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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

SEGURA COMEÇOU O SOCIAL GOOD BRASIL

Social Good Brasil 
-- Conectados Transformamos --


Para quem acompanha o Lounge Empreendedor, não é segredo a minha admiração pelo diretor de marketing da IBM Brasil, Mauro Segura. Adoro o blog A Quinta Onda, adoro a forma como ele encara o “pseudo” poder das mídias sociais e o real poder da comunicação colaborativa e da transformação do mundo dos negócios.
Pois, então... Foi com ele que o ciclo de palestras do Social Good Brasil começou na noite do dia 06 de novembro em Florianópolis.
Que vivemos a era da tecnologia pervasiva tenho certeza que ninguém mais duvida. Talvez nem todos saibam o que pervasiva vem a ser, mas fica mais simples se eu disser que significa que estamos o tempo inteiro conectados, que vivemos com algum aparelho que nos liga à internet na mão, seja no show, no trabalho, no banheiro ou na própria palestra. Vivemos o tempo da computação social.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É SÓ O COMEÇO!



Estar no lugar certo na hora certa. É exatamente asssim que me sinto quando o assunto é Social Good Brasil.
O seminário começou ontem com o maior espírito colaborativo com a dupla Fernanda Bornhausen Sá e Lúcia Dellagnelo, contando como idealizaram o Social Good e o ciclo de palestras no Brasil. A emoção estava presente não apenas na fala, mas em grande parte das pessoas que sentiam ali uma excelente perspectiva de atuar como atores de vanguarda a respeito de uma proposta de inovação social.
Como a Fernanda, acredito que cada um dos presentes na grande plateia do #SocialGood BR, “acreditamos que a tecnologia é um meio poderoso para transformar a sociedade e impulsionar uma mudança social positiva. Conhecemos pessoas e organizações incríveis que também acreditam nisso e estão fazendo acontecer”. A tecnologia é um meio para um fim maior. A rede é feita de pessoas e são elas que estão transformando a sociedade a cada minuto com microações que juntas podem se tornar grandiosas. Se alguém ainda duvida, certamente ficará para trás. Temos que perder o medo das tecnologias e do poder distribuído para, generosamente compartilhar nossos saberes e recursos (como isso faz sentido pra mim!)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL. É AMANHÃ!

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é conseqüência
-- Albert Einstein --


Amanhã começa o Social Good Brasil. O primeiro dia do seminário apresentará a discussão “um novo mundo, novas tecnologias e formas de impacto social”. Com a abertura às 19h, a programação integra o painel com a presença de Simon Mainwairing, consultor de empresas como Google, General Motors e Gucci e autor do livro “We First”, indicado como “Best Marketing Book de 2011” pela strategy+business, “Top 5 Marketing Book de 2011” pela 800-CEO-Read e “Top 10 Business Book of 2011” pela Amazon; e Mauro Segura, autor do blog “A Quinta Onda” e diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil. Os convidados irão debater sobre o comportamento e comunicação na era da sociedade digital. Não posso dizer que é o meu painel mais esperado, mas ouvir Mauro Segura é sempre um prazer pra mim. Uma vez, conversando com uma amiga, eu disse que se pudesse escolher ser liderada por alguém por um mês para sentir a experiência, esse “alguém” seria o Mauro. Acho o cara genial, sem ser “boring” ou “estrela” demais! Sem contar que eu teria uma experiência e tanto na IBM Brasil :-)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SOCIAL GOOD BRASIL


Imagem de Luciano Martins - Embaixador do Social Good Brasil

E, de repente, a vida da gente vem e nos faz uma surpresa... Há alguns meses, participei – encantada, confesso – do Festival de Idéias promovido pela Fundação Telefônica e  Instituto C&A. Achei tudo muito bem organizado, adorei conversar com os empreendedores, com os jovens inovadores e com os amigos que encontrei naquele dia.
Saí de lá repleta de boas idéais para transformar meu próprio ambiente de trabalho (Opa! Seria essa também a intenção do encontro?!?) e com a cabeça fervendo pelas oportunidades de negócios vislumbradas ali.
Sim... o mundo está repleto de oportunidades basta abrir a mente e não apenas os olhos!
E então, depois de meses em uma busca incessante por algo que trouxesse um bom tema para retomada ao Lounge Empreendedor, recebi um delicioso convite da querida Samantha Shiraishi (@samegui) para levar o blog para a cobertura do Social Good Brasil que acontecerá de 06 a 8 de novembro em Floripa.
Se você ainda não sabe o que é o Social Good Brasil é um movimento que acredita no poder do uso das tecnologias, das novas mídias e do pensamento inovador para unir as pessoas na solução de problemas sociais. E na verdade, esse é um programa de todos nós!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

