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sábado, 21 de abril de 2012

AVENIDA BRASIL

40 milhões de brasileiros chegaram a classe média na última década e apenas em 2011, movimentaram R$ 1 trilhão na economia brasileira. Hoje, a chamada classe C já consome quase metade do que é vendido em alimentos e bebidas no país e possui metade dos cartões de crédito em operação, e mesmo se pensarmos nas complicações que o endividamento possa vir a ter no futuro, essa curva é ascendente e sem volta.
Por isso, o tema foi um dos destaques no Seminário Internacional de Pequenos Negócios promovido pelo SEBRAE. (Já falei do seminário aqui no Lounge Empreendedor).
Analisar o comportamento destas pessoas e identificar fatores que favoreçam sua ascensão social e interfiram diretamente o desenvolvimento do país é ponto chave para o aumento da competitividade dos negócios atuais e para o fomento ao empreendedorismo.
Vamos começar entendendo o que é fazer parte desta nova classe média.

domingo, 27 de março de 2011

MICROCRÉDITO PARA MULHERES EMPREENDEDORAS


Uma boa notícia para o fomento ao empreendedorismo feminino brasileiro...
Mas lembre-se que dinheiro não é o motor de um novo negócio, pode ser o combustível. Entretanto, você precisa preparar o motor, suspensão, escapamento, alinhamento, etc

Brasília – As mulheres que têm pequenos negócios ou pretendem iniciar atividades comerciais já dispõem de uma linha de crédito para financiar o empreendimento, até o limite de R$ 15 mil. Acordo nesse sentido foi assinado hoje (23), no auditório da Caixa Econômica Federal, em solenidade comemorativa ao Dia Internacional da Mulher.
De acordo com a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, o apoio ao empreendedorismo feminino está em sintonia com a Política Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, com taxas de juros que variam de 0,93% a 3,9% ao mês, com prazos de até 24 meses para pagamento do empréstimo. Além disso, as mulheres empreendedoras podem ter também assistência técnica da Caixa para a formação de seus empreendimentos, em qualquer região do país.
O dinheiro pode ser usado para montar um pequeno negócio ou para expandir as atividades de quem já está no comércio, com fundos para financiar todas as empreendedoras que precisarem. “É um investimento nas mulheres, que vão trazer a força de trabalho, seus projetos e propostas para que a Caixa possa contribuir”, segundo Maria Fernanda.
Perguntada quanto ao fato de a menor taxa de juros da operação ser de 0,93% ao mês – quase o dobro da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cobra das grandes empresas –, Maria Fernanda disse que se tratava de “prazos diferentes para negócios diferentes”. Ela acrescentou que a taxa para o microcrédito pode ser de até 2% e, no caso específico para empreendedoras femininas, a Caixa está fazendo por menos da metade, o que considera “uma taxa adequada”.
A cerimônia contou com a presença das ministras da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes; da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Luiza Bairros Palavra; e da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Texto produzido pela Agência Brasil - Stênio Ribeiro
Edição: João Carlos Rodrigues
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