"Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião."
-- William Shakespeare --
Você já parou para reparar como o
ser humano gosta de emitir opinião sobre quase tudo? Se essa opinião é sobre a
vida, problema ou decisão de um terceiro, então, surge a tendência a dar
palpites. Mas palpite e conselho são coisas bem diferentes!
Tenho certeza que muitas mulheres
irão se identificar: basta você ficar grávida para que as pessoas ao seu redor
apareçam com dicas e opiniões das mais acertadas às mais descabidas. Todo mundo
parece saber o que você deve ou não fazer com o seu filho, antes e depois dele
nascer. É tanta gente falando na sua orelha que se criou um enorme
preconceito em torno do conselho. Mas é uma injustiça. O vilão da história é o
palpite!
Sobre o pretexto de querer
ajudar, as pessoas mal esperam o pedido de ajuda e prontamente se colocam à
disposição. Essa opinião não requisitada, baseada no “achismo” e na fofoca,
focada na fala e no reconhecimento de quem dá a ajuda é a especialidade dos
palpiteiros. Quem quer mesmo ajudar espera o pedido, não se liga em fofocas,
baseia sua fala em sua própria experiência e deseja com isso o bem-estar do
outro. Isso sim é dar conselho!




