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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

EDITAL PARA SERVIÇOS "PRO BONO"


As agências Edelman Significa e Edelman Arbora abriram seu Edital para Oferecimento de Serviços Pro Bono. Alinhada à política de cidadania corporativa da rede Edelman, a iniciativa pretende selecionar uma organização sem fins lucrativos que atue em prol da erradicação da fome e da miséria para receber, gratuitamente, um dos serviços das agências.
A Edelman é a maior rede de agências de relações públicas do mundo, com escritórios em 60 cidades, mais de 4.000 colaboradores e escritórios afiliados em 30 cidades. A Edelman Significa é uma agência especializada em engajamento para construção de marcas, enquanto a Edelman Arbora é uma consultoria especializada em planejar e implementar estratégias integradas de posicionamento, gestão, comunicação, conteúdo e captação de recursos para instituições.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

SUSTENTABILIDADE COMEÇA COM A GENTE



Diversidade, ética, transparência, respeito e sustentabilidade. Estes são os atributos que a maioria das empresas coloca em suas políticas de comunicação e de fortalecimento de imagem segundo a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje)
Entretanto, mais do que fazer parte de uma política institucional, essa mensagem tem que fazer parte da vida dos funcionários, fornecedores, clientes e principalmente dos líderes do negócio. Só o engajamento da "alta cúpula" pode reforçar a reputação de uma marca e oferecer produtos ao mercado que além de qualidade, respeitem o meio ambiente, a saúde do consumidor e os direitos dos funcionários. Isso, sim, é ser sustentável!
Uma pequena empresa normalmente começa suas atividades com os próprios donos à frente do negócio. Se os valores de sustentabilidade fizerem parte da vida desse empreendedor, certamente sua empresa terá mais chances de tirar do papel os bonitos atributos estratégicos e torná-los ações práticas no dia-a-dia do seu pequeno negócio.
O primeiro passo é analisar sua própria relação com o mundo. Você está pronto para ouvir seus clientes? Está disposto a receber e implementar sugestões de seus funcionários? Pagaria um pouco mais por uma energia reutilizável? Sua empresa consome de forma eficiente água, energia e os insumos para o negócio? Está disposto a trabalhar a comunidade vizinha ao seu negócio?
Muitas vezes são necessárias poucas mudanças para deixar o seu pequeno negócio "surfar" na onda da sustentabilidade. Seja qual for o porte do seu negócio, se você não se preparar a responder SIM a todas as perguntas anteriores, certamente sua empresa perderá mercado ou desaparecerá.
Ter uma atitude sustentável não é assistencialismo, filantropia, nem investimento social isolado, mas a adoção de práticas que fortaleçam, de forma integrada, seu próprio negócio. Os recursos ambientais, sociais e econômico-financeiros estão na base do tripé da perenidade de todos os negócios e por isso, utilizá-los de forma a atender suas necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras em também atender as suas necessidades é a receita.
Empresas de vanguarda têm pessoas apaixonadas pela causa do negócio tanto quanto seus donos. Comece conquistando seus próprios funcionários e amplie essa relação para seus clientes, parceiros e fornecedores. Cada vez mais, as empresas terão obrigação de participar na solução dos problemas das comunidades.
Esteja certo de que o comportamento do consumidor de hoje não é mais o mesmo. O cliente que antes passava na padaria para saber se tinha pão quente, hoje espera ser avisado pelo Twitter sobre o horário da próxima fornada e ainda quer saber se a energia do forno é consumida corretamente ou se o trigo tem rastreabilidade. Se você não apresentar um elevado grau de responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente, deixará de ser opção de compra para muitos que visitarem o seu negócio.
Você é quem está no controle e decide o que deseja fazer. Sustentabilidade é sair do discurso para a ação e ter atitude para dar o primeiro passo. Qualidade começa com a vida da gente! Viva Positivamente.

