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sábado, 3 de março de 2012

PARA ALÉM DO DESENVOLVIMENTO

"Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade,
tampouco sem ela a sociedade muda."
Paulo Freire


Mais importante do que enfrentar a crise econômica que está assustando trabalhadores, empresários e governos é aproveitar essa oportunidade para uma retomada duradoura do nosso desenvolvimento. Novos patamares. Novos desafios. Novas perspectivas.
Tudo tecnicamente impossível se não levarmos em conta um fator preponderante: a educação. O nível de inserção na economia globalizada, seja em qual for o nível, é dependente dos índices de crescimento econômico e tecnológico, que, por sua vez, dependem dos investimentos em capital humano.
Não consigo imaginar nenhum caminho para o desenvolvimento econômico que não passe obrigatoriamente pela geração de emprego, renda e pela abertura de oportunidades às pessoas para que elas possam empreender, crescer e conquistar melhor qualidade de vida.
Simples? Não tanto quanto parece. Para investir no capital humano, enfrentamos um grande problema, já que a educação brasileira ainda tem dificuldades com a qualidade de ensino, evasão escolar, distorção entre série e idades e analfabetismo funcional. Se adolescentes chegam às universidades com baixíssima capacidade de interpretação de textos, como poderão interpretar sua própria realidade?

sábado, 28 de janeiro de 2012

EDUCAÇÃO PARA O FUTURO

"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo.
E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que
a justiça social se implante antes da caridade."
Paulo Freire


A educação brasileira melhorou muito nos últimos anos, mas continua uma catástrofe. Bons exemplos estão espalhados por vários lugares, mas a falsidade de uma aparente “educação para todos” cria ilusões acerca dos caminhos necessários para a conquista de novos patamares.
Mais do que acesso é preciso que os interessados na discussão perguntem-se “quais os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para o fomento de uma educação empreendedora e sustentável?, que processos educacionais podem ajudar a construí-los?”
Se desenvolvimento sustentável é ser solidário com as gerações futuras, não há solidariedade maior do que a de prover crianças, jovens e os que ainda virão ao mundo de saberes necessários para a construção de uma nova realidade mais empreendedora, justa e responsável.

sábado, 15 de outubro de 2011

FATOS DA SEMANA E O FUTURO

"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda."
(Paulo Freire)


Compra de carros importados contrabandeados, feriado nacional em homenagem à padroeira do Brasil, greves nos correios e nos bancos, protestos da sociedade civil em todo o país em marchas contra a corrupção, censura a programas e artistas da TV. Se você não teve assunto durante essa semana, certamente estava vivendo em outro planeta.
Por outro lado, se acredita que irá ler aqui uma nova visão sobre os crimes de contrabando, lavagem de dinheiro, direitos trabalhistas ou programas de televisão, pode interromper sua leitura, pois não pretendo atualizá-lo caso você realmente tenha estado em Marte nos últimos dias.
Na verdade, fiquei pensando em como poderia utilizar tais assuntos para uma homenagem diferente ao dia que não poderia dar um desfecho melhor a essa semana: o Dia do Professor!
Professores que junto às famílias têm grande responsabilidade pela transformação dessa realidade nacional. Até quando ficaremos calados frente a escândalos de corrupção? Até quando aceitaremos a demagogia de muitos em nome da democracia? Até quando esqueceremos que a base de toda transformação passa pela educação?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CAMINHOS PARA MELHORAR O APRENDIZADO


Estar exposto às salas de aula faz alguma diferença aos alunos nos dias de hoje?
Com essa pergunta, o Instituto Ayrton Senna em parceria com o movimento Todos pela Educação lançou no dia 28 de abril, Dia da Educação, o projeto Caminhos para melhorar o aprendizado”.
Fiquei vidrada em cada slide que era apresentado pela Barbara Burns, do Banco Mundial e pelo pesquisador Ricardo Paes de Barros.
Sob sua coordenação, as principais conclusões de 165 estudos nacionais e internacionais com base empírica e tratamento estatístico dos impactos de políticas de Educação no aprendizado dos alunos foram disponibilizadas no site do projeto “Caminhos para melhorar o aprendizado”. O objetivo é contribuir para a implementação de políticas públicas possíveis e positivamente impactantes no aprendizado dos brasileiros.

