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sábado, 24 de novembro de 2012

CRIADOR E CRIATURA

A mudança é a lei da vida. 
E aqueles que apenas olham para o passado ou 
para o presente irão com certeza perder o futuro.
-- John Kennedy --


Quando olhamos ao nosso redor e vemos o estado atual em que se encontra a segurança, a educação ou qualquer aspecto da sociedade que seja caro a você, mas cujo resultado não esteja alinhado às suas expectativas, é natural que nos domine um profundo sentimento de impotência.
É como se desejássemos em um passe de mágica transformar a realidade em uma sociedade mais justa, amorosa, humana e totalmente harmoniosa. Entretanto, para que alcancemos esse anseio aparentemente distante, só existe um caminho: mudar a nós mesmos. E isso não é retórica de quem não tem o que fazer e vem escrever para vocês todos os sábados!
Enquanto não atingimos um profundo conhecimento acerca de nós mesmos e do quanto nossa realidade interior se reflete em nossos atos, nada poderá acontecer. Responsabilizar o “mundo”, o “governo”, a “sociedade” ou as “pessoas” por todas as dores do mundo é fechar os olhos para os reais impactos de nossas próprias escolhas sobre os destinos de nossa vida. Exceto você, não existe mundo! Pense nisso!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SEMENTES


Existe um provérbio chinês que diz que "todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje”.
Em 13 anos da presença do SEBRAE-SP no Alto Tietê, comemorados na última semana, temos semeado muitos sonhos.
Sonhos de pessoas que desejam evoluir como empresários e como cidadãos capazes de contribuir para o desenvolvimento e crescimento local.
Escutar, atender, informar, contribuir, esclarecer, satisfazer... É assim que aramos nosso solo. Buscamos satisfazer as necessidades dos nossos clientes, mas também as nossas através de um trabalho que nos contagia e nos dá muito prazer!
Realizamos mais de 130.000 atendimentos e quase 2.000 cursos. Desenvolvemos projetos focados no fortalecimento do agronegócio e dos empresários rurais, no fomento ao crescimento industrial, na dinamização dos setores de comércio e serviços e na valorização da cultura, artesanato e do potencial turístico regional.
Paralelamente, trabalhamos pela melhoria do ambiente empresarial através da aprovação da lei geral em 50% do nosso território, a inclusão do empreendedorismo como disciplina regular do ensino fundamental, a desburocratização, o acesso a crédito e facilitação do acesso à informação aos micro empreendedores individuais.
Estamos plantando nossas sementes. E, assim, pode ser a vida de cada um de nós!
Podemos escolher viver entre queixas e reclamações, ou buscar novas soluções e inventar aquilo que ainda nem existe.
Podemos nos queixar da falta de emprego e oportunidades, ou varrer a calçada, olhar os filhos das vizinhas, fazer um bolo e vender em pedaços.
Podemos, ainda, nos isolar do mundo acreditando na idéia de que “ninguém nos ama e ninguém nos quer”, mas acabar descobrindo, depois de muito sofrer, que quem não ama na verdade é você mesmo.
Podemos falar mal do governo, ou enviar uma sugestão que ajude na solução do trânsito, da segurança ou do lixo em nosso bairro.
Podemos cruzar os braços, ou estender a mão para alguém aflito e com problemas maiores do que aqueles que nem em pesadelos imaginamos um dia ter.
Parece ousado? Realmente é!
Mas com energia, interesse genuíno e disposição somos capazes de definir objetivos e transformá-los em resultados de boas colheitas.
Boas sementes geram boas árvores e bons frutos. Escolha suas sementes hoje!
Cora Coralina
Deixar pessoas melhores para o mundo requer que vivamos repletos de paixão por empreender e por transformar sonhos em realidade.
Tome a decisão de viver e de ser feliz, de amar e ser amado, de dar mais que receber.
Você poderá sentir que é necessário recomeçar quando tudo parece negar uma nova chance, mas deixe na terra ao menos uma semente, afinal como escreveu Cora Coralina, não sabemos “se a vida é curta ou longa para nós, mas nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. É isso o que dá sentido à vida.”

