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sábado, 8 de dezembro de 2012

VOCÊ E O EGO

“Se você deliberadamente planejar ser menos do que você é capaz de ser, 
eu lhe aviso: você será profundamente infeliz.”
-- Maslow --


Mudança. Para muitos, a simples menção desta palavra provoca aceleração dos batimentos cardíacos, as mãos ficam suadas e o corpo parece perder o controle. Desde muito cedo, percebemos que o conforto nos remete às sensações de proteção e segurança. Só que o tempo passa, crescemos e, na vida adulta, acabamos estabelecendo rotinas (por vezes, insatisfatórias, mas familiares) optando por um “inferno conhecido” ao invés de descobrir novas oportunidades.
Para muitas pessoas, tentar fazer algo novo passa a ser encarado com ansiedade, muitas vezes até mesmo com desespero. E o motivo é muito simples: sair desta zona de conforto dá medo! Medo de falhar se fizermos algo diferente, medo de dar passos para trás, ou que as pessoas rirão de nós, ou que desaprovarão nossos atos. Ah! Como seria bom se vivêssemos sem o crivo das pessoas...

terça-feira, 31 de maio de 2011

UM EMPREENDEDOR DE SUCESSO

Graças ao Facebook e seus reencontros inesperados, recentemente restabeleci contato com um amigo (acho que ainda posso chamá-lo assim, né Fernando?!?) muito querido que foi fundamental na minha chegada em Mogi das Cruzes.
Nos primeiros eventos ele sempre estava por perto, conversavamos muito e lembro de um dia em que, ainda um pouco surpreso, me disse "Ana, minha empresa está crescendo e eu preciso organizar a melhor forma para que isso aconteça".
Ou a empresa cresceu demais ou a correria do dia-a-dia acabou nos distanciando... O fato é que fiquei muito feliz quando ele colocou no meu mural no Facebook um texto autorizado para que eu publicasse aqui no Lounge Empreendedor.
Medo, angústias, sonhos, auto-conhecimento, verdade, fé, realização pessoal...
Acredito que seus palavras valham de inspiração a muitos outros empreendedores que estejam na busca pelo "tal" sucesso. De empreendedor para empreendedor...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SEM MEDO DE PLANEJAR



Passamos do dia 15 de dezembro. Você não pode mais fugir do inevitável. É hora de fazer aquilo que o brasileiro tem o hábito de deixar para depois, mas que o empreendedor deveria se empenhar antes de tomar qualquer decisão: p.l.a.n.e.j.a.r.
Escolha um local tranqüilo na sua empresa, respire fundo, pegue um bloco de anotações e mãos a obra.
Seja absolutamente sincero e comece respondendo à seguinte pergunta: quanto você quer faturar em 2011? A resposta deve servir como estímulo. Uma meta a ser diariamente perseguida por você e compartilhada com toda sua equipe. Sempre que um esmorecer, todos se lembram do alvo a ser atingido.
Só não vale sentir medo. A insegurança, inerente a todo ser humano, deve ficar longe ao planejar para onde você pretende levar sua empresa no próximo ano. Por mais que represente um sentimento legítimo, o medo não pode ser uma muleta aos competentes. Busque informações. Calcule bem o risco. Estabeleça suas metas. 
Para projetar 2011, pense grande, comece pequeno e cresça o mais rápido que você puder.
Repense tudo o que pretende fazer pelo seu negócio, desde o ambiente físico até aspectos de gestão. “Quero ampliar o espaço”. "Vou reduzir o consumo de energia e destinar os resíduos de forma correta". “Contratarei 3 pessoas”. "Contribuirei com parte do lucro com uma causa social" ou “Conquistarei o mercado externo”.
Ok. Assumo que, dependendo da maturidade da sua empresa, pode bater aquele friozinho na barriga nesse momento. Mas não desista! Essa sensação pode ser o trampolim para a conquista das metas se você souber conduzi-la com responsabilidade.
Nada de angústia ou pressões.
O planejamento detalhado colaborará com o seu sucesso e impedirá que qualquer “marolinha do mercado” impeça você de progredir.
Pensemos juntos: você tem um preço justo frente a qualidade que oferece, você tem clientes fiéis, seus colaboradores estão engajados e motivados, por que não pode projetar a ampliação das vendas em 20% sobre os resultados desse ano que se encerra?
Firme um contrato com você mesmo!
Analise todas as variáveis e trace os melhores caminhos para atingir seu objetivo. Usar sua capacidade de persuasão e sua rede de contatos em prol de melhores oportunidades permitirá que você avance cada vez mais.
Apenas não se esqueça que coração aberto demais pode atrapalhar seus planos. Envolva as pessoas realmente necessárias, ninguém mais precisa saber. E lembre-se de uma visita ao gerente do banco, afinal ao longo do próximo ano, você pode precisar dele.
Evite os bloqueios naturais, as pessoas que não acreditam em você e também os oportunistas de plantão. Caso sinta necessidade, procure especialistas que possam te orientar na expansão do negócio e no planejamento de cada uma das etapas.
Tenho certeza que você já sentiu que o tempo passou bem rápido. Por isso, mantenha o foco e se afaste daquilo que não leva sua empresa a lugar nenhum. Acabe com a paralisia agora!
2011 espera por todos nós, mas “se você não sabe para onde vai, todos os caminhos o levam para lugar nenhum” (Henri Kissinger)

Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 16 de dezembro
Diário Empresarial - O Diário de Mogi

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

QUANDO SE VENCE O MEDO


Hoje resolvi compartilhar com vocês mais um texto que não é meu, mas que recebi de um amigo e que certamente assombra a vida de muitos de nós...
Se você é empreendedor, já teve medo de correr riscos maiores do que aqueles que calculou.
Se você é pai, já teve medo de deixar seu filho sair para a primeira excursão com a escola.
Se você é mãe, tem medo todos os dias... tenho certeza disso!
Enfim, se você vive, algum medo assombra seu dia e por vezes, te impede de um passo seguinte.
Mas cuidado... Criamos medos que muitas vezes não são nossos... Criamos medos de fantasmas que nem mesmo existem...

"O MEDO"

Ele era um ladrão profissional. Seu nome inspirava medo. Ele aterrorizou durante 13 anos as diligências de Wells Fargo, rugindo como um furacão e saindo da Sierra Nevada assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco e Nova Iorque seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira. Durante seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligência. E fez tudo isso sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto. Nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou seqüestrou alguém. Ele não precisava fazê-lo. Sua presença era o bastante para paralisar as pessoas.
Black Bart... Um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal.
Ele me faz lembrar outro ladrão que ainda anda por ai...
Você o conhece, mas também nunca viu seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer seu retrato falado. Mas quando ele está por perto, você o sente por causa das batidas do seu coração. Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua.
Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço.
Se você acordou tarde da noite num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou seu sono.
Você o conhece.
Ele é o ladrão que fez as palmas de sua mão suarem quando foi ser entrevistado para um emprego. E foi esse patife que segregou em seu ouvido ao deixar o cemitério: " Você pode ser o próximo!".
Ele é o Black Bart da alma.
Ele não quer o seu dinheiro. Ele não quer seus diamantes. Ele não está querendo seu carro. Ele quer algo muito mais importante. Ele quer a paz do seu espírito - sua alegria.
Seu nome? Medo
Enfrentemos a realidade. Todos nós sentimos medo. Nenhum ser humano está imune a essa emoção, que é uma das mais comuns. Na verdade, trata-se de uma emoção que compartilhamos com muitos membros do reino animal.
Entretanto, sendo diferente dos animais, que aparentemente só sentem medo de ameaças que jamais nos foram feitas, e até mesmo ameaças que nunca existirão. A missão do medo é roubar sua coragem e deixá-lo trêmulo e tímido. Seu "modus operandi" é manipular você com o misterioso, insultar você com o desconhecido.
Medo da morte, medo do fracasso, medo de Deus, medo do amanhã - seu repertório é muito vasto.
Seu objetivo? Criar almas covardes e sem alegria. Ele não quer que você faça a viagem para a montanha. Ele imagina que se puder sacudi-lo bastante, você acaba tirando os olhos das alturas e partindo para uma existência vã, monótona e sem alegria.
Uma lenda da índia conta a história de um rato que tinha pavor de gatos, até que um mágico concordou em transformá-lo em gato. Isso resolveu seu medo... até que ele encontrou um cachorro; então o mágico o transformou num cachorro. O rato-tornado-gato-tornado-cachorro ficou contente, até que encontrou um tigre; assim, mais uma vez, o mágico o transformou naquilo que ele mais temia. Mas, quando o tigre veio se queixar de ter encontrado um caçador, o mágico se recusou a ajudar. " Eu o transformarei num rato novamente, pois apesar de ter o corpo de um tigre ainda tem o coração de rato!".
O medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas, através da história, malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas a oportunidade: sentiram medo.
Meu exemplo pessoal e favorito de vitória sobre o medo é Madre Teresa de Calcutá, a simples freira natural da Iugoslávia, cujo coração foi suficientemente grande para abrigar pessoas de todas as classes, de todos os níveis intelectuais, culturais e religiosos. A vida dela foi uma parábola sobre o domínio do medo. Medo da pobreza, da doença, da ameaça a segurança, de ser mal compreendida.
E você, será que tem um corpo de tigre e ainda tem o coração de um rato? Para qual oportunidade você está dando as costas?
Não faltam oportunidades e desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada.
Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades, ou a alguma outra dentre milhares e milhares? A propósito, lembra-se do Black Bart?
Afinal, ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu, não havia nada a temer. Quando finalmente as autoridades prenderam o ladrão, não encontraram o bandido sanguinário do Death Valley (vale da morte); encontraram um farmacêutico bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que os jornais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade, na realidade, tinha tanto medo de cavalos, que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Boles - o bandido que nunca deu um tiro, porque nem sequer carregava pistola!
Existem "falsos capuzes" no seu mundo???
Desmascare-os
Viva! Sonhe! Planeje! E sobretudo realize.
Quando se vence ao medo começa a sabedoria ...
Bertrand Russell

Uma ótima história para refletir... não acham?
E um ótimo vídeo para você se inspirar...

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