Um pergunta que não me sai da cabeça desde que assisti o lançamento do portal: o que realmente deve mover as transformações da educação brasileira: PAIXÃO ou RAZÃO?
Durante muitos anos, apaixonados pelo processo educacional defenderam mudanças educacionais com base em suas vivências, a partir de sua vocação.
Ótimo. Serviram para semear o terreno.
Hoje é preciso tratar o tema com insumos estatísticos e estudos que sirvam como amostra comparativa. É preciso trazer RAZÃO para a discussão dos processos educacionais com PAIXÃO, como disse Ricardo Paes de Barros.
Não adianta um forte investimento na educação nacional se não pudermos transformar gastos em resultados. Ter materiais e recursos dentro das escolas não é suficiente para produzir aprendizagem. Precisamos ir além da estrutura. Vários estudos do Banco Mundial, mostram que as práticas básicas brasileiras ainda estão longe dos padrões de excelência mundiais. Nossos professores ainda perdem muito em processos burocráticos dentro da sala em troca de oferecer espaço de aprendizagem as crianças e adolescentes. Dessa forma, entregaremos burocratas ao futuro!
As escolas precisam de professores que dediquem seu tempo aos processos de aprendizagem e não as chamadas para presença ou as cópias da lousa. Precisamos mudar!
A melhoria da qualidade do ensino no Brasil depende de um compromisso ético da sociedade, de muita vontade política e de maior competência técnica do professor.
É verdade que somos um dos países que mais tem crescido em alguns critérios de avaliação educacional. Entretanto, ainda estamos muito mal. Por mais gols que o time da educação nacional venha fazendo, nossa base de comparação é muito inferior. Crescemos, mas crescemos pouco! Precisamos sair da terceira para a segunda divisão mundial. Nosso atraso é de 28 anos com relação ao Chile, por exemplo. E o Chile não é a Finlândia, certo?
No século passado, o Brasil conseguiu colocar mais de 90% das crianças e adolescentes em idade escolar na escola, mas a qualidade de ensino se deteriorou bastante. O binômio qualidade-quantidade nos conduz, então, a uma importante reflexão. Não basta uma grande expansão quantitativa do acesso, é preciso também direcionar esforços para cinco outras variáveis que o estudo apresenta:
1) recursos da escola;
2) plano e práticas pedagógicas;
3) gestão da escola;
4) gestão da rede de ensino; e
5) condições das famílias.
Não adianta pensarmos em fatores associados, mas em fatores determinantes quando o assunto é educação. Os caminhos para melhorar o aprendizado são longos e complexos. Para usar uma linguagem esportiva, mais uma vez (Ayrton Senna sempre nos inspira a isso): a melhoria da educação não é uma corrida de 100 metros rasos é uma maratona! Longa, exaustiva, mas cuja sensação de conquista é insuperável.

Educação não é apenas uma política social, mas sim uma política estratégica para o desenvolvimento econômico e político de uma nação. Por isso, requer mudanças profundas na relação educador/ educando, na formação do professor, na revisão de conteúdo, método e de gestão do sistema de ensino. É uma grande tarefa que o Brasil tem para as próximas décadas. E ninguém pode ficar de fora.
É preciso repensar, reinventar a relação escola, família e comunidade.


