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sábado, 25 de dezembro de 2010

PRESENTES DE NATAL



Pessoas são os melhores Presentes

Ceia encerrada, presentes abertos, família espalhada pelo cômodos da casa e você pronto para mais uma etapa: o almoço de Natal.
Será que já teve tempo para pensar no valor de cada produto ou dos momentos vividos até agora? Quais foram seus presentes?
Reconhecer o significado de um presente, de uma palavra ou de um sentimento de acordo com o momento é capital para entender seu valor. Que emoções estão envolvidas no ato de uma compra? Qual é o seu real valor?
Se ganhou um livro, por exemplo, pense no real significado da escolha e na história e sonhos que você mesmo pode viver quando mergulhar em suas páginas. É preciso debruçar-se sobre o contexto para entender verdadeiramente o que cada escolha representa.
A maioria das pessoas, entretanto, não se dispõe a escutar e enxergar o sentimento alheio. Vivem sem sentir, sentem sem se emocionar e cumprem rituais sem estarem realmente presentes. Vivem o Natal sem valorizar seu significado. Abrem os presentes sem se abrir à vida!
Amizade, amor, compreensão e confiança precisam de entrega plena e incondicional. Mesmo que seja feita sob o olhar digital do encontro virtual, é na presença que florescem significados e criam-se os contextos. Elos de cumplicidade que não podem ser efêmeros; que não devem durar apenas até o almoço de Natal.
Presentes que mantenham seu sentido estão intimamente relacionados ao grau de cumplicidade que exista entre você e o outro. Residem no apoio contínuo, sem interferir em suas idéias ou crenças.
Ter cumplicidade é ter respeito. É cultivar o desejo em crescer com alguém e ver o outro crescendo junto, superando desafios em benefício de ambos. É saber ouvir, mesmo que você não concorde, para que o outro possa lhe ouvir também. É dividir o espaço sem romper seus limites. É trocar experiência, sem competir entre quem sabe mais ou menos. É dar-se como presente!
Vale no Natal, no Ano Novo, no amor, na amizade, no sexo, em qualquer tipo de relação e em qualquer ocasião. Antes mesmo de Jesus nascer, o filósofo grego Xenofonte escreveu: “Um bom amigo é o mais precioso de todos os bens. Há homens, contudo, que investem toda a sua energia no cultivo de árvores para colher frutos, e são negligentes com o amigo, o bem que mais frutifica”
Quando você percebe a importância disso, passa a valorizar cada pessoa como um presente e cada momento como uma dádiva. Se os pacotes abertos na noite de Natal não trouxeram exatamente o que você esperava, pense nos presentes que estiveram ao seu lado por todo o tempo. O ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.



Ana Maria Magni Coelho
25 de dezembro de 2010

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

QUANDO SE VENCE O MEDO


Hoje resolvi compartilhar com vocês mais um texto que não é meu, mas que recebi de um amigo e que certamente assombra a vida de muitos de nós...
Se você é empreendedor, já teve medo de correr riscos maiores do que aqueles que calculou.
Se você é pai, já teve medo de deixar seu filho sair para a primeira excursão com a escola.
Se você é mãe, tem medo todos os dias... tenho certeza disso!
Enfim, se você vive, algum medo assombra seu dia e por vezes, te impede de um passo seguinte.
Mas cuidado... Criamos medos que muitas vezes não são nossos... Criamos medos de fantasmas que nem mesmo existem...

"O MEDO"