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de novembro de 2010


sábado, 23 de outubro de 2010

REFLEXOS NO ESPELHO


Os presidenciáveis deixaram de lado a polêmica do aborto para investir em outro ponto de discórdia. Enquanto incitam a violência e o acirramento de ânimos na reta final do processo eleitoral, cabe ao eleitor escolher seu candidato por exclusão.
Você prefere bolinhas de papel ou bexigas de água? Será que esse é o Brasil do futuro que ouvíamos desde criança? Um futuro construído sobre as promessas de manutenção do passado?
Se os candidatos debatessem realmente o futuro ou pautas claras sobre educação, segurança e meio-ambiente não haveria ataques, mas uma visão de desenvolvimento com soluções em prol do bem-comum de nosso país. O eleitor poderia escolher por identificação.
Entretanto, o que vemos desde o anúncio do resultado do primeiro turno é uma sucessão de disparates. A agressão foi a tônica de toda campanha nessa fase, e por isso, não me surpreende que ela se expresse fisicamente aos candidatos nesse momento.
Desde criança, ouço meus avós me dizerem que a vida é o espelho das ações que realizamos.
É hora de olharmos ao redor e aprendermos a lição: de todas as escolhas que fizermos, receberemos de volta as suas conseqüências. E, geralmente, em dobro!
O mundo reflete aquilo e quem você é. Se você não está feliz com o que está acontecendo ao seu redor, o tipo de pessoa que você atrai ou as oportunidades que se apresentam, pare de tentar mudar o mundo. Mude suas próprias ações e pensamentos!
Busque entender onde está seu foco. Para a maioria das pessoas, o foco está no mundo exterior. Entretanto, direcionar a responsabilidade pelos resultados de sua vida apenas ao mundo exterior pode levá-lo à infelicidade e uma busca contínua de um estado indescritível e indefinível de seu próprio ser.
O mundo é o espelho de suas atitudes, crenças e pensamentos. A chave para moldar e mudar a sua situação é focalizar a mudança em si mesmo.
Por isso, olhe para dentro. Defina aquilo que é aceitável ou não para você. Determine por quanto tempo você está disposto a receber “bolinhas de papel na sua cabeça”.
Seus pensamentos e crenças trouxeram você até aqui, mas suas escolhas atuais construirão o seu futuro. Culpar os outros e as circunstâncias significa que você não está assumindo a responsabilidade e propriedade de e para si mesmo.
Pare de tentar mudar o espelho. Negar sua responsabilidade sobre seus próprios resultados faz de você uma vítima do mundo e de suas circunstâncias. Cada faceta de sua experiência de vida é uma resposta para a essência de quem você é.
Você pode até se assustar com essa idéia quando se depara com ela pela primeira vez, mas não há como não se render.
De tudo o que acontece, sempre há um terço de responsabilidade que é exclusivamente sua! Não adianta culpar apenas o ambiente ou os outros.
Como disse Mahatma Gandhi: "devemos nos tornar a mudança que queremos ver no mundo". Espero que nossos candidatos pensem nisso durante a próxima semana e que os eleitores, mesmo com dificuldade, possam fazer a melhor escolha.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Caderno Opinião - MogiNews
23 de outubro de 2010


sexta-feira, 2 de julho de 2010

POBREZA ESTADISTA


Vivemos em um país de cultura estadista. A maioria das pessoas deposita no Estado a responsabilidade exclusiva pelas chamadas “políticas de desenvolvimento”, mas ainda reclama da obrigatoriedade do voto e da necessidade de escolha de seus representantes.
Não pretendo discutir política, mas sim o nível de cooperação e parceria necessárias para uma dinâmica econômica que considere o desenvolvimento humano, social e sustentável de uma região. Desenvolvimento não pode ser responsabilidade de um único ente federativo.
Agentes econômicos, organizações sociais, entidades do terceiro setor, associações de bairros e toda a sociedade civil devem trabalhar juntos para a quebra do modelo estadista de interação produtiva. A indução e efetividade dos compromissos e agendas locais de desenvolvimento exigem cada vez mais interação e protagonismo.
Promover o desenvolvimento é uma tarefa que cabe a cada um de nós. É a nossa forma de ver o mundo e de agir sobre ele que pode gerar as transformações que esperamos que os outros façam por nós.
De que adianta reclamar daquilo que é sua responsabilidade mudar? O que você, seu vizinho, seu patrão ou seu funcionário têm feito para contribuir para o desenvolvimento de sua região?
Apenas reclamar daquilo que é sua responsabilidade transformar não traz nenhum resultado na construção do novo. Ser protagonista é estar apto a desempenhar um papel importante nessa construção e saber escolher quem deverá estar ao seu lado.
Depositar unicamente nas urnas todas as expectativas de desenvolvimento é conformismo demais. É preciso participar e acreditar em estratégias de planejamento e de gestão compartilhada e eleger representantes que também acreditem, pois eles serão os responsáveis pela formulação das normas e regras que possibilitarão processos genuinamente participativos junto à comunidade local.
Uma comunidade que precisa acreditar em sua própria força e capacidade de realização. Uma comunidade que pode identificar, melhor do que ninguém, potencialidades, oportunidades, vantagens comparativas e competitivas, problemas, limites e obstáculos ao seu próprio crescimento. Uma comunidade capaz de estabelecer metas, definir prioridades, monitorar e avaliar resultados; enfim, capaz de gerar desenvolvimento em comum-unidade.
Só a imagem compartilhada de um futuro que se deseja criar pode estimular o compromisso e o envolvimento genuíno das pessoas, em lugar da mera aceitação. Trata-se de romper horizontes e construir novos paradigmas com cidadãos e organizações dispostos a assumir, no presente, as responsabilidades que garantirão o futuro das próximas gerações. A mudança não é fácil: implica mexer na zona de conforto e promover a percepção sobre a importância de uma participação mais ativa de todos nas esferas de decisão das políticas de desenvolvimento.
A inteligência de uma sociedade unida certamente ultrapassa a inteligência individual de seus membros. Protagonismo, cooperação e parceria podem produzir resultados extraordinários em prol das modificações necessárias na estrutura produtiva do nosso país.
Por isso, fomentar o desenvolvimento sustentável de uma região implica em erradicar uma pobreza que vai além falta de acesso à riqueza. Trata-se de acabar com a pobreza de conhecimento e de cidadania, pois é ela que impede as pessoas de aproveitarem as oportunidades existentes ou de descobrirem oportunidades onde elas aparentemente não existem.
ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado para o caderno Opinião - MogiNews
03 de julho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