Nenhuma pesquisa, sozinha, será capaz de desenhar um plano pedagógico que construa a escola perfeita, mas pode contribuir positivamente na ampliação da vontade política para deliberação de políticas públicas mais impactantes no setor.
Alguns caminhos apresentados pela pesquisa e divulgados pelo movimento Todos Pela Educação/Instituto Ayrton Senna falam sobre:

1 - Qualidade do professor
Segundo Paes de Barros, os estudos realizados na última década deixam claro que a qualidade do professor tem grande impacto sobre o desempenho educacional dos alunos. Um aluno que tem um bom professor (um docente entre os 20% melhores da rede) pode aprender durante um ano letivo 68% a mais do que se tivesse um professor ruim (entre os 20% piores da rede).

2 - Tamanho da turma
As evidências apontam que uma redução média de 30% no tamanho da turma leva a um aumento de 44% no que tipicamente um aluno aprende ao longo de um ano. O impacto da redução da quantidade de alunos por turma depende do tamanho original do grupo. Reduzir uma turma grande gera mais impacto sobre o aprendizado do que fazer o mesmo em uma turma que já é pequena.
Além disso, os efeitos variam de acordo com o ano escolar. Estudos apontam que para o 6º ano do Ensino Fundamental, por exemplo, os resultados são significativos em classes que tenham mais de 30 alunos. Para o Ensino Infantil, por exemplo, os efeitos dessa redução já começam a aparecer a partir de 20 alunos.

3- Composição das turmas
Se as escolas devem agrupar os alunos em turmas homogêneas ou heterogêneas é um tema controverso, sobretudo porque cada tipo de composição de turmas tem suas vantagens e desvantagens.
A escola tem como objetivos desenvolver habilidades principalmente em duas dimensões: cognitiva (que chamamos aqui de aprendizado) e social e de cidadania. Como o recorte desse projeto é o de estudar o impacto no aprendizado, os estudos indicam que, mantendo-se constante a qualidade do professor e do material didático, o fato de estar em uma turma homogênea aumenta o aprendizado, tanto no Ensino Fundamental como no Médio. O ganho no desempenho médio equivale a 35% do que um aluno aprende tipicamente em um ano.

4 - Calendário escolar
Há evidência científica de que não cumprir os dias letivos previstos pode aumentar a taxa de repetência, especialmente dos alunos de pior desempenho. Uma das explicações para esse resultado é que, para cumprir o currículo estipulado em um ano letivo mais curto, o professor aumenta o ritmo das aulas, passando maior volume de conteúdo em menos tempo, o que prejudica o aprendizado, principalmente, o dos alunos que apresentam maior dificuldade. Outra explicação é que o currículo é apenas parcialmente cumprido.
Os estudos – a literatura disponível concentra-se nos primeiros anos do Ensino Fundamental – apontam que, levando-se em conta um absenteísmo médio de 5% em relação ao calendário anual, um dia que o professor deixa de faltar aumenta a proficiência do aluno o equivalente a 4% do aprendizado médio anual. Em ambientes onde a taxa de absenteísmo é mais alta, o impacto na proficiência de um dia a mais de aula pode ser ainda maior.

Quer saber mais? Acesse o site do projeto “Caminhos para melhorar o aprendizado”.
Tenho certeza que um país mais empreendedor depende de uma educação mais integrada e eficiente. Não adianta ambiente e recursos. As escolas precisam desenvolver competências e uma cultura mais empreendedora para podermos acelerar na corrida da educação mundial.
Afinal, de que adianta ter vontade se você não acreditar que pode?

 “Todo mundo conhece a parábola do besouro, que é absolutamente verdadeira: é um inseto que, pelas leis da aerodinâmica não conseguiria voar, mas como não tem a menor idéia disso, ele voa (...)”