Ele era um ladrão profissional. Seu nome inspirava medo. Ele aterrorizou durante 13 anos as diligências de Wells Fargo, rugindo como um furacão e saindo da Sierra Nevada assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco e Nova Iorque seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira. Durante seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligência. E fez tudo isso sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto. Nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou seqüestrou alguém. Ele não precisava fazê-lo. Sua presença era o bastante para paralisar as pessoas.
Black Bart... Um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal.
Ele me faz lembrar outro ladrão que ainda anda por ai...
Você o conhece, mas também nunca viu seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer seu retrato falado. Mas quando ele está por perto, você o sente por causa das batidas do seu coração. Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua.
Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço.
Se você acordou tarde da noite num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou seu sono.
Você o conhece.
Ele é o ladrão que fez as palmas de sua mão suarem quando foi ser entrevistado para um emprego. E foi esse patife que segregou em seu ouvido ao deixar o cemitério: " Você pode ser o próximo!".
Ele é o Black Bart da alma.
Ele não quer o seu dinheiro. Ele não quer seus diamantes. Ele não está querendo seu carro. Ele quer algo muito mais importante. Ele quer a paz do seu espírito - sua alegria.
Seu nome? Medo
Enfrentemos a realidade. Todos nós sentimos medo. Nenhum ser humano está imune a essa emoção, que é uma das mais comuns. Na verdade, trata-se de uma emoção que compartilhamos com muitos membros do reino animal.
Entretanto, sendo diferente dos animais, que aparentemente só sentem medo de ameaças que jamais nos foram feitas, e até mesmo ameaças que nunca existirão. A missão do medo é roubar sua coragem e deixá-lo trêmulo e tímido. Seu "modus operandi" é manipular você com o misterioso, insultar você com o desconhecido.
Medo da morte, medo do fracasso, medo de Deus, medo do amanhã - seu repertório é muito vasto.
Seu objetivo? Criar almas covardes e sem alegria. Ele não quer que você faça a viagem para a montanha. Ele imagina que se puder sacudi-lo bastante, você acaba tirando os olhos das alturas e partindo para uma existência vã, monótona e sem alegria.
Uma lenda da índia conta a história de um rato que tinha pavor de gatos, até que um mágico concordou em transformá-lo em gato. Isso resolveu seu medo... até que ele encontrou um cachorro; então o mágico o transformou num cachorro. O rato-tornado-gato-tornado-cachorro ficou contente, até que encontrou um tigre; assim, mais uma vez, o mágico o transformou naquilo que ele mais temia. Mas, quando o tigre veio se queixar de ter encontrado um caçador, o mágico se recusou a ajudar. " Eu o transformarei num rato novamente, pois apesar de ter o corpo de um tigre ainda tem o coração de rato!".
O medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas, através da história, malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas a oportunidade: sentiram medo.
Meu exemplo pessoal e favorito de vitória sobre o medo é Madre Teresa de Calcutá, a simples freira natural da Iugoslávia, cujo coração foi suficientemente grande para abrigar pessoas de todas as classes, de todos os níveis intelectuais, culturais e religiosos. A vida dela foi uma parábola sobre o domínio do medo. Medo da pobreza, da doença, da ameaça a segurança, de ser mal compreendida.
E você, será que tem um corpo de tigre e ainda tem o coração de um rato? Para qual oportunidade você está dando as costas?
Não faltam oportunidades e desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada.
Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades, ou a alguma outra dentre milhares e milhares? A propósito, lembra-se do Black Bart?
Afinal, ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu, não havia nada a temer. Quando finalmente as autoridades prenderam o ladrão, não encontraram o bandido sanguinário do Death Valley (vale da morte); encontraram um farmacêutico bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que os jornais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade, na realidade, tinha tanto medo de cavalos, que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Boles - o bandido que nunca deu um tiro, porque nem sequer carregava pistola!
Existem "falsos capuzes" no seu mundo???
Desmascare-os
Viva! Sonhe! Planeje! E sobretudo realize.
Quando se vence ao medo começa a sabedoria ...
Bertrand Russell

Uma ótima história para refletir... não acham?
E um ótimo vídeo para você se inspirar...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MOMENTOS ESPECIAIS


Essa semana o blog me trouxe dois momentos muito especiais... Primeiro um comentário delicioso deixado pelo meu filho de 12 anos em dos textos que produzi. E ontem, recebi por e-mail um poema de um amigo muito querido depois que ele fez uma visita ao Lounge Empreendedor.
É uma pena que o dia-a-dia nos afaste de pessoas que admiramos e respeitamos...
Com a autorização do Claudio, esse meu querido amigo, compartilho o texto dele...

Ana, parabéns pelo seu Blog. Você me inspirou a algo que eu já não fazia há muito tempo: poesia. Aí vai, em homenagem a você , que está traçando seu caminho.
Na realidade, o texto foi inspirado em um filme que vi, onde foram construídas estradas de ferro, por homens que ficaram tempos afastados de seus lares, em virtude do tempo que levavam para construir estas estradas. Assim nasceram várias cidades americanas. Em relação ao sofrimento, ausência, saudades da família, são detalhes que deram um toque de emoção na vida destas pessoas, mesmo que tenha havido sofrimento pela distância. Não quis comparar estes detalhes contigo, apenas a essência de tudo isso: o trabalho, o empenho, a paixão, os objetivos.
Muito obrigado e Sucesso!
“Nos vales, surgiram cidades e em cada cidade, os trilhos foram chegando, trazidos por braços fortes e mãos rudes, mas corações leves. Quanto sofrimento, suor, saudades de casa, da família, dedicados para trazer esperança a muitos. A razão? Traçar o caminho que nos guiará aos nossos objetivos, mesmo que distantes, mas que ficam tão perto quando com eles sonhamos.”
Cláudio Quandt Alves Barrios – 25 de Agosto de 2009

Não podemos, e muito menos devemos, deixar de realizar coisas tão inspiradoras... Traçar caminhos, ter paixão, sonhar... Só assim novas estradas podem ser construídas! Quem irá caminhar e trilhar as estradas de nossos sonhos??? Talvez nunca tenhamos essa certeza, mas certamente, deixamos um legado.

Obrigada, Claudio! Obrigada, filho...
E obrigada a todos vocês que têm acompanhado o blog e me enviado sugestões!!!!
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