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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FÓRUM DE PESQUISA EM EMPREENDEDORISMO


Hoje e amanhã (dias 1º e 2/12) será realizado, no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), o 1º Fórum de Pesquisa em Empreendedorismo, uma parceria da R.E.D.E. Sebrae-SP e da Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe).
O objetivo do encontro é reunir professores pesquisadores de empreendedorismo e educação empreendedora de São Paulo e do Brasil para debates, palestras e workshop.

Pesquisadores renomados estarão presentes para tratar das temáticas:
- Pesquisa de MPEs na visão de inteligência de mercado;
- Sustentabilidade, Empreendedor Cultural, Educação Empreendedora e Mulheres Empreendedoras;
- A pesquisa do empreendedorismo no Brasil;
- Mostra de Pesquisas em Empreendedorismo e Gestão de MPEs;
- Pesquisa e Extensão.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

SOBREVIVÊNCIA AUMENTA NO PAÍS


Os pequenos negócios brasileiros permanecem em cenário saudável de sobrevivência. Segundo o novo estudo do Sebrae Nacional sobre o tema, divulgado na última semana, de cada 100 MPEs abertas no Brasil, 73 permanecem em atividade após os primeiros dois anos de existência, período considerado crítico para se manter no mercado.
A metodologia do Nacional não utiliza pesquisas de campo, mas emprega a base de dados da Receita Federal com informações sobre formalização e funcionamento dos pequenos negócios. Segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional, a mudança irá possibilitar a divulgação anual do índice, dando início a uma série histórica, que trará uma radiografia dos estados brasileiros.
A taxa nacional evoluiu de 71,9%, com base nas empresas que abriram suas portas em 2005, para 73,1%, referente aos empreendimentos abertos em 2006, período de início do Simples Nacional, que trouxe vantagens tributárias para as micro e pequenas empresas. As indústrias são as que mais contribuíram para este quadro crescente. De cada 100 empresas abertas, 75,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem comércio (74,1%), serviços (71,7%) e construção civil (66,2%).

quinta-feira, 9 de junho de 2011

FATURAMENTO DAS PEQUENAS EMPRESAS



O Sebrae-SP divulgou hoje sua pesquisa sobre os Indicadores de Conjuntura, referente a abril de 2011, com resultados do faturamento das MPEs paulistas nos principais setores da economia.
O resultado do estudo indica que depois de 18 meses de crescimento contínuo, as micro e pequenas empresas apresentaram queda em seu faturamento real. O dado foi revelado a partir de pesquisa realizada com 2,7 mil empresários, representantes do total de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Em todo o Estado, as MPEs registraram queda de 1,5% na receita total em relação a abril de 2010. As previsões de inflação e aumento nas taxas de juros ajudam a acender o alerta para os próximos meses.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

PESQUISA DE MERCADO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Segundo a Associação Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (ANEP), pesquisa de mercado é “a coleta sistemática e o registro, classificação, análise e apresentação objetiva de dados sobre hábitos, comportamentos, atitudes, valores, necessidades, opiniões e motivações de indivíduos e organizações dentro do contexto de suas atividades econômicas, sociais, políticas e cotidianas”.
Você que acompanha o Lounge Empreendedor pode estar pensando: mas para que serve realmente essa pesquisa? Como colocá-la em prática no dia-a-dia?
Já que nem todo empreendedor nasce sabendo todas as respostas que surgem no dia-a-dia de seu próprio negócio, a pesquisa de mercado pode auxiliá-lo a ampliar sua percepção e conseqüentemente fundamentar boas decisões para futuro da empresa.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

GEM - O BRASIL E O EMPREENDEDORISMO


No último dia 06 de abril, o SEBRAE divulgou os dados da última pesquisa GEM.
Segundo dados da pesquisa, nas últimas nove edições o índice do Brasil em empreendedorismo por oportunidade vem demonstrando crescimento gradativo, passando de 8,5%, em 2001, para 9,4%, em 2009 - a maior taxa de empreendedorismo por oportunidade desde então.
Se você se interessa pelo assunto, seguem mais informações e não deixe de conhecer também o resumo executivo da pesquisa e seu conteúdo na íntegra.