Foi com essa frase que Viviane Senna terminou o encontro no dia 28. Eu tenho certeza que podemos!

domingo, 17 de abril de 2011

UM BOM PROFESSOR, UM BOM COMEÇO



Todos sabem que a educação é a base de tudo: é a base para um país melhor, mais justo, mais ético e com pessoas cientes dos seus direitos e deveres. O alicerce do desenvolvimento de uma sociedade é uma educação de qualidade e universalizada. Parece papo de pedagoga, eu sei... Mas você tem que concordar que miséria, violência e desigualdades sociais são filhas da falta de educação de um país.
Sou filha de professora, diretora de escola e supervisora de ensino e justamente por isso, reconheço todos os avanços da educação nos últimos anos. Entretanto, mesmo com todas as conquistas, o Brasil ainda vive uma realidade triste nesse setor. Escolas desestruturadas, falta de acesso para todas as crianças e professores ganhando salários aviltantes e sendo humilhados por adolescentes cujos pais terceirizam a atividade de educar as escolas.
É triste pensar que apenas 5% dos melhores alunos que se formam no ensino médio desejam trabalhar como professores da educação básica, principalmente se considerarmos a importância que um bom professor exerce em nossas vidas. Um professor que ajude, de fato, no aprendizado, que abra possibilidades e auxilie na escolha entre esta ou aquela profissão contribuindo para a formação do caráter e valores dos jovens e crianças.
É impossível querer erradicar a pobreza, acabar com a violência e com as desigualdades sociais usando qualquer caminho que não seja a educação. A vida traz de volta aquilo que a gente oferece a ela. É a lei da ação e reação, “gentileza gerando gentileza”.
Enquanto não houver uma política séria que valorize os professores e ofereça uma educação básica de qualidade, continuaremos a viver em um país cheio de contrastes onde a violência cresce a passos largos e invade justamente o muro das escolas.
Sob a afirmação de que “a base de toda conquista é o professor”, na última terça (12 de abril) aceitei o convite de Samantha Shiraishi e acompanhei o lançamento da nova campanha de mobilização do movimento Todos pela Educação sob o slogan "Um bom professor, um bom começo". 
Durante um café da manhã com @samegui, @gnsbrasil, @andersoncosta e a querida amiga @AnaAragao diretamente de Recife, me apaixonei pela campanha.

Eu, @samegui, @AnaAragao, @gnsbrasil e @andersoncosta

As peças são muito envolventes e fazem com que pensemos em quais foram aqueles professores que marcaram nossa educação e nossas escolhas. Lembrei-me da Vera Lúcia (professora na 3ª série e professora de português alguns anos depois), do Gilmar (professor de Matemática no Ensino Médico), da Carmem Lúcia (de História e Educação Moral e Cívica) e claro, da tia Leda que foi a responsável por me auxiliar no processo de alfabetização no Colégio Imperatriz Leopoldina.
Ah!!! Quantas boas lembranças passam por recordações de bons professores... Isso sem contar aqueles que viraram amigos na faculdade, conselheiros e orientadores além dos nossos TCC.
Tenho muita satisfação em oferecer espaço no Lounge Empreendedor para mais essa causa da qual me orgulho em fazer parte!
Como escreveu Samantha Shiraishi no A Vida Como a Vida Quer, eu me senti parte dessa turma.



"Esta sensação de pertencimento é um direito que todos temos. Mas para pertencer, é preciso primeiro saber ser – descobrir em nós o potencial para sermos quem podemos ser. Isso quem nos dá, depois dos nossos pais e ancestrais nos darem vida, é um bom professor" - Lindo, Sam!



O Todos pela Educação é um movimento apartidário que congrega sociedade civil, gestores públicos de Educação, iniciativa privada e especialistas com a missão de contribuir para a garantia do direito de todas as crianças e jovens a uma Educação de qualidade até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil. Afinal, não dá para pensar em independência sem pensar em educação!
Ou tomamos uma decisão firme para concretização do direito de aprender de todos os jovens e crianças, ou então continuaremos incentivando projetos paliativos e avaliações infundadas que apenas empurram o problema da falta de valorização dos bons profissionais do magistério para a frente.
"Educadores, onde estarão? Em que covas terão se escondido? Professores, há aos milhares. Mas professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.” (Rubem Alves).
Eu tenho esperança! E você?
Leve adiante essa idéia e conte aquilo que #1BomProfessorMeEnsinou.