PEDIDO DE DEMISSÃO


Venho através desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos.
Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de 8 anos no máximo.
Quero acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas. Quero acreditar que tudo é possível e que as complexidades da vida passem despercebidas por mim.
Quero ficar encantado, com as pequenas maravilhas deste mundo.
Quero de volta uma vida simples e sem complicações.
Cansei dos dias cheios de computadores que falham, montanha de papeladas, notícias deprimentes, contas a pagar, fofocas, doenças e da necessidade de atribuir um valor monetário a tudo o que existe!
Não quero mais, ter que inventar jeitos para fazer o dinheiro chegar até o dia do próximo pagamento.
Não quero mais ser obrigado a dizer adeus às pessoas queridas e, com elas, a uma parte da minha vida! Quero ter a certeza de que DEUS está no céu, e de que por isso tudo está direitinho neste mundo...
Quero viajar ao redor do mundo, num barquinho de papel que vou navegar numa poça deixada pela chuva.
Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.
Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque podemos comê-las e, ficar com a cara toda lambuzada.
Quero achar que chicletes e picolés são as melhores coisas da vida!
Quero ficar feliz quando amadurecer o primeiro caju, a primeira manga ou, quando a jabuticabeira ficar pretinha...
Quero poder passar as tardes de verão numa bela praia construindo castelos na areia e dividindo-os com meus amigos...
Quero que as maiores competições que eu tenha de entrar sejam um jogo de bola de gude, ou uma pelada...
Quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia era o nome das cores, a tabuada, as cantigas de roda, a “Batatinha quando nasce...” e a “Ave Maria...” e que isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor idéia de quantas coisas eu ainda não sabia.
Quero voltar ao tempo em que se era feliz simplesmente porque se vivia na bendita ignorância da existência de coisas que podiam nos preocupar ou aborrecer.
Quero poder acreditar no poder dos sorrisos, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia.
Quero estar convencido de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro!
Por isso, a partir de hoje, eu estou me demitindo da vida de adulto.
Agora, se você quiser discutir a questão, vai ter de me pegar...
E no pega-pega, o pegador está com você!!!
E para sair do pegador só tem um jeito: Demita-se, você também dessa sua vida chata de adulto!

Não tenha medo se ser feliz!

