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sexta-feira, 22 de março de 2013

COMO ASSIM?!?...

No livro Como Assim?!..., a história que mudou a vida de milhares de pessoas, o ex-faxineiro nordestino conta como venceu obstáculos na capital paulista até se tornar um empresário de sucesso, à frente de empreendimentos em regiões como Pinheiros e Avenida Paulista.


Ex-faxineiro, ex-garçom, ex-vendedor de cachorro quente, ex-assistente de importação, entre outras atividades, e hoje empresário de sucesso, Ednelson José da Rocha Albuquerque, o Tedd Albuquerque, lançou sua autobiografia. No livro, mostra como histórias curiosas da infância na pequena Barreiros, Pernambuco, e dos difíceis primeiros anos em São Paulo, serviram não só de lição de vida para ele e outras pessoas cuja trajetória transformou, mas influenciaram na Economia Criativa do Brasil.
O lançamento foi na galeria Como Assim?!... na praça Benedito Calixto, onde ele mantém seu bem sucedido modelo da primeira loja colaborativa no País, com diversos expositores apresentando suas criações e produtos. Instalações de cenas do livro vão ter artistas representando desde a loucura – que precede a ousadia de ideias criativas – até situações do autor menino e outros personagens em momentos hilários.

sábado, 4 de agosto de 2012

NO RECOMEÇO: AUTOCONFIANÇA

O mais importante para o homem é crer em si mesmo. 
Sem esta confiança em seus recursos, em sua inteligência, em sua energia, 
ninguém alcança o triunfo a que aspira.
-- Thomas Atkinson --


Na próxima semana, faço uma nova aposta com relação à minha carreira... Para alguns, pode parecer andar para traz. Para outros, a volta por cima. Pra mim, apenas mais um passo! 
Vários sentimentos se misturam. Várias certezas desmoronam. Vários sonhos se refazem.
Justamente por isso, neste sábado, resolvi reeditar um texto que escrevi sobre autoconfiança para a minha coluna "Boca no Trombone" no jornal MogiNews. Espero que gostem...

quinta-feira, 1 de março de 2012

AUTOCONFIANÇA

"Creia em si, mas não duvide sempre dos outros."
Machado de Assis



Na semana passada, coloquei um post aqui no Lounge Empreendedor falando sobre proatividade. Fiquei muito feliz com os comentários e um deles me despertou o desejo em escrever sobre uma nova característica do comportamento empreendedor. Afinal, para ser proativo é preciso uma virtude anterior: autoconfiança.
Em termos simples, autoconfiança significa confiança em si mesmo para inspirar confiança aos outros. Quando há um estado de dúvida e incerteza nas suas capacidades, a vida parece mais difícil e seus comportamentos e atitudes são inevitavelmente afetados negativamente. Emergem dúvidas, os receios e os medos passam a comandar a vida, e os pensamentos negativos passam a ser uma constante.
E sabe o que é pior? A sua estrutura mental vai se acostumando com essa forma de pensar e começa a enraizar de forma negativa o processamento de qualquer informação, estímulos, situações e os desafios na vida são visto à luz do pessimismo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EMPREENDEDOR CORPORATIVO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Uma das questões que envolvem o ato de empreender está relacionada à identificação, análise e implementação de um negócio, tendo como foco a inovação e a criação de valor aos proprietários, clientes e sociedade.
Para isso, planejamento, metas, estratégia, execução, indicadores e resultados são conceitos que alimentam a mente do empreendedor. Mas conhecimento apenas não basta!
É preciso ter atitudes e habilidades capazes de colocá-lo em prática.
Empreendedores exploram as oportunidades, correm riscos calculados, planejam, estabelecem metas, monitoram seus resultados, são determinados, organizados, dinâmicos e apaixonados pelo que fazem. Ou seja, empreendedores fazem a diferença!
Ora, mas será que só donos de negócios podem fazer a diferença? Será que dentro de suas próprias empresas não existem pessoas muito parecidas?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

GUERRA DOS SEXOS


Como escrevi no post anterior, Networking e LinkedIn, chegou a hora de compartilhar o material produzido pelo LinkedIn a respeito de um estudo realizado pela rede social que revela algumas diferenças no comportamento entre homens e mulheres quando o assunto é networking online.
O levantamento da rede de relacionamentos profissionais LinkedIn (a maior rede profissional do mundo com mais de 100 milhões de membros mundialmente e mais de 3 milhões no Brasil) aponta que no Brasil os homens são mais estratégicos no networking online do que as mulheres.
Para declarar um vencedor nesta batalha dos sexos, o LinkedIn desenvolveu um ranking de “estratégia” para o networking profissional que envolve a relação entre duas variáveis: a quantidade de conexões que homens e mulheres possuem e a proporção de homens e mulheres que possuem um perfil na rede social.