Ana Maria Magni Coelho
Publicado em 16 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

TODOS PELA EDUCAÇÃO

“Educar é uma arte. Mas também é um trabalho de grande impacto social, com repercussão direta no desenvolvimento do País, pois seria impensável uma nação sem escolas, sem estudo e sem professores.”
(Célio Muller na revista PROFISSÃO MESTRE de Outubro /2006)

 

Nessa manhã, participarei junto a outros blogueiros de um café da manhã para o lançamento da nova campanha do movimento Todos Pela Educação: “Um bom professor, um bom começo”.
O Todos Pela Educação é um movimento da sociedade civil, apartidário, que reúne lideranças sociais, educadores, gestores públicos e representantes da iniciativa privada, com o objetivo de ajudar o Brasil a garantir educação pública de qualidade para todas as crianças e jovens.
Não há dúvida de que a educação brasileira necessita de transformações e de políticas públicas que atendam as necessidades de toda a população de forma verdadeira. Contextualização de conteúdos, temas transversais e abandono definitivo do antigo diário de classe... Isso sem contar a universalização do acesso mantendo toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola.
Aliás, você conhece as 5 Metas do Todos Pela Educação?
É muito comum ouvirmos falar que o Ensino Fundamental está universalizado. Entretanto, trata-se de uma falácia.
Nem mesmo nas cidades mais desenvolvidas, conseguimos atingir 100% das crianças e jovens nas escolas. O que dizer, então, nas cidades do interior do país, dos sertões e periferias?
E mais: matricular uma alta quantidade alunos não basta para garantir a universalização do ensino. É preciso auxiliá-los à conclusão de seus estudos para que possam assim desenvolver competências que os preparem ao mercado de trabalho, seja como empregados ou empreadores.
Meu sonho por formação é contribuir para esse novo mundo da educação no nosso país. Costumo dizer que sou pedagoga por formação e educadora por opção e por isso, tenho o meu coração cheio de esperanças e fé em compromissos como o Todos pela Educação.
Se desejamos um país diferente, menos corrupto, mais inovador, ético e desenvolvido, precisaremos de adultos com novos comportamentos, mais empreendedores e seguros. Melhorar a qualidade da educação básica é apenas o primeiro passo.
Para isso, valorizar o bom profissional da educação é fundamental. É preciso conhecer suas limitações e potencialidades a fundo, saber como usá-las, quando e de que forma.
Uma reportagem, de Fábio Takahashi (Folha- 09/06/2008) destaca uma importante limitação na busca pela valorização do professor brasileiro: “O Brasil atrai para o magistério os profissionais que possuem mais dificuldades acadêmicas e sociais. Apenas 5% dos melhores alunos que se formam no ensino médio desejam trabalhar como professores da educação básica”
Uau! Um dado que precisa ser repensado por todos nós!
Precisamos recuperar a dignidade e o orgulho daqueles que têm a responsabilidade de formar o futuro do nosso país (sem a menor conotação piegas na afirmação).
Dinheiro, sem dúvida, é fundamental. Mas não trata-se apenas de aumentar salário ou de oferecer um bom plano de carreira. É preciso prover o profissional de educação com estrutura física, tecnológica e intelectual para um melhor desempenho em sala de aula. Inclusão digital, vida cultural, troca de informação entre docentes de várias instituições e regiões do país, capacitação constante, livros e periódicos de qualidade... Há um cardápio à disposição do Poder Público em suas diversas esferas.
O Brasil precisa valorizar o bom professor!

“Um bom professor é um bom profissional. Educação não é (nem pode ser!) diferente de qualquer outra área. Um bom profissional precisa ser dedicado, deve se fazer presente, tem que ser compromissado, tem que ter interesse contínuo por aprimoramento e deve demonstrar força de vontade, interesse e iniciativa em buscar soluções aos problemas que surgem no seu cotidiano de trabalho."
(Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação)

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