Texto de Maria Clara Isoldi White

sábado, 13 de março de 2010

PAGUE O PREÇO


Quando você pensa no sucesso e na obtenção de bons resultados você está mais acostumado a mensurá-lo no curto, médio ou longo prazo?
O ritmo do dia-a-dia e a sensação de falta de tempo faz com que a maioria das pessoas passe a considerar que tudo deve ser feito no menor espaço de tempo possível e que as conquistas devem ser realizadas imediatamente.
Essa forma de mensurar seus resultados pode impedir que você veja como algumas das dificuldades em curto prazo podem se tornar ótimas oportunidades com o passar do tempo. Você pode estar deixando de lado uma boa oportunidade, analisando apenas o resultado imediato e não a colheita que poderá fazer no futuro. De fato, os ponteiros do relógio não vão parar, mas manter o foco no que vai gerar mais impactos positivos nos seus resultados de longo prazo irá impulsionar o seu crescimento, mesmo que em um primeiro momento, você não se sinta plenamente satisfeito ou sinta-se fracassando.
Fracasso só é fracasso se você não agiu de acordo com os seus valores e se não deu o seu melhor para obter o resultado. Ficar se lamentando por algo que não deu certo ou que não aconteceu da forma como você gostaria, não irá mudar o resultado. Lembre-se que a realidade é o que ela é e não aquilo que você gostaria que ela fosse. E por isso, lamentar-se não irá te levar a lugar nenhum. É preciso um novo plano de ação que leve você à superação desse momento e aproxime mais o seu resultado atual da sua meta estratégica de longo prazo.
Utilize os resultados de curto prazo como lições valiosas para aperfeiçoar os seus próprios métodos de vida e trabalho. Muitas vezes, para atingir um resultado que queremos temos que fazer muitas coisas que não queremos. É como buscar emagrecer: ninguém quer deixar de comer chocolate ou tomar uma “cervejinha”, mas sem essa ação de curto prazo, quanto você estará distante do seu objetivo?
Normalmente, as pessoas se frustram porque se impõe resultados apenas de curto prazo e/ou porque não estão dispostas a abrir mão de algumas coisas para conseguir sua meta de longo prazo.
Por isso, ao viver uma situação em que necessite superar seus próprios limites, evite comparações com outras pessoas ou outras empresas. Compare-se apenas com os seus próprios períodos de vida.
Não se desmotive com comentários alheios do tipo “isso não vai dar certo” ou “esse negócio não irá pra frente”. O mundo está cheio de pessoas prontas a reclamar e as estatísticas impulsionam aqueles que sempre acham que tudo pode não dar certo. Aposto que você já ouviu coisas como, “se quase 30% das empresas fecham no primeiro ano, para que serei dono de um negócio?” ou “depois dos 40 anos, não conseguirei mais um bom emprego, então vou ficar onde estou mesmo”. Estatísticas ajudam muito no planejamento, mas sozinhas não fazem muita diferença. E, além disso, sempre ouvi que tabus existem justamente para serem quebrados.
Por isso, faça aquilo em que acredita, não abra mão dos seus valores e seja um obstinado na conquista da sua felicidade.
Certa vez, li uma frase de João Saramago que dizia que "antes de conquistarmos o sucesso, o êxito, a fama, o que quer que seja, fora de nós, precisamos conquistar o que está dentro de nós, conquistarmo-nos a nós mesmos."
Dê o seu máximo. Conquiste. Pague o preço em longo prazo, pois vale à pena!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado na página Opinião - MogiNews
13 de março de 2010

VIVA SEM DESCULPAS


“Todo começo é involuntário”, advertia Fernando Pessoa, e no caso de empreendedores ainda que haja muito planejamento antes do início do negócio, a atividade pode trazer várias dificuldades a serem superadas para a perenidade e rentabilidade do negócio.
Assim como na vida em que nada se conquista sem luta, as empresas também sofrem para ser aquilo que mostram ao mercado. E os donos dos negócios, muitas vezes sofrem ainda mais.
Por isso, persistência é fundamental! Enquanto muitas pessoas desistiriam frente a alguns riscos, empreendedores continuam e não se paralisam com qualquer obstáculo. Como têm objetivos claros, podem agir assim que uma dificuldade significativa começa a se delinear e encontram a melhor estratégia a fim de enfrentar esse momento.
Empreendedores persistentes fazem sacrifícios pessoais em prol de suas metas e não têm medo dos esforços que deverão despender para atingir o sucesso de sua empreitada. Eles sabem que o reconhecimento virá quando o objetivo for atingido. E não há reconhecimento melhor do que a meta atingida!
Por isso, seja um empreendedor nas suas atividades mais rotineiras. Torne-se responsável pela realização de seus próprios sonhos. Se você vive momentos difíceis, como quase todo o mundo, não desanime e persista. A vida reserva momentos únicos àqueles que persistem, têm fé e não se deixam abalar pelo desânimo.
A qualidade de qualquer jornada exige persistência, então faça de sua vida uma viagem: escolha o melhor roteiro; compre suas passagens escolhendo onde quer sentar, na janela ou corredor; verifique quem pilotará a viagem ao seu lado e, mesmo que encontre turbulências ou uma estrada esburacada no caminho, mantenham o rumo. A chegada depende apenas do seu esforço.
Ter sucesso à frente de um negócio ou em qualquer objetivo que você determinar para a sua vida não é fácil. Sucesso é para poucos! Se todos os dias, ao surgir um obstáculo, você buscar culpar os outros ou ao mundo e ficar na defensiva, o sucesso ficará cada vez mais longe. Não deixe a vida te levar! Escolha você o seu caminho!
Definir objetivos pode ser perigoso, pois essa ação traz consigo o risco do desapontamento, mas se você procurar olhar para dentro de você, para sua família, sua empresa, seus amigos perceberá claramente o que precisa mudar. Lembre-se que a vida não aceita desculpas.
“É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida”, ensinou Bob Marley.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
12 de março de 2010
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Preferidos do Lounge Empreendedor

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