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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ETIQUETA E ELEGÂNCIA


Qual é a diferença entre etiqueta, comportamento social e elegância? Recentente, me vi num debate entre amigos sobre o tema e percebi que cada um de nós pode descobrir inúmeras respostas para a pergunta. Umas corretas, outras nem tanto.
Justamente por isso resolvi abordar o assunto aqui no Lounge Empreendedor e caso você tenha algum preconceito, esse pode ser o principal indício de que você necessita dar mais atenção a ele.
No meu parco conhecimento e depois de acompanhar muitos eventos empresariais, ouso dizer que ter etiqueta é respeitar o conjunto das regras que norteiam os códigos comportamentais. Cada povo, cada cultura, cada época e, muitas vezes, cada empresa tem seus próprios códigos a serem considerados em seus relacionamentos. Comportamento social, por sua vez, é o “modo pelo qual uma pessoa se conduz em face do meio social” (Donald Pierson). Significa entender (e se apropriar deste entendimento) que cada ambiente exige de nós uma forma de agir, falar e se vestir adequadas à determinadas situações e códigos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FESTA DE FIM DE ANO NA EMPRESA

 
O período de final de ano é marcado por uma grandes quantidade de eventos. Costumo dizer que se aceitasse todos os convites, passaria dezembro sem ver minha família e iniciaria o novo ano com uns 5 quilos a mais. Afinal, são tantas empresas, fornecedores, clientes e até os amigos promovendo algum tipo de encontro para fortalecer o bom relacionamento comercial que a agenda parece bem menor do que a demanda.
Se assim como eu, você vive essa cilada, saiba que tem um evento que você não deve faltar: o da sua empresa!
A grande maioria das organizações promove ao final do ano uma festa de confraternização entre os colaboradores como forma de agradecimento pelos resultados atingidos, pelos prejuízos amenizados ou, pelo menos, para proporcionar uma maior interação entre os grupos de trabalho, chefia e subordinados.

sábado, 9 de julho de 2011

NÃO ESTAMOS EM CASA


Sejamos sinceros: quem não gosta de cantarolar de vez em quando? E assoviar aquela música que não sai da cabeça? Estão aí, atitudes que, muitas vezes, fazemos sem perceber. E como não falar sobre as canetas que têm aquele botãozinho em cima, que dá para ficar apertando e desapertando continuadamente? Seja tique nervoso, válvula de escape ou produto do nosso inconsciente, atitudes como essas devem ser deixadas em casa, todos os dias, ao irmos para o trabalho.
Ocorre que ambiente corporativo não pode ser confundido com o “lar doce lar”, onde tudo podemos sem delongas e com poucas regras. Além de demonstrar falta de educação, sibilar, cantar, ouvir música, rir e falar alto atrapalham o colega ao lado e, conseqüentemente, o rendimento da empresa.
Devemos levar em consideração, ainda, que o local onde atuamos como profissionais (é como queremos ser reconhecidos, não?) deve ser neutro ao máximo. Mesmo reunindo diversos tipos de pessoas, com as mais variadas crenças, credos, culturas, gostos, opiniões, etnias e condição social, esse ambiente não pode lembrar (nem de longe) as características da "casa da Mãe Joana". Passamos no trabalho oito horas ou mais por dia, então, a paz precisa reinar para que o ofício não se torne penoso e questionável.
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