NETWORKING e LINKEDIN


Na última semana, fiquei muito orgulhosa quando o Marcio Salles da Edelman Brasil me convidou para dar comentar sobre as diferenças entre o networking das mulheres e dos homens na rede, especialmente no LinkedIn.
Não sou especialista em LinkedIn - utilizo apenas como usuária - e confesso que já deixei passar alguns convites para seleções de novos empregos por pura "falta de atenção" aos chamados na rede. (Ok. Podem me dar uma bronca).
A pauta estava relacionada a uma pesquisa feita na base de dados do LinkedIn que mostra áreas de atuação e empresas em que homens e mulheres possuem mais conexões. (Vou publicar a pesquisa também. Calma!!!)
Optei por utilizar minha experiência no desenvolvimento de carreira com alguns coachees (profissionais que acompanho para o desenvolvimento de competências) e também, dados dos relatórios do EMPRETEC para produzir o texto.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O X DA GERAÇÃO Y


Se você pensa que ter filhos na considerada Geração Y, nascidos entre 1980 e 1995, é apenas adequar-se a um perfil multitarefa e techno-esclarecido é hora de renovar suas percepções. A chegada do dias das mães e meus próprios filhos têm me feito pensar muito sobre isso.
Para essa nova geração, tecnologia é o ambiente do relacionamento. A novela das 8, o jornal ou os livros não fazem muito sentido porque desde muito cedo, essa geração se viu totalmente ligada à tecnologia e por meio dela, consegue construir relações e conhecimentos de forma mais rápida e mais barata, mas nem sempre tão eficiente.
Pais X com filhos Y lidam com jovens dinâmicos, antenados, que anseiam por flexibilidade e mobilidade e que ao chegarem ao mercado de trabalho, querem rápido reconhecimento e feedback constantes. Caso não consigam, se arriscam em aventuras que muitas vezes os trazem de volta as casas dos pais após uma pseudo-independência.
Se por um lado têm um espírito empreendedor, questionador, criatividade e intimidade com muitas tecnologias; por outro, têm pouca paciência, escassa capacidade de gestão e administração, dificuldades para se expressar adequadamente, já que se comunicam por símbolos e lêem muito pouco e são extremamente individualistas, mas também muito tolerantes.
Relacionam-se muito bem por e-mail e nas redes sociais, mas ao vivo, não estão prontos a negociar e buscar soluções para problemas aparentemente simples aos nossos olhos da geração “X”.
Para a geração que vive no Twitter ou no Facebook, os pais tornam-se um público cada vez mais privado de suas experiências se não fizerem parte de suas comunidades. Hoje, fazem parte de um time ligado 24 horas nos 7 dias da semana em busca de experiências e conhecimentos compartilhados honestamente.
Então, como uma mãe X deve se comportar com seus filhos Y?
Serenidade e equilíbrio são boas competências a desenvolver. Seja liberal, sem ser permissiva. Busque autoridade e não poder. Proteja, mas não sufoque. Não ultrapasse seus próprios limites para ser “legal”. Lembre-se que seu papel é educar!
Educar para o exercício do respeito e da cidadania seja qual for a geração: X, Y ou Z.
Se a individualidade é considerada um direito fundamental dessa nova geração, mostre as vantagens da coletividade. Se entre eles, cresce a necessidade de ter as coisas à sua maneira, respeite esse mundo em mutação, conversando de forma honesta. Abra os horizontes de seus filhos e reflita com eles valores, perspectivas, atitudes e experiências. Todos nós precisamos de pais que nos transmitam carinho, limites e amor!
Por que, no fundo, como dizia Eliz Regina: “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais!”
Você já parou para pensar nisso?
Como se comporta com seus filhos Y? E mais: tem uma equipe de Y?
Como lidar com eles?
Um beijo a todos os meus amigos e um FELIZ DIA DAS MÃES!

Ana Maria Magni Coelho
Produzido para a página Opinião
MogiNews
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