INTERNET E NEGÓCIOS

"Se a Internet não for vista agora como uma oportunidade para novos negócios,
será vista em breve como uma ameaça."
-- Tony Blair, Primeiro Ministro Inglês
em conversa com empresários britânicos em 13/09/1999 --


Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender a novos consumidores conectados. Sem contar a quantidade de vezes em que ouvimos sobre a transversalidade das ações de tecnologia da informação (TI) nos negócios tradicionais, na criação de novos modelos de negócios e sobre como essas inovações mudam o jeito de empreender brasileiro.
Mas, nem tudo são flores, como diz o dito popular. O discurso da força das ferramentas de TI pode nos levar a acreditar que nesse contexto todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Entretanto, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Se isso acontece em São Paulo, a "Las Vegas" brasileira dos negócios, imagine a realidade pelo resto do país - a grande maioria deles ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.

domingo, 3 de abril de 2011

SUA EMPRESA NO MUNDO MOBILE



Cada vez mais as pessoas estão utilizando os smartphones para acessar a internet. Vários estudos apontam que daqui a três anos o acesso à rede por aparelhos celulares irá superar o do computador. Com isso, as empresas passam a ter necessidades de adaptarem seus sites, fazendo com que a navegação seja mais cômoda para esses usuários.
Algumas grandes empresas, como o portal Terra e UOL, já fizeram isso. No Terra, por exemplo, o endereço de acesso é o mesmo tanto para celular quanto para computador. É o próprio site que identifica se o usuário está utilizando um ou o outro e faz a adequação de layout automaticamente.
O acesso à internet por smartphones são, na maior parte das vezes, mais lentos do que no computador. Além disso, a visualização é bem menor e a digitação mais complicada. Por isso, é necessário fazer certas adaptações que auxiliem os usuários a terem uma maior facilidade.
Para resolvermos o problema com a velocidade e a visualização, o mais recomendado é criar um layout diferenciado para os smartphones, utilizando menos imagens e textos e deixando os botões de acesso maiores.
Para facilitar a vida do usuário quanto à digitação, existem algumas alternativas no mercado como QR Code, onde se cria uma imagem que ao ser lida pelo smartphone, redireciona automaticamente para o link do seu site. Muitas empresas de vendas online têm utilizado esse recurso para facilitar o acesso do usuário a seus produtos e catálogos.
As empresas que não quiserem utilizar o QR Code podem criar links personalizados de acesso como “m.suaempresa.com.br”, mas lembre-se sempre que o usuário do smartphone não quer digitar muito e endereços eletrônicos compridos podem fazê-lo desistir de acessar seu link.
Muitas empresas utilizam algum tipo de CMS, que é um sistema de gestão de conteúdo de websites e intranets, como Joomla e Wordpress. Para ambos existem plugins que adaptam seu site para móbile. Já em outras ferramentas, algumas vezes não é possível, sendo necessário criar um layout exclusivo para o acesso por smartphone.
E se dentro do meu site existir um sistema, tem como adaptá-lo? Depende muito de qual foi a linguagem utilizada para desenvolver esse sistema. No caso dele ter sido desenvolvido em PHP é possível fazer essa adaptação. A única parte que precisará ser alterada é o layout. O resto, como consultas à base de dados, por exemplo, não terá nenhuma modificação.
O mundo está avançando e cada vez mais as pessoas necessitam acessar a internet em qualquer lugar e a qualquer hora. Por isso, investir na adaptação do seu site e/ou sistema web para acesso via smartphones é muito importante. É uma maneira de mostrar a seus clientes que você está pensando na comodidade e na praticidade dele.

Esther Hinrichsen é técnica em informática e desenvolvedora web da dBrain
Agência especializada em marketing de canais.
Contatos: esther@dbrain.com.br, www.dbrain.com.br

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MÍDIAS SOCIAIS - UMA NOVA PROFISSÃO

Logo após minha primeira participação na Campus Party Brasil 2011, tive contato com esse texto publicado na Folha OnLine.
Não tenho a menor dúvida de que as empresas que mantiverem seus olhos fechados para essa realidade ficarão para trás em questões de marketing e competitividade.
Mas tome cuidado: você precisa escolher a pessoa certa. Mais do que entender de sistemas, um bom analista de redes sociais deve gostar de RELACIONAMENTO e de PESSOAS.
O que você acha?
Saiba mais sobre essa nova profissão.

Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais
por Folha OnLine


Ficar de olho em Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e blogs deixou de ser um passatempo e virou profissão.
Empresas buscam profissionais que dominem mídias sociais para divulgar serviços e se aproximar de clientes. Para os iniciantes, os salários variam de R$ 1.000 a R$ 3.000, mas os experientes ganham até R$ 10 mil.
Rafael Matos, que atua como analista de redes sociais, diz que precisa ter jogo de cintura para atender a demandas.
Segundo pesquisa da Deloitte feita com 302 empresas brasileiras em fevereiro deste ano, 70% delas fazem monitoramento on-line e 55% recorreram a um profissional para cuidar do setor.
Rafael Matos, 27, analista de redes sociais da imobiliária Lopes, monitora perfis em redes sociais e diz que precisa de jogo de cintura para atender a todas as demandas. Ele conta que lidar com reclamações contra a empresa também é sua tarefa.

BOA LARGADA

Para ser um analista de mídias sociais, é preciso ter habilidade na escrita, conhecimento de marketing e familiaridade com redes.
Esses profissionais, também conhecidos como SMO (Social Media Optimization, ou otimização de mídia social), devem ter perfil inovador, diz Deni Beloti, consultor da Fellipelli. "Dinamismo, criatividade e imediatismo fazem parte do perfil."
Para Cely Carmo, gerente de estratégia da Burson Marsteller, organizações esperam iniciativas arrojadas dos analistas. "É preciso criar relacionamento com seguidores e conhecer "a fundo" a marca que divulga", afirma.
Na Ideia S/A, agência de mídias sociais, a maioria dos analistas tem diploma de jornalismo ou publicidade.
"Há profissionais formados nas áreas mais diversas, como turismo", revela Daniela Habif, coordenadora de conteúdo digital da empresa.
Há dois anos, o publicitário Antônio Mafra, 29, foi contratado pela Porto Seguro. Ao perceber que a empresa não atuava em mídias sociais, sugeriu que a seguradora aderisse à novidade.
"Eu mesmo criei a minha função. Hoje esse é um dos principais canais de relacionamento com o cliente", diz.
Em contraponto, Mafra diz que os colegas ainda não entendem sua função. "Sou conhecido como o vagabundo da empresa", brinca.
O gerente de mídias sociais da Tecnisa, Roberto Aloureiro, 38, aponta outra preocupação: divulgar informações sobre a companhia.
"Penso dez vezes antes de publicar dados na rede. Meu trabalho é gerenciar crises, e não gerar uma", conta.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

NA ONDA DAS REDES SOCIAIS


Pensem comigo: seriam as redes sociais uma nova onda ou um novo modismo imposto pela internet? Algo que vai se propagando, se modificando, mas perdura. Ou algo efêmero que todos querem seguir, mas que logo desaparecerá?
Um estudo da consultoria Deloitte com 302 empresas brasileiras mostrou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais. Esse movimento se comprova com as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que utilizam o portal de negócios do Comunica Geral. Somente no mês de setembro, dos mais de 500 projetos publicados no site, aproximadamente 15% são de marketing digital. Desses, mais da metade está relacionado com ações em mídias sociais.
Então, afinal, o que as redes sociais representam para as MPEs e como tirar melhor proveito delas?
De nada adianta, no calor do modismo, delegar ao colaborador mais apaixonado pela Internet a criação do perfil da empresa nas mais variadas redes sociais. Twitter, Facebook, Orkut, Linkdin, todos podem soar como diversão. No entanto, o que parece brincadeira de criança pode colocar a reputação de sua marca em risco.
Isso porque qualquer ação na rede amplifica suas conseqüências.
Se as ações de marketing do seu negócio são bem planejadas e executadas offline, as ações online tenderão a aumentar os bons resultados. Entretanto, o contrário também é verdadeiro. Ações online mal planejadas podem ser devastadoras, já que na rede a velocidade é um sopro. Por isso, fique atento!
Segundo recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais, mas apesar da alta adesão, apenas 7% as consideram de fato imprescindíveis.
Para 45% dos pesquisados, o fortalecimento da marca foi apontado como o maior benefício trazido pelas redes sociais. Pronto! Era aí que pretendia chegar: as MPEs podem (e devem) tirar proveito da proximidade e do relacionamento com o cliente oportunizado pela internet. Não existe porte de empresa na web, mas sim, o desejo de se relacionar.
Diferentemente da publicidade nas mídias tradicionais, a propaganda – entendida como algo que propaga que divulga, e não o anúncio visando aumento de vendas –, é muito mais intensa e efetiva na mídia online. O relacionamento com o consumidor na Internet é constituído de interatividade. As pessoas opinam livremente sobre o que desejarem.
Portanto, planeje as ações na rede de forma profissional. Monitore sua marca, seus concorrentes, pesquise a satisfação dos clientes, invista na velocidade de resposta, promova engajamento dos colaboradores e faça bom proveito das redes sociais.
Mergulhe nessa onda de forma consciente!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no Diário Empresarial - O Diário de Mogi 
28 de outubro de 2010
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