quarta-feira, 31 de agosto de 2011

FATURAMENTO PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

 
A Câmara dos Deputados aprovou hoje (quarta-feira 31/08), por unanimidade (316 votos), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 87/11, que reajusta os valores de faturamento para adesão ao Simples Nacional. O texto aprovado aumenta de R$ 36 mil para R$ 60 mil o limite de faturamento do Empreendedor Individual e ajusta em 50% as tabelas de tributação, incluindo o teto máximo, que passa de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas, e de R$ 240 mil para R$ 360 mil, no caso das microempresas. O projeto segue agora para o Senado e ficamos na torcida para que o envolvimento dos nossos senadores seja como dos deputados federais.
O projeto também cria o parcelamento automático de débitos tributários de empresas do Simples Nacional, o que beneficiará cerca de 500 mil negócios que correm risco de exclusão do sistema porque estão com dívidas com a Receita Federal.
A medida cria ainda um limite extra para exportadores. A empresa que estiver no teto máximo do Simples – R$ 3,6 milhões - poderá exportar o mesmo valor, podendo faturar até R$ 7,2 milhões - metade com o mercado interno e metade com o externo, sem risco de exclusão do sistema especial de tributação.

PEQUENAS DÍVIDAS, GRANDES FAMÍLIAS

Uma recente pesquisa divulgada em 29 de agosto pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) apontou que o porcentual de famílias endividadas na cidade de São Paulo caiu de 47,3% em julho para 45,1% em agosto. Em números absolutos, significa dizer que 1,62 milhões de famílias tinham algum tipo de dívida em agosto, o menor patamar desde junho de 2010. 
A pesquisa considera endividada aquela família que possui contas ou dívidas contraídas com cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestação de carro e de seguros. (Ops! Será que há alguma família completamente livre de tudo isso? Se existir, eu respeito muito!)
Na avaliação da Fecomercio, a redução no nível de endividamento é resultado do nível alto de emprego e do conseqüente aumento da renda familiar. O estudo mostra também queda no porcentual de famílias paulistanas com contas atrasadas em agosto na comparação com julho. No período, o recuo foi de 15% para 12%. Em paralelo, o porcentual de famílias que afirmou não ter condições de pagar suas dívidas caiu de 6% para 5,5%.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

IMPOSTOS E SEU FLUXO DE CAIXA


Mais de 40% das indústrias do país tem o fluxo de caixa afetado porque pagam impostos antes de receberem pelas vendas. Sim. Pagam ao governo antes de receberem de seus clientes!
Para 41,1% das empresas, o prazo médio de recebimento das vendas é superior a 45 dias, enquanto que o de pagamento dos tributos que mais afetam o fluxo de caixa, como as contribuições previdenciárias, o PIS e a Cofins, é de, no máximo, 40 dias. As informações são da consulta empresarial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (29).
Segundo a pesquisa, feita entre 20 e 28 de junho com 594 empresas, os empresários brasileiros têm um alto custo financeiro para cumprir com suas obrigações tributárias. (Dado que não é nenhuma surpresa para quem vive a realidade das micro e pequenas empresas.) Conforme 60,3% dos empresários, os impostos pagos consomem mais de 20% do faturamento. “Os tributos têm um peso grande sobre o faturamento. Isso reforça a importância do governo recolhê-los, no mínimo, no mesmo prazo que as indústrias recebem pelas vendas”, destaca o economista da CNI, Mário Sérgio Carraro.
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