sábado, 4 de agosto de 2012

NO RECOMEÇO: AUTOCONFIANÇA

O mais importante para o homem é crer em si mesmo. 
Sem esta confiança em seus recursos, em sua inteligência, em sua energia, 
ninguém alcança o triunfo a que aspira.
-- Thomas Atkinson --


Na próxima semana, faço uma nova aposta com relação à minha carreira... Para alguns, pode parecer andar para traz. Para outros, a volta por cima. Pra mim, apenas mais um passo! 
Vários sentimentos se misturam. Várias certezas desmoronam. Vários sonhos se refazem.
Justamente por isso, neste sábado, resolvi reeditar um texto que escrevi sobre autoconfiança para a minha coluna "Boca no Trombone" no jornal MogiNews. Espero que gostem...

Em termos simples, autoconfiança significa confiança em si mesmo para inspirar confiança aos outros. Quando há um estado de dúvida e incerteza em nossas capacidades, a vida parece mais difícil e nossos comportamentos e atitudes são inevitavelmente afetados negativamente. Emergem dúvidas, os receios e os medos passam a comandar a vida, e os pensamentos negativos passam a ser uma constante.
E sabe o que é pior? Nossa estrutura mental vai se acostumando com essa forma de pensar e começa a enraizar de forma negativa o processamento de qualquer informação. Novos desafios passam a ser vistos à luz do pessimismo.
Uma forma saudável e funcional de entender sua autoconfiança, é percebê-la em termos de grau. Nem “sempre”, nem “nunca”. Ainda que cada um de nós tenha um determinado nível de autoconfiança, ninguém está sempre confiante em todas as situações, em qualquer momento e em tudo na vida. Por exemplo: “De 0 a 10, quanto você se sente confiante para a semana que virá pela frente?”
Ao olhar para a autoconfiança em termos de grau, você consegue se distanciar da situação e identificar em que pode trabalhar e conseqüentemente melhorar. Se na minha pergunta anterior, o seu grau de confiança for 5, você pode buscar mais informações sobre sua agenda, sobre as pessoas que irá se relacionar, sobre os desafios que espera encontrar, sobre o que precisa estudar e então, elevar o grau de confiança para 8 ou 9.
O grande problema acontece quando, mesmo depois de mais preparo, você não se sente pronto a seguir. Ou seja: a autoconfiança tem relação proporcional com as crenças e expectativas que a cada um de nós coloca sobre si, com nossa timidez, ansiedade ou com alguns medos que possam existir, como o medo de falar em público.
Mesmo que muitos coloquem no passado e na infância, as causas dos principais problemas relacionados à autoconfiança, eu prefiro olhar para frente. Não é só uma educação superprotetora ou autoritária demais que pode resultar em adultos inseguros e despreparados para assumir responsabilidades.
Cultivar autoconfiança deve ser um exercício constante em busca da superação de nossos medos e fragilidades. Gostar de si mesmo, acreditar que pode e que é tão inteligente e competente quanto os outros é essencial para o êxito.
Pessoas de sucesso, autoconfiantes, não são pessoas privilegiadas, tampouco possuem características genéticas superiores. Elas apenas reconhecem que é preciso treinar a resistência intelectual e emocional para atravessar o território do medo e superar as adversidades, uma vez que rejeições, perdas, conflitos, crises e erros, podem acontecer com todos nós. A diferença está na forma como reagimos a eles.

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