Ana Maria Magni Coelho

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

NA ONDA DAS REDES SOCIAIS


Pensem comigo: seriam as redes sociais uma nova onda ou um novo modismo imposto pela internet? Algo que vai se propagando, se modificando, mas perdura. Ou algo efêmero que todos querem seguir, mas que logo desaparecerá?
Um estudo da consultoria Deloitte com 302 empresas brasileiras mostrou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais. Esse movimento se comprova com as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que utilizam o portal de negócios do Comunica Geral. Somente no mês de setembro, dos mais de 500 projetos publicados no site, aproximadamente 15% são de marketing digital. Desses, mais da metade está relacionado com ações em mídias sociais.
Então, afinal, o que as redes sociais representam para as MPEs e como tirar melhor proveito delas?
De nada adianta, no calor do modismo, delegar ao colaborador mais apaixonado pela Internet a criação do perfil da empresa nas mais variadas redes sociais. Twitter, Facebook, Orkut, Linkdin, todos podem soar como diversão. No entanto, o que parece brincadeira de criança pode colocar a reputação de sua marca em risco.
Isso porque qualquer ação na rede amplifica suas conseqüências.
Se as ações de marketing do seu negócio são bem planejadas e executadas offline, as ações online tenderão a aumentar os bons resultados. Entretanto, o contrário também é verdadeiro. Ações online mal planejadas podem ser devastadoras, já que na rede a velocidade é um sopro. Por isso, fique atento!
Segundo recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais, mas apesar da alta adesão, apenas 7% as consideram de fato imprescindíveis.
Para 45% dos pesquisados, o fortalecimento da marca foi apontado como o maior benefício trazido pelas redes sociais. Pronto! Era aí que pretendia chegar: as MPEs podem (e devem) tirar proveito da proximidade e do relacionamento com o cliente oportunizado pela internet. Não existe porte de empresa na web, mas sim, o desejo de se relacionar.
Diferentemente da publicidade nas mídias tradicionais, a propaganda – entendida como algo que propaga que divulga, e não o anúncio visando aumento de vendas –, é muito mais intensa e efetiva na mídia online. O relacionamento com o consumidor na Internet é constituído de interatividade. As pessoas opinam livremente sobre o que desejarem.
Portanto, planeje as ações na rede de forma profissional. Monitore sua marca, seus concorrentes, pesquise a satisfação dos clientes, invista na velocidade de resposta, promova engajamento dos colaboradores e faça bom proveito das redes sociais.
Mergulhe nessa onda de forma consciente!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Diário Empresarial - O Diário de Mogi 
28 de outubro de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

BANDEIRA DA HIPERCONCORRÊNCIA


Ter preços competitivos ou qualidade nos produtos não é mais suficiente, é preciso oferecer uma história convincente para as pessoas se lembrarem de você. Isso se enquadra tanto ambiente hipercompetitivo dos negócios ou dentro da empresa para qual você trabalha.
No SEBRAE-SP, muitas pessoas me pedem informações sobre como construir sua marca e melhorar sua imagem no mercado. As empresas já perceberam que não adianta sentar, relaxar e esperar reconhecimento dos clientes ou, no caso dos empreendedores corporativos, que ninguém vai lhe dar uma promoção simplesmente porque você trabalha bem.
É preciso ter algo a mais, um diferencial.
No contexto atual, o empreendedor deve considerar e administrar sua marca com uma visão muito mais ampla do que a simples consideração dos aspectos promocionais e publicitários do marketing tradicional. O relacionamento com seus clientes e concorrentes são variáveis decisivas para o seu sucesso ou fracasso. E isso envolve a percepção que eles têm sobre você e a sua marca.
A chave para a construção de uma marca consistente é oferecer algo que se revele de uma forma única e inteligente. Algo muitas vezes intangível e que até seja invisível por um tempo, assim fica fora da visão dos concorrentes.
Perceba a questão sob a lógica do varejo: a maioria das lojas não vende apenas produtos (televisão, roupas, medicamentos) que são encontrados facilmente. O que de fato um comerciante vende é a sua “bandeira”. Sua marca é a grande responsável pelo seu posicionamento e imagem.
E a criação dessa “bandeira” pressupõe que você busque conhecer as expectativas de seus clientes, defina seu mercado-alvo cuidadosamente e, então, mostre-se a ele como diferente e superior aos seus concorrentes. Não dá para ser inesquecível para todos, mas é possível entender e escolher quais são os clientes que você quer efetivamente atender e oferecer-lhes produtos funcionais e apelos emocionais que os ajude a construir a lealdade à sua marca. O sucesso vai ocorrer quando o cliente, interessado em adquirir algum produto ou serviço, escolhe você e não seus concorrentes.
E lembre-se que o significado da sua marca é mais amplo do que o conceito de marca do produto que você vende. Enquanto a marca do produto diz respeito a aspectos limitados e tangíveis como: design, utilidade, qualidade técnica e desempenho; a sua marca deve traduzir ambiente e atmosfera, qualidade de atendimento, mix de produtos, confiabilidade, conveniência, preços justos, customização, status, entre outros atributos e padrões de desempenho claramente intangíveis.
Fique à frente da concorrência nesses atributos e você será lembrado por mais tempo. E nunca se esqueça que o tempo voa e você vai precisar se reinventar constantemente, pergunte-se sempre: “Daqui a três anos, qual será o meu diferencial? Como quero ser lembrado?”