O brasileiro tende a enxergar na crise uma oportunidade. A nova edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2009, lançada nesta terça-feira (6), confirma esta afirmação. Segundo o estudo, no ano passado, mesmo com a crise financeira internacional, o Brasil atingiu, pela primeira vez, a maior taxa de empreendedorismo por oportunidade – 9,4% contra 5,9% da taxa de empreendedorismo por necessidade. Para cada 1,6 empreendedor por oportunidade temos um por necessidade.
Nas últimas nove edições da Pesquisa GEM, a taxa de empreendedorismo por oportunidade vem demonstrando crescimento gradativo, passando de 8,5%, em 2001, para 9,4%, em 2009. A pesquisadora do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), Simara Greco, explica que a elevação em 2009 se deve ao alto crescimento ocorrido isoladamente nos empreendimentos nascentes, que passou de 2,93%, em 2008, para 5,78%, em 2009. Deste último dado, 4,3% são empreendimentos nascentes por oportunidade. O IBQP é a instituição executora da pesquisa no Brasil, que conta com a parceria do Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No ranking dos países com nível comparável de desenvolvimento econômico da GEM 2009, o Brasil é o sexto mais empreendedor, com taxa de 15,3%, o que equivale a 18,8 milhões de pessoas. A taxa geral se refere à soma dos empreendimentos novos (que surgiram nos últimos três anos e meio), que foi de 9,75%, e dos empreendimentos nascentes (com até três meses de vida ou ainda em processo de criação), que ficou em 5,78%. A atual taxa está acima da média histórica do Brasil, que é de 13%. Em 2008, a taxa ficou em 12%.
A partir dos dados da GEM é possível concluir que a atividade empreendedora é uma das causas para a geração de renda e elevação do Produto Interno Bruto (PIB) dos países. Assim ocorreu no Brasil. Durante a crise financeira internacional, a economia brasileira manteve-se dinâmica, devido, principalmente, ao mercado interno, abastecido por micro e pequenas empresas, nascentes ou não, em sua maioria, dos setores de Comércio e Serviços. O mesmo não ocorreu nos Estados Unidos. Devido a opções diferentes do país nos anos anteriores, não surgiram, no ápice da crise, oportunidades visíveis de negócios que estimulassem a ação empreendedora.
Segundo o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, "a pesquisa GEM comprova que o Brasil está mudando para melhor”. “Estamos já vivendo um ciclo virtuoso de crescimento, com inclusão social, e isso se reflete na disposição das pessoas em empreender”, afirma. “A motivação para abrir o próprio negócio e se aperfeiçoar na atividade desempenhada baseia-se em horizontes promissores, que não se fecharam para o Brasil nem quando grande parte dos países mergulhou na recente crise financeira. No auge da crise, sondagem feita pelo Sebrae mostrava que os pequenos negócios continuavam apostando em um bom 2009. Mais uma vez, o segmento mostrou ser o lastro confiável do crescimento sustentado que se espera para o Brasil”, assinala Carlos Alberto dos Santos. Outros países
Na China, 18,8% da população adulta (169 milhões de pessoas) é empreendedora. Apesar desse grande número, a proporção é de um empreendedor por oportunidade para cada um por necessidade. Já na Rússia, o número de empresários é menor, com taxa de 3,9% (1,3 milhão), porém, a proporção de empreendedores por oportunidade é maior: 2,35 para cada um por necessidade.
Quando comparada aos países citados acima, a Suíça apresenta maior disparidade entre as proporções. A Suíça possui taxa de empreendedorismo (TEA) de 7,72%. Além desse alto índice de empreendedores, para cada adulto que empreende por necessidade, 13 o fazem por oportunidade. Nos Estados Unidos, a TEA é de 8%, com proporção equilibrada de três empreendimentos gerados por oportunidade e um por necessidade.
Ao analisar 13 países membros do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) que participaram do estudo, a GEM 2009 constatou que a população da China é a mais empreendedora, com taxa de 18,8% (169 milhões de pessoas), seguida do Brasil, com 15,3% (18,8 milhões); Argentina, 14,7% (3,5 milhões); Estados Unidos, 8% (15,4 milhões); Coréia do Sul, 7% (2,3 milhões); África do Sul, 5,9% (1,7 milhão); Reino Unido, 5,7% (2,2 milhões); Arábia Saudita, 4,7% (501 mil); França, 4,3% (1,6 milhão); Alemanha, 4,1% (2,1 milhões); Rússia, 3,9 % (3,7 milhões); Itália, 3,7% (1,3 milhão); e Japão, 3,3% (2,5 milhões). Sete países que integram o G-20 não participaram desta edição da GEM. São eles: Austrália, Canadá, Índia, Indonésia, México e Turquia.

Metodologia

Criado em 1999, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, cobrindo 54 países consorciados, o que representa 95% do PIB e dois terços da população mundial. O GEM é atualmente coordenado pelo Global Entrepreneurship Research Association (GERA) – organização composta e dirigida pela London Business School (Inglaterra), pelo Babson College (Estados Unidos) e por representantes dos países participantes do estudo. No Brasil desde 2000, o GEM vem se consolidando como uma importante referência nacional para as iniciativas relacionadas ao tema empreendedorismo. A iniciativa é liderada pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), entidade que coordena e executa o Projeto GEM, tendo como parceiros o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PR) e o Serviço Social da Indústria (Sesi/PR). Para compor a pesquisa no Brasil, em 2009, foram entrevistados 2 mil indivíduos de idade adulta, entre 18 e 64 anos, de todas as regiões brasileiras, selecionados por meio de amostra probabilística, e mais de 180 mil pessoas no mundo. A pesquisa, que tem nível de confiança de 95% e erro amostral de 1,47%, conta ainda com opiniões de 36 especialistas brasileiros. Entre os anos de 2000 a 2009 foram entrevistados no Brasil, 21,9 mil adultos.


Fonte: www.sebraesp.com.br
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