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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

VEM CHEGANDO O 13º SALÁRIO

Até o dia 30 de novembro, as empresas devem fazer o pagamento da primeira parcela do 13º salário no Brasil, que equivale a 50% do seu valor integral. Dinheiro extra é sempre motivo de alegria e para o empreendedor, motivo de preocupação caso o fluxo de caixa esteja apertado ou se sua projeção esteja inconsistente.
Para o trabalhador a dúvida normalmente fica entre quitar as pendências com contas atrasadas, comprar os presentes de Natal, guardar para os impostos do início do próximo ou até mesmo investir em uma poupança ou ações.
Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aproximadamente 78 milhões de brasileiros serão beneficiados com o pagamento do décimo terceiro salário que deverá njetar cerca de R$ 118 bilhões na economia brasileira - aproximadamente 2,9% do PIB. Beneficiam-se deste valor, os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PARA GANHAR MAIS

Pesquisa realizada pelo IPEA e publicada pela Agência SEBRAE de Notícias mostra que microempresários ganham duas vezes mais que assalariados.
É claro que essa não é uma receita que serve para todos, mas certamente pode animar muito aqueles que pretendem iniciar um novo negócio.


Brasília - Ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social), feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação durante o segundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem salários equivalentes a dois salários mínimos ou mais. Entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários, que têm, no máximo, cinco funcionários, o valor é duas vezes maior. Do total, 54,59% lucram acima de dois salários mínimos todos os meses.
Apesar da rentabilidade maior, abrir uma empresa não está entre as principais opções dos brasileiros que estão desempregados. Ainda há um receio em relação ao processo, de acordo com a pesquisa. A concorrência acirrada é o maior entrave para o crescimento das micro e pequenas empresas no momento atual da economia brasileira, segundo os próprios empresários. A redução da disputa pelo cliente é o fator que mais contribuiria para a melhoria do desempenho do empreendimento, de acordo com 41,2% dos donos de negócios de pequeno porte.
O levantamento mostra que a questão é mais preocupante até mesmo do que a carga tributária elevada e a dificuldade de acesso ao crédito, opções tradicionalmente citadas como empecilhos para a ascensão empresarial. Os dois argumentos foram apontados por 14,9% e 14,3%, respectivamente. “A preocupação dos empresários com a concorrência reforça a importância de ter uma situação econômica favorável, com crescimento da economia e aumento da demanda”, afirma o responsável pelo levantamento, o técnico de planejamento e pesquisas do IPEA, Bruno Marcos Amorim.
Mas quem opta por abrir o próprio negócio tem que estar preparado para se dedicar em tempo integral. A pesquisa mostra que 15,3% dos empregadores e trabalhadores por conta própria apontam a falta de uma jornada de trabalho como um dos problemas de não ser assalariado. Em seguida, citam o fato de nunca conseguirem tirar férias para descansar (14,7%). Os empresários reclamam ainda de trabalharem muito e ganharem pouco (10,4%) e de terem renda instável, enfrentando dificuldades para manter o negócio em determinados períodos do ano (7,4%). “Comprova uma percepção de que trabalhar por conta própria dá autonomia ao empresário, mas ele tem que dedicar e abdicar de várias coisas em sua vida”, afirma Amorim.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851 61)3243-7851 / 3243-7852/ 8118-9821/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PRÓ LABORE



NEM TODO O EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Que tal começar o mês de janeiro com uma série semanal sobre termos e conceitos de gestão que nem todo o empreendedor nasce sabendo, mas que fazem parte do dia-a-dia de toda pequena empresa.
O post de hoje abordará o “pró-labore”, uma expressão latina que significa "pelo trabalho", ou seja, a remuneração do trabalho realizado pelos sócios da empresa. Sim, sócios também devem ter salário e não podem simplesmente sacar do caixa da empresa o dinheiro para o supermercado do dia seguinte.
Na verdade, existem duas formas de remunerar os sócios de uma empresa: a distribuição dos lucros e o pró-labore.
Caso seu negócio conte com um sócio investidor que não dedica tempo na administração da empresa, ele deve ter apenas a participação nos lucros de acordo com sua participação no capital da empresa. O pró-labore é o instrumento que contabiliza, nos custos da empresa, a remuneração mensal de seus sócios e deve corresponder ao salário de um administrador contratado no mercado para executar a mesma atividade. É considerado uma despesa administrativa e deve ser apropriadamente custeado e pago, conforme o vencimento das obrigações da empresa.
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