quinta-feira, 30 de junho de 2011

SUCESSÃO EMPRESARIAL


Não faltam bons exemplos de grandes empresários no mundo. Bill Gates e Steve Jobs são apenas alguns deles. No Brasil, não podemos nos esquecer de Eike Batista, Ivan Zurita e Luiza Helena Trajano, nomes que vale a pena “jogar” no Google para ver o que aparece. E biografias empresariais inspiradoras também têm Mogi das Cruzes como endereço, como as de Julio Simões e Henrique Borenstein, só para citar alguns.
Além de terem o sucesso como ponto em comum, estes executivos carregam a responsabilidade de estarem à frente de empresas concebidas em meio a sonhos pessoais, que nasceram de forma despretensiosa, mas que se tornaram grandes impérios; daqueles que, certamente, resistirão ao tempo e que vão necessitar de líderes igualmente grandiosos para que a continuidade seja possível.
Falo de corporações que têm características bem particulares de condução e que giram em torno de seu fundador e de suas expectativas, vivências e feeling. Empresas em que “criador e criatura” se confundem, o que torna ainda mais complicado pensar num substituto para estas lideranças carismáticas e protagonistas de impressionantes trajetórias de empreendedorismo.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ONTEM, HOJE E AMANHÃ

O período que compreende o fim do século 13 e meados do século 17 foi marcado por transformações em muitas áreas, deixando para trás a Idade Média e dando concedeu espaço para o início da Idade Moderna. As mudanças foram sentidas nas sociedades, na cultura, na economia, na política, nas artes, na ciência e na religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e rompendo com as estruturas medievais. Faz-se valer o renascimento, a redescoberta, a revalorização das referências e o resgate do homem.
Este momento da história foi responsável pelo grande impulso da humanidade e fez com que surgisse um novo modelo de produção, até então tão alinhado e dependente da agricultura e de suas limitadas possibilidades. Surgia, então, os conceitos de produção em escala, desenvolvimento fabril e divisão de classe, definindo burguesia e proletariado e separando aqueles que tinham uma vida mais próspera daqueles que nunca a teriam. Embora alguns historiadores apontem esta época como "o aperfeiçoamento da sociedade", hoje sabemos bem que as definições eram a legítima separação do joio e do trigo.

sábado, 25 de junho de 2011

REDES SOCIAIS: UMA NOVA FERRAMENTA AO MARKETING DAS PEQUENAS EMPRESAS

Na última terça-feira, realizei uma palestra na Distrital de Santo Amaro da Associação Comercial de São Paulo a pedido do SEBRAE-SP. Sabe aquelas noites muito especiais em que parece que você está cercado de novos amigos que compartilham aprendizado e desejam crescer juntos?
Pois é. A noite foi exatamente assim. Ficamos juntos bem mais tempo do que o esperado (agradeço mais uma vez aos que estiveram por lá) e a conversa rendeu várias reflexões posteriores. 
Falar sobre redes sociais como nova ferramenta de marketing para os pequenos negócios é sempre muito gostoso. Cada vez que tenho essa chance, aprendo mais um pouco e percebo o quanto essa nova (nem tão nova assim) modalidade de relacionamento digital ainda é desconhecida para tanta gente.
O tema deve ir além do discurso sobre a inserção das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas, mas sim falar sobre o relacionamento entre as PESSOAS.  Afinal, uma poderosa conversação global começou. Através da internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como um resultado direto, mercados estão ficando mais espertos — e mais espertos que a maioria das empresas.” (The Cluetrain Manifesto)
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