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião
Mogi News - 10 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!



ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

MARCA PESSOAL

Será que você vai sobreviver às novas mudanças do mundo? Você pensa o futuro como algo que, embora não possa ser previsto, tem que ser inventado? Você tem a mente aberta ou será devorado pela Síndrome de Gabriela: "eu nasci assim, eu cresci assim..."?
Se essas perguntas deixam você ansioso, pense que a maioria das respostas define quem você é e a forma como se comporta.
A globalização e o aumento da competição têm transformado a dinâmica das empresas e certamente, a dinâmica da sua vida. Hoje a responsabilidade por gerenciar sua carreira não é mais do seu empregador, mas sua!
Para garantir-se no mercado, ter uma marca de pessoa íntegra, correta e sensata é o seu maior investimento, pois lhe dará crédito para começar de cabeça erguida, sem medo e com muitos aliados quantas vezes forem necessárias.
Não tenha medo de tornar-se uma pessoa conhecida, pois no mundo corporativo, quem não aparece, desaparece em um curto espaço de tempo.
É claro que para aparecer não adianta apenas seguir uma boa quantidade de dicas “enlatadas” de como se vestir e se comportar em público. É preciso que a sua marca venda um produto de efetiva qualidade. Criar uma boa marca pessoal requer que você SEJA um “produto de qualidade”, TENHA habilidades e conhecimentos para que depois MOSTRAR-SE ao mercado.
Por isso, busque recriar-se a cada instante, colocando excelência em tudo o que realiza. Não se considere apenas um profissional e sim um ativo de si próprio. Equilibre conteúdo com estilo, esqueça seu cargo e não se limite a seu salário, pois se você nunca fizer além do que você é pago, você nunca será pago além do que você faz!
Aprenda com as grandes empresas e pergunte-se diariamente: “O que eu faço que gera valor? Do que tenho mais orgulho? Como me diferencio da minha concorrência?”
E seja honesto nas suas respostas. Se você sabe quem é, pode promover uma marca pessoal autêntica, consistente e que seja convincente ao seu público.
Tudo o que você faz – e o que escolhe não fazer – contribui para sua marca pessoal, desde sua forma de falar no telefone até a forma como se comporta em reuniões ou redige e-mails. Se você for instável, minará seus esforços.
E para garantir o juízo correto do seu público, busque feedback através de métodos formais como avaliação 360 graus ou pedindo às pessoas mais próximas opiniões verdadeiras sobre seu desempenho.
Se quiser ir mais além, participe de processos seletivos, pois ainda que esteja feliz no seu atual trabalho, isso o ajudará a testar o valor de sua marca.
Só não se esqueça de um detalhe: fundamente sua marca de uma forma leal aos seus sonhos, valores e metas; só assim conseguirá ser leal também ao seu time, seus projetos e sua empresa.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado no MogiNews em 28 de novembro de 2009
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