.
No mesmo contexto, existem uma série de pesquisas que falam quais os horários mais apropriados para se publicar. Só que estes dados são totalmente genéricos; não levam em consideração o seu público específico, localidade, etc. Existem ferramentas que podem lhe dar dados mais precisos sobre o comportamento dos seus seguidores e mais precisão sobre quais os períodos do dia mais apropriados.
Não existe receita de bolo. Existem sim boas práticas, que podem ser seguidas, adaptadas e gerar aprendizado. Mas, mais do que isso, há que se ter clareza sobre a estratégia da empresa para esta mídia e conhecer a fundo o seu universo de atuação: quem lhe segue ou deveria seguir, quem você segue ou deveria seguir, seu conteúdo e o que seus competidores estão fazendo.

postado por Paulo Roberto Floriano
http://www.terraforum.com.br/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

REDES SOCIAIS: VOCÊ FAZ PARTE?!?


Durante essa semana, acontece em São Paulo mais uma edição da Campus Party Brasil, um evento totalmente direcionado às mídias digitais onde pessoas comuns como nós podem desenvolver suas habilidades em conferências e competições que se realizaram em 13 áreas de conteúdo: Campus Blog, Robótica, Design, Fotografia, Música, Vídeo, Desenvolvimento, Games, Modding, Simulação, Software Livre, CP Labs e Segurança em Rede.
A realização de um evento desse porte evidencia a necessidade de mudanças na qualidade do debate sobre o uso da Internet no trabalho. Há anos atrás, quando computador pessoal nas empresas era privilégio do alto escalão e a comunicação em rede estava nos primórdios de suas possibilidades, discutíamos se navegar na Internet fazia ou não parte do trabalho. Hoje, as empresas já não sobrevivem sem a rede e o mundo vai se tornando cada vez mais consciente dos meios de comunicação social e das técnicas da Web 2.0, um ambiente altamente colaborativo.
Mas a pergunta que não quer calar é “o que uma pequena empresa pode ganhar com isso?”
Além de um custo quase zero em esforços na área de marketing, nas redes as empresas não têm rótulos: pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Basta oferecer conteúdo de qualidade!
Se 2009 foi o ano em que as empresas descobriram que a internet não é apenas um brinquedo para crianças e mais nada, 2010 será o ano em que as empresas finalmente começarão a usar os meios de comunicação social como uma ferramenta de acesso a novos mercados.
Se sua empresa ainda não desenvolveu uma estratégia para divulgação do seu negócio através das redes é melhor começar logo. Quanto mais conexões seu negócio conseguir desenvolver, maiores serão as chances de aparecerem novas oportunidades - seja para divulgar um novo produto ou uma necessidade de parceria, manter seu cliente antenado às mudanças e até para contratar pessoas.
Jovens com seus celulares 3G, blogs e perfis em várias comunidades têm ajudado as empresas a entrar para o mundo digital. Para eles, o uso do e-mail é antiquado, o equivalente a usarmos fax. A comunicação hoje acontece por meio de redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, Messenger, entre outras ferramentas de comunicação, mas infelizmente mais de 70% das empresas brasileiras ainda impedem que seus colaboradores acessem estes sites.
E aí? Qual será o caminho que você pretende seguir? O caminho da obsolescência das regras ou a via da liberdade de conteúdo e da inovação?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

QUAL É A SUA?!?

Muitas pessoas vivem se lamentando da falta de contatos, do pouco relacionamento ou do emprego em que estão.
Hoje a interconectividade proporcionada pela internet, está deixando para trás as pessoas que não se envolvem ou não compartilham seus conhecimentos através das inúmeras ferramentas da rede: blogs, wikis, perfis compartilhados, twitter...
Nessa semana, escrevi um pouquinho sobre isso aqui na região e compartilho com vocês.

A QUAL WEB VOCÊ PERTENCE?

A evolução do mundo digital é muito rápida, basta um piscar de olhos para perder uma fração do processo e ter a nítida sensação de que houve uma revolução.
Hoje, você pode perder uma excelente oportunidade de negócio ou a chance de uma nova colocação profissional se ainda não possuir um perfil disponível em sites de relacionamento ou se possuir um blog para compartilhar seu conhecimento e discutir suas percepções sobre o mundo.
Chame como quiser! Pode ser WEB 2.0: a rede social, da colaboração; WEB 3.0: a rede semântica, Web 4.0: a rede móvel, ou se você preferir, WEBFlex – aquela que você a usa como quiser!
Na verdade, vivemos a substituição da Era da Informação pela Era da Participação, feita por pessoas para pessoas. Gente como você.
Acredito que seja uma evolução natural centrada nos usuários que descobriram que o principal elemento da rede não são os criadores dos sites, mas sim os conteúdos ali relacionados e a forma de utilização dos mesmos.
E você, pequeno empresário, deve ficar atento a tudo isso. A informatização já é realidade não apenas para as grandes empresas, mas também para as pequenas. Seguir o caminho do desenvolvimento tecnológico é importante e contribui para o aumento da eficiência e produtividade.
Jean-Paul Sartre dizia que “as pessoas lêem porque um dia desejam escrever"; Sócrates pregava a união dos povos, mobilizando pessoas em prol de uma determinada região; a comunidade científica inteira busca descobrir junta a cura da AIDS...
Essa é a web que eu vivo, a web em que a sabedoria está nas multidões. E você??? Quando vai acordar para ela?

ANA MARIA MAGNI COELHO
23 de maio de 2009



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